nov
16


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DEU NO PORTAL IG

Um avião da Angola Airlines (TAAG) que seguiria viagem para Luanda, capital de Angola, fez um pouso forçado no Recife (Pernambuco) depois de um problema em um dos motores. Um informe da Infraero dava conta de que houve relato de chamas, ao que o piloto acionou o extintor de incêndio e isolou o tanque de combustível.
Reprodução/TV Globo
Avião fez pouso forçado no Recife e segue viagem nesta segunda-feira

A aeronave, um Boeing modelo 777-300 saiu de São Paulo neste sábado com 199 passageiros e oito tripulantes e passou este domingo sob reparos técnico em solo. Os passageiros, que foram alojados em hotéis da capital pernambucana, devem seguir viagem nesta segunda-feira (17)


Kakay:em defesa das empreiteiras

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DEU NO U0L/FOLHA

MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO

O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse neste domingo (16) que se a Operação Lava Jato conseguir que as empreiteiras sejam declaradas inidôneas e proibidas de participar de obras públicas, haverá um grande prejuízo para a infraestrutura.

“Dentro da normalidade, você teria de declarar essas empresas inidôneas. Se elas forem declaradas inidôneas, você para o país”.

Ele elogiou a atitude do juiz federal Sergio Moro de decretar a indisponibilidade de R$ 720 milhões de executivos na última sexta-feira (14), mas ter se negado a tomar a mesma medida com os recursos das empresas.

Kakay é conhecido por defender políticos como o senador José Sarney (PMDB-PA), o senador Zezé Perrela (PDT-MG), uns “40 governadores e ex-governadores”, como costuma citar, e celebridades do porte do Roberto Carlos e da atriz Carolina Dieckmann.
Gabo Morales – 11.dez.2012/Folhapress
O advogado mineiro Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay
O advogado mineiro Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay

O criminalista contou que foi ele quem recomendou a Sérgio Cunha Mendes, vice-presidente e herdeiro da Mendes Junior, a se entregar neste sábado (15) em seu próprio jatinho em Curitiba (PR), após ter sua prisão decretada por suspeita de pagar propina para obter contratos na Petrobras. A frase que Kakay diz ter dito ao empreiteiro foi: “Você vai ser criticado por dois dias, mas não vai ser algemado”.

O advogado brincou que preferia ficar em silêncio quando foi questionado como o PT poderia se livrar do escândalo da Petrobras. Mas afirmou acreditar que as investigações não atinjam a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. “Impeachment é história de perdedor. Dilma não está envolvida nisso.”

Kakay foi entrevistado no Festival Literário da Piauí, em São Paulo, pela repórter Daniela Pinheiro.

REFORMA NA MARRA

O advogado criticou a forma como o Ministério Público Federal que atua na Lava Jato obteve o acordo de delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. “A delação do jeito que está sendo feita não tem nenhuma previsão legal. É um absurdo”. Segundo ele, os procuradores usurparam o papel do juiz ao proporem que Costa seria solto se contasse tudo que soubesse. “O Ministério Público agiu como juiz”.

O advogado diz que, se forem verdadeiros os números de parlamentares que receberam propina –um contingente de mais de 60 deputados e senadores–, a Operação Lava Jato vai provocar uma reforma política. “Vai ser feita na marra. Vai paralisar o país.”

Kakay criticou os depoimentos dos réus da Lava Jato durante o período eleitoral –o doleiro Alberto Youssef citou que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma sabiam do esquema de desvios na Petrobras. “O Moro é brilhante e não acho que ele seja politizado. Mas acho um absurdo que os réus tenham sido ouvidos na época das eleições”.

Ele atuou na defesa do doleiro no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no Supremo. Youssef teve de desistir de um pedido de habeas corpus que ele tinha ingressado no STJ quando optou por fazer o acordo de delação premiada.

O advogado, que defendeu o publicitário Duda Mendonça no mensalão, criticou a transmissão das sessões e a cobertura que a mídia deu ao julgamento. Duda foi inocentado, mas é tratado nas ruas como se tivesse sido condenado, ainda segundo ele.

