========================================


Giovana: uma poesia em forma de gente acaba de nascer em Curitiba.Da Bahia, eu e Margarida compartilhamos das justas alegria e felicidade de Natascha, Fabricio (os pais) e de Marcia, avó coruja (com toda razão), mediadora deste Bahia em Pauta.

Que Natal verdadeiramente feliz!!!

Merece uma sinfonia!

(Vitor Hugo e Margarida


Bambuzal do aeroporto de Salvador:nem tudo se acabou
===============================================


CRÔNICA

O velho do rio na velha Bahia

Janio Ferreira Soares

O avião (que não é o de Noé, do livro de Vita) pousou no Dois de Julho no começo da tarde de segunda-feira, 8 de dezembro, feriado de Nossa Senhora da Conceição da Praia e, enquanto taxiava, alguns quero-queros saltitavam tranquilamente nas bordas da pista, nem aí para turbinas em aceleração de subida ou reversos em procedimento de descida.

Num cálculo rápido estimo que eles pertençam a 6ª ou 7ª geração dos bandos que eu via no final dos 70, começo dos 80, quando o 737 da Varig chegava de Paulo Afonso com este que vos tecla a bordo, à época – ô saudades -, totalmente turbinado e com os flaps abertos para experimentar o variadíssimo cardápio de cores, sons e sabores que só a Bahia era capaz de proporcionar. Déjà vu total.

Ao entrar no charmoso túnel de bambus vergados me pego fazendo contas de há quanto tempo não visito a velha capital. “Um bom bocado de anos”, se antecipa aos cansados neurônios um impaciente botão de minha surrada camisa.

Dou trela ao sabichão e pergunto se ele também lembra os motivos dessa minha longa ausência, e agora é o do colarinho que lhe passa a perna e me sussurra que em poucos minutos as respostas surgirão enfileiradas na avenida, igual às pedrinhas deixadas por João e Maria para não se perderem no caminho de volta pra casa. Na mosca.

Assim que eu entro na Paralela algumas causas do meu consentido exílio começam a explodir em dezenas de outdoors.

De cara vários deles me avisam que neste dezembro em fase finda, baianos e turistas terão à disposição uma diversificada programação cultural, cujo menu é composto de: “A Sexta da Gatinha”, com o Parangolé; “Chupa Cabra Fest”, com Aviões, Pablo e Luxúria; “Bailão do Belo”, com o próprio, mais Robyssão e Senty o Drama, além de vários ensaios com o É o Tchan, Psirico, Léo Santanna e que tais. Assustado, desligo o celular, aperto o cinto e mapeio o caminho de volta.

Mais tarde vou comer algo num Shopping e paro diante de um coral cantando músicas pop em ritmo natalino. A plateia, em sua maioria, parece gostar do que vê, embora, no fundo, tenha no semblante a urgência da levada de Bell e Cia. Nada contra, pelo amor de Deus; apenas sou de um tempo em que o chiclete que me seduzia era o delicioso Ping Pong.

No dia seguinte, depois dos compromissos agendados, penso em ligar para velhos e queridos amigos que há muito não vejo – e para alguns novos que eu só conheço através de e-mails -, mas, sei lá, prefiro não incomodá-los com essa minha insistente pressa em encontrar as pedrinhas que me levarão de volta ao bambuzal – hoje, quem diria, portal da minha alegre partida.

A todos minhas desculpas e prometo que um dia irei visitá-los com o coração completamente vazio de expectativas passadas e com a mente, se não aberta às sofrências da hora, pelo menos preparada para, como escreveu o diretor de teatro Fernando Guerreiro na orelha do livro de Jolivaldo Freitas, Histórias da Bahia, suportar “… uma marafona velha e grotesca arrotando pragas e desatinos com os dentes sujos de caranguejos comidos em enormes salões barulhentos, onde todos tentam buscar uma felicidade perdida nos alicates e papos sem graça”. Feliz Natal, e que os santos protejam o luminoso mar da Bahia.

Janio Ferreira Soares , cronista, é secretário de Cultura de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco


“O Mundo de Mafalda”:exposição em São Paulo
===============================================

Tóffoli e Dilma: diplomação em Brasília

==============================================

ARTIGO DA SEMANA

Mafalda no Brasil: Visita na hora certa

Vitor Hugo Soares

Preciso reservar umas noites, nos próximos dias, para tentar conseguir “acessar” (é o novo jargão da moda digital) passagens do tipo “bate e volta” Salvador/São Paulo/Salvador. São “pechinchas” oferecidas via Internet , praticamente só possíveis de adquirir em horas mortas da madrugada. Principalmente para alguém – a exemplo do autor destas linhas – de ralo conhecimento específico e precárias habilidades no manuseio dos teclados e da pesca ágil e certeira nos sites especializados em vendas de bilhetes das empresas aéreas e afins.

