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Salve Oxossi, o guerreiro regente de 2015.
Lanças no ar, para todo lado.
Que Oxossi e Ogun nos protejam
Canta para o Orixá do ano, Mariene!.
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Em tempo: O editor do BP vai submergir por umas 48 horas, para tomar um banho de sal grosso e esperar 2015 chegar no litoral norte de Salvador, em localidade sem sinais de telefone celular e de Internet(me informam). Claudio Leal, a partir de sua base em São Paulo vai comandar o BP na virada e este site blog não poderia estar entregue a melhores mãos e cabeça.
Deixo votos de Feliz Ano Novo para todos. Aos amigos, leitores e ouvintes do BP, principalmente.
Até a volta, em 2015.

ODÉ ODÉ!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 31 dezembro, 2014 at 6:29 #

Grande VHS!

Um 2015 pleno de Caymmi!

Mas…

Fica aqui o artigo de Josias de Souza, afinal estamos em tempos de dilmas:

…………………………………………..

Depois da tempestade, 2015 trará a cobrança

Josias de Souza 31/12/2014 05:26

Primeiro, a boa notícia: às vésperas do encerramento do ano, o ministro Guido Mantega veio à boca do palco para informar que a economia do Brasil nunca esteve tão sólida. Agora, a melhor notícia: dentro de 24 horas, não haverá mais Guido Mantega no Ministério da Fazenda. Mas, atenção, essas são as únicas novidades alvissareiras deste ocaso de 2014.

Se alguém lhe desejar um ‘próspero Ano-Novo’ à zero hora desta quinta-feira, 1º de janeiro de 2015, desconfie —é cinismo, ingenuidade ou desinformação. Hoje, prosperidade é outro nome para ilusão. Chama-se Joaquim ‘Mãos de Tesoura’ Levy o substituto de Mantega. Ele chega para desfazer os truques. Depois da tempestade provocada pela contabilidade criativa, virá a cobrança.

O otimismo é uma obsessão das passagens de ano. Se, ao mastigar a lentilha, você ficar tentado a entrar na onda, experimente fazer um exercício mental. Imagine que o Brasil pode melhorar, deve melhorar, tem que melhorar. Finja que o momento é agora. Simule otimismo. Faça cara de quem acredita que tudo dará certo em 2015. Muito bem. Agora, pense no novo ministério da Dilma.

O Kassab nas Cidades, El Cid na Educação, o filho do Jader na Pesca, o afilhado do Renan no Turismo, o pastor da Universal no Esporte, o amigo do Valdemar Costa Neto nos Transportes e um estonteante etcétera… Desanimou, certo? Natural. É impossível pensar no novo ministério da Dilma e continuar otimista. Não há o menor risco funcionar.

Antes mesmo do Ano-Novo, Dilma decidiu que, no segundo mandato, será outra mulher. Ela se apalpou e detectou insuspeitados focos de prosperidade na cintura. Numa noite úmida do verão brasiliense, acordou sobressaltada no Alvorada. Sonhara que era o Delfim Netto. Teve de certificar-se de que a escolha de Levy não fizera dela uma neoliberal, embora precisasse de uma dieta. Se tudo der certo, chega à hora da posse 13 quilos mais magra. No momento, pesa-lhe apenas a consciência.

Alguém que ainda consegue discursar em defesa da moralidade depois de ter comandado o Conselho de Administração da Petrobras e de não ter notado que o patrimônio nacional era saqueado pelos esquemas que acompanham o petismo no poder…, uma pessoa assim tão, digamos, distraída, é um desafio à oftalmologia, não a presidente reeleita que 2015 mereceria para ser feliz.

Dentro de poucas horas, na cerimônia de posse, Dilma lerá mais um pronunciamento com as digitais de João Santana. Apelará para a fantasia que substitui e redime a realidade. Melhor que seja assim, porque a fantasia é sempre uma opção preferível ao caos. De resto, o convívio com empulhações é uma velha característica da vida nacional. Por que discriminar 2015? Não seria justo.

O país vive uma fase de especial vigor dessa sua peculiaridade. A inflação, os juros e a dívida pública estão nas alturas. O bom senso e o PIB rastejam próximos de zero. Mas o governo celebra o pleno emprego. Depois de uma eleição em que brincou de esconde-esconde, a presidente mostra a faca. Mas não corta direitos dos trabalhadores. Apenas corrige “distorções”.

Dilma leva ao pé da letra o lema de sua campanha: governo novo, ideias novas. Em alguns setores, tem-se a impressão de que, de fato, nada será como antes. Do ponto de vista econômico, Dilma aderiu a Aécio Neves. Se tudo correr como foi planejado por Lula, a presidente fará com Levy aquilo que a lógica e o mercado financeiro esperam dela. Na hipótese de dar certo, a situação vai piorar bastante antes de melhorar.

Pode haver algum desemprego. Mas ninguém deve se preocupar. O sucesso da dieta afastou o risco de a Dilma ser um Delfim Netto disfarçado. Ela continua sendo uma governante de esquerda. Mantém o ideal socialista amparada por uma estrutura parlamentar dominada pelo reacionarismo. Mas não vai barganhar a alma —mesmo porque ela continua prometida ao Lula.

Se você quiser, a despeito de tudo, continuar a crer num “próspero 2015” sem correr riscos, convém simplificar sua ilusão e adotar certas precauções. Sempre que der de cara com o Paulo Maluf defendendo o governo, não desanime. A Justiça Eleitoral considerou-o um ficha-limpa. Ele estará na Câmara em 2015. A reincidência do Maluf é parte da prosperidade de faz-de-conta.

Leve no bolso do colete uma dose de ceticismo. Não traz felicidade, mas funciona como uma espécie de Isordil metafórico. Evita, por exemplo, o infarto dos eleitores de Dilma na hora que se derem conta de que votaram no aumento do superávit primário. Paciência. Embora o João Santana não tenha avisado, é assim mesmo. Depois da tempestade, sempre vem a cobrança.

Para que o ruim não fique ainda pior, abra bem os olhos na hora da virada. Do contrário, o último a sair de 2014 rouba a luz.


Olívia Soares on 31 dezembro, 2014 at 9:22 #

Um dois mil e quinze do tamanho de vocês. Tim! Tim!
Salve Jorge!
Oxossi venha na frente.


Mariana Soares on 31 dezembro, 2014 at 18:11 #

2015 muito feliz a todos que fazem e participam do Bahia em Pauta!
Muita saúde, alegria e amor para todos!
Esta ideia da gente poder renovar as esperanças a cada 31 de dezembro é realmente genial…e ainda, de quebra, abraçar, mesmo que virtualmente, os amigos, família, amores, neste dia, numa enorme corrente de amor e de bons sentimentos e desejos, nos dá fôlego e garra para o que vem por aí…
Que venha mais um ano, que a gente tá esperando de braços abertos…
Beijos…abraços…feliz 2015!


Cida Torneros on 1 Janeiro, 2015 at 9:45 #

Para o Vitor e toda a turma democrática do BP um beijo carioca de 50 graus ! Que 2015 nos seja bondoso nesse mundo de tanta maldade e desigualdade. Meu filho ateu físico e astrónomo não vê muita luz no fim do túnel mas a mãe contaminada pela fé e esperança crê que a humanidade se superará um dia. E respeitando as diferenças !


Graça Azevedo on 1 Janeiro, 2015 at 19:31 #

Que venha 2015 sob as ordens de Oxossi! E que a turma do bahiaempauta continue a nos manter bem atentos aos acontecimentos.


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