DEU NO PÚBLICO, DE LISBOA

Em 40% dos processos de divórcio na Itália, o aplicatico para troca de mensagens WhatsApp foi apresentada como prova de que um dos componentes do casal era infiel. Segundo um estudo de uma associação de advogados, o aplicativo é uma das muitas ferramentas de tecnologia que facilitam atualmente a infidelidade.

O estudo da Associação de Advogados Matrimoniais italiana é citado pelo jornal The Times, que falou com o presidente do organismo, Gian Ettore Gassani. Ao diário, o advogado afirmou que as “redes sociais levaram ao aumento da traição em Itália, ao torná-la mais fácil, primeiro através de texto, depois do Facebook e agora da WhatsApp, que está a ser largamente usada e encorajou o regresso do amante latino”.

O estudo concluiu, segundo Gassani, que através da aplicação e mensagens os infiéis conseguem manter vários relacionamentos extraconjugais ao mesmo tempo. “Os amantes podem agora trocar imagens atrevidas de si próprios e temos assistido a adúlteros que usam o serviço para manter três ou quatro relações – é como dinamite.”

A WhatsApp, que conta atualmente com cerca de 600 milhões de usuários, foi adquirida em Fevereiro pelo Facebook. Na Itália, 81% dos usuários de iPhones usam todos os meses o aplicativo. Na semana passada, a WhatsApp passou a informar os seus usuários quando as suas mensagens são lidas, através de uma notificação em azul, o que torna mais difícil alegar que não se viu uma mensagem comprometedora.

Para o advogado italiano, a melhor forma de os parceiros adúlteros se verem excluídos de situações embaraçosas é deixar o celular no silêncio. “A minha mensagem para o adúltero é ‘seja prudente’, uma vez que se torna mais fácil a traição, a WhatsApp também torna mais fácil ser apanhado”, considerou ao The Times.


Roberto:advogado e professor, preso depois do acidente

DEU NO CORREIO DA BAHIA

O advogado e professor universitário Direito Penal, Roberto João Starteri Sampaio Filho, 38 anos, suspeito de provocar o acidente que resultou na morte de uma pessoa e deixou outra gravemente ferida, no Itaigara, na madrugada de sábado, já responde a processo na Justiça por outro acidente de trânsito.

Segundo o delegado Nilton Tormes, titular da 16ª Delegacia (Pituba), Roberto João se envolveu em um acidente de trânsito no município de Palmeiras, na Chapada Diamantina, que deixou três pessoas feridas.

“Na época, foi divulgado que ele estava alcoolizado. Ainda estamos investigando isso. Ele se negou a fazer o teste do bafômetro, como aconteceu agora”, afirmou o delegado.

No sábado, o advogado bateu a picape que dirigia, uma Nissan Frontier preta, contra o carro do publicitário Daniel Paschoaliq Prata, 28, um Hyundai Sonata prata.

O jovem morreu na hora. O acidente aconteceu na Avenida ACM, por volta das 4h, perto do Parque da Cidade. No Hyundai estava também a médica Luciana Lacetti, 35. Ela sofreu diversos traumas e está em estado grave no Hospital São Rafael.

Versões

Segundo parentes de Daniel, Roberto João estava bebendo quando o acidente aconteceu. Ontem, o CORREIO revelou que o advogado foi expulso de uma boate no Rio Vermelho, momentos antes do acidente no Itaigara. Familiares de Roberto João, no entanto, apontam Daniel como responsável pela colisão. A vítima teria invadido o sinal vermelho.

“Ele (Roberto João) podia estar morto se não estivesse com o cinto de segurança. O cara também estava bebendo. Ele sai imprudentemente e cruza na frente do carro”, disse um familiar, que preferiu o anonimato.

A fonte disse desconhecer que o advogado já esteja respondendo a processo por outro acidente de trânsito. Segundo o delegado Nilton Tormes, a polícia ainda não sabe quais dos dois envolvidos teria provocado a batida.

De acordo com ele, câmeras da prefeitura e da Secretaria da Segurança Pública (SSP) registraram o momento da colisão, mas as imagens ainda estão sendo analisadas.

“Não vi as imagens ainda, mas elas já foram solicitadas. Precisamos verificar quem dos dois invadiu o sinal, em que velocidade os carros estavam”. O delegado pretende ouvir amigos dos envolvidos e testemunhas do acidente.

Prisão

Roberto João está detido desde o dia do acidente, na sede da Polinter, nos Barris. Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça, ele deve permanecer preso até que o inquérito seja finalizado.