O motivo do sacrifício é justo e de fortíssimo apelo pessoal – sentimental e politicamente falando. Para mim e Margarida, minha mulher. Leio no diário espanhol El Pais reportagem sobre a exposição “O Mundo Segundo Mafalda”, aberta esta semana em São Paulo. Vai até 18 de fevereiro do ano que está chegando.

Agradável notícia, no meio da geleia geral que as emissoras de rádio (sou viciado nelas, brasileiras e internacionais, desde a infância), TVs, blogs e jornais no Brasil anunciam nestes dias temerários de estranhas transações, fatos e boatos preocupantes deste incomparável final de 2014 que atravessamos, aos trancos e barrancos.

Tudo sem falar em situações insólitas e inesperadas (se isso ainda é possível por estas bandas dos trópicos). Visceralmente contaminadas pelo intuito servil, apressado e evidente de agradar aos poderosos da vez. Na solenidade de diplomação da presidente eleita Dilma Rousseff (PT), e seu vice Michel Temer (PMDB), quinta-feira, 18, por exemplo, em Brasília, tivemos o arrogante e estranho discurso político do ministro presidente do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), Dias Tófolli.

Tóffoli discursou em seguida à fala da presidente já diplomada. Esta, eivada de retórica cor de anil , convocatória de militâncias partidárias para atuar na contra corrente da indignação da sociedade frente aos desmandos de corruptos e malfeitores – públicos e privados – na Petrobras, somada a precários apelos emocionais, além de proposta improvisada de “pacto nacional contra a corrupção”.

O condutor da justiça eleitoral brasileira completou a cena no salão, com palco e plateia lotados de cabeças coroadas da República e do poder da vez: chefes militares, juristas do Supremo (a começar pelo presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, que parece candidato a arroz de festa do ano), advogados notáveis, nomes de políticos de proa, empresários e a alta hierarquia da burocracia nacional.

Cenário mais que perfeito para Tóffoli destrinchar seu notório e paupérrimo arrazoado verbal.

“As eleições (presidenciais deste ano) são “página virada”, começou. E foi em frente: “Não haverá terceiro turno na Justiça Eleitoral”, aduziu. E concluiu: “Não haverá espaço. Que os especuladores se calem. Já conversei com a Corte e é esta, inclusive, a posição do nosso corregedor geral eleitoral. Não há espaço para terceiro turno que possa cassar os votos desses 54. 501.118 eleitores (que elegeram Dilma)”, arrematou bombástico.

Nem o ex-presidente Lula, chefe maior do petismo, nem qualquer marqueteiro do Palácio do Planalto, ou o deputado Maia, relator da CPI da Petrobras no Congresso, teriam feito melhor. Fecham-se as cortinas, porque o resto do espetáculo é impróprio para menores de 18 anos.

Aos 50 anos, Mafalda, a eterna garotinha-cabeça de Buenos Aires, criada em 1964 pelo cartunista argentino Joaquim Salvador Lavado, o Quino, está finalmente no Brasil, depois de percorrer meio mundo, onde preserva força e prestigio por seu espírito crítico e incrível atualidade (há anos as tirinhas deixaram de ser produzidas pelo criador).

A fabulosa niña portenha, – das tirinhas de cartuns que viraram coqueluche e conquistaram milhões de corações e mentes (a começar por este jornalista), no começo dos anos 70, quando estive pela primeira vez na Argentina, enquanto o Brasil enfrentava a ferocidade do ditador Garrastazu Médici – não poderia ter escolhido um momento melhor para visitar a terra da Mônica.

Na abertura da reportagem do jornal espanhol, sobre a exposição inaugurada na capital paulista, assinada por Flávia Marreiro, a descrição de uma das tirinhas antológicas de Quino: Com um espanador na mão Mafalda pergunta , diante de um globo terrestre: “É para limpar todos os países ou só os mal governados?”.

Vou correndo batalhar a passagem Salvador/São Paulo/Salvador, referida no começo deste artigo, para rever Mafalda. Se não der, penso numa viagem a Buenos Aires, em fevereiro, durante o carnaval, para matar a saudade duplamente: da cidade e de sua garota-símbolo. Vou com Margarida, não sem motivo apelidada de Mafalda pelo jornalista Chico Ribeiro, desde a primeira vez, nos anos 70/80 em que pintou na redação de A Tarde, onde trabalhava, vestida em uma crítica camiseta com desenho inspirado nas tiras da garota portenha, comprada em Corrientes.

