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BRAVO! BRAVO! BRAVO!
BOA TARDE!!!


Josias Gomes (com Zé Dirceu em Salvador):
Relações Institucionais de Rui Costa

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

O governador diplomado do Estado da Bahia, Rui Costa, anunciou os nomes dos novos titulares das secretarias estaduais na manhã desta terça-feira (16). Os novos secretários tomarão posse no dia primeiro de janeiro de 2015.

Somente 14 nomes do secretario foram anunciados nesta terça – os 10 indicados que faltam serão divulgados na próxima quinta-feira (18). Além disto, os novos comandantes da Polícia Militar e da Polícia civil só serão anunciados no dia 31 de dezembro.

Entre os nomes estão Maurício Barbosa, que permanecem na Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), o vice-governador João Leão, que vai para a Secretaria do Planejamento, e o Paulo Moreno, que será o novo procurador-geral do Estado.

Confira abaixo a lista completa dos novos divulgados pelo governo de transição

* Secretaria da Fazenda (Sefaz): assume o futuro secretário Manoel Vitório

* Secretaria do Planejamento (Seplan): assume o vice-governador João Leão

* Secretaria da Segurança Pública (SSP): permanece o secretário Maurício Barbosa

* Secretaria da Educação (SEC): permanece Osvaldo Barreto

* Procuradoria-Geral do Estado da Bahia (PGE): assume Paulo Moreno

* Secretaria da Saúde (Sesab): assume o médico Fábio Villas-Boas

* Secretaria do Meio Ambiente (Sema): permanece o secretário Eugênio Spengler

* Secretaria de Comunicação Social (Secom): assume André Curvello

* Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap): continua o secretário Nestor Duarte

* Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS): assume Cássio Peixoto

* Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre): assume Álvaro Gomes

* Secretaria de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS): assume o sociólogo Geraldo Reis

* Secretaria de Infraestrutura (Seinfra): assume Marcus Cavalcanti

* Secretaria de Relações Institucionais (Serin): assume o deputado federal Josias Gomes

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Posted on 16-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-12-2014


Cesar, hoje, no jornal Notícias do Dia

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A BICYCLETTE

Quand on partait de bon matin
Quand on partait sur les chemins
A bicyclette
Nous étions quelques bons copains
Y avait Fernand y avait Firmin
Y avait Francis et Sébastien
Et puis Paulette

nous étions tous amoureux d’elle
On se sentait pousser des ailes
A bicyclette
Sur les petits chemins de terre
On a souvent vécu l’enfer
Pour ne pas mettre pied à terre
Devant Paulette
Faut dire qu’elle y mettait du cœur
C’était la fille du facteur
A bicyclette
Et depuis qu’elle avait huit ans
Elle avait fait en le suivant
Tous les chemins environnants
A bicyclette

Quand on approchait la rivière
On déposait dans les fougères
Nos bicyclettes
Puis on se roulait dans les champs
Faisant naître un bouquet changeant
De sauterelles, de papillons
Et de rainettes
Quand le soleil à l’horizon
Profilait sur tous les buissons
Nos silhouettes
On revenait fourbus contents
Le cœur un peu vague pourtant
De n’être pas seul un instant
Avec Paulette

Prendre furtivement sa main
Oublier un peu les copains
La bicyclette
On se disait c’est pour demain
J’oserai, j’oserai demain
Quand on ira sur les chemins
A bicyclette

BOM DIA!!!


Mulher de bicicleta em Paris

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Guillaume Descazal, de 35 anos, está há seis meses usando a bicicleta mais do que nunca. Ele é o responsável pela pesquisa informática na Crédit Coopératif e, em abril, aceitou a experiência piloto lançada pelo Governo do presidente François Hollande para incentivar os trabalhadores a utilizarem o transporte limpo para chegar ao trabalho. A sede da Crédit Coopératif fica em Nanterre, nos arredores de Paris, e Descazal trocou sua moto por uma bicicleta. A empresa, em troca, paga 0,25 euro por cada quilômetro percorrido. “Os 30 euros [99 reais] em média por mês que me pagam me ajudaram a comprar um bicicleta nova, porque a que eu uso no meu tempo livre é de montanha”, diz o funcionário, após retirar o equipamento especial que usa para pedalar pelas ruas de Paris.
mais informações

A experiência piloto acabou em 1 de dezembro. Participaram trabalhadores de 20 empresas, e o Governo prepara a apresentação de suas conclusões. Enquanto isso, já acatou uma proposta apresentada pelos Verdes na Assembleia Nacional em sua Lei de Transição Energética para obrigar as empresas a compensarem os trabalhadores que usam a bicicleta para ir ao trabalho. Atualmente, só pagam (até o teto de 55 euros por mês) para quem usa o transporte público.

