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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

A presidente Dilma Rousseff anunciou o economista-chefe da gestora de investimentos Bradesco Asset Management, Joaquim Levy, como seu novo ministro da Fazenda. Também vai compor a equipe econômica de seu segundo mandato o ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda Nelson Barbosa, que assume o comando do Ministério do Planejamento no lugar de Miriam Belchior. Segundo nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da presidência, Alexandre Tombini foi convidado a seguir no comando do Banco Central. A missão do grupo é fazer o país voltar a crescer, após sucessivos resultados frustrantes, e retomar a confiança na economia brasileira.

Levy, um economista formado pela ortodoxa Universidade de Chicago, assume para “trazer credibilidade” ao governo, nas palavras do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, mas sua escolha causou desconforto entre alguns apoiadores do Governo, principalmente porque seu perfil conservador não se harmoniza com a discurso econômico progressista utilizado pela campanha de reeleição da presidenta. A contradição, que teria sido resultado de aconselhamento do ex-presidente Lula, foi traduzida em um frase provocativa pelo principal adversário de Rousseff na campanha, o senador tucano Aécio Neves: “É como se um quadro da CIA fosse indicado para comandar a KGB”.

Em sua primeira declaração pública após o anúncio, Levy disse que “o objetivo imediato do Ministério da Fazenda é estabelecer uma meta do superávit primário para os próximos anos que contemple a estabilização e declínio da dívida pública”, e que “o superávit primário deve alcançar o nível de 2% do PIB ao longo do tempo”. Dada a atual situação econômica do país, contudo, o futuro ministro disse que o Governo deverá trabalhar com a meta de 1,2% do PIB para 2015, mas garantiu que “a meta de superávit primário para 2016 e 2017 não será menor que 2% do PIB”. Neste ano, o Governo Rousseff não deve conseguir atingir a meta prevista de 1,9%, e, portanto, tenta alterar no Congresso Nacional a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), para evitar que a presidenta cometa um crime de responsabilidade.

Questionado em entrevista coletiva sobre se a política econômica que conduzirá pode prejudicar de alguma forma os programas sociais do Governo, Levy respondeu que “todo exercício orçamentário e fiscal é um exercício de escolha de prioridades”, mas não deu detalhes sobre como deve perseguir a meta que estabeleceu. O futuro ministro da Fazenda indicou ainda que terá autonomia para trabalhar. “A autonomia está dada. O objetivo é claro. Há o suficiente grau de entendimento dentro da própria equipe [sobre isso]; e maturidade. Essa questão [de autonomia] vai se responder de uma maneira muito tranquila: a gente vai ver dia a dia como ela ocorre. Quando uma equipe é escolhida, é porque há uma confiança, e eu não tenho indicação nenhuma em sentido contrário”.

Horas antes do anúncio desta quinta-feira, o ministro Gilberto Carvalho defendeu a nomeação dos novos ministros antes do fim deste Governo, para que eles possam fazer uma transição para o próximo mandato com os atuais titulares. Carvalho também defendeu a escolha de Levy, destacando que ele foi secretário do Tesouro no Governo Lula, de 2003 a 2006, e que, independente de seu perfil, estará subordinado à presidenta Rousseff. “É evidente que, ao aceitar ser ministro, ele está aderindo a este projeto e à filosofia econômica deste projeto. (…) Um ministro não toma decisões autônomas. Quem dá a cor do projeto é a presidenta, e ela deixou claro, na campanha e nos últimos quatro anos, qual o nosso projeto, que é a continuidade desse projeto, que é o crescimento com inclusão social, a distribuição de renda.”

