DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Terminou há poucos minutos a sessão da Assembleia Legislativa em que foi aprovada, por 33 votos a 5, a reforma administrativa proposta pelo governador eleito Rui Costa e encaminhada pelo governador Jaques Wagner.

A oposição resistiu na obstrução por muitas horas, tendo sido vencida pela maioria governista, que se mostrou coesa e superou todos os pedidos de verificação de quórum feitos ao longo dos trabalhos.

Logo após a votação da reforma, iniciou-se longa discussão sobre o requerimento do deputado Carlos Gaban convocando à Casa o secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli, para dar explicações sobre a sindicância interna que apurou denúncias contra a Petrobras quando ele presidia a estatal.

A matéria chegou a ser discutida e encaminhada para votação, mas no final houve o entendimento de que, por se tratar de assunto do âmbito federal, a Assembleia não seria o foro adequado ao tratamento da questão, sendo retirada da pauta por acordo de lideranças.
(Luis Augusto Gomes)

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DEU NO SITE DANÇA CATARINA

Clarissa Pereira Nunes

Há uma famosa frase no Tango que foi dita uma vez por Aníbal Troilo e que Osvaldo Pugliese gostava de repetir: “O tango te espera”. O tango sempre espera aos que ainda não se animaram a explora-lo, a senti-lo, a abraça-lo. Hoje, o tango nas milongas portenhas não é recordação do passado do passado, não é um exercício da nostalgia, é uma prática social, atual, popular, florescente, e mais viva que nunca nunca”….

O Tango não tem simpatizantes, tem amantes, fervorosos, intensos, apaixonados, Troilo foi profético e genial, aqueles que se animam a conhecer verdadeiramente o Tango, a mergulhar em seu sentimento, a abraçá-lo, inebriam-se de tal forma que não mais conseguem desvencilhar-se. Tango é uma paixão para toda a vida, ou você o ama, ou você ainda não o conhece de fato.

E esta legião de milhões de tangueros espalhados pelo mundo hoje (1O/12) comemora o Dia Internacional do Tango, 11 de dezembro. Mas você sabe o por que deste dia?

A data é uma comemoração ao nascimento dos criadores de duas das principais vertentes do Tango: ” A Voz” (Carlos Gardel, el zorzal criollo, ídolo e uma das mais representativas, conhecidas e importantes figuras do Tango) e “A Música” (Julio de Caro, músico, compositor, violinista e um dos grandes maestros das orquestras de Tango). E foi celebrada pela primeira vez em 29 de novembro de 1977, graças a incansável determinação de Ben Molar, uma pessoa quase mitológica na Buenos-Aires Porteña e um dos maiores defensores e lutadores da cultura do Tango.

E para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a história deste “sentimento que se baila”, vamos deixar aqui um texto que foi escrito especialmente para o espetáculo ORIGEM, de Fabiano Silveira, que, pela primeira vez no Brasil, contou nos palcos a história do Tango.

ORIGEM:

“As mais remotas raízes do Tango estão prefiguradas na alma do nosso povo”, cita o poeta Horácio Ferrer.

Como um sopro criador, uma música profana, “um ritmo bárbaro”, executada por tambores e atabaques ouve-se na Buenos-Aires do século XVIII. A dança é sincrônica, frenética, são os “candombes” celebrando a coroação dos Reis Congos que acontecem dentro dos Tangôs.

No caldeirão cultural e efervescente da Bacia do Plata, os imigrantes europeus somam-se aos negros e a gente pobre dos campos, o candombe mistura-se às habaneras e milongas e a música suaviza-se, resultando em um som mestiço, em um ritmo menos sexual, mas ainda sensual.

A música germina pelas casas de baile, pelos boliches e pelos bordéis, é o século XIX, nos teatros os atores começam a cantar e bailar o Tango; mas em público, apenas os homens bailam entre si.

Expressão popular de linguagem forte o Tango ganha os cafés e bairros do subúrbio e no entrelaçar dos fios, chega à capital francesa, centro cultural do mundo em 1910; espalhando-se e caindo nas graças da alta sociedade.

As letras, agora românticas, líricas e sentimentais, falam de alegrias e amores.

A produção se intensifica e a felicidade parece uma constante. Mas os ventos são traiçoeiros, e como um vendaval imperioso e imprevisível, a repressão militar faz calar os bandonéons. O medo, o horror e o sofrimento estampam o rosto do povo, o Tango submerge, adormece.

Os ventos alvoroçam os dias, sopram os anos e embalam os sonhos; com a luz da manhã de um novo alvorecer um músico revolucionário desperta o ritmo até então adormecido, seu nome: Astor Piazzolla.

