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Posted on 29-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-10-2014

“My name is now, Elza Soares”, de Elizabete Martins Campos, estreou no Festival do Rio e terá sua segunda exibição nacional hoje na abertura do Panorama Internacional Coisa de Cinema, às 20h, no Espaço de Cinema Itaú Glauber Rocha, em Salvador. A Bahia está no longa-metragem, numa cena filmada em Trancoso, em 2010. No ano anterior, antes das gravações começarem, Elza, que é filha de baiana, recebeu o título de Cidadã Soteropolitana e desde então se considera da terra. O acesso à sessão é gratuito, limitado pela lotação da sala. Os ingressos podem ser retirados a partir das 18 horas no local.

O Panorama realiza retrospectivas de Stanley Kubrick e Sergei Eisenstein. Neste ano, pela primeira vez, haverá uma competição de longas internacionais.

Confira aqui a programação completa.

O canto às belezas do Chile e a hospitalidade dos chilenos com quem chega de fora (a passeio ou em exílios) vai com o até breve. A turma do BP está voando nesta quarta-feira, 29, com destino a Santiago.Vai em busca da brisa do Pacífico , da arte da terra da saudosa Violeta Parra e seu irmão Nicanor Parra (que está festejando 100 anos com grandes e merecidas honrarias), da poesia e cultura do país de Pablo Neruda e Gabriela Mistral; da informação política na nação governada pela socialista Michelle Bachelet.

Além disso, sob o cenário esplêndido da Cordilheira dos Andes, vamos também em busca de boa mesa, com fartura dos mariscos deliciosos servidos na terra de Victor Jara e do delicioso vinho de lá.

E muito lazer e descanso, que ninguém é de ferro. Atualizaremos este site blog quando, onde e como for possível.

Até a volta.

(Vitor Hugo Soares, pelo BP)

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DEU NO UOL/FOLHA

Em entrevista exibida na noite desta terça-feira (28) no “SBT Brasil”, a presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que irá defender, no seu segundo mandato, a regulação econômica da mídia e se empenhará na aprovação do projeto de lei 122/2013, que torna a homofobia crime.

A presidente também tratou da proposta de reforma política por meio de um plebiscito, do escândalo da Petrobras e do diálogo que pretende estabelecer com a oposição.

Sobre a regulação da mídia, Dilma afirmou que a questão não pode ser confundida com interferência na liberdade de expressão. “Não vou regulamentar a mídia no sentido de interferir na liberdade de expressão. Vivi sob a ditadura. Sei o imenso valor da liberdade de imprensa. Agora, como qualquer setor econômico, ela [a mídia] tem que ter regulações econômicas”, disse ao jornalista Kennedy Alencar.

Questionada sobre o projeto de criminalização da homofobia, Dilma reafirmou o que havia dito durante a campanha eleitoral. “Darei integral apoio. É uma medida civilizatória. O Brasil tem de ser contra a violência que vitima a mulher. A violência que de forma aberta ou escondida fere os negros. E também tem que ser contra a homofobia. É uma barbárie.”

Perguntada sobre sua posição com relação ao casamento igualitário, Dilma defendeu o entendimento atual do STF (Supremo Tribunal Federal), que reconheceu a união civil de pessoas do mesmo sexo. Organizações LGTB argumentam que a decisão do Supremo, apesar de ser um avanço, não assegura a gays e lésbicas os mesmos direitos presentes no casamento civil.
Reforma política

Dilma voltou a defender a realização de uma consulta popular para tratar da reforma política. A presidente citou a cobrança que recebeu, durante a campanha, de movimentos sociais e da sociedade civil para que haja participação popular na reforma.

“Eu quero a participação popular. Nesse processo eleitoral, eu estive com muitos movimentos, muitas representações, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), movimentos sociais, órgãos da sociedade civil, e eles fizeram aquela coleta de assinaturas muito expressiva. Chegaram a sete ou oito milhões de assinaturas, e eles propõe duas coisas: consulta popular –referendo, plebiscito, seja o que for– e propõe uma constituinte. Eles têm esse projeto e devem encaminhar ao Congresso”, afirmou Dilma.
Diálogo e falta de água em SP

A presidente também concedeu entrevista à TV Bandeirantes nesta terça. Dilma afirmou que buscará o dialogo com opositores. “Acredito que toda eleição implica em uma divisão. Mas tem de pressupor que por trás dessa divisão tem um conjunto de posições, que as pessoas querem definir um futuro melhor para o país”, disse Dilma.

