UNA MUJER
Composição: Paul Misraki/Pontal Rios/C. Olivari

La mujer que
Al amor no se asoma
No merece llamarse mujer
Es cual flor que
No esparce su aroma
Como un leño que
No sabe arder
La passion has
Un magico idioma
Que con besos
Se debe aprender
Puesto que una mujer
Que no sabe querer
No merece llamarse mujer
La mujer debe ser
Soñadora coqueta y ardiente
Debe darse al amor
Con frenético ardor
Para ser una muje

PRIMOROSA GRAVAÇÃO DE SANTO MORALES DESTE CLÁSSICO DO BOLERO, QUE O BAIANO JOÃO, DE JUAZEIRO, TAMBÉM IMORTALIZOU EM RITMO DE BOSSA NOVA COMO SÓ ELE SABE FAZER. CONFIRA.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Dilma recebe relatório da CNV e chora

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta quarta-feira (10) o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) e disse que o trabalho do grupo vai ajudar a afastar “fantasmas de um passado doloroso” e permitir que os brasileiros conheçam a história das violações aos direitos humanos durante a ditadura militar para que elas não se repitam.

“Nós, que acreditamos na verdade, esperamos que esse relatório contribua para que fantasmas de um passado doloroso e triste não possam mais se proteger nas sombras do silêncio e da omissão”, destacou.

Muito emocionada, Dilma chorou ao dizer que o Brasil merecia a verdade sobre a ditadura militar. “Sobretudo merecem a verdade aqueles que perderam familiares e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e sempre a cada dia”, disse, com a voz embargada, após interromper o discurso por causa do choro.

O relatório final da CNV faz um relato das atividades desenvolvidas durante os dois anos e sete meses de investigações, além de fatos apurados, conclusões e recomendações.

Segundo Dilma, o Estado brasileiro vai se “debruçar” sobre o relatório, “olhar as recomendações e propostas e tirar as consequências necessárias”

De acordo com o coordenador do colegiado, Pedro Dallari, uma das conclusões mais importantes do relatório final é a confirmação de que as graves violações aos direitos humanos, durante o período da ditadura militar, foram praticadas de maneira sistemática.

Dilma agradeceu e elogiou o trabalho dos integrantes da comissão e disse que a conclusão das atividades não representa um ponto final nas investigações das violações de direitos humanos na ditadura.

Segundo Dilma, o Estado brasileiro vai se “debruçar” sobre o relatório, “olhar as recomendações e propostas e tirar as consequências necessárias”. A presidenta citou os trabalhos de comissões da verdade estaduais e setoriais como complementares ao trabalho do colegiado.

Dilma também fez um agradecimento aos órgãos que colaboraram com as investigações da comissão e aos “homens e mulheres livres que relataram a verdade para a comissão”, principalmente aos parentes de vítimas e sobreviventes do período militar.

“Presto homenagem e manifesto caloroso agradecimento aos familiares dos mortos e desaparecidos, aqueles que com determinação, coragem, generosidade, aceitaram contar suas histórias e histórias de parentes, amigos, companheiros que viveram tempos de dor, morte e sofrimento.”

A presidenta ressaltou o trabalho histórico da comissão e a importância das investigações do grupo para o reconhecimento do direito à memória – principalmente para as gerações que nasceram após o período militar – e para a reconciliação nacional, com valorização dos pactos e acordos que levaram o país à redemocratização.

“Com a criação desta comissão, o Brasil demonstrou a importância do conhecimento desse período para não mais deixá-lo se repetir”, disse. “Conhecer a história é condição imprescindível para construí-la melhor. Conhecer a verdade não significa reagir, não deve ser motivo para ódio. A verdade liberta daquilo que permaneceu oculto”, comparou.

Ao receber o documento de 4,4 mil páginas, que também está disponível na internet, Dilma disse que a apresentação simultânea para o governo e para a sociedade mostra que o trabalho da CNV foi isento de interferências e que é resultado de uma decisão do Estado brasileiro, e não apenas de um governo.

Criada pela Lei 12.528/2011 e instalada em maio de 2012 para examinar e esclarecer violações de direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988, principalmente no período da ditadura militar (1964-1985), a Comissão Nacional da Verdade terá seus trabalhos encerrados no próximo dia 16.