Na mensagem em que anunciou o novo ministério, a presidenta agradeceu “a dedicação do ministro Guido Mantega, o mais longevo ministro da Fazenda do período democrático”, destacando que “em seus doze anos de governo, Mantega teve papel fundamental no enfrentamento da crise econômica internacional, priorizando a geração de empregos e a melhoria da renda da população”. Sobre Miriam Belchior, Rousseff disse que “à frente do Ministério do Planejamento, a ministra conduziu com competência o andamento das obras do PAC e a gestão do Orçamento federal”. A nota informa ainda que “os ministros Mantega e Miriam permanecerão em seus cargos até que se conclua a transição e a formação das novas equipes de seus sucessores”.

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DEU NO JORNAL DIÁRIO DE NOTÍCIA, DE LISBOA

Conhecido por César, o sem-teto uruguaio-* aproximou-se de José Mujica quando este respondia ao jornalista que o entrevistava em Montevideu para a televisão do Uruguai. “Uma moeda para comer”, pediu o homem e disse que ia chorar. O presidente pediu a uma pessoa próxima para ajudar, mas César insistiu: “Uma moeda tua, Pepe!”

Mujica meteu então a mão ao bolso e tirou uma nota de cem (menos de 3,50 euros) pesos da carteira. “Olha, irmão, moeda não tenho, mas não chores!”, disse o presidente. Ao que César respondeu: “Quero que sejas presidente a vida toda”.

“Não, não! Estás louco!”, retorquiu Mujica, arrancando risadas a todos os que assistiam à cena

Conhecido por César, o sem-abrigo aproximou-se de José Mujica quando este respondia ao jornalista que o entrevistava em Montevideu para a televisão do Uruguai. “Uma moeda para comer”, pediu o homem e disse que ia chorar. O presidente pediu a uma pessoa próxima para ajudar, mas César insistiu: “Uma moeda tua, Pepe!”

Mujica meteu então a mão ao bolso e tirou uma nota de cem (menos de 3,50 euros) pesos da carteira. “Olha, irmão, moeda não tenho, mas não chores!”, disse o presidente. Ao que César respondeu: “Quero que sejas presidente a vida toda”.

“Não, não! Estás louco!”, retorquiu Mujica, arranco risadas a todos os que assistiam à cena

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DEU NA REVISTA EXAME. ABRIL (Com informações da Agência EFE)

Mistura de dança, arte marcial, esporte e um dos maiores símbolos culturais do país, a roda de capoeira recebeu ontem, quarta-feira, 26, o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A outorga do título, feita em reunião da Unesco realizada em Paris, foi comemorada em comunicado divulgado pelo Ministério da Cultura.

A presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema Machado, afirmou que o reconhecimento serve para reforçar os compromissos para preservar a manifestação cultural.

“O reconhecimento internacional amplia as condições de salvaguarda desse bem”, afirmou a presidente do Iphan, citada no comunicado do Ministério da Cultura.

“A intenção é colocar sob a proteção do Estado toda uma diversidade de práticas e conhecimentos que são patrimônio brasileiro, assim como as construções e as paisagens”, acrescentou Jurema.

De acordo com a presidente do Iphan, o governo planeja ações para promover a prática, valorizar os professores, preservar as características originais da capoeira e criar redes de cooperação e de transmissão do conhecimento.

O Iphan afirmou que já ofereceu apoio para que os próprios praticantes da modalidade realizassem um amplo inventário dos grupos de capoeira e dos principais professores no país. Foi proposta também a criação de comitês regionais.

Com o reconhecimento, a capoeira se junta ao Samba de Roda do Recôncavo Baiano, à Arte e Pintura Corporal dos Kusiwa, ao Frevo e à peregrinação religiosa do Círio de Nazaré como bens brasileiros incluídos na lista do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

A capoeira nasceu no século XVII como uma manifestação dos escravos africanos no país para contestar a repressão.

“Hoje é um dos maiores símbolos da identidade brasileira e está presente em todo o território nacional, além de contar com praticantes em mais de 160 países de todos os continentes”, afirma o Ministério da Cultura.