A petista afirmou que não acredita que opositores “queiram um futuro pior para o Brasil”. “Abertura para o diálogo é essencial. Inclui aqueles que foram oposição, adversários, durante o processo eleitoral”, afirmou.

Sobre a falta de água em São Paulo, a presidente disse ainda que pode agir em parceria com o governo de São Paulo para a realização de obras de combate à falta de água no Estado, desde que a gestão tucana do governador Geraldo Alckmin (PSDB) tome a iniciativa. “Sabemos que há um diagnóstico sobre a situação da segurança hídrica de São Paulo. Investimentos que deveriam ter sido feitos e não foram”, afirmou a petista.


Mantega:Quem irá para o lugar dele?

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Quem vai ocupar a cadeira do ministro da Fazenda em 2015? A pergunta vale mais que um milhão de dólares, pois o próximo titular da área econômica tem a missão mais urgente deste Governo Dilma, que é renovar as esperanças do crescimento do PIB. Um dos cotados seria Luiz Carlos Trabuco, presidente do banco Bradesco, o maior banco privado do Brasil, desde 2003. Se a notícia se confirmar, seria um verdadeiro presente para o mercado financeiro, que iniciou a semana com bruscas oscilações na Bolsa de Valores. Trabuco é considerado uma das personalidades mais poderosas do Brasil e teria grande facilidade para dialogar com os agentes financeiros, falando a sua língua.

Outro nome cogitado pela imprensa é o do empresário Abílio Diniz, ex-dono da rede Pão de Açúcar, que sempre demonstrou apreço pelo governo do ex-presidente Lula, e é um executivo respeitado no mercado pela ousadia que sempre demonstrou na condução dos seus negócios. Se de fato a presidenta escolher entre Trabuco ou Diniz, ela teria grandes chances de fazer as pazes com o mercado financeiro rapidamente. E assim, repetiria a fórmula do ex-presidente Lula em seu primeiro mandato, que chamou Henrique Meirelles, ex-executivo de banco, e um nome familiar a investidores, para presidir o Banco Central. Meirelles foi um grande fiador da estabilidade de Lula por dois mandatos e há quem aposte que ele também é outro cotado para o cargo, a pedido do ex-presidente.

Nesta terça, Diniz escreveu, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, que a presidenta precisava mostrar que governará para todos. “Para os pobres e mais necessitados, mas também para os trabalhadores, a classe média, os empresários e a livre iniciativa.” Segundo ele, é inadiável restituir a confiança do empresariado para ele voltar a investir.

Outros nomes aventados foram para cumprir essa tarefa, como o do atual ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Ele, porém, nega que irá para a Fazenda, e confirmou que o próximo ministro será alguém do setor privado, segundo o portal Infomoney.

O novo titular da pasta viria substituir Guido Mantega, que está há oito anos no cargo, e que já perdeu a confiança dos agentes financeiros por seu excesso de otimismo. Mantega já fez projeções de crescimento que não se confirmaram, e negou que houvesse erros na condução da política econômica, o que incomoda os investidores, uma vez que a realidade dos números da economia não tem sido nada otimista. Em meio ao caos no mercado financeiro desta segunda-feira, o ministro disse, em coletiva de imprensa, que os fundamentos da economia estavam assegurados neste segundo mandato, assim como o ajuste fiscal.


Bachelet:visita festejada por Merkel em Berlim

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

A presidenta do Chile, Michelle Bachelet, iniciou na segunda-feira, em Berlim, uma visita oficial de dois dias à Alemanha, marcada pelas boas relações entre os dois países, e com os objetivos de buscar um novo acordo de associação entre a nação sul-americana e a União Europeia e de dar ênfase à cooperação entre os dois países em diversas áreas, como energia renovável, inovação científica e tecnológica e formação técnica profissional, nas quais a Alemanha goza de uma merecida liderança.

A mandatária chilena, que chegou no domingo à capital alemã, se deparou em Berlim com um clima que poucos líderes políticos mundiais encontram durante suas visitas oficiais. No sábado, a chanceler alemã, Angela Merkel, fez um gesto mais do que amável para dar as boas-vindas a Bachelet quando, por meio de sua mensagem semanal em vídeo, destacou as “excelentes relações” que unem os dois países e a boa sintonia que existe entre ambas, por conta do conhecimento que a líder chilena tem da Alemanha, adquirido na época em que permaneceu exilada na extinta República Democrática Alemã (RDA ou Alemanha Oriental).
mais informações

A boa sintonia entre a mulher mais poderosa do mundo e a presidenta do Chile ficou clara quando Michelle Bachelet chegou à sede do governo alemão para um almoço de trabalho com Merkel. Depois de ser recebida com honras militares e manter uma reunião que durou menos de uma hora, Merkel e Bachelet apareceram diante da imprensa, um compromisso obrigatório no qual ambas se referiram à necessidade de se renovar o acordo de associação que o Chile fechou com a União Europeia há 11 anos.