No relatório final, o grupo sugere a criação de um órgão público para dar seguimento e continuidade às ações da CNV.

dez
10
Posted on 10-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-12-2014


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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS

A paquistanesa Malala Yousafzai, de 17 anos, e o indiano Kailash Satyarthi, de 50 anos, recebem hoje em Oslo o Prêmio Nobel da Paz. A cerimônia pode ser vista em transmissão ao vivo na página do Nobel e no YouTube.

A ativista paquistanesa tornou-se num símbolo internacional de resistência aos esforços dos talibãs em negar educação e outros direitos às mulheres, enquanto Kailash Satyarthi viu reconhecidos os seus esforços na luta contra o trabalho infantil.

A cerimônia de entrega do Nobel da Paz acontece em Oslo, e os demais laureados de 2014 receberão a distinção na sexta-feira, em Estocolmo.

dez
10
Posted on 10-12-2014
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Duke, hoje, no jornal O Tempo (MG)

dez
10
Posted on 10-12-2014
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DEU NO BL0G POR ESCRITO

OPINIÃO
Devagar com o andor

Luis Augusto Gomes

A agonia do chamado “ciclo das festas populares de Salvador” é um fenômeno a ser estudado, diante da quase extinção de algo que, no passado, era anunciado com estardalhaço pela imprensa, com cobertura ao vivo das emissoras de rádio e TV.

Começava com a festa de Santa Bárbara e ia até o Carnaval, em três meses de intensa atividade festiva, lúdica e musical. Não havia somente o “dia principal”, os dias anteriores eram repletos de alegria e participação, um atrativo turístico portentoso que teve a cidade na época.

De cabeça, podem ser citadas ainda Conceição – cujo dia transcorreu anteontem (9) –, Bonfim, Boa Viagem, Ribeira, Lapinha, Santa Luzia, Rio Vermelho. De ponta a ponta, simpáticas barracas de comida e bebida, cada uma com programação visual própria, caprichosamente pintada pelos donos e agregados.

Festas que começaram apenas religiosas, mas pouco a pouco foram tomadas pelo profano, especialmente a partir da década de 60, quando passaram a ser um prolongado point de verão da juventude, afinal de contas um tipo de reunião permitida no regime militar, na qual se podia amar, beber, cantar e ainda discutir política.

Vivíamos a era da censura, quando o mundo experimentava as mais radicais mudanças propiciadas pelo salto gigantesco da ciência. O progresso da comunicação e do transporte encurtava distâncias, a revolução sexual nascia da pílula e a humanidade entendia, com a corrida espacial, que havia um universo a explorar.

O sonho de liberdade e democracia com a vitória dos “aliados” na Segunda Guerra havia sido frustrado pela Guerra Fria, e à juventude, com seus anseios e utopias, etariamente destinada a mover a história, coube reagir em todo o planeta. Em Salvador – por que não? –, as também chamadas “festas de largo” foram uma dessas manifestações.

O puritanismo exacerbado que vingava na sociedade, em que o palavrão era absolutamente banido das camadas de “melhor formação”, “bem educadas”, ruía em cada bairro onde se realizava a festa pelo canto contínuo das multidões dos mais grosseiros refrões pornográficos.

As mulheres, as grandes alforriadas daquele período difícil, em que uma desquitada era considerada moralmente uma prostituta, aproveitaram bastante – da exposição pública do desejo à providência indispensável de, sob certa proteção, urinar em qualquer lugar. Tá certo que não era grande coisa, mas era o que havia.

Hoje se lamenta a decadência das festas, mas não há por quê. As manifestações culturais descrevem sua trajetória e, a depender da profundidade das raízes, a curva poderá ser definitivamente descendente, pelo menos nos moldes em que as conhecemos no passado recente.

Mas todas brotaram da semente da fé. Mesmo desprovidas da grandiosidade que chegaram a ostentar, possivelmente não perderão jamais aquela pequena minoria de fiéis que, já na origem, séculos atrás, garantiam as oferendas e o carrego do andor.