O delegado tem prazo de dez dias para concluir a investigação. Os advogados de Roberto João entraram com pedido de fiança, mas o pedido foi negado pela juíza Carla Ceará. De acordo com a assessoria, a magistrada tomou a decisão “para garantir a ordem pública e salvaguardar o meio social”.


Prata, 28 anos, publicitário morto no acidente

Segundo a delegada da Central de Flagrantes, Dalva Cardoso, que registrou a ocorrência, o advogado fez exame médico legal, mas se recusou a receber atendimento no hospital, após o acidente. “Ele foi levado ao HGE, como a outra vítima, mas se recusou a ser medicado. Os exames de corpo de delito apontaram escoriações, nada grave”, disse.

Ainda segundo ela, o advogado também se negou a fazer o teste do bafômetro. Parentes dele justificaram que, segundo a lei, a vítima não é obrigada a produzir prova contra si. “Ele estava desnorteado pela pancada, foi muito violento”, completou outro familiar.

O advogado e professor universitário Roberto João Starteri Sampaio Filho, 38 anos, envolvido no acidente que matou o publicitário Daniel Paschoaliq Prata, 28, no sábado, é um dos docentes mais respeitados e queridos da Faculdade 2 de Julho, no Garcia, onde trabalha há três anos, segundo alunos da instituição.

“Ele é uma pessoa íntegra e muito inteligente. É muito disputado. Como só dá aula aqui uma vez por semana, a turma dele sempre é cheia”, contou a acadêmica de Direito Talita Santos, 23. Roberto João é professor de Processo Penal e Prática Penal e também leciona na Unyahna, em Patamares, e é dono de um escritório de advocacia.

O professor é casado e tem dois filhos, um adolescente de 17 anos e uma menina de 7. “Tínhamos solicitado à faculdade que ele continuasse como professor da turma no próximo semestre. O pessoal está muito abalado. Estamos em oração”, afirmou a estudante de Direito Crislane Ferreira, 22.

“Queria ser estagiária dele, porque gosto de Penal. Ele não é uma pessoa ruim. Pelo contrário, é respeitado aqui”, afirmou outra aluna e admiradora Emily Santos, 21. Segundo as fontes, alguns professores e estudantes visitaram Roberto João na sede da Polinter, nos Barris, onde ele está preso desde sábado.

“É uma pessoa muito dedicada, responsável e querido de seus alunos. Estive com ele na prisão mais cedo. Roberto João está muito abatido. Não só pela situação, mas pela morte”, disse o coordenador do curso de Direito da 2 de Julho, Paulo Mascarenhas.

“Está muito abalado. O carro dele capotou e Roberto João sofreu algumas lesões. Poderia ter morrido”, afirmou o advogado do professor universitário, Sérgio Habib. Segundo ele, Roberto João nega que tenha avançado o sinal e que estivesse embriagado. “O semáforo estava aberto para ele. Estamos atrás de filmagens que provem isso. Também não há provas de que ele estivesse bêbado”, afirmou Habib.

Segundo a polícia, o professor se recusou a fazer o teste do bafômetro. O advogado de defesa, no entanto, nega e afirma que os policiais relataram a embriaguez do professor apenas com base na aparência. “Ele tem praticamente 30 anos de carteira e nunca teve Um acidente”, afirmou Habib.

Questionado sobre o envolvimento de Roberto João em outra colisão no trânsito, no município de Palmeiras, em 2001, Habib rebateu a versão da polícia de que três pessoas teriam ficado feridas.

“Bateram no carro dele, mas não teve vítimas. Ele é réu primário”. O advogado disse ainda que vai pedir a revogação da prisão do professor.


Luciana Tavares:médica em coma no hospital
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A médica Luciana Tavares Lucetti, 35 anos, que ficou ferida após a colisão na Avenida Antonio Carlos Magalhães, na madrugada de sábado, permanece internada em estado grave no Hospital São Rafael, em Salvador.

Por meio de nota, a unidade informou que Luciana deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no domingo. “A paciente sofreu múltiplos traumas e foi submetida a procedimentos cirúrgicos”, diz a nota.

Ainda segundo a assessoria do hospital, Luciana está em coma, com sinais vitais estáveis e respira com a ajuda de aparelhos. No sábado, ela deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) com traumatismo crânio-encefálico e uma fratura na bacia.