Feliz Natal a todos.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

dez
20

BOM DIA!!!


Operários retiram o pôster de ‘A Entrevista’
na quinta-feira, em Hollywood. / AFP
==========================================

DEU NO EL PAIS

O massivo ataque cibernético contra a multinacional Sony Pictures Entertainment já é formalmente um caso de terrorismo internacional ao qual os EUA darão uma resposta “proporcional”, segundo disse nesta sexta o presidente norte-americano, Barack Obama. O FBI confirmou nesta sexta-feira que a Coreia do Norte está por trás do ataque. “Contamos com informação suficiente para concluir que o Governo norte-coreano é o responsável por esses atos”, ressaltou a agência norte-americana em um comunicado. Segundo esta, o sistema de ataque coincide com o patrão habitual de atividades informáticas criminais do país asiático, como o uso de um tipo de malware — programa de conteúdo malicioso — que já havia sido empregado previamente por piratas cibernéticos norte-coreanos.

O que começou como um ataque corporativo que afetava a reputação de estrelas e executivos de Hollywood, embora sem precedentes por sua escala e malícia, tem agora consequências internacionais imprevisíveis. Um grupo de hackers autodenominados Guardiães da paz atacou os servidores da Sony em 24 de novembro, bloqueou sistemas críticos e apagou informação. Em 2 de dezembro começou a lançar toda essa informação na Internet, provocando danos incalculáveis à reputação e às finanças de uma multinacional que fatura 8 bilhões de dólares por ano.

O último degrau de terror foi ameaçar — no começo desta semana — fazer ataques terroristas, com menção expressa aos de 11 de setembro de 2001, contra todos os cinemas que projetassem o filme A Entrevista, uma paródia do regime da Coreia do Norte no qual seu líder, Kim Jong-un, é assassinado de forma grotesca. As principais distribuidoras levaram a sério as ameaças e cancelaram a projeção do filme. Na terça-feira, a Sony decidiu cancelar sem previsão de data a estreia do filme, uma decisão sem precedentes que a levou a ser acusada de ceder à chantagem terrorista. Na quinta-feira, a Casa Branca disse que considerava o ataque contra a Sony um “assunto grave de Segurança Nacional” e avaliava uma resposta.

Obama expressou o sentimento de muitos ao dizer ontem,19, em coletiva de imprensa, que a decisão da Sony foi “um erro”. Comparou-a com deixar de ir a um evento esportivo pela possibilidade de que possa haver um ataque terrorista. O presidente disse que teria preferido ter sido consultado pela Sony antes do anúncio da decisão. “Não podemos ter uma sociedade em que um ditador de outro lugar comece a impor censura aos EUA”.

“A Sony sofreu graves ataques, mas cometeu um erro ao ceder”, seguiu Obama.

Tanto o FBI como os maiores especialistas mundiais em cibersegurança acompanharam com atenção o ataque sem precedentes desde o primeiro minuto. Vários especialistas haviam examinado o programa maligno utilizado pelos hackers e concluíram que tinha partes idênticas ao utilizado em março de 2013 em um ataque parecido, embora sem o elemento de chantagem, contra os bancos sul-coreanos. Seul acusou publicamente a Coreia do Norte de estar por trás desse ataque.

“As ferramentas empregadas no ataque têm semelhança com outro ataque executado em março pela Coreia do Norte contra bancos e meios de comunicação sul-coreanos”, afirma o FBI em um comunicado. A agência norte-americana mostrou sua preocupação com este ataque — no qual foram reveladas informações privados como salários e números da seguridade social dos empregados da Sony — “destrutivo e de natureza coercitiva”. Ou seja, segundo o FBI, associado à chantagem e à extorsão e destinado a “infringir um prejuízo importante a uma companhia norte-americana e a suprimir o direito dos cidadãos norte-americanos de se expressarem em liberdade”.

A insistência tanto da Casa Branca como do FBI em relação às consequências desse ataque para a liberdade de expressão reflete a enorme inquietação, não só em Hollywood, mas no mundo empresarial em geral, do perigoso precedente aberto pela decisão da Sony Pictures de não correr o menor risco em relação a um eventual atentado contra um cinema durante a projeção de seu filme.

dez
20
Posted on 20-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-12-2014


Paixão, na Gazeta do Povo(PR)

dez
20

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Rótulos e políticas públicas

Será de lamentável referência para os movimentos sociais diversos se a prevista indicação da ex-vereadora Olívia Santana (confirmada)ao secretariado confirmar-se como uma satisfação do governador eleito Rui Costa por não ter escolhido, na primeira leva de 14 secretários, nenhum negro e nenhuma mulher.