Delineando arranjos atrevidos e timbres pouco habituais para o tango, como a introdução de guitarra; mesclando jazz e música clássica; o resultado é formidável, e a Argentina apresenta ao mundo uma de suas maiores expressões artísticas.

Foi dedilhando seu bandonéon, embaixo da chuva num dia qualquer nos idos de 1960, que Astor Piazzolla, presenteia o mundo com sua mais bela e dolorida pérola, Adios Nonino, é uma doce homenagem a seu pai, Vicente “Nonino” Piazzolla. Vinte anos depois, Piazzola diria “Talvez eu estivesse rodeado de anjos. Foi a mais bela melodia que escrevi e não sei se alguma vez farei melhor.”

Dos Tangos e bordéis ao século XXI, o Tango; clássico ou eletrônico; com sua sensualidade provocante, arrepia desejos à flor da pele e o seu toque ousado acaricia o corpo sedento pelo abraço apaixonado.

Como toda autêntica expressão artística, o Tango desentranha nossa inexplicável condição humana, revelando a força do espírito porteño. E talvez, devido a esta verdade, hoje viva tanto nos bairros da cosmopolita Buenos-Aires, como nas academias do Japão, nas ruas de Paris, nos night-clubs novaiorquinos, nos centros culturais de Milão e aqui; no palco do Teatro Ademir Rosa, Ilha de Santa Catarina, Brasil.


Vitimas da ditadura:no detalhe do cartaz de
mortos e desaparecidos Dermeval Pereira de Souza
baiano, ex-aluno da Faculdade de Direito da UFBA

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DEU NO DIÁRIO ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Carla Jiménez

De São Paulo

– Esse da foto é o Nestor Vera. Ele o senhor matou pessoalmente?

– Ele, vamos dizer, já estava morto. Sofrendo. Não estou querendo falar que sou santinho, não. Mas foi um tiro de misericórdia.

O diálogo entre os integrantes da Comissão Nacional da Verdade e Cláudio Antônio Guerra, ex-delegado do DOPS do Espírito Santo, abre o capítulo 16 do relatório da Comissão Nacional da Verdade, que nomeia os autores das graves violações de direitos humanos durante a ditadura militar. Vera foi um líder camponês, preso em abril de 1975, quando passava na frente de uma drogaria, em Belo Horizonte. Era um desaparecido, até dois anos atrás, quando Guerra revelou os detalhes da sua execução por ter sido um líder das Ligas Camponesas que defendiam a reforma agrária. Guerra, de 76 anos, é de um dos personagens vivos, entre os 377 nomes responsabilizados no relatório entregue hoje à presidenta Dilma Rousseff, pelos crimes do regime militar.

Alguns, por estarem no comando das operações. Outros, por terem participado diretamente das mortes ou ‘queima de arquivo’, como Claudio Guerra. Dos membros do exército que deram ou executaram ordens para torturar ou matar, passando por médicos legistas que falsificaram laudos para alterar as causas de morte dos que iam contra o regime, até um diplomata que forneceu para a ditadura militar chilena dados sobre brasileiros que estariam no país vizinho.

Personagens como Guerra, em nada lembrariam um assassino. Em seu segundo depoimento à Comissão, em julho deste ano, com uma voz suave e um pouco tremida, o ex-agente do DOPS mostrou-se solícito com seus entrevistadores, abrindo os detalhes assombrosos da sua atividade, que consistia em “perseguir e matar bandidos”, quando solicitado. Suas palavras podem ser conferidas na página da CNV, que reúne em vídeos os depoimentos colhidos, na íntegra, nos últimos três anos.

O agente da ditadura foi um dos poucos que apareceram espontaneamente para reconhecer seus erros e “pecados” durante o período do governo militar, que deixou, pelo menos, 434 mortos e desaparecidos. Nas cenas do depoimento, sua fisionomia transmite um semblante doce. Até ouvir da sua boca, as barbaridades a que está atrelado. “Eu tirei tantas vidas…”, diz ele, em determinado momento.

Guerra foi responsável, por exemplo, por recolher o corpo de 12 militantes mortos pelo regime militar em centros de tortura, como a Casa da Morte, de Petrópolis, no Rio de Janeiro, e levá-los para serem incinerados na Usina de açúcar Cambahíba, na cidade de Campos de Goytacazes, também no Rio. “Levei no meu carro, no porta mala do meu chevete, o corpo de Ana Kucinski e do marido dela [Wilson Silva]”, contou. Professora universitária, Kucinski era integrante, junto com seu parceiro, da Ação Libertadora Nacional (ALN), um movimento revolucionário, identificado com a doutrina comunista, que era contra a ditadura. Participou de ações ousadas, como o sequestro de um embaixador norte-americano (com o movimento MR8), em 1969, e o sequestro do embaixador alemão (com a VPR), em 1970.

