Metrô fora dos trilhos (sem explicações). Reprodução

DEU NO PORTAL METRO1

Dois vagões do metrô de Salvador saíram do trilho no final da manhã desta terça-feira (4) entre as estações do Retiro e do Acesso Norte. O trem estava em operação, e tinha passageiros, no momento do acidente. A assessoria do Grupo CCR, concessionária que administra o transporte, confirmou o ocorrido, mas ainda não sabe como aconteceu.


No You Tube: Arranjo de Luiz Eça para a composição de Egberto Gismonti “O sonho”.
Primeiramente gravada no álbum “Brazil 70” (1970) de Luiz Eça. Aparece também em seu álbum “Antologia do piano” de 1976, produzido por Roberto Menescal e Ugo Marotta.

Curta e deixe a tarde de novembro correr.Livremente.

(Gilson Nogueira)

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DEU NO BLOG DE FAUSTO MACEDO/ESTADÃO

Redação

Por Julia Affonso

Uma agente de trânsito do Detran do Rio de Janeiro foi condenada pela Justiça a indenizar um juiz em R$ 5 mil, por danos morais. Em fevereiro de 2011, a servidora trabalhava na Operação Lei Seca no Leblon, zona sul do Rio, quando parou o magistrado em uma blitz.

Para a Justiça fluminense, a agente agiu com abuso de poder ao abordar o juiz, que estava sem a carteira de motorista e conduzia um carro sem placas e sem documentos. Na sentença, o desembargador responsável pelo caso afirma que a servidora ofendeu o juiz, “mesmo ciente da relevância da função pública por ele desempenhada”. Ela teria dito que ele era “juiz, mas não Deus”.
Operação Lei Seca. Foto: Marcos de Paula/AE

Operação Lei Seca. Foto: Marcos de Paula/AE

A servidora diz, na ação, que diante das irregularidades alertou o juiz da proibição de continuar com o carro e da necessidade de apreensão do veículo. Ela alegou que irritado, o magistrado se identificou como juiz e lhe deu voz de prisão, determinando que ela fosse conduzida à delegacia mais próxima.

“Dessa maneira, em defesa da própria função pública que desempenha, nada mais restou ao magistrado, a não ser determinar a prisão da recorrente, que desafiou a própria magistratura e tudo o que ela representa”, diz a sentença. “Além disso, o fato de recorrido se identificar como Juiz de Direito não caracteriza a chamada “carteirada”, conforme alega a apelante.”

No processo, o juiz parado na blitz afirma que estava voltando do plantão judiciário noturno. Ele nega ter ofendido a agente.

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DICA DE CINEMA DO BAHIA EM PAUTA

A programação do Cinematerna, dedicada às mães de recém nascidos e acompanhantes, e gestantes, está de volta a Salvador. Hoje, terça-feira(4), às 14h,será exibido o filme “Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso” (Dublado), na Sala 08 – Cinépolis Bela Vista – Rua dos Rodoviários, no bairro Cabula

A sessão, gratuita para mães com bebês até 18 meses e um acompanhante adulto, faz parte da Semana do Bebê, evento promovido pelo Município de Salvador, em parceria com UNICEF e apoio do Ministério Público da Bahia e da Universidade Federal da Bahia, que ocorrerá entre os dias 03 a 08 de novembro, e tem como objetivo promover uma mobilização social em favor da primeira infância. O cinema amigável, segundo os organizadores e promotores, oferece às mães a oportunidade de retorno ao convívio social, na companhia de outras mães com bebês.

A sessão CineMaterna é para o entretenimento das mães em ambiente amigável para os bebês, com som e ar condicionado suaves, sala levemente iluminada e estacionamento de carrinhos de bebês. Mães voluntárias recepcionam o público e há trocadores dentro da sala de cinema com fraldas, pomada antiassaduras e lenços umedecidos.

“Propiciar entretenimento às mães com bebês com dificuldade de acesso à cultura é uma grande conquista. Queremos oferecer um respiro nesta fase tão delicada da vida da mulher e estimular o vínculo entre mães e bebês”, afirma Irene Nagashima, co-idealizadora do CineMaterna.

“Esta é a primeira parceria com o Município de Salvador e esperamos que a ação se repita nos próximos anos”, enfatiza Taís Viana, co-idealizadora do CineMaterna.