A nomeação que não contempla setores étnicos e de gênero – ou qualquer outro – demonstraria que o governo está sendo formado com pessoas às quais se atribuem as qualidades de gestão, aliadas, é claro, ao normalíssimo componente político, dentro das normas da ética.

Assim, deduz-se que o importante é que os indicados, nas áreas pertinentes ao caso e mesmo considerando a horizontalidade da administração, criem e acolham medidas em benefício da comunidade afrodescendente e do sexo feminino.

Um gestor “brancão”, como se chegou a caracterizar os primeiros secretários revelados, que alcance bons resultados em seus programas, não é menos desejável que um de origem negra, mas que, no cargo, não tenha desempenho eficiente.

Mas a política, quando conduzida num nível que não enxerga a amplitude das demandas da sociedade, é assim mesmo. Mais vale um rótulo a ser aproveitado no amealhar de votos por candidatos sem, muitas vezes, a sincera preocupação com a causa.

Não fazemos com isso nenhuma alusão ao nome proposto, que consideramos de pessoa digna, o que não permite aprovar o uso do expediente indevido, pelo futuro governo, de reconhecer falsamente setores que não têm força natural para assumir postos da alta direção do Estado, mas se contentam em coonestá-la com sua presença mínima.


Jorge Portugal (Cultura), Nelson Pelegrino (Turisno) e Olívia Santana (Mulher):novas caras e cores do governo Rui Costa

=============================================

DEU NO CORREIO DA BAHIA

O governador diplomado do Estado da Bahia, Rui Costa, anunciou os 11 nomes restantes dos novos titulares das secretarias estaduais e da Bahiatursa, nesta sexta-feira (19). O time anunciado hoje integra, junto com os outros 14 nomes anunciados na terça-feira (16), o governo de transição do Estado.

Os novos secretários tomarão posse no dia primeiro de janeiro de 2015. Entre os destaques estão o de Jorge Portugal, como secretário de Cultura, Nelson Pelegrino, na Secretaria do Turismo, e Olívia Santana na Secretaria de Políticas para as Mulheres. Já a Bahiatursa manterá o mesmo presidente.

No dia 31 de dezembro, Rui Costa vai anunciar os novos comandantes da Polícia Militar e Civil. Confira abaixo a lista completa dos 25 secretários que integram o governo de transição da Bahia.

* Casa Civil: Bruno Dauster, atual chefe de gabinete, assume o comando da Casa Civil

* Secretaria de Cultura (Secult): assume Jorge Portugal

* Secretaria de Turismo (Setur): assume Nelson Pelegrino

* Bahiatursa: Diogo Medrado continua como presidente

* Secretaria da Administração (Saeb): continua o secretário Edelvino Góes

* Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secti): assume Manoel Gomes de Mendonça

* Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur): Carlos Martins

* Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE): continua o secretário James Corrêa

* Secretaria da Agricultura (Seagri) : assume Fernanda Mendonça

* Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM): assume Olívia Santana

* Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi): Vera Lúcia Barbosa, que deixa a Secretaria de Políticas para as Mulheres

* Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR): assume Jerônimo Rodrigues, atual coordenador do programa do governo participativo

* Secretaria da Fazenda (Sefaz): assume o futuro secretário Manoel Vitório

* Secretaria do Planejamento (Seplan): assume o vice-governador João Leão

* Secretaria da Segurança Pública (SSP): permanece o secretário Maurício Barbosa

Manoel Vitório (esq), João Leão (centro) e Maurício Barbosa (dir) assume a Sefaz, Seplan e SSP
(Fotos: Manu Dias/GOVBA)

* Secretaria da Educação (SEC): permanece Osvaldo Barreto

* Procuradoria-Geral do Estado da Bahia (PGE): assume Paulo Moreno

* Secretaria da Saúde (Sesab): assume o médico Fábio Villas-Boas

* Secretaria do Meio Ambiente (Sema): permanece o secretário Eugênio Spengler

* Secretaria de Comunicação Social (Secom): assume André Curvello

* Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap): continua o secretário Nestor Duarte

* Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS): assume Cássio Peixoto

* Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre): assume Álvaro Gomes

* Secretaria de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS): assume o sociólogo Geraldo Reis

Cássio Peixoto (esq), Álvaro Gomes (centro) e Geraldo Reis (dir) assume SIHS, Setre e SDHDS
(Fotos: Manu Dias/GOVBA)

* Secretaria de Infraestrutura (Seinfra): assume Marcus Cavalcanti

* Secretaria de Relações Institucionais (Serin): assume o deputado federal Josias Gomes

  • Arquivos