O casal foi detido em abril de 1974, e até pouco tempo, sua família também convivia com o fantasma dos “desaparecidos da ditadura”. O conhecimento dos detalhes de sua execução, podem ter trazido alívio a uma busca desesperada por tantos anos. Mas, também traz muita dor ao saber do que eram capazes os nomes que participaram da política de execuções. Em uma visita à usina Cambahíba junto com um integrante da Comissão, Guerra mostra onde exatamente os corpos de Kucinski e o marido foram incinerados. “A mulher estava muito torturada, com sinais de que havia sido violentada, com mordidas no mamilo”, lembra ele.
mais informações

Entre os 377 acusados, todos homens, estão os ex-presidentes militares já mortos, como Castello Branco, que exerceu poder entre 1964 e 1967, Costa e Silva (1967-1969), Garrastazu Médici (1969 a 1974) ou carrascos conhecidos, como o delegado Sérgio Fleury. Desse total, no entanto, constam pelo menos 190 nomes que ainda estão vivos. Para a CNV, há três tipos de responsabilidade: política-institucional, onde estão os chefes de Estado militares, pelo controle de estrutura e pela gestão de procedimentos, e responsabilidade pela autoria direta. Entre os que estão vivos, a maioria estão inscritos nas duas últimas categorias. Todos protegidos, em todo caso, pela Lei da Anistia, que a Comissão sugere que seja suspensa para que os crimes não prescrevam.

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Sinatra e Cole em duas primorosas versões da fabulosa canção francesa “Que reste-t-il de nos amours”, de Charles Trenet. Escolha a sua ou mande outra que preferir para o BP .

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira e Vitor Hugo Soares)


Lula fala aos petistas: “é preciso levantar a cabeça”
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao participar do lançamento do Congresso Nacional do PT, disse que o partido cometeu muitos erros e que é necessário “repensar seu papel na sociedade”. Para Lula, é necessário que o partido se recomponha com os intelectuais, com os movimentos sociais, com o sindicalismo e com os mais jovens.

“O PT precisa repensar seu papel na sociedade”, disse o ex-presidente. “É preciso voltar a construir sonhos, é preciso voltar a construir utopias. A humanidade não caminha sem esperança, sobretudo em um momento histórico, em que a humanidade está digitalizada”

“Não tínhamos o poder que temos hoje, mas a gente tinha muito mais orgulho e andava de cabeça erguida”, disse o ex-presidente.

Lula tratou o partido como um “filho”, que quando é pequeno se tem o controle total, mas depois que cresce, passa a cometer erros. “Por temos ficado grande a gente também comete erro”.

“Neste momento político precisamos ter mais representatividade. Cadê os intelectuais do PT? Eram tantos e eles gostavam de estar no partido porque acreditavam no que a gente dizia”, questionou Lula, citando Sérgio Buarque de Holanda e Apolônio de Carvalho. “Eles pareciam meninos. Quanta gente veio para o nosso lado”.

Críticas ao partido

Apesar de todos os erros, Lula disse que as críticas que o partido enfrenta não são pelos erros, mas pelos acertos. “O maior crime que cometemos foi fazer com que a FAO, em nome da ONU, afirmasse ao mundo que neste País acabou a fome. O segundo crime que nos cometemos é imperdoável. Fizemos a maior transferência de renda depois do salário mínimo”, disse o ex-presidente se referindo ao programa Bolsa Família.

“Outro crime gravíssimo que cometemos foi dizer para a elite: registre a carteira da sua empregada doméstica, pague a ela um salário decente, respeite a sua empregada”, disse Lula em tom irônico.

Lula disse ainda é necessário que os petistas “ergam a cabeça” e que a primeira demonstração deve ser dada já na posse da presidente, no dia 1º de janeiro. “É hora de levantar a cabeça e ter coragem de enfrentar a corrupção. A gente não pode aceitar a pecha de corrupção que querem colocar em cima da gente. Não sou melhor do que ninguém, mas se enfiar todos eles dentro do outro, eles não são mais honestos do que eu, nem mais honestos do que ninguém que está aqui. Quando não se tem argumento para o debate político, a corrupção serve de argumento para a direita no mundo inteiro”, considerou Lula.