A sessão social fortalece a iniciativa, que já está presente em Salvador e outras 33 cidades do país. Para conhecer, conferir as sessões e se cadastrar para a escolha dos filmes, acesse: www.cinematerna.org.br.

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE PORTUGAL.

A elite da Marinha norte-americana está indignada com a intenção do “atirador” – assim é conhecido até hoje o militar que matou Bin Laden – de revelar a sua identidade num documentário que a Fox News vai transmitir nos próximos dias 11 e 12 de novembro.

O canal norte-americano anunciou na semana passada que irá emitir um especial, em dois episódios, que “mostrará a descrição dos últimos momentos” de Bin Laden, “bem como o que aconteceu quando ele deu o último suspiro”, referiu em comunicado. Para isso, contará com a preciosa colaboração do comando das forças especiais da Marinha dos EUA que disparou sobre o líder terrorista em maio de 2011 em Abbottabad, no Paquistão.

Em março do ano passado, o “atirador” já tinha dado uma entrevista à revista Esquire onde relatou, na primeira pessoa mas sem revelar a identidade, a missão que levou à captura de Bin Laden. Segundo a Fox News, irá agora partilhar sem sigilos a “história da sua formação para se tornar um membro da força de combate de elite dos Estados Unidos e explicará o seu envolvimento na Operação Lança de Neptuno” que terminou com a morte do líder da Al-Qaeda.

Perante este anúncio, o líder dos Navy Seals já veio a público lembrar o veterano de que tem um dever de confidencialidade. E o próprio Pentágono não se compromete com qualquer informação adiantada pelo documentário da Fox News, referindo que não confirma que o protagonista seja efetivamente o homem que disparou sobre Bin Laden.

Numa carta a que a AFP teve acesso, dirigida aos militares, o contra-almirante Brian Losey, chefe do comando das operações especiais da Marinha, denuncia aqueles que “procuram a fama” ao revelar informação sensível sobre as missões secretas dos Navy Seals. Losey faz uma severa advertência aos que violam a tradição de discrição da Marinha americana publicando memórias ou falando aos meios de comunicação social.

nov
04
Posted on 04-11-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-11-2014


Duke, hoje, no jornal O Tempo (MG)

nov
04


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CRÔNICA
Um médico à moda antiga

Maria Aparecida Torneros

O doutor já passou dos sessenta mas está inteirão e atlético. Chego bem dolorida e curvadinha. Tenho sessenta e muitos.  Ele é  minha esperança  no auge dessa crise crônica.  Na verdade  a Consulta médica dá  origem a esta  crônica  quase poética.
Em minutos,  trocamos impressões  de viagem  e geração.  Ele tenta me animar mas receita injeção  e outros medicamentos.  Manda também  fazer sessões  de reeducação postural global e voltar em uma semana.  Vai prescrever o uso de um colete.  Faço  beicinho. Ele percebe.  Conto que fui anteontem ao terapeuta porque penso em ir para uma casa de repouso no ano que vem.  Ele pega carinhosamente na minha mão  e escreve o nome de um hotel fazenda em seguida.

Diz que fica em São  Lourenço.  Saio de lá  imaginando  a picada que marco para amanhã.

Mas,  curiosamente,  em casa,  busco na Internet  o tal Ramon hotel fazenda.
Encontro sua bela dica com imagens  e programação.
Fica em mim aquela leve sensação  de bem-estar  de algum dia chegar a esse lugar de descanso e paz.

Mas,  sozinha,  e de colete?  Ora,  doutor. Agradeço  seu gesto de médico  raro porque mostrou-se humano  e  piedoso, mas  neste momento,  de verdade,  ficar quietinha  no meu canto,  é  o que me encanta.

Deixo passar as horas,   enviesada,  e sigo,  meu respeitoso  senhor.  Pronta  estou para tratar das dores e más  posturas.  Os fardos que pesaram sobre minhas costas deixaram marcas  mas também  me tornaram esta heroina  solitária.

Grata por sua atenção  e seu cuidado.  Vou sim,  seguir o tratamento  e até  adiar a tal decisão  da casa de repouso.  Porém  a ida ao Ramon  ponho no limbo do sonho.
Muita estrada e muita volta.  Muito chão  e muito não.  Melhor  cancelar a ilusão  e me ajeitar assim com cada limitação feminina   ou masculina pouco importa.  Falta hormônio  e falta fôlego.  Também  não  sinto força  para encarar  montanhas e serras.  Mesmo assim valeu sua intenção  de me elevar a moral e aprumar meu esqueleto curvado.  Obrigada novamente.

