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Postado em 25-10-2014
Arquivado em (Artigos) por vitor em 25-10-2014 00:55


Brasileiros votam no primeiro turno
na Casa do Brasil em Madri.

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DEU NO JORNAL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Votar é algo simples para a maioria dos 143 milhões de eleitores brasileiros que vivem no país, mas pode se converter em uma odisseia para os que moram fora. Muitos ficam desanimados pela distância até os poucos centros de votação e pela falta de informação sobre como se registrar para poder votar. Os dados demonstram: 354.184 cidadãos estão registrados para votar no exterior, dos quais apenas 141.501 foram às urnas no último 5 de outubro. No entanto, há 2.801.249 brasileiros vivendo no exterior de forma legal, segundo o Ministério de Relações Exteriores (que assegura não saber quantos têm mais de 16 anos, ou seja, estão aptos para votar). São milhões de votos perdidos que poderiam ser decisivos em eleições presidenciais nas quais não há um claro ganhador e que serão decididas neste domingo entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

O voto no Brasil é obrigatório. Os que não cumprirem com este dever terão que pagar uma multa de 3,51 reais ou justificar sua ausência. Se não fizerem isso, podem ser prejudicados em questões práticas, como ter acesso ao mercado de trabalho ou aos serviços públicos. Os que vivem no exterior podem ter dificuldades para renovar o passaporte. Mas não é tão complicado assim, explica Flavio Abrão, vice-cônsul na Espanha: “Fazemos o passaporte, mas colocamos uma observação de que a pessoa tem 60 dias para regularizar sua situação quando voltar ao Brasil.”

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