nov
06

DEU NO PORTAL METRO1

A esposa do atacante do Bahia Potita foi atingida por uma bala perdida na tarde desta quinta-feira (6), quando passava pela região da avenida Luís Viana Filho, a Paralela. Um assalto ocorria na agência do banco Santander do Alphaville, próxima ao Shopping Paralela.

Dois homens em uma moto abordaram uma cliente que ia fazer um depósito. Os suspeitos roubaram o dinheiro da vítima e trocavam tiros com seguranças da agência, quando uma bala perdida atingiu a perna da esposa do jogador. Ela foi socorrida por uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhada para um hospital da cidade.

Potita foi avisado do ocorrido durante o treinamento na tarde desta quinta-feira, no Fazendão, e foi liberado para acompanhar a mulher.


BOA TARDE!!!


Zeca, de muletas, pede orações.Imagem:Facebook

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

O cantor Zeca Pagodinho gravou um vídeo para explicar o cancelamento de um show que faria na cidade de Macaé, no Rio de Janeiro. Ele passará por cirurgia na coluna na próxima segunda-feira (10, no Rio, e por conta disso não poderá fazer a apresentação.

“Alô rapaziada de Macaé, dessa vez não vai dar. É uma pena porque tenho tantos amigos aí e gosto tanto de ir praí, mas é uma viagem longa e eu to com um problema muito sério de coluna. Eu vou operar ou no fim desta semana ou no início da outra, e por isso tenho que ficar no repouso, a base de remédios, enfim, não quero chegar aí diferente de como eu chego, com alegria, com saúde, então, dessa vez não vai dar, me desculpem. Não que eu não queira ir, eu vivo disso e vivo pra isso… só que dessa vez não vai dar. Mas assim que eu melhorar eu chego aí em Macaé e cantar aquele samba. Muito obrigado e conto com a oração de vocês. Beijão, valeu”, disse Zeca Pagodinho em seu vídeo postado no Facebook.

Uma série de exames diagnosticou que Zeca tem estenose de canal D9-D11 por caleificação do ligamento amarelo com compressão medular. Ele começou a sentir dores na região há mais de um mês e procurou um médico, que recomendou a cirurgia ao sambista.

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DEU NO FACEBOOK

José Umberto Dias com Aldri Anunciação e Analu Tavares

R E V O A D A, melhor filme baiano do ano “Panorama Coisa de Cinema 2014”

REVOADA recebeu ontem à noite (5) o “Troféu André Setaro” do X Panorama Internacional Coisa de Cinema 2014, Prêmio APC-Ba (Associação de Produtores de Cinema da Bahia).

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Os que pensam e fazem o Bahia em Pauta batem palmas de pé pela merecida conquista do crítico e documentarista José Humberto e sua equipe. Lá no alto, André Setaro deve estar muito contente, batendo palmas também.

Com admiração

(Vitor Hugo Soares, pelo BP)

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O guitarrista cigano Manitas de Plata, morreu aos 93 anos, na noite de terça-feira para quarta-feira. A notícia foi revelada esta manhã pela família.

Quando o ouviu tocar, Pablo Picasso não resistiu a exclamar que era mais valioso do que ele.

Quando nasceu na roulote da família, no sul de França, ninguém diria que o pequeno cigano, filho de um vendedor de cavalos, se tornaria num dos maiores virtuosos da guitarra e do flamenco.

Baptizado como Ricardo Baliardo, foi o tio que o incentivou a tocar guitarra, aos 9 anos, sem que soubesse ler uma única nota de música. Aliás, não sabia ler nem escrever, quando começou a tocar em cafés na Côte d’Azur, onde foi ouvido por Jean Cocteau, Salvador Dali ou Pablo Picasso. Passou então a ser conhecido como Manitas de Plata, mãos de prata em espanhol, mas diz quem sabe, que as mãos eram de ouro e os dedos de fada.