Essa é uma das várias iniciativas tomadas na França para tornar o país um exemplo de desenvolvimento sustentável. A todas elas se somou esta semana uma das mais drásticas e inovadoras: a prefeita da capital, Anne Hidalgo, anunciou que a cidade ficará livre de veículos a diesel em pouco mais de cinco anos. Paralelamente, enquanto Paris aumenta suas comunicações no subsolo com 200 novos quilômetros de trilhos de metrô, na superfície haverá um ar mais limpo e mais pessoas de bicicletas. O uso deste veículo está aumentando, mas transitar nele em Paris continua sendo, atualmente, uma temeridade

O Governo e sua poderosa ministra da Ecologia, Ségolène Royal, não foram tão longe. Esta última, inclusive, entrou no debate afirmando que a proibição ao uso das lareiras, que estava prevista para janeiro de 2015, era um exagero. Isso apesar de especialistas afirmaram que o fogo que queima durante uma tarde em uma lareira emite tantas partículas quanto um antigo carro a diesel de oito anos que tenha percorrido vários milhares de quilômetros. Mas, em seu ministério, trabalham para oferecer um prêmio de 10.000 euros para quem trocar seu antigo carro a diesel por um elétrico ou híbrido, para incentivar a pesquisa verde no setor e para impor aos carros, como faz a Alemanha, um sistema que permita a identificação rápida dos veículos que mais poluem. A França, um país altamente industrializado, quer, definitivamente, mudar de ares.

O transporte é o principal emissor de gases do efeito estufa no país (27% do total). Além disso, o diesel, que é utilizado por 60% da frota automobilística francesa, emite micropartículas que são cancerígenas, segundo levantamento de 2012 da Organização Mundial da Saúde (OMS). As montadoras de automóveis, no entanto, consideram errada a proibição generalizada. Argumentam que os novos carros a diesel têm filtros que impedem a emissão de micropartículas prejudiciais à saúde. Na PSA, fabricante francesa das marcas Citroën e Peugeot, a mais importante da Europa em veículos deste tipo, há um ceticismo. “A qualidade do ar não vai melhorar. Nós já temos no mercado oito milhões de veículos a diesel livres de micropartículas. O importante é distinguir entre os antigos, os que poluem mais, e os novos”, afirma a este jornal a porta-voz da empresa, Laure de Servigny, que acrescenta: “Segundo nossas projeções, em 2020 só haverá na França 3% de veículos elétricos e 20% híbridos. O resta será de gasolina ou diesel”.

“Os veículos velhos a diesel são uma aberração. São o verdadeiro problema”, diz Jean-Baptiste Renard, diretor do laboratório de física e química do meio ambiente do CNRS, o instituto público de pesquisa. “Para limpar o ar de Paris seria preciso estender a limitação a esses veículos à periferia e, em geral, consumir menos”. Nisso estão as fábricas de automóveis e as autoridades públicas, que preveem promover ainda mais o transporte público e veem na bicicleta um aliado ideal.

Tudo menos uma repetição dos picos de poluição do passado, como em dezembro de 2013 e março deste ano, quando nas ruas de Paris se respirava o mesmo ar de um cômodo de 20 metros quadrados com oito fumantes.

A França e, principalmente, Paris, querem se aproximar do estilo de vida nórdico. A mudança pode gerar um interessante nicho econômico, o verde, que melhorará a qualidade de vida de seus cidadãos e, de quebra, reduzirá o gasto energético. O edifício reformado do Crédit Coopératif é de energia positiva (gasta menos do que produz), e vários de seus empregados decidiram ir trabalhar de bicicleta. É o meio de transporte de Christophe Vernier, que foi o incentivador dele dentro da empresa. Afirma estar satisfeito: “É bom para o meio ambiente, é bom para o assalariado, porque faz exercício e ganha um prêmio, e é bom para a empresa porque reduz o estresse de seu pessoal, que sofre menos doenças e é mais produtivo, ainda que sejam resultados difíceis de se medir”.


Bradley: o suspeito para a polícia americana

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DEU NO PÚBLICO, DE LISBOA

Rita Siza

A polícia do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, está à procura de um homem de 35 anos, suspeito de ter matado a tiro seis pessoas e ferido outras três, em diferentes localidades próximas da cidade de Filadélfia.

Todas as vítimas têm ligação familiar com o suspeito, identificado pela polícia como Bradley William Stone, de 35 anos. Segundo as autoridades, o suspeito encontra-se em fuga, está armado e é considerado perigoso.

Um porta-voz do Exército confirmou que o suspeito esteve alistado nas reservas dos fuzileiros dos EUA entre 2002 e 2011, quando foi desmobilizado no posto de sargento. A mesma fonte indicou que Bradley Stone cumpriu um destacamento na guerra do Iraque, como especialista de artilharia.