Em um gesto que não passou despercebido, a chanceler apoiou o desejo do Governo chileno de renegociar um novo acordo entre a UE e o país andino. “É preciso implementar o livre comércio no mundo porque em todos os lugares onde existem tratados de livre comércio as exportações aumentam e cria-se novos empregos”, afirmou Merkel. “Vamos impulsionar as negociações com o Chile na União Europeia”.

Durante a entrevista coletiva conjunta, Michelle Bachelet lembrou que o Chile vem há tempos negociando um novo acordo, depois de comprovar que o primeiro foi bem-sucedido. “Depois de mostrar que o Chile é um país que cumpre integralmente com seus deveres, queremos renovar esse Tratado”, disse, ao ressaltar que já foram aprovadas modificações no âmbito político e que só falta que as partes cheguem a um acordo no plano comercial.

A presidenta chilena também anunciou o desejo de seu governo de discutir um tratado global de extradição com os 28 países membros da União Europeia, para evitar o surgimento futuro de problemas como o ocorrido em junho em Hamburgo, quando a Justiça da cidade alemã rejeitou o pedido de extradição para o Chile da francesa Marie Emmanuelle Verhoeven, supostamente envolvida no assassinato do senador e fundador do partido União Democrata Independente chileno Jaime Guzmán, em abril de 1991.

A Corte de Hamburgo recusou o pedido baseando-se no fato de não existir um acordo bilateral de extradição entre os dois países.

“Foi um encontro entre amigas, marcado pela cordialidade e por um clima excelente”, revelou um dos presentes ao resumir com poucas palavras a atmosfera que cercou a reunião na sede da chancelaria, além da sintonia entre as duas líderes, que foi expressada em um comunicado conjunto.

No documento, a parte alemã destaca que, para a Alemanha, o Chile é e continuará sendo um parceiro confiável e previsível com quem partilha muitos interesses comuns, apesar da grande distância que separa os dois países. Como já era esperado, o comunicado destaca que ambos estão decididos a seguir impulsionando a cooperação nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e fomento de energias não convencionais renováveis e a incentivar o intercâmbio acadêmico e a formação técnica profissional, apesar de não terem sido fornecidos detalhes.

Para a Alemanha, o Chile é um parceiro confiável e previsível com quem partilha muitos interesses em comum

Comunicado oficial do encontro

O documento, no entanto, não menciona um capítulo importante nas relações entre os dois países e que foi citado pela presidenta do Chile: o exílio chileno. “Muitos chilenos moraram na República Federal Alemã (RDF ou Alemanha Ocidental), outros foram para a RDA. Eu diria que nós, chilenos que estivemos de um lado e do outro, só temos a agradecer. Agradecer por termos sido acolhidos em momentos muito difíceis para cada uma das famílias que vieram para ambos os lados da Alemanha”.

Depois de deixar a chancelaria, a mandatária chilena realizou duas visitas de cortesia: a primeira ao presidente da Alemanha, Joachim Gauck, e a segunda ao prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, com quem visitou o emblemático Portão de Brandemburgo.

Bachelet participou também de uma conferência no fórum chileno-alemão de Mineração e Recursos Naturais Minerais, e terminou seu primeiro dia em Berlim com um jantar oferecido a personalidades das áreas empresarial, política e científica. Antes de embarcar para a Espanha, nesta terça-feira, a presidenta foi a convidada de honra de um dos encontros anuais realizados pela Associação Empresarial para a América Latina, que reúne empresas alemãs com interesses na região.

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Posted on 28-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-10-2014


Aroeira, hoje, no jornal Brasil Econômico


BOA TARDE!!!

