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DEU NO PORTAL IG / O DIA

Rio – O deputado federal Jair Bolsonaro (PP) se envolveu em mais uma polêmica nesta terça-feira. Desta vez, o parlamentar mais votado no Rio nas eleições deste ano insultou a colega de plenário, Maria do Rosário (PT), afirmando que não a estupraria ‘porque ela não merece’. Bolsonaro já havia dito a mesma fala em 2003, durante participação no programa ‘Superpop’, da Rede TV.

Nesta quarta-feira, Dia Internacional dos Direitos Humanos, a deputada elogiou o trabalho da Comissão da Verdade, que investiga os crimes cometidos durante a Ditadura Militar. Ao perceber que Maria do Rosário deixava o plenário durante a sua fala, Bolsonaro se exaltou. “Não sai daqui não, Maria do Rosário. Fica aí, fica. Há poucos dias você me chamou de estuprador, no Salão Verde, e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece. Fica aqui pra ouvir”, disse Bolsonaro. Um vídeo da sessão, gravada pela TV Câmara, mostra o momento do insulto.


Na terça-feira musical do BP,”Radamés y Pelé”, de Tom Jobim, um tom de saudade e outro de alegria pelo restabelecimento do rei do futebol!
Saudades, Jobim!!! Saúde, Pelé!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira e Vitor Hugo Soares)

dez
09


Sid, no portal de humor A Charge Online
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Artigo/ Opinião

BA-VI: Vergonha (ou falta de) em dose dupla

Marinaldo Mira

A torcida baiana chora desde domingo (7.12) a amarga volta dos principais clubes à Séria B do Campeonato Brasileiro, a mais popular Segundona, longe do foco da chamada elite. Era mais ou menos uma tragédia anunciada. A dor não foi maior, porque quase todos já esperavam. Pois, sabemos que deixar para resolver o problema nas três últimas rodadas é um risco muito grande. O chamado ‘esparro’.

Havia um ligeiro sentimento de que o Palmeiras, mesmo sem ganhar, ficaria com a vaga. E, foi o que de fato aconteceu! O time paulista fez tudo para ajudar os baianos, mas não tivemos capacidade técnica de aproveitar a ‘colher de chá. Enfim, a casa caiu! Bahia e Vitória terão de encarar agora gramados esburacados, vestiários sem água, ou alagados e sujos, conexões demoradas em aeroportos, arbitragens ruins, jogos as terças, sextas e sábados à tarde. Um castigo para os torcedores que adoram lotar a Fonte Nova e o Barradão! São torcedores de primeira, contra dirigentes de segunda linha.

Todos sabem que os clubes baianos não têm gestão no futebol, nem planejamento! Mas também sabem que Bahia e Vitória têm boas divisões de base, porém, a bem da verdade, parece que não confiam na chamada ‘prata de casa‘. Tricolores e rubro-negros preferem pagar caro por jogadores mais velhos, em final de carreira, rejeitados pelos clubes do eixo Rio-São Paulo-Rio Grande do Sul-Minas.

Esses jogadores não suportam o ritmo, a velocidade das partidas de hoje e quando chegam aos 20 minutos do segundo tempo, já estão cansados, extenuados, ‘mortos’ como dizem os torcedores. A falta de fôlego ocorre exatamente no momento crucial do jogo, e aí, acabam perdendo, com facilidade as partidas, mesmo que tenham construído um placar de até dois gols de vantagem. Isso aconteceu, este ano, com a dupla baiana, em vários jogos, quando tinham a vantagem no placar, cederam o empate e até a derrota, de virada, o que dói mais!

O que levou ao desastre do rebaixamento dos nossos clubes em 2014, com certeza, não foram as últimas rodadas.

Na opinião do desportista e estudioso do tema, Antônio Sacramento, uma equipe de futebol deve ser formada como uma escola de samba que se prepara para o Carnaval. Quando acaba um desfile, inicia a programação do ano seguinte, não sendo assim, não se tem alegria e espetáculo no ano que sucede. O Carnaval é exemplo de um projeto perfeito, deve ser planejado para que naqueles dias de folia aconteça o espetáculo e a explosão de alegria. Da mesma forma, o futebol tem que ser planejado!

