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SÃO PAULO – A Revista Veja divulgou na noite desta quinta-feira (23) em seu Facebook a capa de sua próxima edição que estará nas bancas logo mais, ainda na madrugada desta sexta-feira, 24, sendo antecipada por conta das eleições no domingo. E a prévia já promete uma bomba que pode afetar as eleições faltando apenas 2 dias para os eleitores irem às urnas.

A capa da publicação mostra Lula e Dilma em um fundo preto com a chamada “Eles sabiam de tudo”. Um texto separa o rosto dos dois petistas com os seguintes dizeres: “O doleiro Alberto Youssef, caixa do esquema de corrupção da Petrobras, revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público, na terça-feira passada, que Lula e Dilma Rousseff tinham conhecimento das tenebrosas transações na estatal”.

Segundo trecho da matéria divulgado pela revista nesta noite, em determinado momento de sua conversa com a Polícia, Youssef teria sido questionado sobre o nível de envolvimento das autoridades brasileiras: “O Planalto sabia de tudo!”, respondeu o doleiro. “Mas quem no Planalto?”, perguntou o delegado. “Lula e Dilma”, completou Youssef.

out
23
Posted on 23-10-2014
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DEU NO UOL/FOLHA

Pesquisa Datafolha finalizada nesta quinta-feira (23) mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) pela primeira vez à frente do senador Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

Conforme o instituto, Dilma tem 53% das intenções de votos válidos, enquanto Aécio tem 47%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A diferença entre eles, portanto, está além dos limites máximos da margem.

Nas quatro pesquisas anteriores do Datafolha neste segundo turno, a situação sempre foi de empate técnico. Nas duas primeiras, com o tucano numericamente à frente (ambas por 51% a 49%). Nas duas últimas, com a petista numericamente à frente (nos dois casos, por 52% a 48%).

Em votos totais, Dilma alcança 48%, Aécio atinge 42%. Brancos e nulos somam 5%. Outros 5% dizem não saber em quem votar.

A nova pesquisa Datafolha também investigou a avaliação do governo Dilma. Segundo o levantamento, 44% julgam a administração petista “boa ou ótima”, ante 42% do levantamento anterior.

Trata-se do melhor patamar desde junho de 2013. No mês das grandes manifestações de rua, a aprovação de Dilma despencou de 57% para 30%.

A pesquisa mostra ainda que 41% dos eleitores afirmam que não votam em Aécio “de jeito nenhum”. Em duas semanas, a rejeição dele subiu 7 pontos (era de 34% em 9 de outubro). Já a taxa de rejeição de Dilma está em 37% —6 pontos a menos do que o registrado há duas semanas (43%).

Por encomenda da Folha e da TV Globo, o Datafolha ouviu 9.910 pessoas na quarta (22) e nesta quinta (23). O nível de confiança do levantamento é 95% (significa que em 100 pesquisas com esta mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-1162/2014.

DEU NO PORTAL IG

Faltando três dias para o segundo turno, o Ibope divulgou na noite desta quinta-feira (23) nova pesquisa sobre a corrida presidencial. De acordo com o levantamento, a presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, tem 54% dos votos válidos contra 46% de Aécio Neves, presidenciável do PSDB.

Em votos totais, que levam em conta os eleitores ainda indecisos e votos em branco e nulos, a petista tem 49% e o tucano marca 41%.

Na pesquisa anterior, divulgada em 15 de setembro, os dois candidatos ainda apresentavam situação de empate técnico. Na ocasião, Aécio registrava 51% dos votos válidos contra 49% de Dilma. Nos votos totais, o tucano tinha 45% e Dilma, 43%.

A pesquisa Ibope mostrou ainda Aécio como o candidato mais rejeitado. 42% dos eleitores não votariam nele de jeito nenhum. O percentual de Dilma é seis pontos percentuais menor, 36%.

Sob encomenda da Rede Globo e do jornal O Estado de S. Paulo, o Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro.


