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DEU NO PORTAL TERRA

Presença diária na TV brasileira, Roberto Bolaños se tornou um ícone da comédia não só no Brasil ou em seu país, o México, ao criar personagens como Chaves, Chespirito e Chapolin. O humorista, morto aos 85 anos de idade nesta sexta-feira (28), virou manchete nos principais jornais em todo o mundo com a triste notícia que chegou aos seus fãs.

A morte de Bolaños estampou grandes veículos estrangeiros, como a britânica BBC, o canal alemão Deutche Welle, a revista norte-americana Variety e o jornal LA Times.

“Ele esquentou o coração de milhares com um estilo de comédia distante de conotações sexuais e obscenidades. Suas piadas seguem populares até hoje”, diz o obituário do jornal de Los Angeles.

Já o canal de televisão da Alemanha Deutche Welle afirmou que o mexicano “definiu gerações e milhões de latino-americanos”. A Variety descreveu sua obra como “comédia limpa e familiar, uma sensação entre crianças e seus pais”.

A rede BBC destacou a popularidade de seus personagens e como seus shows permaneceram atuais ao longo dos anos.

O site colombiano El Espectador traz em sua manchete “O humor escrito com ‘CH’ maiúsculo”.

E os elogios não sáo poucos. A CNN mexicana chamou o humorista de “Chespirito, um fabricante internacional de risadas” e de “pequeno Shakespeare da televisão mexicana”.

O site de celebridades TMZ se referiu a Bolaños como “icônico humorista mexicano”.

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