Recomendado a produtores nos Estados Unidos, Manitas de Plata acabou por triunfar no Carnegie Hall, em Nova Iorque. partir daí, nunca mais parou. É o artista que vendeu mais discos em França, tem mais de 80 álbuns e vendeu 93 milhões de cópias em todo o mundo. Mas os lucros serviam para alimentar uma vasta prole.
Cristina Lai Men

nov
06
Posted on 06-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-11-2014


Samuca, hoje, no Diário de Pernambuco

nov
06


Aécio no Senado:mensagem dura ao PT e ao governo

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

“Enxerguem em cada gesto dos parlamentares da oposição a voz estridente de mais de 51 milhões de brasileiros que não aguentam mais ver o Brasil capturado por um partido e por um projeto de poder”, disse, em seu primeiro discurso no Congresso Nacional após a derrota na corrida eleitoral deste ano, o senador Aécio Neves (PSDB), dando o tom da oposição ao segundo mandato do Governo Dilma Rousseff. Falando como líder informal da oposição para um plenário lotado, Neves repetiu o discurso que vem fazendo desde a campanha: destacou que seu projeto representa o desejo de mudança e lamentou o fato de que “a mentira foi a principal arma dos nossos adversários”.

Mencionando a recente alta de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros e dizendo que o Governo Dilma “escondeu o rombo [nas contas públicas] enquanto pôde”, o senador tucano disse que “a presidente já está fazendo aquilo que disse que não faria”. “Para a presidente, elevar juros era retirar comida dos mais pobres. Se isso é verdade, foi o que ela fez logo que ganhou”, acrescentou. Criticando a demora do Governo para fazer os ajustes econômicos necessários, Neves disse que “a conta a ser paga aumenta exatamente para aqueles que menos têm”. “Me orgulho de ter feito a campanha da verdade. Quem falou a verdade foi taxado de pessimista, de ser contra o Brasil. Só não conseguiram esconder os escândalos de corrupção porque os delatores resolveram falar a verdade”, disse, cobrando a investigação dos escândalos na Petrobras.

Durante seu discurso, Neves citou o finado governador de Pernambuco Eduardo Campos e a ex-senadora Marina Silva, também candidatos da oposição na última eleição, além de colegas de partidos da base do governo que estiveram ao seu lado durante a campanha. Muitos deles fizeram apartes em apoio ao senador tucano, mas a manifestação de apoio de Magno Malta (PR), também da base do governo e antigo defensor do Governo Dilma, foi a mais clara ao expor o quadro adverso que a presidenta deve enfrentar dentro de sua própria base no Congresso no segundo mandato. Condenando as decisões econômicas do Governo Dilma, Malta viu um benefício em Neves não ter sido eleito presidente: “Quem vai ter que pagar essa conta [de dificuldade econômica] é quem fez strip tease moral em praça pública”.

Ao fazer referência ao primeiro discurso da presidenta Dilma Rousseff após o anúncio de sua reeleição, Aécio Neves disse que “agora, os que foram intolerantes durante 12 anos falam em diálogo”, acrescentando que está disposto a dialogar, desde que isso esteja condicionado à apresentação de propostas a à investigação de denúncias de corrupção. “O desejo da maioria dos brasileiros foi de que nos mantivéssemos na oposição. E faremos uma oposição incansável, inquebrantável e intransigente na defesa dos interesses dos brasileiros”, prometeu, mencionando a necessidade de que propostas como a dos conselhos populares, apresentada por meio de decreto pelo Governo federal, seja discutida no Congresso Nacional antes de virar projeto.

Ao finalizar o discurso, Neves reforçou o pedido que fez a Dilma no primeiro telefonema que lhe deu após saber da própria derrota, com uma ressalva: “É preciso unir o país, mas, para isso, preciso dizer a verdade”. Segundo ele, “o grande desafio do Brasil do nosso tempo é ser uma nação que garanta direitos do cidadão”, e, para o tucano, a oposição deve perseguir isso respeitando três compromissos fundamentais: liberdade, transparência e democracia. No campo prático, o senador se comprometeu com a defesa da liberdade de imprensa e da autonomia dos poderes, e foi mais direto ainda ao falar sobre os programas sociais do governo: “É nosso compromisso transformar o Bolsa Família em política de Estado, para o país não ser mais vítima de chantagem eleitoral”.