Stone teria começado por disparar sobre a ex-mulher, dentro da casa desta, em Harleysville. Os vizinhos disseram ter ouvido os gritos dos dois filhos do casal durante o tiroteio, e mais tarde visto o homem fugindo, levando duas crianças com ele. Segundo a imprensa norte-americana, o motivo para o ataque poderá ter sido uma disputa pela custódia dos menores, que foram encontrados pela polícia a curta distância da residência da mãe.

Depois o suspeito dirigiu-se ainda à casa da antiga sogra em Lansdal, matando-a a ela e à mãe, de 75 anos, e seguiu para a localidade de Souderton, onde mora o ex-cunhado. A polícia encontrou três vítimas nessa casa, mas não divulgou ainda a sua identidade.

Todos os locais situam-se no mesmo condado de Montgomery. As autoridades emitiram um alerta para que a população se refugiasse em casa, e pediram o encerramento de todas as escolas.

A polícia montou um cerco à casa onde se supõe que Bradley Stone possa estar refugiado, mas por enquanto a sua presença no local não foi confirmada.


DEU NO EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

A Petrobras está vivendo o inferno e as ações da empresas na Bolsa de Valores refletem esse ‘estado de espírito’. Os papeis da companhia fecharam neste segunda-feira fecharam em queda de 9,2%, cotadas a 9,18 reais, a primeira vez em dez anos que ela deixou de valer dois dígitos. Na última sexta-feira, por exemplo, ela fechou a 10,11 reais, um patamar pouco usual para a companhia que vinha batendo recordes de produção. Desde o início do ano, a empresa acumula uma perda de 46,3% no valor das ações. No meio da tarde, a queda acentuada fez com que os papéis da empresa deixassem de ser negociados no pregão, um procedimento da Bolsa para controle de risco.

O adiamento da divulgação do balanço financeiro do terceiro trimestre, que deveria ter sido anunciado no dia 12, além das novas denúncias que sugerem que a cúpula tinha conhecimento dos desvios na estatal, explicam o quadro. Como o mercado financeiro se alimenta da previsibilidade, as duas notícias caíram como bomba. “A pior coisa é não ter informações. Não se sabe qual será o tamanho das provisões de perdas, que devem atingir o lucro da Petrobras”, observa Ricardo Pinto Nogueira, superintendente de operações Souza Barros.

A angústia deve continuar nas próximas semanas, assim como a eventual desvalorização. A nova divulgação do balanço deve acontecer no dia 31 de janeiro, quando, espera-se, a auditoria que acompanha a empresa terá o cálculo das perdas. A data também está sendo vista no mercado como o ‘deadline’ para a eventual saída de Graça Foster da presidência depois de vir a público a troca de mensagens da ex-gerente Venina Velosa da Fonseca, em que alertaria Foster quando ela ainda ocupava uma diretoria na Petrobras.

A queda livre do valor das ações tem um sabor amargo para milhares de brasileiros que aprenderam a arriscar seu dinheiro no mercado de ações com a Petrobras, exatamente porque ela era vendida como uma ação de comportamento estável. Em abril deste ano, havia 278.953 investidores individuais na Petrobras, sem contar os que aproveitaram as ofertas de investimento via Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), contando que as ações da estatal seriam seu trunfo nos tempos de aposentadoria. Nos tempos áureos da empresa, as ações eram vendidas por mais de 26 reais.

A queda do valor de petróleo internacional é outro fator que está jogando contra o preço das ações, explica Nogueira. Mas o que pesa mesmo é a crise sem precedentes da companhia. Com 34 anos de trabalho no mercado de ações, o superintendente da Souza Barros afirma que já viu outras companhias passarem por oscilações parecidas com as da Petrobras por problemas internos. “Mas nunca com uma empresa desse porte”, explica.

A petroleira OGX, do ex-bilionário Eike Batista, por exemplo, desmanchou no ar, mas ela era uma promessa que não se realizou. “A OGX era uma dúvida desde o início”, lembra Nogueira. Já a Petrobras era uma certeza, ou seja, um porto seguro, uma vez que a produção sempre esteve próxima — ou acima — das projeções. “Agora, com esse escândalo, não se questiona a produção. Mas a gestão”, completa o especialista.

Mesmo que eventualmente a troca de diretoria seja feita, ainda fica a dúvida se os procedimentos continuarão os mesmos, ou se haverá uma mudança radical para atingir os níveis de confiança e transparência necessárias. Por ora, os investidores se sentem como o marido ou a esposa traída. Ainda vai levar um tempo para recuperar a credibilidade.

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