DEU NO PORTAL IGl

Mais um investigado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, se entregou hoje (18) na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Fernando Antonio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, se apresentou esta tarde aos delegados que investigam o caso.

Fernando era considerando foragido pela Polícia Federal desde a última sexta-feira (14), quando as prisões foram determinadas pela Justiça Federal no Paraná. Durante as investigações, delatores do suposto esquema de corrupção na Petrobras afirmaram em depoimentos que Fernando Baiano cobrava propina em nome do PMDB. O partido nega as acusações e afirma que não tem ligações com o investigado.

Até o momento, dos 25 mandados de prisão emitidos pela Justiça Federal, somente um ainda não foi cumprido. Adarico Negromonte Filho continua foragido.

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Orlando Silva – CURARE – choro de Alberto de Castro Simões da Silva (Bororó).
Gravação de 1940.

Garimpagem e sugestão da jornalista e escritora Maria Aparecida Torneros, que edita no Rio de Janeiro o Blog da Mulher Necessária.

Som na caixa, maestro!
BOA TARDE

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O Jornal de Angola voltou hoje a criticar Portugal num editorial no qual afirma que «fazer carreira política» naquele país envolve «falar mal» do Presidente, José Eduardo dos Santos, dos políticos e dos empresários angolanos.

Num extenso editorial intitulado de “Atitude desleal”, e que já no final é explicado com alegadas referências na comunicação social portuguesa ao envolvimento de cidadãos angolanos no caso dos vistos “gold”, o jornal estatal recorda que os empresários nacionais «investiram milhares de milhões de euros em Portugal nos últimos seis anos».

«Primeiro, por causa dos afetos, depois pelos negócios. E o investimento em Angola tem uma vertente: ajudar um país irmão a debelar a crise e superar as dificuldades econômicas e financeiras em que está mergulhado. Noutro sentido, milhares de portugueses procuram também trabalho em Angola. Todos são bem-vindos, embora alguns se comportem como ocupantes», diz o editorial do JA.

Recorda que os angolanos «investiram em todos os setores da economia portuguesa», que os empresários portugueses «fizeram o mesmo em Angola» e que «ninguém se queixou do ambiente de negócios, das facilidades institucionais, das parcerias constituídas».

«Se alguma coisa corre mal, os problemas resolvem-se nas sedes próprias e nunca na comunicação social angolana», observa. Contudo, referindo-se diretamente a políticos – como João Soares e Francisco Louçã -, ou jornalistas – ao casal José Eduardo Moniz (apelidado de “consultor de telenovelas”) e Manuela Moura Guedes -, o Jornal de Angola aborda o peso das críticas portuguesas.

«A situação é de tal forma anômala que até fica a ideia de que quem quiser fazer carreira política em Portugal tem que falar mal do Presidente de Angola, dos políticos angolanos que fazem parte do partido [MPLA] que venceu as eleições com maioria qualificada, dos nossos empresários, mesmo dos que investem elevadas somas para ajudar Portugal a sair da crise», acrescenta.

nov
18
Posted on 18-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-11-2014


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Jarbas, hoje, no Diário de Pernambuco

nov
18
Posted on 18-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-11-2014


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Um troféu até hoje inalcançável

Nas oito disputas pela Prefeitura de Salvador desde o retorno da eleição direta, o PT só não participou de de 1992, quando apoiou a candidatura vitoriosa de Lídice da Mata.

Nas demais, apresentou, sem sucesso, Jorge Almeida (1985), Zezéu Ribeiro (1988), Nelson Pelegrino (1996, 2000, 2004 e 2012) e Walter Pinheiro (2008).

Nos anos mais recentes, com a chegada de Lula à presidência e de Wagner ao governo, a filosofia do partido foi trabalhar pelo fracasso das administrações municipais na tentativa de aparecer como a solução do problema.

Foi assim com o adversário Antonio Imbassahy, a partir do boicote à construção do metrô, e assim prosseguiu nos oito anos de João Henrique, que, veja-se, era um “aliado”.

Em sete anos de poder, Wagner praticamente nada fez pela cidade, só acordando para a realidade quando seu partido, em 2012, mais uma vez frustrou-se no objetivo de eleger o prefeito.

