Salve Oxossi, o guerreiro regente de 2015.
Lanças no ar, para todo lado.
Que Oxossi e Ogun nos protejam
Canta para o Orixá do ano, Mariene!.
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Em tempo: O editor do BP vai submergir por umas 48 horas, para tomar um banho de sal grosso e esperar 2015 chegar no litoral norte de Salvador, em localidade sem sinais de telefone celular e de Internet(me informam). Claudio Leal, a partir de sua base em São Paulo vai comandar o BP na virada e este site blog não poderia estar entregue a melhores mãos e cabeça.
Deixo votos de Feliz Ano Novo para todos. Aos amigos, leitores e ouvintes do BP, principalmente.
Até a volta, em 2015.

ODÉ ODÉ!!!

(Vitor Hugo Soares)


Chiquinha Gonzaga: mulheres necessárias

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Cadê as mulheres do futuro governo?

Maria Aparecida Torneros

Em princípio elas não aparecem em destaque no primeiro escalão dos Ministérios. Talvez venham a compor a retaguarda ou alicerçar as mil e uma utilidades que o sexo feminino tem de costurar remendos ou desatar nós. O que se vê por enquanto é o esforço quase matriarcal da presidenta reeleita em compor um ministério que reflita apoio no congresso e lhe garanta melhor governabilidade. Claro está que a mulherada a elegeu também e vai cobrar.

Mulher em segundo plano e ganhando menos é a praxe do mercado. Num mundo tão ultrajantemente machista observa-se o absurdo dos casos de estupro e desrespeito além de um véu diáfano que parece encobrir a injustiça com a figura dita feminina estereotipada. Mulher no comando tem requisitos absolutamente ultrapassados em tese. Precisa saber mais e provar isso.

De esconder beleza ou disfarçar encantos físicos. Ou então precisa ter companheiro que a proteja. Se não o tem a classe dos machos preconceituosos desconfia e insulta. Quando um Bolsonaro diz em alto e bom som que não estupra a Maria do Rosário porque ela não merece na mesma hora pensei que nós não marchamos a Brasília para castrá-lo e a tantos outros como ele porque evoluímos como seres humanos e cremos na lei. Mas também imaginei se ele mereceria gesto assim por parte de alguma fêmea que surtasse.

Chiquinha Gonzaga fez questão de criar o termo maestrina em português. Não admitiu ser chamada de maestra. Ela foi pioneira. E nos precedeu na luta. Penso que no universo plural onde deve se respeitar os gays e suas conquistas sociais, o lugar do feminino deva ser repensado e a toque de caixa. Dilma também sabe e o fará com certeza. Sob pena de equilibrar forças e honrar o voto feminino.

Mais do que isso ela terá que juntar forças conosco para enfrentar corte de despesas e combate sério à corrupção. É hora de valorizar aquelas cuja luta vai além dos acordos partidários e são capazes de dar suor e sangue por ideais ainda que isso pareça conversa dos anos 70.

Sugiro um mutirão de donas de casa e chefes femininas de família a serem convocada como comissão da verdade feminina . Ainda há tempo Presidenta. A maestrina Chiquinha é nossa inspiração . Afinal ela levou o corta jaca para os salões presidenciais e abriu alas para o povo no carnaval de rua.

Cida Torneros é jornalista e escritora, editora no Rio de Janeiro onde mora do Blog da Mulher Necessária

dez
31
Posted on 31-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-12-2014


Pater, ontem(30), no jornal A Tribuna(ES)


Marta, Haddad e Juca:PT em desarmonia

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DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

A senadora e ex-ministra da Cultura Marta Suplicy fez uma dura crítica à indicação de Juca Ferreira para o Ministério da Cultura pela presidente Dilma Rousseff, anunciada nesta terça-feira. Em sua página oficial no Facebook, Marta afirmou que Juca promoveu “desmandos” na pasta. O sociólogo foi Ministro da Cultura de agosto de 2008 até o final da gestão de Lula, em 2012, e anteriormente foi secretário executivo do ministro Gilberto Gil.

Não é a primeira crítica pública de Marta Suplicy ao governo Dilma. Na sua carta de demissão, Marta afirmou que esperava uma equipe que “resgatasse a confiança e a credibilidade” ao governo da presidente reeleita. Também sobra uma indireta para Alexandre Padilha, candidato derrotado do PT ao Governo do Estado de São Paulo, quando Marta afirma que é “sintomático” o anúncio partir dele.

Nada mais sintomático do que Alexandre Padilha, aquele que foi rejeitado pelo povo paulista, nas últimas eleições, para anunciar Juca Ferreira no Ministério da Cultura.

A população brasileira não faz ideia dos desmandos que este senhor promoveu à frente da Cultura brasileira. O povo da Cultura, que tão bem o conhece, saberá dizer o que isto representa.

Durante o período como ministra, Marta promoveu o “vale-cultura”, um projeto de 2009 do ex-ministro Juca Ferreira.

Juca atualmente é secretário de Cultura da prefeitura de São Paulo, na gestão do petista Fernando Haddad. Segundo nota oficial, Dilma agradeceu a dedicação da ministra interina Ana Cristina da Cunha Wanzeler, que comandou o ministério após a saída de Marta Suplicy.

O sociólogo foi coordenador da área de Cultura da campanha da presidente Dilma Rousseff e articulou o apoio de artistas.
Terra

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