Kakay atacou, particularmente, o ex-ministro Joaquim Barbosa: “É uma pessoa inculta, que nunca trabalhou na vida. Esse cidadão virou um herói nacional na mídia.”

nov
16

Uma melodia imortal na voz de Mathis.Confira.
BOM DIA!!!
(Gilson Nogueira)


Passaporte usado por Pizzolato, de seu irmão, Celso. / Interpol

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Henrique Pizzolato estava fadado a ter o mesmo destino de Kátia Rabello, Cristiano Paz e Jacinto Lamas: entrar para a história como coadjuvante entre os condenados por participar do esquema do mensalão. Mas o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil não estava disposto a aceitar a pena de 12 anos e sete meses de prisão que lhe foi imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no maior julgamento de que se tem notícia no país, e viraria protagonista do caso como o único dos 25 condenados a tentar fugir da polícia. Os cinematográficos detalhes dessa fuga (e dos outros planos do mensaleiro para escapar) estão em Pizzolato – Não existe plano infalível (Leya), escrito pela jornalista Fernanda Odilla.

O livro em que se transformou a vida de Pizzolato conta como o funcionário de carreira que galgou postos no Banco do Brasil por meio do ativismo sindical tomou a identidade do falecido irmão Celso para, com documentos forjados, deixar o país rumo à Itália — com escalas na Argentina e na Espanha — antes que o STF pudesse expedir sua ordem de prisão. Determinado a escapar de qualquer forma do constrangimento que ele e Andrea Haas, a mulher que lhe acompanha desde os tempos de faculdade, teriam de passar durante os anos de cadeia, o militante político que chegou a se candidatar a prefeito de Toledo e até a governador em Santa Catarina pelo PT, no fim dos anos 1980, estava disposto a tudo, inclusive forjar a própria morte.

Concebido pelo melhor amigo e grande defensor de Pizzolato, o também funcionário do Banco do Brasil Alexandre Cesar Costa Teixeira, mais conhecido como Terremoto, o plano de fingir que o condenado pelo mensalão havia morrido chegou a ser posto em prática, com a confecção de um testamento que estabelecia, entre outras coisas, que o corpo do falecido não deveria ser velado, nem sua morte divulgada, “pois [o autor] não deseja que pessoas fiquem tristes e enlutadas”. A ideia, que seria classificada como louca pelo próprio Terremoto anos depois, não vingou, assim como outras sugestões de amigos de Pizzolato, entre elas pedir asilo a países vizinhos alinhados com o governo brasileiro, como Venezuela e Bolívia. O jeito seria fugir do Brasil, numa estratégia que começou a ser arquitetada seis anos antes, em 2007, quando o STF aceitou a denúncia do Ministério Público sobre o mensalão.

Acusado de desviar dinheiro do Fundo Visanet para a agência DNA, do empresário Marcos Valério, e sem conseguir explicar à polícia e aos parlamentares de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) o recebimento de 326.660,67 reais em sua cobertura em Copacabana, Pizzolato começou a expedir documentos em nome do irmão Celso, falecido em um acidente de carro em 1978, aos 24 anos. O ‘ressuscitado’ Celso chegou a votar nas eleições de 2008, em um dos testes de Henrique para a identidade com a qual conseguiria, anos depois, deixar o país pela Argentina, com a ajuda de Terremoto, que o conduziu de carro até a fronteira.

Pizzolato deu início à fuga no dia 11 de setembro de 2013, e seria preso pelos carabinieri em Maranello, na Itália, quase cinco meses depois, em 5 de fevereiro de 2014, na casa de um sobrinho que trabalha para a Ferrari, após uma série de desencontros entre as forças de segurança brasileira e italiana — provavelmente motivados pela negativa do Estado brasileiro de extraditar o terrorista ou militante, a depender do matiz ideológico, Cesare Battisti, em 2010. Segundo a autora do livro, o caso Pizzolato acabou resolvido nas 24 horas seguintes a uma reunião entre as polícias dos dois países, na qual todos enfim perceberam que o tal Celso Pizzolato, que já vinha sendo monitorado desde que se instalara na pacata Porto Venere com a mulher e um chamativo Fiat Punto vermelho emplacado na Espanha, era na verdade o fugitivo procurado pela Interpol.