Lula ainda criticou o senador Aécio Neves, sem citar seu nome, dizendo que ele não desceu do palanque. “Eu perdi em 1989 e todos sabem como foi que eu perdi. Eu não fiquei na rua protestando, eu fui me preparar para outra”, disse ex-presidente.

dez
11
Posted on 11-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-12-2014



Aroeira, hoje, no jornal O Dia (RJ)


Vargas faz provocação ao
ministro Joaquim Barbosa

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DEU NO PORTAL TERRA

Ignácio Junior
Direto de Brasília

Por 359 votos a favor, um contra e seis abstenções, a Câmara decidiu cassar o mandato do deputado André Vargas (sem partido-PR). Pesou contra o ex-petista a relação dele com o doleiro Alberto Youssef, revelada pela Operação Lava Jato. Com a decisão, Vargas, o segundo parlamentar cassado após a instituição do voto aberto, perderá os direitos políticos pelos próximos oito anos.

Relator do processo no Conselho de Ética, Júlio Delgado (PSB-MG) subiu à tribuna para defender o parecer aprovado em agosto. Ele lembrou as dificuldades enfrentadas durante a investigação, como o recesso branco durante as eleições, a Copa do Mundo no Brasil e a negativa do próprio Vargas em testemunhar. De acordo com o pessebista, fizeram a diferença no pedido de cassação o depoimento de Meire Poza, contadora de Youssef, e as contradições do discurso do ex-petista em plenário, realizado em abril, quando usou a tribuna para se defender e negar as acusações.

“Eu defendo a cassação pelo ato cometido aqui nesta tribuna”, afirmou Delgado. Para ele, Vargas mentiu aos colegas quando disse ter apenas usado o jatinho do doleiro emprestado e que depois pagaria o valor da gasolina. No depoimento no Conselho de Ética, Meire Poza disse que o valor nunca foi restituído. Além disso, citou também as declarações relacionadas ao lobby no Ministério da Saúde em favor de um laboratório de Youssef.
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Vargas não compareceu à votação por estar hospitalizado em São Paulo desde terça-feira. Ele enviou um atestado à Mesa Diretora da Câmara pedindo o adiamento da votação para a próxima semana. No entanto, a solicitação foi rejeitada. Michel Saliba, que o defendeu no Conselho de Ética e no Supremo, não é mais advogado do ex-petista. Sobrou para o deputado Eurico Júnior (PV-RJ) fazer a defesa do colega. “Faço isso contrariado, à contra-gosto, em respeito ao regimento, já que tive a mesma função na Comissão de Constituição e Justiça”, afirmou.

Eurico Júnior repetiu na tribuna os argumentos usados pela defesa de Vargas no Conselho de Ética, na CCJ e no STF. Para ele, o processo todo ocorreu ao “arrepio das garantias constitucionais”. Na visão do deputado, o princípio de defesa não foi garantido, o provas obtidas ilegalmente acabaram usadas. Além disso, também reclamou da falta de tempo para rebater a acusação. Apesar de não ter comparecido ao Conselho, Vargas sempre negou ter feito lobby para Youssef ou de ter se beneficiado da amizade com o doleiro preso na Lava Jato.

Orientação

A cassação ocorreu apesar de movimentação de parte da bancada do PT. Petistas próximos a Vargas, como José Mentor (SP) e Cândido Vaccarezza (SP), atuaram para atrasar a votação. Mentor, inclusive, foi o parlamentar responsável pelo encerramento da primeira sessão extraordinária marcada para votar o processo. Vaccarezza usou o microfone para se defender. Para ele, não é por se abster ou votar pela manutenção do paranaense no cargo que significa concordância com a corrupção

Todas as bancadas orientaram a favor da cassação, inclusive o PT. “Esse processo incomoda a qualquer pessoa. Situação que me dói, meu ex-colega de bancada”, disse Fernando Ferro (PT-PE). Apesar de dizer que a sua “consciência indica votar pela cassação”, ele disse que a Câmara não pode ser injusta. “Não pode ter um procedimento em relação a um e diferente com outro”, comentou, fazendo referência a outros casos analisados na Casa.

Relações

O pedido de cassação contra Vargas foi apresentado pelos três principais partidos da oposição em 7 de abril. PSDB, PPS e DEM queriam a investigação de denúncias da ligação entre os dois, preso na Lava Jato. Na época, veio à tona que o então vice-presidente da Câmara viajou em um jatinho emprestado pelo doleiro para férias familiares no nordeste. Depois, surgiu a informação que ele teria feito lobby no Ministério da Saúde para uma empresa farmacêutica de Youssef. Ele nega todas as acusações.

Com Copa do Mundo e eleições, a votação do parecer pela cassação foi aprovado pelo Conselho apenas em agosto. Desde então, está pronto para a pauta do plenário. No entanto, Vargas recorreu à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara alegando que seu direito de defesa foi cerceado. Em 11 de novembro, os integrantes da CCJ rejeitaram o pedido do deputado. Ele, então, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta manhã, o ministro Luís Roberto Barroso negou a suspensão do processo.

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