A vítima estava como carona em um Hyundai Sonata prata que era dirigido pelo publicitário Daniel Prata, morto no acidente. A médica Luciana Tavares Lucetti, 35 anos, que ficou ferida após a colisão na Avenida Antonio Carlos Magalhães, na madrugada de sábado, permanece internada em estado grave no Hospital São Rafael, em Salvador.

Por meio de nota, a unidade informou que Luciana deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), no domingo. “A paciente sofreu múltiplos traumas e foi submetida a procedimentos cirúrgicos”, diz a nota. Ainda segundo a assessoria do hospital, Luciana está em coma, com sinais vitais estáveis e respira com a ajuda de aparelhos.

No sábado, ela deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) com traumatismo crânio-encefálico e uma fratura na bacia. A vítima estava como carona em um Hyundai Sonata prata que era dirigido pelo publicitário Daniel Prata, morto no acidente.

nov
11
Posted on 11-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-11-2014


Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

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DEU EM O GLOBO

SÃO PAULO – O cantor Roberto Carlos não é mais garoto propaganda da Friboi, marca de cortes finos de carnes do grupo JBS. O contrato com Roberto Carlos tinha validade para dois anos e se estenderia até o final de 2015. Mas foi rompido unilateralmente pela JBS, sob a alegação de que o “Rei” não emplacara como vendedor da marca junto aos consumidores.

A decisão da JBS de encerrar antecipadamente a parceria acabou levando os advogados do cantor à Justiça. Eles exigiam o cumprimento das cláusulas contratuais, que previam uma multa em caso de ruptura por uma das partes. De acordo com fonte próxima ao processo, o contrato previa o pagamento de pouco mais de R$ 40 milhões para Roberto Carlos ser o garoto propaganda da Friboi por dois anos.

Como o acordo foi interrompido no início, a JBS, que tomou a iniciativa, teria de pagar cerca de R$ 7,2 milhões pelas contas dos advogados do cantor. A JBS, por seu lado, alegava que a multa era menor e estaria disposta a pagar R$ 3,1 milhões. A JBS chegou a apresentar como garantia um imóvel em Cubatão, que foi rejeitado pelos advogados do músico.

A disputa chegou ao fim na semana passada, quando a JBS e os representantes do cantor chegaram a um acordo que prevê o pagamento de um valor intermediário aos que vinham exigindo. O processo, que ainda corre na 38ª Vara Cível de São Paulo, segue agora os trâmites da Justiça mas deve ser encerrado nos próximos dias.

Além de estrelar anúncios da marca na TV, Roberto Carlos divulgava a Friboi também em seus shows pelo país. Porém, ele estrelou um único anúncio da Friboi, que foi ao ar em rede nacional de televisão em fevereiro. No anúncio, o “Rei” aparecia dizendo que depois de 40 anos tinha deixado de ser vegetariano e voltara a comer carne. A trilha sonora da peça publicitária incluía ainda na trilha sonora a música “O Portão”.

BOM DIA!!!

nov
11
Posted on 11-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-11-2014


Ao lado de De Blasio, Bratton exibe saco demonstrativo com orégano. / S. P. (AFP)

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS ( EDIÇÃO DO BRASIL)

A polícia de Nova York não vai mais prender quem for encontrado com até 25 gramas de maconha e se limitará a entregar uma intimação judicial. Caberá ao juiz impor uma multa ou a sanção que considerar oportuna, conforme anunciou na segunda-feira o prefeito Bill de Blasio, em uma mudança radical da política contra o pequeno delito aplicada durante anos pelos conservadores Rudolph Giuliani e Michael Bloomberg. O objetivo do novo prefeito democrata é cumprir uma das promessas de campanha e diminuir os efeitos indesejados do stop and frisk (a polícia pode parar e fichar uma pessoa simplesmente por sua aparência), alvo de numerosas queixas das organizações de direitos civis, segundo as quais essa abordagem estigmatiza as minorias afro-americana e latina.

Até agora, as pessoas flagradas com uma pequena quantidade de maconha em Nova York eram detidas, algemadas e levadas à delegacia de polícia, onde eram fotografadas e deixavam suas impressões digitais. Depois de algumas horas, eram liberadas com uma intimação judicial para dali seis ou oito semanas. A partir de agora, o detido poderá seguir seu caminho e comparecer perante o juiz em um prazo determinado. Caso a pessoa seja flagrada fumando em público ou sem identificação, a detenção será mantida. O prefeito considerou “crucial” que os jovens levem sempre um documento de identidade.
mais informações

Nos doze anos de mandato de Bloomberg, a polícia prendeu a 50.000 pessoas por ano por porte de pequenas quantidades de maconha (uma em cada oito detenções). Em 2013, a cifra caiu para 28.000. Este ano a quantidade baixou para 24.000. Negros e latinos respondem por 86% das detenções, a maioria jovens sem antecedentes criminais, segundo um estudo do Queens College para o Marijuana Arrest Research Project.

