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Postado em 18-11-2014
Arquivado em (Artigos) por vitor em 18-11-2014 01:53


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Um troféu até hoje inalcançável

Nas oito disputas pela Prefeitura de Salvador desde o retorno da eleição direta, o PT só não participou de de 1992, quando apoiou a candidatura vitoriosa de Lídice da Mata.

Nas demais, apresentou, sem sucesso, Jorge Almeida (1985), Zezéu Ribeiro (1988), Nelson Pelegrino (1996, 2000, 2004 e 2012) e Walter Pinheiro (2008).

Nos anos mais recentes, com a chegada de Lula à presidência e de Wagner ao governo, a filosofia do partido foi trabalhar pelo fracasso das administrações municipais na tentativa de aparecer como a solução do problema.

Foi assim com o adversário Antonio Imbassahy, a partir do boicote à construção do metrô, e assim prosseguiu nos oito anos de João Henrique, que, veja-se, era um “aliado”.

Em sete anos de poder, Wagner praticamente nada fez pela cidade, só acordando para a realidade quando seu partido, em 2012, mais uma vez frustrou-se no objetivo de eleger o prefeito.

A vitória de ACM Neto, o fantasma da “volta do carlismo”, tirou o governador da sonolência, levando-a a uma ação intensiva que, se não tivesse ocorrido, levaria à desgraça o candidato à sua sucessão.

Como o eleitorado, em geral, esquece o passado e se lembra apenas do recente, o governador conseguiu equilibrar a balança, vencendo o pleito na capital por parcos dez mil votos.

A missão agora é arrebatar a cadeira em 2016, e para isso já se anuncia um trabalho incessante, através da Conder, sem falar na intervencionista Entidade Metropolitana, que Wagner criou na busca de restringir a gestão municipal.
DEU NO BLOG POR ESCRITO

Um troféu até hoje inalcançável

Luis Augusto Gomes
Nas oito disputas pela Prefeitura de Salvador desde o retorno da eleição direta, o PT só não participou de de 1992, quando apoiou a candidatura vitoriosa de Lídice da Mata.

Nas demais, apresentou, sem sucesso, Jorge Almeida (1985), Zezéu Ribeiro (1988), Nelson Pelegrino (1996, 2000, 2004 e 2012) e Walter Pinheiro (2008).

Nos anos mais recentes, com a chegada de Lula à presidência e de Wagner ao governo, a filosofia do partido foi trabalhar pelo fracasso das administrações municipais na tentativa de aparecer como a solução do problema.

Foi assim com o adversário Antonio Imbassahy, a partir do boicote à construção do metrô, e assim prosseguiu nos oito anos de João Henrique, que, veja-se, era um “aliado”.

Em sete anos de poder, Wagner praticamente nada fez pela cidade, só acordando para a realidade quando seu partido, em 2012, mais uma vez frustrou-se no objetivo de eleger o prefeito.

A vitória de ACM Neto, o fantasma da “volta do carlismo”, tirou o governador da sonolência, levando-a a uma ação intensiva que, se não tivesse ocorrido, levaria à desgraça o candidato à sua sucessão.

Como o eleitorado, em geral, esquece o passado e se lembra apenas do recente, o governador conseguiu equilibrar a balança, vencendo o pleito na capital por parcos dez mil votos.

A missão agora é arrebatar a cadeira em 2016, e para isso já se anuncia um trabalho incessante, através da Conder, sem falar na intervencionista Entidade Metropolitana, que Wagner criou na busca de restringir a gestão municipal.

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