Deu no portal iBahia (com informações da Agência Brasil )

No primeiro dia após a sua reeleição, a presidenta Dilma Rousseff recebeu no fim da tarde desta segunda-feira (27) a visita do governador da Bahia, o petista Jaques Wagner, que, conforme circula nas redes sociais há alguns dias, é cotado para assumir um ministério no segundo mandato da presidenta. Em 2005, Wagner assumiu a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, que cuida da articulação do Executivo com o Congresso Nacional. Ele também foi ministro do Trabalho e secretário especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

De acordo com a assessoria de Wagner, ele estava acompanhado da mulher Fátima Mendonça e do governador eleito da Bahia, o também petista Rui Costa e a esposa Aline Peixoto. Todos vieram cumprimentar a presidenta pela reeleição. A assessoria negou reunião da presidenta com o petista. Wagner saiu do Alvorada sem falar com a imprensa.

Antes, Dilma se reuniu com os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e da Justiça, José Eduardo Cardozo. Mantega chegou ao Alvorada por volta das 15h e permaneceu com a presidenta por cerca de uma hora. Em entrevista à imprensa, mais cedo, Guido Mantega disse que a reeleição de Dilma representa a aprovação da política econômica do governo e reafirmou o compromisso de fortalecer os fundamentos da economia brasileira nos próximos quatro anos.


Rousseff concede entrevista no Palácio da Alvorada. /
Roberto Stuckert Filho (PR)

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DEU NO EL PAIS

Um dia depois de ser reeleita na mais acirrada das eleições democráticas brasileiras, a presidenta Dilma Rousseff concedeu duas entrevistas ao vivo na TV para dizer que seu segundo mandato será pautado pelo diálogo, inclusive com o mercado financeiro. Sem detalhar qualquer das prometidas mudanças que fará para comandar o país durante os próximos quatro anos, a presidenta afastou as especulações de que deve escolher o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, para comandar o novo Ministério da Fazenda e prometeu que, apesar das expectativas pessimistas, em 2015 “o Brasil vai estar melhor do que está hoje”.

Questionada sobre a brusca queda da bolsa de valores brasileira no dia seguinte a sua eleição, Rousseff preferiu olhar para o exterior e pregar tranquilidade. “As bolsas americanas caíram, as [bolsas] europeias caíram, e o mundo está enfrentando muitas dificuldades. Aqui no Brasil, [as bolsa] caiu mais, mas as medidas [para melhorar a economia] serão objeto de um amplo diálogo em todos os setores. Não se trata de fazer uma lista de medidas. O caminho é de abertura de um diálogo. Temos de esperar o mercado se acalmar”, disse na primeira das entrevistas da noite desta segunda-feira, concedida ao Jornal da Record.

Depois de dizer que não acredita na possibilidade de um ‘terceiro turno’ conduzido pela oposição derrotada nas urnas, a presidente se comprometeu a investigar o escândalo da Petrobras, “doa a quem doer”. A presidenta, que prometeu não deixar “pedra sobre pedra” na apuração dos ilícitos, aproveitou para manifestar indignação “com o que fizeram nesta última semana de campanha”, referindo-se às denúncias publicadas na imprensa que a ligavam aos esquemas da Petrobras. “Não vou deixar essa acusação, passada a eleição. Vou me empenhar ainda mais para que isso seja revelado, entendido, e que fique claro quem são os responsáveis”, disse, emendando outra crítica aos veículos de comunicação, que, segundo ela, não teriam dado a atenção necessária à crise hídrica do Estado de São Paulo, onde o governador Geraldo Alckmin, do oposicionista PSDB, foi reeleito. “Em São Paulo, estamos enfrentando a maior crise de água. Até as vésperas do primeiro turno, ninguém tocava neste assunto. Se fosse com qualquer Governo da situação, nós seriamos criticados diuturna e noturnamente. Me explica como e por que uma crise daquela proporção não se reflete numa campanha eleitoral. Só posso concluir que é pelo fato de ela não ter sido iluminada. Acho que não houve informação correta à população de São Paulo”, comentou.

Meia hora mais tarde, em entrevista transmitida pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, Rousseff reforçou seu pedido por unidade, feito logo no primeiro discurso pós-eleição, e reafirmou a intenção de promover um plebiscito para conduzir uma reforma política. Citando entidades como a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e movimentos sociais, a presidenta disse que recebeu um manifesto com mais de cinco milhões de assinaturas propondo “um processo de consulta popular, que é essencial para se fazer uma reforma politica”. Mais uma vez confrontada com as denúncias de corrupção em seu Governo, a presidenta disse que quem errou tem de ser punido e que não teme uma futura instabilidade política “por prender e condenar corruptores”.

http://youtu.be/cjZplJtqG0E

BOM DIA!!!

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