A vitória de ACM Neto, o fantasma da “volta do carlismo”, tirou o governador da sonolência, levando-a a uma ação intensiva que, se não tivesse ocorrido, levaria à desgraça o candidato à sua sucessão.

Como o eleitorado, em geral, esquece o passado e se lembra apenas do recente, o governador conseguiu equilibrar a balança, vencendo o pleito na capital por parcos dez mil votos.

A missão agora é arrebatar a cadeira em 2016, e para isso já se anuncia um trabalho incessante, através da Conder, sem falar na intervencionista Entidade Metropolitana, que Wagner criou na busca de restringir a gestão municipal.
DEU NO BLOG POR ESCRITO

Um troféu até hoje inalcançável

Luis Augusto Gomes
Nas oito disputas pela Prefeitura de Salvador desde o retorno da eleição direta, o PT só não participou de de 1992, quando apoiou a candidatura vitoriosa de Lídice da Mata.

Nas demais, apresentou, sem sucesso, Jorge Almeida (1985), Zezéu Ribeiro (1988), Nelson Pelegrino (1996, 2000, 2004 e 2012) e Walter Pinheiro (2008).

Nos anos mais recentes, com a chegada de Lula à presidência e de Wagner ao governo, a filosofia do partido foi trabalhar pelo fracasso das administrações municipais na tentativa de aparecer como a solução do problema.

Foi assim com o adversário Antonio Imbassahy, a partir do boicote à construção do metrô, e assim prosseguiu nos oito anos de João Henrique, que, veja-se, era um “aliado”.

Em sete anos de poder, Wagner praticamente nada fez pela cidade, só acordando para a realidade quando seu partido, em 2012, mais uma vez frustrou-se no objetivo de eleger o prefeito.

A vitória de ACM Neto, o fantasma da “volta do carlismo”, tirou o governador da sonolência, levando-a a uma ação intensiva que, se não tivesse ocorrido, levaria à desgraça o candidato à sua sucessão.

Como o eleitorado, em geral, esquece o passado e se lembra apenas do recente, o governador conseguiu equilibrar a balança, vencendo o pleito na capital por parcos dez mil votos.

A missão agora é arrebatar a cadeira em 2016, e para isso já se anuncia um trabalho incessante, através da Conder, sem falar na intervencionista Entidade Metropolitana, que Wagner criou na busca de restringir a gestão municipal.


BOM DIA!!!


Graça Foster ao lado do diretor financeiro Almir Barbassa durante a coletiva de imprensa no Rio de Janeiro nesta segunda-feira. / SERGIO MORAES (REUTERS)
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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Em um momento “penoso e muito doloroso” para a companhia, a diretoria da Petrobras apresentou nesta tarde os resultados operacionais do terceiro trimestre da empresa estatal e anunciou a “urgente” criação de uma Diretoria de Governança que “melhore os filtros existentes” e previna futuros escândalos. A petrolífera está sendo atualmente investigada pela Polícia Federal pelo suposto desvio de três bilhões de dólares em uma rede de subornos, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de partidos políticos que envolve dezenas de grandes empresas fornecedoras. A empresa justificou a decisão de adiar a publicação de seu balanço trimestral não auditado, tomada na semana passada, diante do impacto das confissões feitas à Justiça no dia 8 de outubro por seu ex-diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, e o doleiro e especialista em lavagem de dinheiro Alberto Youssef, ambos presos.

Os máximos responsáveis da maior empresa do Brasil e da América Latina, cujas ações voltaram a cair mais 0,5% nesta segunda-feira depois da prisão de duas dezenas de diretores de grandes empresas na última sexta-feira em uma nova fase da Operação Lava Jato, afirmaram sua plena colaboração com a polícia e os órgãos de controle do país “pelo bem da Petrobras e do Brasil” e afirmaram que excluirão de futuras licitações as empreiteiras e empresas de engenharia com participação comprovada em subornos (como aconteceu há poucas semanas com a empresa holandesa SBM Offshore). “Estamos correndo contra o tempo”, declarou a presidenta da empresa, Graça Foster, “para fazer desse momento tão difícil uma empresa melhor”, alinhada com as declarações feitas no fim de semana na Austrália pela presidenta (e ex-presidenta do Conselho de Administração da Petrobras) Dilma Rousseff, que afirmou que o escândalo “poderia mudar o país para sempre”.