Não se admite mais um clube com quatro ou cinco jogadores com idade acima de 30 anos disputando um campeonato de oito meses. No jogo Bahia 1 x 0 Grêmio, na equipe do Bahia haviam cinco jogadores da base! Futebol é para jovens, atleta acima de 27 anos para futebol é velho.

Os clubes tem que estabelecer metas a serem cumpridas por funcionários e jogadores, e que haja premiação por seu cumprimento, devemos acabar com o ‘bicho’, por um lado motiva por outro vicia!

Contratações excessivas são reflexos da incapacidade das bases formar, revelar e descobrir talentos, avalia Sacramento. Se as nossas equipes chegam as finais das competições nacionais por que não aproveitar a base?

Portanto, mais uma vez, fica a lição. O Bahia conquistou o título de 1988 e o Vitória chegou à final de 1993, quando apostaram nas categorias de base e nos novos talentos!

Pelo visto, os dirigentes baianos não aprendem o bêabá !

Marinaldo Mira – Jornalista (Ufba/1980), cronista esportivo e professor de Ética. (marinaldomira@gmail.com)

dez
09
Posted on 09-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-12-2014


Jarbas, hoje, no Diário de Pernambuco

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

“Todo mundo conhece Alberto Youssef em Londrina. Pode ser que não saibam quem é o prefeito, mas sabem quem ele é”. O policial que fez esse comentário em Curitiba é imediatamente respaldado pelo taxista que leva o correspondente no aeroporto de Londrina. “Aqui sabemos tudo de Youssef”, afirma divertido Roberto. Sua irmã era seu braço direito até morrer”, diz. “Sempre foi um contrabandista, um bandido. Agora ficamos sabendo sobre sua vida nos jornais”. Londrina, a bonita cidade paranaense de meio milhão de habitantes que viu nascer o cambista mais famosos do Brasil, vive há um ano no coração da Operação Lava Jato.

O adolescente que vendia salgados nas ruas de Londrina é hoje, com 47 anos, “um homem destroçado” (segundo um de seus advogados de defesa). Cardíaco com um histórico de ameaças de infarto, Alberto Youssef perdeu vinte quilos desde que entrou na prisão de Curitiba, em março, e teve de ser internado quatro vezes desde então. Não se parece em nada com o homem algemado que sorri nas fotos de suas primeiras prisões, por volta de 2003, quando mentia com total desembaraço (“Sou apenas um ex-cambista, nunca lavei dinheiro”, assegurou meses antes de confessar seus crimes para o juiz). Youssef é antes de tudo um reincidente. “É um delinquente profissional […] Teve sua grande oportunidade para abandonar o mundo do crime, mas a desperdiçou”, argumentou o juiz Sérgio Moro há dois meses ao manter a condenação de quatro anos de meio de prisão pelo ‘caso Banestado’ (inicialmente suspensa por conta de sua colaboração).

Dois meses atrás Youssef voltou assim mesmo a se converter em delator da polícia, transformando o ‘caso Petrobras’ em um barril de pólvora que afeta em cheio o ‘establishment’ empresarial, político e financeiro brasileiro. “Está muito deprimido”, conclui seu advogado. A polícia confirma o diagnóstico. “Sim, é um delinquente crônico, uma pessoa calculista, mas tem sangue. E família. E filhos. Ninguém gosta de estar todos os dias nos jornais”. Foi justamente a família de Youssef quem o persuadiu para chegar a um acordo de colaboração com a Justiça e colocar-se no olho do furacão do ‘Petrolão’. Com sua delação premiada anterior cancelada, preso, seus bens bloqueados, com alguns de seus principais sócios detidos e seus familiares acossados por ordens de busca e apreensão, lhe restava essa opção ou passar os próximos 20 anos de sua vida na prisão.

Youssef sempre foi um homem de família. Sua irmã Maria foi sua primeira provedora de bens: trazia eletrodomésticos do Paraguai de ônibus e os entregava para seu irmão para que os vendesse na rua. Mas foi sua outra irmã, Olga Youssef, mais conhecida como Flora (também condenada no ‘caso Banestado’), quem o introduziu no turbulento mundo das casas de câmbio. “Alberto confiava em poucas pessoas, ela era sua principal aliada”, disse Henrique, um empregado de banco que conheceu o cambista em seus dias de glória.

