Luis Augusto Gomes

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DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

“Nada como ser Silva na vida…”

Se ele fosse Adarico da Silva, não teria tudo isso”, afirma o conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Mário Negromonte, a respeito da decretação de prisão temporária, ainda não cumprida, para seu irmão Adarico Negromonte Filho, acusado de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef no esquema de corrupção da Petrobras.

É uma tese interessante. Principalmente porque o oposto parece lógico: se ele próprio – o ex-deputado e ex-ministro – não fosse um Negromonte, jamais teria chegado ao cargo atual de conselheiro do TCM, votado pela Assembleia Legislativa e nomeado pelo governador do Estado.

Regozigem-se, portanto, os Silvas, pois tal sobrenome vale um salvo-conduto, uma anistia prévia, uma fluidez vaselínica que lhes permitirá escorregar e esgueirar-se solertes e imperceptíveis pelos meandros da máquina pública, dela desviando, sem risco, dólares, euros e reais.

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