Para contar essa história, escrita de forma leve e de fácil leitura, Fernanda Odilla recupera a vida do fugitivo desde a infância na pequena Concórdia, em Santa Catarina, onde seu avô Vittorio Pizzolato, um ex-combatente italiano da Primeira Guerra Mundial ferido em combate e condecorado, se instalou na década de 1930 em busca de trabalho. Sem pretender transformar o personagem do livro “em herói ou vilão”, a autora diz que tentou ser justa com o ex-diretor do Banco do Brasil, que hoje, após ver o processo de extradição solicitado pelo Brasil ser negado pela Justiça italiana, desfruta de relativa liberdade, apesar de ter somado alguns crimes desde sua condenação pelo mensalão. Processado na Itália por falsidade ideológica e investigado no Brasil, junto com a mulher, por remessa ilegal de divisas para o exterior e lavagem de dinheiro, o homem mais procurado do verão brasileiro de 2013/2014 seguirá livre enquanto e lentidão da Justiça permitir. Até uma nova condenação, sua única restrição é fazer justamente o que pretendia quando fugiu do Brasil em busca de um novo julgamento: Pizzolato não pode deixar o território italiano.

nov
16


“Ato de pura maldade”, diz Obama sobre morte de Peter

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EUA confirmam decapitação de refém norte-americano do Estado Islâmico

PÚBLICO

DEU NO PÚBLICO, DE LEIBOA

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou este domingo a morte do refém norte-americano Peter Kassig, 26 anos, decapitado pelo grupo que se auto-intitula Estado Islâmico. Foi um “ato de pura maldade”, disse Obama, no regresso da Austrália, onde participou da reunião do G20.

“Hoje, oferecemos as nossas preces e as nossas condolências aos pais e à família de Abdul Rahman Kassig, também conhecido pelo nome Peter”, referiu Obama, num comunicado publicado a partir do avião presidencial Air Force One.

O Presidente disse que Kassig – ex-soldado que lutou na Guerra do Iraque e retornou à região numa missão médica humanitária, tendo sido sequestrado em 2013 – foi morto “num ato de pura maldade por um grupo terrorista que o mundo corretamente associa com a desumanidade”.

“Enquanto o grupo Estado Islâmico mata inocentes, incluindo muçulmanos, semeia a morte e a destruição, Adbul Rahman era um ativista humanitário que trabalhava para salvar as vidas dos sírios feridos e despojados pelo conflito na Síria”, acresenta o comunicado.

O grupo Estado Islâmico (EI) divulgou neste domingo um vídeo nos sites jihadistas, em que comunica a decapitação de Peter Kassig. Segundo o jornal britânico The Guardian, o vídeo mostra um homem de cara tapada, em pé, ao lado de uma cabeça decepada, dizendo que decapitou Peter Kassig.

Com sotaque britânico, o homem mascarado diz: “Peter, que lutou contra os muçulmanos no Iraque, servindo como soldado sob o Exército americano, não tem muito a dizer. Os seus companheiros de cela anteriores já falaram em seu nome.”

É a quinta vítima ocidental do Estado Islâmico desde Agosto.

O vídeo da decapitação de mais um norte-americano surge no mesmo dia em que o presidente dos EUA, Barack Obama, considerou que uma eventual aliança com o governo sírio iria enfraquecer a luta da coligação internacional contra o Estado Islâmico.

“Na nossa opinião, fazer uma causa comum [com o presidente sírio Bashar al-Assad] contra o ISIL iria enfraquecer a coligação”, declarou Obama numa conferência de imprensa no final da cimeira do G20, que decorreu durante o fim-de-semana em Brisbane, Austrália.