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DEU NA VEJA ONLINE

A presidente Dilma Rousseff ficou dez dias sem discursar até voltar a usar a palavra em público, nesta quarta-feira. E os velhos problemas dela com a oratória reapareceram. Em um encontro com representantes do PSD, ela saudou o ausente Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina. “Quero cumprimentar também o governador de Santa Catarina… embora ele não tenha chegado”. Depois, se enrolou ao saudar o vice-governador da Bahia, Otto Alencar: “Quero cumprimentar (…) o senador eleito Otto Alencar, agora ex-vice-governador da Bahia. Ainda não é ex, mas será”. Já no encerramento do discurso, a trapalhada final: chamou o PSD de “PSDB”. “Finalmente, eu quero dizer o seguinte: para mim, o PSDB… o PSD, aliás. Desculpa. Vocês podiam ter ficado sem essa, né? Eu também. Mas vocês vejam só, a vida é dura. Pelo menos, pelo amor de Deus, eu não falei isso na campanha

J’aivais Rêvé d’Une Autre Vie

J’avais rêvé d’une autre vie
Mais la vie a tué mes rêves
Comme on étouffe les derniers cris
D’un animal que l’on achève

J’avais rêvé d’un coeur si grand
Que le mien puisse y trouver place
Mais mon premier prince charmant
Fut l’assassin de mon enfance

J’ai payé de toutes mes larmes
La rançon d’un petit bonheur
À une société qui désarme
La victime, et pas le voleur

J’avais rêvé d’un seul amour
Durant jusqu’à la fin du monde
Dont on ne fait jamais le tour
Aussi vrai que la terre est ronde

J’avais rêvé d’une autre vie
Mais la vie a tué mes rêves
À peine commencée, elle finit
Comme un court printemps qui s’achève

La nuit, la nuit, je sombre en mon corps
Et je m’abandonne à des sinistres corps à corps
La nuit, la nuit, pour deux pièces d’or
Quand ils font jaillir en moi leur pitoyable effort
Ils ne savent pas qu’ils font l’amour avec la mort !
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BOM DIA!!!

nov
06

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Pela primeira vez em dez anos o número de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza aumentou, passando de 10,08 milhões em 2012, para 10,45 milhões no ano passado. Os dados, que se chocam com o discurso de redução da miséria vendido pelo PT ao longo de toda a campanha eleitoral, foram disponibilizados no site do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no dia 30 de outubro praticamente na surdina, uma vez que o Instituto não realizou nenhuma divulgação das informações.

Desde 2003, essa é a primeira vez que a quantidade de miseráveis deixa de cair. O Ipea considera em condição miserável as pessoas que não têm renda suficiente para uma cesta básica de alimentos, que varia de preço de acordo com a região pesquisada. De 67,24 reais em Belém do Pará, a 124,96 reais em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, segundo o cálculo do instituto.
mais informações

Para o presidente do instituto Data Popular, Renato Meirelles, além da questão econômica, os dados impõem um novo desafio ao Governo: encontrar os excluídos do Bolsa Família. “Existe uma questão econômica, que gera um impacto na miséria, mas o conjunto de políticas públicas precisa chegar onde não está chegando”, diz. Para ele, é fundamental que os programas sociais consigam atingir uma maior capilaridade. “O sistema de proteção social do Brasil é um dos melhores do mundo e poderia fazer com que não existissem nem essas 10 milhões de pessoas na miséria. Portanto, esse indivíduo [que está abaixo da miséria] tem que ser assistido pelos programas”.

Se não houver a ampliação dessa rede de assistência, corre-se o risco de que no ano que vem esse quadro de crescimento se repita, explica Meirelles. “Que os governantes aprendam com o resultado das urnas: é necessário radicalizar no desenvolvimento da economia e nos programas de distribuição de renda, que, de fato, fizeram o país avançar nas últimas décadas”, afirma.

Ainda que o número de miseráveis tenha registrado um leve aumento, a população pobre, que tem duas vezes a renda familiar dos considerados miseráveis, segue diminuindo. Passou de 30,3 milhões em 2012 para 26,6 milhões no ano passado. Há dez anos, esse número era mais que o dobro: 60,1 milhões.

Os números foram destacados nesta quarta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo. Isso depois de o Ipea se ver envolvido num episódio complicado durante a campanha eleitoral. Em meados de outubro, Herton Araújo, titular da diretoria de Estudos e Políticas Sociais a instituição, pediu demissão por não concordar com a decisão da cúpula do Instituto de impedir a publicação desse estudo que mostrou a evolução do número de miseráveis no país. A exposição desses números poderia ser uma importante munição para a oposição, que perdeu por uma margem muito pequena de votos. Procurada, a assessoria de imprensa do Instituto afirmou, por meio de nota, que não havia “ninguém disponível para falar sobre o assunto” e que “nenhuma atualização da base [de dados] é acompanhada de divulgação à imprensa”.

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