BOM DIA!!!


Cebrián: “Revolução digital ainda precisará de jornalistas” / Efe / Reuters-Live
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DEU NO JO5NAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Uma mudança de civilização está em pleno curso. E no olho do furacão se encontram os meios de comunicação, cuja sobrevivência dependerá de sua capacidade de adaptação. Nesse ambiente vertiginoso, tudo está aberto, mas o jornalismo e os jornalistas continuarão tendo seu lugar. Essa foi uma das conclusões do 3o Fórum da Comunicação realizado em Veracruz, no México, coincidindo com o início da 24a Cúpula Ibero-Americana. Compareceram à jornada de intensos debates o primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, e o presidente do México, Enrique Peña Nieto, assim como dirigentes dos principais grupos de comunicação da América Latina e da Espanha.

Em sua intervenção, Rajoy destacou o momento de incertezas que o mundo atravessa por causa da revolução digital. “Os governantes, os cidadãos e as estruturas econômicas precisam se adaptar. Sem dúvida, a modernidade é o destino das comunicações, mas ela não deixa de carregar riscos”, declarou, em um breve discurso no qual defendeu seu programa de reformas na Espanha. Peña Nieto se expressou em um sentido parecido. Para ele, os Estados devem evitar as ingerências arbitrárias e garantir que o universo da comunicação tenha “cobertura universal, pluralidade e livre acesso”.
mais informações

Na parte mais profissional do Fórum foi destaque a mesa-redonda da qual participaram o presidente do Grupo PRISA (que publica o EL PAÍS), Juan Luis Cebrián, o presidente do grupo argentino Clarín, Jorge Carlos Rendo, e o da espanhola Unidad Editorial, Antonio Fernández-Galiano. Cebrián, primeiro diretor do EL PAÍS, deu início ao debate ressaltando a dificuldade dos veículos de sobreviver em um universo cada vez menos intermediado, onde, graças ao impulso das redes sociais e à popularização da internet, as plataformas tradicionais já não alistam a opinião pública. “Temos que nos transformar, mas não há dúvidas de que os jornalistas continuarão existindo no futuro, pois as pessoas precisam de informação rigorosa e confiável”, disse Cebrián.

O presidente da Unidad Editorial também apostou na permanência do jornalismo e dos jornalistas, e enfatizou a necessidade de se investir em talento e se adaptar a novos hábitos de leitura. No diálogo, ele defendeu o papel histórico dos jornais como parte do “aperfeiçoamento do sistema democrático”.

Em relação à questão de modelos, o presidente do Grupo Clarín levantou o problema da sobrevivência de seu principal veículo diante da hostilidade do Governo argentino. “Há uma agressão constante àqueles que não são partidários deles. O governo foi o primeiro a se dar conta da importância das redes sociais. Seu objetivo é chegar à população sem intermediários, para impor suas mensagens. Ele tem toda uma máquina preparada para isso”, afirmou Rendo.

Nos painéis, organizados pela Televisa e pela Secretaria de Comunicações espanhola, também foi debatido o modelo de negócios do setor. O vice-presidente da Telefónica, Julio Linares, alertou que não são os mais fortes que sobreviverão à revolução digital, mas sim os mais adaptados. “É preciso investir na rede. O mundo já é digital e a revolução já começou. O consumidor tem mais poder do que nunca, está sempre conectado. Mas é preciso ver se, nessa cadeia de valor, é possível obter lucros em função do esforço realizado. É preciso um mínimo de equilíbrio e uma certa sintonia entre investimentos e rendimentos. Do contrário, gera-se uma indústria vulnerável e se produzirá um abismo. E isso é um perigo”, advertiu Linares.

Em meio à enorme perturbação enfrentada pelos meios tradicionais, o presidente da norte-americana Univisión, Randy Falco, vislumbrou uma oportunidade. A audiência se tornou mais jovem e o espanhol, graças à difusão digital, está multiplicando seu impacto. “Um em cada seis norte-americanos são hispânicos, e no futuro teremos um em cada três. Isso é uma oportunidade”, disse ele.

dez
10
Posted on 10-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-12-2014


Myrria, hoje, jornal A Crítica

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