Para o governante, “Assad perdeu a legitimidade aos olhos da maior parte do seu país”. Os EUA lideram uma coligação internacional, composta por países árabes e europeus, para combater o Estado Islâmico, que controla já uma grande área de território no Norte do Iraque e no Leste da Síria.


Fernando Soares, o “Baiano”:fugitivo
Foto:portal Metro1 (BA)
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DEU NO G1

Por Cleide Carvalho
ENVIADA ESPECIAL A CURITIBA

CURITIBA — A Polícia Federal (PF) ainda busca dois dos 25 investigados na sétima fase da Operação Lava Jato. São eles: Fernando Soares, lobista conhecido como Baiano supostamente ligado ao PMDB, e Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP-BA). Ambos são considerados foragidos e estão com a prisão preventiva decretada. A PF informou que está providenciando a inclusão do nome de Baiano na lista de procurados da Interpol (Políci Internacional).

Os 23 que já estão presos na Operação Lava Jato foram levados às 10 horas deste domingo para fazer exames de corpo de delito. Eles saíram às 10 horas da PF de Curitiba, capital paranaense, em um comboio rumo ao Instituto Médico Legal (IML). Por volta do meio-dia, retornaram à Superintendência da PF, onde dividem três celas. Outros depoimentos devem ocorrer hoje.

Pelo menos dois executivos podem ter dado depoimento no sábado. Carlos Eduardo Strauch Albero e Newton Prado Junior, ambos diretores da Engevix, tiveram a oitiva agendada após terem conversado com seus advogados, na tarde de ontem. Os dois cumprem prisão temporária e permanecem na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Os advogados argumentaram em habeas corpus apresentado ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, que não viam motivo para que fossem mantidos presos, uma vez que seus clientes já iriam prestar depoimento no sábado mesmo e também os mandados de busca e apreensão haviam sido cumpridos. Porém, a desembargadora Maria de Fátima Freitas Labarrère, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que já indeferiu habeas corpus de 11 dos 23 executivos presos nesta fase da Operação Lava Jato, considerou que não há comprovação de que a colheita de provas nas empresas tenha se encerrado com os mandados de busca, apreensão e prisão realizados na última sexta-feira.

“Tomando-se os valores milionários ou bilionários destes contratos, os danos sofridos pela empresa estatal, cujo acionista majoritário é a União Federal e, em última análise, o povo brasileiro, atingem milhões ou até mesmo bilhões de reais. Os depósitos identificados nas contas controladas por Alberto Youssef, eles mesmo vultosos, na casa de milhões de reais, representam uma fração de um esquema, segundo os criminosos colaboradores, muito maior”, afirmou a desembargadora. “Grande parte do esquema criminoso permanece ainda encoberto, sem que se tenha certeza de que todos os responsáveis serão identificados e todo o dinheiro desviado recuperado”, completou.

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Contrastes

Letra: Ismael Silva

Voz: Jards Macalé

Existe muita tristeza
Na rua da alegria
Existe muita desordem
Na rua da harmonia

Analisando essa estória
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo
Mais eu encontro palhaço

Cada vez mais me embaraço
Analisando essa estória
Existe muito fracasso
Dcntro do largo da Glória

Analisando essa estória
Cada vez mais me embaraço
Quanto mais longe do circo
Mais eu encontro palhaço

BOA TARDE!!!

DEU NO UOL/FOLHA

A presidente Dilma Rousseff disse neste domingo, 16, que o escândalo da Petrobras “mudará para sempre a relação entre a sociedade brasileira, o Estado brasileiro e a empresa privada”.

Mudará “o Brasil para sempre”, completou a presidente, porque “vai acabar com a impunidade”.

As declarações foram feitas pouco antes do almoço de trabalho que encerrou a cúpula do G20, na cidade australiana de Brisbane.

Dilma tratou, durante todo o tempo em que falou do escândalo da Petrobras, de tirar de seu colo os efeitos do caso.