Atividades para festejar o anúncio foram realizadas em várias cidades, entre elas Salvador – onde a capoeira surgiu -, Rio de Janeiro e São Paulo, onde os principais professores da modalidade se reuniram para uma demonstração popular na Avenida Paulista.

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA/IG

De acordo com o último boletim divulgado pelo Hospital Albert Einstein, o estado de saúde de Pelé segue estável. Apesar da boa notícia, ao contrário do que se imaginava, o Rei do Futebol precisará passar pelo menos mais uma noite internado para que os médicos possam acompanhar sua evolução.

Internado desde segunda-feira devido a uma infecção urinária, registrada após uma cirurgia de cálculo renal, acontecida há cerca de 15 dias, Pelé seguirá no hospital apenas por precaução segundo informações passadas por pessoas próximas ao ex-jogador.

Além do problema que o levou à internação, o ídolo está aproveitando para tratar de outros problemas de saúde registrados ao longo dos últimos anos, como algumas dores na coluna gerados após uma cirurgia realizada na bacia.

Durante a semana, José Fornos Rodrigues, o Pepito, um dos assessores do Rei chegou a brincar dizendo que o ele sairá 100% do hospital, porém infelizmente não terá condições de atuar no jogo do Santos no próximo final de semana.

nov
27
Posted on 27-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-11-2014


Amarildo, hoje, no diário Gazeta(ES)

nov
27


O juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato.
Foto/ FÁBIO MOTTA (AE)

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No topo do caso Petrobras, que investiga o possível desvio organizado de mais de 9 bilhões de reais e está abalando as estruturas institucionais do Brasil, está um juiz federal de 42 anos: Sergio Moro, considerado um dos maiores especialistas em lavagem de dinheiro do país (senão o maior). No último dia 14, ao assinar uma ordem de prisão contra 21 dos membros mais ricos e poderosos do establishment empresarial, ele se tornou também uma das personalidades mais respeitadas e comentadas do país.

Nas ruas de Curitiba, onde o escritório de Moro centraliza as investigações da Operação Lava Jato, o magistrado já é uma figura popular. “Ele é um juiz com impulso, não se detém diante de nada”, afirma o diretor de uma importante emissora local que tenta dissimular seu entusiasmo. Outros jornalistas intervêm para elogiar seu “sentido de justiça”. A crescente reputação de Moro intimida até os advogados de defesa dos 13 empresários ainda presos. “Ele tem muito respaldo na Justiça Federal”, reconhece Pedro Henrique Xavier, advogado da importante construtora Galvão Engenharia SA. Na delegacia da Polícia Federal onde dividem a cela e prestam depoimentos os milionários detidos, os letrados reclamam diariamente porque seus clientes ainda não abandonaram a cadeia. No entanto, seus pedidos de habeas corpus (contra prisões arbitrárias) são sistematicamente negados por outros magistrados. “Ele é um juiz metódico e com muita iniciativa”, admite outro advogado durante um recesso.

Pouco se sabe sobre a vida privada de Sergio Moro que, apesar da sua juventude, é um dos três candidatos a ocupar o lugar deixado por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (a máxima autoridade judicial do país) este ano. Casado e com dois filhos, apaixonado por ciclismo, Moro nasceu na cidade paranaense de Maringá, onde estudou direito antes de completar a sua formação na Universidade de Harvard (EUA). Doutor em Direito, juiz desde 1996 e também professor universitário, Moro se especializou em crimes financeiros e cursou um mestrado prático no caso Banestado, um processo judicial desenvolvido entre 2003 e 2007, que levou à condenação de 97 pessoas pelo envio ilegais de divisas ao exterior de vários bancos brasileiros. Um dos condenados foi outro cidadão paranaense chamado Alberto Youssef, doleiro de profissão, transformado hoje um elo crucial no caso da Petrobras.