“Sempre se dedicou ao contrabando”, afirma taxativamente um agente da polícia: fundamentalmente bens eletrônicos, mas também drogas e joias ilegais. Mais tarde, dedicou-se “a transportar dinheiro, que é ainda mais lucrativo”. Braço direito do poderoso ex-deputado de Londrina José Janene (PP), acusado no ‘caso Mensalão’, a morte deste em 2010 o alçou para o topo de uma gigantesca trama de desvio e lavagem de dinheiro ilegal. Após alguns anos de experiência em operações menores à frente de sua agência de câmbio, a morte de Janene transformou Youssef em um ‘lobista’ total. Era a engrenagem do sistema: fazia as ligações, entregava as maletas de dinheiro, ordenava as transferências, organizava a criação de empresas de ‘fachada’, negociava com as empresas contratantes, ‘cuidava’ dos agentes públicos, resolvia problemas entre as diferentes partes do negócio e, se era necessário, entrava em um avião privado para transportar uma soma elevada para o outro lado do país. Seus tentáculos chegaram até em algumas obras da Copa do Mundo. Calcula-se que Alberto Youssef chegou a movimentar 2,08 bilhões de reais no ‘caso Banestado’. Agora, estima-se que a quantidade desviada na ‘Laja Jato’ é de 10,4 bilhões de reais.

“Ele se movia como um peixe na água entre as empresas”, disse outro advogado. “E não somente agora; já desde jovem, na década de 1990”. Abriu outro escritório em São Paulo e tinha acesso em Brasília a figuras políticas muito conhecidas. Apesar de tudo, não foi fácil para a polícia rastreá-lo; utilizava sete telefones móveis diferentes, com sistemas para detectar escutas. Seu reaparecimento causou uma comoção nos agentes da Polícia Federal que investigavam um caso aparentemente pequeno em Curitiba. Um ano depois de se transformar em um arquivo vivo, uma fonte de dores de cabeça monumentais para dezenas de empresários e parlamentares. Explicou o funcionamento da trama de lavagem de dinheiro e revelou a existência de um ‘clube’ de diretores de grandes empresas que dividiam uma porcentagem de cada obra da Petrobras com destacados políticos. Youssef intermediava o pagamento de subornos e doações ilegais para partidos: a Polícia Federal guarda como se fosse ouro um documento descoberto em seu escritório que registra os pormenores de 750 contratos realizados sob sua supervisão.

Incomunicável e isolado desde março, os testemunhos de Alberto Youssef são a coluna vertebral do maior caso de corrupção da história do Brasil. Não parece exagerado, pois, que seus advogados se preocupem com “a segurança” de seu defendido: em outubro, quando foi internado por uma crise cardíaca, a Polícia Federal teve de desmentir oficialmente que teria sido envenenado. Alguns dias antes, em um ataque de raiva, quebrou um vidro de separação durante uma conversa com seu advogado na prisão. Em seu conhecido escritório da rua Pará, no centro de Londrina, fechado há dois anos, antigos companheiros de edifício sorriem à menção do seu nome. “Quem tudo quer, nada tem”, diz Sérgio. “O senhor não pode imaginar o poder que esse cara tinha aqui… E olhe agora… Para quê?”.

dez
09
Posted on 09-12-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-12-2014

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O ex-craque maior do futebol brasileiro Pelé vai ter alta hoje(9), terça-feira, depois de 15 dias de hospitalização, informou o Hospital Albert Einstein de São Paulo.

«Clinicamente, ele está bem e não tem qualquer sinal de infeção. Considerando a sua boa recuperação, a equipe médica que o atende decidiu que ele abandonará o hospital hoje

Edson Arantes do Nascimento, de 74 anos, vai dar uma coletiva de imprensa quando sair do hospital, ainda esta manhã.O ex-futebolista foi hospitalizado por uma infeção urinária a 24 de novembro, dois dias depois de receber alta após ter sido submetido a uma operação para a extração de cálculos renais, uretrais e na vesicula.

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