Voltou a usar um bordão repetido à exaustão durante a campanha eleitoral: não se trata do primeiro escândalo da história do Brasil, mas “do primeiro escândalo da nossa história que é investigado”.

Por isso mesmo, jogará a “luz do sol sobre todos os processos de corrupção”.

Mas a presidente tomou o cuidado de evitar condenar seja a empresa estatal sejam as empresas privadas cujos presidentes foram presos.

“Não se pode condenar as empresas. Temos que condenar as pessoas, dos dois lados, dos corruptos e dos corruptores”, afirmou.

Acrescentou: “Não significa que todos os atos da Petrobras sejam corrupção”.

Depois de alertar que a investigação está em curso e, portanto, não se pode falar ainda em culpados, mas em investigados, Dilma afirmou que é preciso “tipificar a culpa” de cada um, sob pena de permitir a impunidade: “Não há culpa genérica”.

Completou: “Não se pode sair por aí já condenando A, B, C ou D”.

A presidente insistiu em diferenciar a empresa Petrobras dos eventuais delitos cometidos por seus diretores e fez questão de lembrar que também no setor privado ocorrem casos de corrupção.

Citou, como exemplo, a Enron norte-americana, envolvida em um grande escândalo há alguns anos.

Mesmo assim, não deixou de admitir que “a questão da Petrobras é uma questão simbólica para o Brasil. É a primeira investigação efetiva sobre corrupção no Brasil que envolve segmentos privados e públicos. A primeira. E que vai a fundo”.

Voltou, então, à tese usada na campanha de que é possível “listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram investigados”.

Para ela, “talvez esses escândalos que não foram investigados sejam responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras”.

Mas não elaborou o porquê dessa sua suposição.

A presidente fugiu de uma pergunta sobre se aceita que tem responsabilidade política pelos fatos que estão vindo a público.

Também recusou a hipótese de investigar outros delitos em outras áreas do governo.

“Não vou sair por aí procurando delitos”.

Acrescentou: “Não dá para demonizar todas as empreiteiras desse país. São grandes empresas e, se A, B, C ou D praticaram malfeitos, pagarão por isso. Agora, isso não significa que a gente vai colocar um carimbo na empresa”.

Insistiu em que serão indivíduos a serem julgados, “não a empresa X ou Z, a não ser que ela seja 100% indiciada, o que não é o caso”.

Por fim, Dilma respondeu com um duplo não a uma pergunta sobre a possível influência da investigação na escolha de ministros, na hipótese de que algum cogitado pudesse estar envolvido e sobre a possibilidade de perder apoio no Congresso por causa do escândalo.

Explicou, então, que a “questão da Petrobras tem um certo tempo, nada disso é estranho para nós”.

Só não se sabia, disse, “as pessoas concretas” [envolvidas no escândalo]. “Mas a investigação, nós sabíamos dela”, completou.

Por isso, é razoável supor que as cogitações presidenciais para compor o futuro ministério já levaram em conta os desdobramentos do episódio Petrobras.

A propósito, Dilma informou que não foram 15 apenas os ministros que pediram demissão. Foram todos.

“É um gesto elegante dos ministros”, porque os cargos estão sempre à disposição do presidente de turno, no caso da presidente.

Dilma também tratou com naturalidade as manifestações a favor de seu impeachment e até as que pedem a volta dos militares.

“O Brasil tem uma situação democrática consolidada e, por isso, faz parte da nossa história tolerar as manifestações, mesmo as mais extremadas”.

Para ela, o país processa normalmente “mesmo as propostas mais intolerantes”.

É óbvio, no entanto, que ela não concorda nem com uma nem com outra proposta.

nov
16
Posted on 16-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-11-2014


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Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

Charles Trenet, Orquestra: direção A.Lasry – – Seul…depuis toujours (Letra e música de Charles Trenet), Columbia 1945

BOM DIA!!!< (Vitor Hugo Soares) /strong>

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