Existe unanimidade de que o caso Banestado foi o passo final na formação de um juiz “justiceiro”, na opinião de uma fonte policial, que também alcançou alguma reputação acadêmica: seu livro Crimes de Lavagem de Dinheiro (2011) é uma referência nacional na área. Moro colaborou inclusive com a juíza Rosa Weber na fase final do caso mensalão, na época o maior caso de corrupção da história moderna do Brasil. Por tudo isso, a Assembleia Legislativa do estado do Paraná prepara-se para conceder o título de Cidadão Ilustre ao juiz.

Adjetivos coletados em várias conversas informais com agentes, advogados e estudantes de Curitiba permitem ver um perfil de juiz teimoso, reservado, técnico, frio (embora educado), extremamente competente, razoavelmente distante dos olhares da imprensa e sem medo de enfrentar figurões. Apesar das críticas feitas pelos advogados dos empresários, atua com cautela: na semana passada, quando a Polícia Federal relacionou José Carlos Cosenzo, atual diretor de Abastecimento da Petrobras, com a corrupção, Moro exigiu provas. Horas mais tarde, a pedido do juiz, a polícia enviou uma nota oficial admitindo o “erro” da menção de Cosenzo, que foi amplamente distribuído pela Petrobras.

O expediente Lava Jato cresce à medida que mais acusados (nove, por enquanto) são adicionados ao esquema das delações premiadas, o que espalha o pânico entre empreiteiros, políticos, diretores da Petrobras e até mesmo banqueiros. O trabalho de Moro, de qualquer maneira, tem uma data de validade: o indiciamento provável de políticos (como reconhece abertamente um fiscal relacionado com o caso). É um segredo bem conhecido que a Polícia Federal está tentando atrasar a imputação de políticos (com foro privilegiado), pois implicaria a imediata transferência do caso para o Supremo Tribunal Federal, localizado em Brasília. “Moro vai seguir o rastro do dinheiro, não importa quem atingir”, insiste outro promotor que prefere o anonimato. “O resto não depende mais dele.”

Esta manobra levou a muitas críticas mais ou menos explícitas de opinólogos e advogados. Os ataques somam-se às censuras feitas por funcionários do PT durante a recente campanha eleitoral por supostos vazamentos com interesses eleitorais. O advogado Alberto Zacharias Toron da construtora UTC argumenta que Moro incorre em uma forma de “extorsão de confissões e delações […] Quem colabora é liberado. Quem não cooperar tem a prisão preventiva decretada”. Os escritórios de advocacia mais exclusivos do Brasil estão esperando que o juiz cometa um erro grave o suficiente para impedir ou alterar uma causa “que recai sobre a forma de atuação das elites brasileiras”, observa o analista Adriano Pires: “O sistemático de superfaturamento e subornos”.

Em seu já famoso mandado de prisão do último dia 14, o juiz se referia às declarações do presidente, Dilma Rousseff, e seu adversário do PSDB-MG, o senador Aécio Neves, que durante a disputa eleitoral defenderam a continuidade da investigação. Moro escreveu: “As chamadas provenientes de duas das principais autoridades políticas do país, localizadas em campos políticos opostos, confirmam a necessidade de resposta institucional imediata para interromper o ciclo delitivo descoberto pelas investigações criminais, tornando inevitável o remédio amargo, isto é, a prisão preventiva.” Para muitos um herói, para outros um “justiceiro” incômodo, ninguém dúvida já que o juiz Moro poderia mudar para sempre o futuro do Brasil a partir de um escritório em Curitiba.

Vi a realização maravilhosa de Truffaut em uma sessão de lançamento no Cine Liceu, na Salvador da segunda metade dos anos 60. A pele ainda arrepia ao lembrar do impacto revolucionário das imagens e da narrativa somadas à sua memorável trilha sonora.