A Petrobras divulgou nesta segunda-feira a sua produção de outubro, atingindo o recorde histórico de quase 2,13 milhões de barris diários, mas admitiu que a sua produção neste ano deve ficar apenas entre 5,5% e 6% acima do resultado de 2013 – ou seja, abaixo da meta de expansão para 2014, que é de 6,5% a 8,5%.

Pressionada por jornalistas sobre por que a Petrobras não rompe relações com as empresas brasileiras investigadas pela polícia – ou seja, por que não adota o mesmo rigor com que lidou com a holandesa SBM, excluída de futuras licitações até que seja revelado o nome dos funcionários subornados –, Foster se limitou a admitir que desconhece os processos “com exatidão”. José Formigli, diretor de Produção e Exploração da companhia, prometeu que todas as empresas comprovadamente responsáveis por irregularidades receberão o mesmo tratamento. “Nossas relações futuras vão depender das investigações”, afirmou. Foster disse que o Governo brasileiro continua valorizando a política do “Compre Nacional” (que obriga à contratação majoritária de empresas e pessoal brasileiro em seus projetos), instaurada por Dilma Rousseff na época em que foi ministra da Energia, em 2003, e que está na origem da trama de corrupção investigada.
mais informações

“Temos o privilégio de ter recebido muitos prêmios técnicos, mas também queremos que nossos processos sejam respeitados. Isso é extremamente importante neste momento”, salientou Foster. “Temos resultados operacionais excepcionais, não somos uma empresa imobilizada”, declarou a presidenta da Petrobras, que assumiu esse cargo em 2012 e disse só ter sido informada sobre as suspeitas de corrupção quando a Operação Lava Jato teve início, em março deste ano.

Com relação ao adiamento na publicação do balanço trimestral (que não recebeu o aval da consultoria PwC), o diretor financeiro da empresa, Almir Barbassa, esclareceu que, se novas revelações derivadas da investigação policial indicarem a necessidade de alterar novamente a data para a divulgação (agora marcada para 12 de dezembro), a Petrobras não teria problema em “se ajustar”. Mas ele rejeitou os rumores de que o atraso estaria ligado a uma impossibilidade temporária de acessar a mercados de dívida, e que isso estaria afetando o funcionamento da maior empresa brasileira. “Trabalhamos com altos níveis de caixa […] Podemos operar durante seis meses ou mais sem acessar novas dívidas”. Barbassa enfatizou que a empresa não publicará balanços “incompletos”, e disse que hipotéticas revelações futuras como parte da Operação Lava Jato poderiam resultar em novos atrasos.

nov
18
Posted on 18-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-11-2014

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Sharon Tate e Polanski

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA
A futura mulher do assassino norte-americano afirmou à Associated Press, citada pela BBC, que deverá casar com Charles Manson no próximo mês.

Afton Elaine Burton tinha 17 anos quando se mudou para Corcoran, no estado norte-americano da Califórnia, de forma a ficar o mais próxima possível do estabelecimento prisional onde se encontra Charles Manson, preso desde 1969, época em que assassinou sete pessoas, uma delas, Sharon Tate, então mulher do cineasta Roman Polanski, encontrava-se grávida.

Há vários anos que a mulher Afton Elaine Burton, hoje com 26 anos, visita o assassino norte-americano, sendo que agora o casal poderá contrair matrimónio, uma vez que a licença de casamento lhes foi concedida, tendo um prazo de validade de 90 dias,informa a agência Associated Press, citada pela BBC. Burton contou ainda à AP que se deverá casar com Charles Manson no próximo mês, ainda que não se saiba ainda qual o dia. A futura mulher do assassino afirmou ainda: “Eu amo-o”.

Há dois anos Manson tentou que lhe fosse concedida liberdade condicional, pela 12.ª vez, mas o pedido foi-lhe negado e agora só poderá voltar a tentar em 2027, refere a edição online da BBC.

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