Pelo menos achei um médico  à  moda antiga que me viu além  da dor e me desejou sorrisos.  Se foi coisa de Deus nem sei.  Em sexta-feira  de Bruxas  um novo amigo é  tão  bom. Mesmo que eu não  vá passear no hotel  fazenda Ramon.

Cida Torneros é jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro. É editora do Blog da Cidade, onde o texto foi originalmente publicado.

BOM DIA!!!


DEU NO PORTAL DE NOTÍCIAS IG


Pela primeira vez, o Aeroporto Internacional do Recife foi eleito o melhor do Brasil, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (31) pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).

Com nota de 4,24 – de 5 -, o aeroporto superou o de Curitiba, agora com 4,19 e em terceiro lugar. Em segundo está o de Brasília, com nota de 4,20.

O Aerporto de Cumbica (Guarulhos/SP), em compensação, ficou na última colocação pela segunda vez, com nota de 3,46.

Segundo a administração do local (GUR Airport), uma série de obras está em andamento, transformando o aeroporto mais movimentado do País em um canteiro de obras desde que a administradora assumiu a função, em fevereiro do ano passado.

Segurança nos aeroportos: Roubo milionário em Cumbica revela esquema frágil

Trata-se da 7ª pesquisa trimestral da SAC, que entrevistou 16,7 miil passageiros entre julho e setembro nos 15 maiores aeroportos brasileiros.

Reprodução

Confira o ranking completo

De 47 indicadores de desempenho avaliados nos 15 aeroportos, 42 tiveram melhoria no terceiro trimestre de 2014 em comparação ao mesmo período do ano passado; estacionamento, disponibilidade de meio-fio, transporte público, valor dos produtos comerciais e qualidade das salas VIP foram os itens que tiveram maior variação positiva de avaliação.

O quesito com correlação mais forte com a satisfação geral do passageiro, a limpeza geral do aeroporto, teve melhora de 2% em relação a 2013. Dois indicadores não tiveram mudança (disponibilidade e limpeza dos banheiros), e três tiveram piora: qualidade da internet (queda de 1%), custo do estacionamento e tempo de fila na imigração (queda de 4% em ambos).

Segundo Paulo Henrique Possas, diretor de Gestão Aeroportuária da SAC, o bom desempenho na percepção do usuário reflete a entrega de obras de infraestrutura para a Copa do Mundo. “As instalações físicas desses aeroportos melhoraram muito, e isso tem um impacto direto sobre o grau de conforto, que pesa muito na avaliação do passageiro”, afirmou Possas.

Um exemplo disso são as notas altas recebidas pelo Aeroporto Internacional Governador Aluizio Alves, em São Gonçalo do Amarante (RN). Inaugurado em maio deste ano, o primeiro aeroporto concedido à iniciativa privada no País teve a melhor avaliação dentre todos os aeroportos em 12 itens, entre eles conforto na sala de embarque, disponibilidade de tomadas e qualidade da internet.


Obama:apelo aos jovens no fim de campanha

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DEU NO EL PAIS

O presidente Barack Obama insistiu aos eleitores tradicionais do Partido Democrata para que se mobilizem e evitem uma vitória esmagadora dos republicanos nas eleições de terça-feira nos Estados Unidos. “Votem, votem, votem”, disse Obama a 5.000 pessoas reunidas no domingo no ginásio de basquete da Universidade Temple, em Filadélfia (Pensilvânia).

Enquanto nas eleições presidenciais a participação ronda os 60%, nas chamadas midterms – as eleições intermediárias – ela é inferior a 40%.

A obamamania anda distante: Obama é impopular, e seus correligionários preferem se manter afastados dele

“Na Ucrânia, acabam de fazer uma eleição e a participação foi de 60%”, disse o presidente. “Não há desculpa para renunciarmos ao nosso poder”.

Era o último comício previsto em uma campanha na qual o presidente dos EUA mal participou. Já não haverá mais comícios até as eleições presidenciais de 2016, quando será escolhido o sucessor dele, e resta ver que papel ele terá então. Agora, poucos candidatos a deputado e governador do seu partido, o Democrata, solicitaram sua presença.
mais informações

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Hillary Clinton mantém incógnita sua volta nas eleições de 2016

A obamamania anda distante: Obama é impopular, e seus correligionários preferem se manter afastados dele. Uma exceção é Tom Wolf, candidato a governador da Pensilvânia, que o convidou ao comício de Filadélfia, o terceiro e último em uma breve turnê que o levou também a Michigan e Connecticut.