Confira. Neste vídeo a partir do “The Fantasy Film World of Bernard Herrmann” album , com a National Philharmonic Orchestra,

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO ESTADÃO

Roldão Arruda

Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, ex-presidente fala sobre as perseguições que sofreu e compara o exílio a um “caviar amargo”. O ex-presidente Lula também deve ser ouvido

A Comissão Nacional da Verdade ouviu nesta quarta-feira, 26, Fernando Henrique Cardoso. Durante duas horas, o ex-presidente falou sobre o período da ditadura, a ordem de prisão que foi expedida contra ele logo após o golpe militar, seu afastamento da Universidade de São Paulo (USP) e a vida no exílio.

Fernando Henrique também recordou a volta ao Brasil, no período da distensão política e a prisão a que foi submetido, quando o levaram ao Departamento de Ordem Política e Social (Dops) para prestar depoimento. Ali, segundo suas declarações, chegou a ser encapuzado.

O ex-presidente falou ainda sobre sua atuação no Centro Brasileiro de Análise de Planejamento (Cebrap), que se tornou uma espécie de reduto de intelectuais que se opunham à ditadura. Lembrou as ações das quais participou para denunciar as torturas no Brasil e no exterior e sua atuação no movimento pela redemocratização do País.

Sobre o período no exílio, o ex-presidente disse: “O exílio é estranho. Estão ali te servindo caviar, mas é um caviar amargo. Isso é o exílio. Você vive o tempo todo na expectativa da volta.”

O depoimento foi gravado pela manhã na residência de Fernando Henrique, em São Paulo. Estavam presentes o advogado José Carlos Dias e o sociólogo Paulo Sérgio Pinheiro, integrantes da Comissão Nacional da Verdade. Também participou o advogado Luiz Francisco Carvalho Filho, que presidiu a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos durante o governo do ex-presidente tucano.

A Comissão Nacional pretende ouvir ainda o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Perseguido na ditadura por suas atividades sindicais, ele chegou a ficar preso na sede do Dops, em São Paulo.

Até ontem ainda não havia sido confirmada uma data para o depoimento de Lula. A previsão é de que ocorra ainda nesta semana.

O objetivo da comissão é incluir os dois depoimentos no capítulo do relatório final que trata dos perseguidos políticos. Também fará parte do capítulo um depoimento da presidente Dilma Rousseff.

No caso da presidente a comissão pretende reproduzir o longo relato que fez, no início da década passada, à Comissão da Anistia de Minas Gerais. Trata-se do mais longo e detalhado testemunho da presidente sobre sua prisão e torturas que sofreu. É ali que explica como os socos dos torturadores acabaram deformando sua arcada dentária.

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DEU NA VEJA ONLINE

A inédita e histórica Copa do Brasil conquistada pelo Atlético-MG na noite desta quarta-feira, ao bater o rival Cruzeiro por 1 a 0, no Mineirão, ficará marcada principalmente pela incrível deterninação da equipe alvinegra, que contou com diversos heróis ao longo da campanha. Antes de superar o eterno rival Cruzeiro na decisão, o time eliminou Palmeiras, Corinthians e Flamengo. Se diante da equipe palmeirense a classificação foi tranquila, nos três confrontos seguintes o time dirigido por Levir Culpi precisou ir até o limite de suas forças. Com muita técnica, velocidade e garra, o time se deixou contagiar pelo apoio de sua fanática torcida e conseguiu vitórias épicas. Nas viradas contra Corinthians e Flamengo, os atacantes Diego Tardelli e Luan se eternizaram como ídolos do clube pela entrega que demonstraram em campo. Artilheiro e símbolo da equipe no torneio, Luan esteve em todas as partes do campo nas partidas decisivas e ainda marcou gols fundamentais. O meia argentino Jesus Dátolo também foi fundamental nas últimas partidas da caminhada e parece finalmente ter se firmado no futebol brasileiro. Revelações de muito futuro e outros remanescentes da conquista da Libertadores também demonstraram seu valor e foram importantes na conquista de um dos títulos mais memoráveis da história do Atlético.

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