O procurador do Brooklyn, Kenneth P. Thompson, que aplicou em seu distrito a política de não perseguir os portadores de pequenas quantidades da droga, considera, entretanto, que a nova diretriz deve ser esclarecida para evitar efeitos indesejados. O primeiro desses efeitos seria o processo judicial não cumprir todas as garantias. De acordo com o procurador, a simples intimação, sem detenção, pode levar a procuradoria a não revisar o caso previamente. Isso poderia fazer com que muitas pessoas passem por um procedimento sem motivo suficiente. Thompson recordou que, desde julho, seu departamento arquivou 34% dos mais de 2.500 casos de posse de pequenas quantidades de maconha.

Outro possível efeito negativo é o não comparecimento ao tribunal, o que implica em ordem de detenção. Na atualidade há 1,2 milhão de ordens de detenção ativas em Nova York de pessoas que não se apresentaram a uma intimação judicial ou não pagaram a multa por um delito menor. Só em 2013, um quarto dos 329.000 casos julgados nos tribunais por assuntos menores ficaram à espera do comparecimento do intimado, ou do pagamento da multa.

A reforma anunciada em Nova York chega em um momento em que quatro estados (Alaska, Colorado, Washington e Oregon), além do Distrito de Columbia, autorizaram o uso recreativo da maconha. O tema atinge em cheio um dos pilares da abordagem policial seguida há duas décadas por governos republicanos em Nova York: a teoria das vidraças quebradas, que diz que se uma vidraça quebrada não for consertada, em pouco tempo as outras vidraças aparecerão quebradas. Quer dizer, que a intolerância com os delitos menores é a base de uma convivência segura.

Para os críticos, a teoria das vidraças quebradas é um produto neoconservador, que apoia os excessos policiais e as prisões em larga escala por delitos de pouca relevância. Das quase 400.000 prisões por ano em Nova York, 80% são por delitos menores. Metade dessas detenções acontece em bairros de maioria negra ou latina.

A redução do número de detenções por pequenas quantidades de cannabis é um velho debate em Nova York. Em 1977, o Senado estadual e a Assembleia descriminalizaram o tema, contanto que a droga não estivesse à vista ou sendo consumida. Quer dizer, andar com um pacotinho de maconha no bolso não era considerado crime. Entretanto, desde meados dos anos 90 a polícia deteve pessoas e as acusou de delito de forma rotineira simplesmente por encontrar droga em seus bolsos. Em 2011, o chefe de polícia Raymond W. Kelly publicou uma ordem recordando aos policiais que a acusação de delito não era a apropriada em muitos casos.


Bimotor caiu perto da divisa Bahia-Minas

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DEU NO CORREIO DA BAHIA’

Da Redação

O avião bimotor que caiu em Bandeira, Minas Gerais, próximo à divisa com a Bahia, saiu do aeroporto de Salvador, segundo a assessoria da Aeronáutica. Duas pessoas, entre elas o piloto, morreram na queda, que aconteceu na tarde desta segunda-feira (10). A aeronave seguia para Belo Horizonte, capital mineira.

Segundo o 44º Batalhão da Polícia Militar, em Minas Gerais, dois corpos foram resgatados. Um deles é do piloto Lucas Henrique Félix Lima, 21 anos. O outro ainda não foi identificado. O plano de voo da aeronave indicava que havia 3 pessoas viajando nela, mas a terceira ainda não foi localizada. Equipes continuam fazendo buscas no local, que é de difícil acesso.

Uma equipe do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III) foi enviada ao local da queda para começar as investigações sobre o que causou o acidente. Choveu bastante na região nesta segunda, o que pode ter contribuído para a queda do bimotor.

Testemunhas chegaram a afirmar que o avião caiu por volta das 15h30, mas a Aeronáutica informou que recebeu um sinal de emergência do piloto por volta das 13h. Desde então, equipes fazem buscas para localizar o bimotor e as vítimas.

A Força Aérea Brasileira também está apurando o que aconteceu, segundo a assessoria de imprensa.

Os corpos das vítimas foram encaminhados ao Instituto Médico Legal de Almenara, em Minas

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