As pesquisas preveem que o Partido Republicano ampliará sua atual maioria na Câmara de Deputados e obterá a maioria no Senado, hoje controlado pelos democratas. Se for cumprido o prognóstico, a paralisia legislativa que dominou Washington nos últimos anos pode se agravar.

A mensagem de Obama no comício do Tom Wolf era local: pretendia que os participantes – muitos deles estudantes e negros – votassem em Wolf. Mas também era uma mensagem nacional.

O problema do Partido Democrata nas eleições legislativas mais recentes foi a desmobilização de seu eleitorado: a ampla coalizão de latinos, afro-americanos e jovens que impulsionou a Obama à Casa Branca em 2008 e que em 2012 lhe permitiu renovar o mandato com comodidade.

O cinismo não levou a homem à Lua nem jamais criou uma empresa ou desenvolveu o cérebro de um jovem

A máquina eleitoral da Obama arrastou esse eleitorado para as urnas nos pleitos presidenciais. Mas não conseguiu fazer o mesmo nas legislativas de 2010, e será difícil que consiga agora: à escassa motivação pela dispersão de eleições se acrescenta a insatisfação com o presidente, inclusive entre sua clientela mais fiel.

Os democratas acusam aos republicanos de desincentivarem o voto das minorias com leis estaduais que restringem os dias de votação antecipado ou exigem uma identificação com foto, da qual muitas pessoas de baixa renda carecem. Os republicanos alegam que medidas como esta servem para evitar as fraudes.

As multidões que Obama arrastava alguns anos atrás já são história. O comício de Filadélfia ocupou apenas a metade do ginásio da Temple. Havia zonas vazias nas arquibancadas e na quadra, diante do palanque onde o presidente discursou.

Mas quem foi vê-lo se rendeu. “Acredito que seja um grande presidente”, disse Paul Walton, que veio com seu pai, um veterano da Segunda Guerra Mundial, de 95 anos. Sobre a rejeição dos candidatos democratas a aparecerem junto com o presidente, ele opinou: “É uma pena. Acho que os ajudaria”.

“Estou aqui porque eu adoro o presidente Obama”, disse Marci Dosovitz, professora de música em Pensilvânia. “Acredito que seja um grande presidente.”

Dosovitz não tem certeza de que se a ex-secretária de Estado democrata Hillary Clinton suceder Obama terá mais sorte com a oposição republicana. “Os homens brancos do Senado não gostam dos homens negros nem das mulheres brancas”, disse.

“Embora o presidente tenha seus críticos e se possa argumentar que ele poderia ter feito mais nos últimos seis anos, ainda se tem apreço por ele”, disse o porto-riquenho Pedro Cortés, que foi secretário de Estado na Pensilvânia entre 2003 e 2010 e participou do comício. “Os ideais do presidente de apoiar as pessoas trabalhadoras e manter os direitos de acesso à cobertura de saúde têm uma importância maior junto à comunidade latina.”

No discurso, Obama exaltou seus feitos econômicos e repetiu os argumentos da campanha democrata sobre a igualdade salarial e os direitos reprodutivos das mulheres. Mas a mensagem central foi contra a apatia dos jovens e o desencanto com a política, o “cinismo que às vezes passa por sabedoria”.

“O cinismo não levou a homem à Lua. O cinismo jamais criou uma empresa, curou uma enfermidade ou desenvolveu o cérebro de um jovem”, disse. “O cinismo é uma escolha. E a esperança é uma escolha melhor. A esperança é o que deu aos jovens a coragem de se manifestarem pelos direitos civis e o direito de voto, pelos direitos dos trabalhadores, os direitos das mulheres, os direitos dos imigrantes e os direitos dos gays.”

Sim, é possível que cada vez menos políticos democratas queiram se identificar com Obama nesta campanha, e ninguém sabe como ele poderá governar nos dois anos que lhe restam na Casa Branca se os republicanos conquistarem o Senado.

Mas, sob os holofotes, Obama segue em forma: quando sobe a um palanque e fala ao seu público, mesmo que o público não encha a sala, parece liberado.
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