Thiago Silva:de volta depois do fiasco na Copa
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DEU NO PORTAL IG

O técnico Dunga divulgou nesta quinta-feira os convocados para os amistosos de novembro da seleção brasileira contra Turquia e Áustria, dias 12 e 19, os últimos da equipe em 2014. Para não atrapalhar os clubes brasileiros que vivem decisões em novembro, nenhum jogador que atua no País foi chamado. A primeira final da Copa do Brasil será disputada no mesmo dia da partida em Istambul.

Destaque para a volta de Thiago Silva, capitão na Copa de 2014, convocado pela primeira vez por Dunga. “Temos que pensar na seleção brasileira, que representa muito o futebol brasileiro. Mas cada momento é especial. Mantivemos contato com muitos treinadores e presidentes de clubes, e somos sensíveis das responsabilidades. Chegamos ao momento oportuno de abrirmos mão de alguns jogadores brasileiros e abrirmos oportunidades para jogadores lá de fora. Era um momento oportuno, de cada um ceder”, disse Dunga.

As novidades da lista são Casemiro, do Porto, Roberto Firmino, do Hoffenheim e Luiz Adriano e Douglas Costa, do Shakhtar Donetsk. Lucas, do PSG, também foi lembrado. Eles ganham espaço depois das não convocações de Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart, do Cruzeiro, Gil e Elias, do Corinthians, Souza e Kaká, do São Paulo.

Sem Jefferson, do Botafogo, Dunga convocou dois goleiros de clubes europeus: Neto, do Fiorentina, e Diego Alves, do Valencia.

Comandada quatro vezes pelo treinador desde seu retorno, a seleção brasileira tem aproveitamento de 100% e ainda não sofreu gols. O time enfrentou Colômbia e Equador em setembro e depois jogou contra Argentina e Japão em outubro. Venceu os dois primeiros jogos por 1 a 0, fez 2 a 0 nos argentinos e golearam os japoneses por 4 a 0.

O auxiliar pontual de Dunga para os jogos na Europa será o ex-zagueiro Oscar, que atuou nas Copas de 1978, 1982 e 1986. Antes dele, Mauro Silva, nos jogos de setembro, e Edu, nos de outubro, também auxiliaram o técnico.

out
23
Posted on 23-10-2014
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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fortaleceu sua presença na reta final da campanha presidencial e se tornou o grande protagonista da apertada disputa entre Dilma Rousseff (PT) e o candidato Aécio Neves (PSDB). Nas últimas semanas, o sindicalista assumiu o papel de atacar com mais veemência o adversário, livrando Rousseff da tarefa e preservando a imagem da presidenta.

Na última terça-feira, Lula comparou os ataques verbais feitos pelos tucanos na campanha às agressões dos nazistas contra os judeus. “De vez em quando, parece que estão agredindo a gente [nordestinos] como os nazistas faziam durante a Segunda Guerra Mundial”, afirmou ele. “Eles são intolerantes. Outro dia eu dizia para eles: Vocês são mais intolerantes que Herodes, que mandou matar Jesus Cristo com medo de ele virar o homem que virou”, afirmou o sindicalista.

No mesmo comício, ocorrido em Recife, ele também criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que afirmou no último dia 6 que o PT tem os votos dos “menos informados”. “Lamento que um sociólogo não saiba a história para dizer que nós votamos em Dilma porque somos desinformados”. Ele também aproveitou para chamar Neves de “filhinho de papai” e “grosseiro”.

No último dia 18, em Belo Horizonte, berço político de Neves, Lula relacionou Neves aos interesses do capital financeiro, ao criticar a revista “The Economist”, que trouxe na última edição um editorial intitulado “Porque o Brasil precisa de mudança”, em que defendia a escolha de Neves para presidente.

“Não bastasse a imprensa brasileira, essa revista que defende os bancos não quer a Dilma, quer o Aécio. Qual a resposta que temos que dar? Que o Aécio é o candidato dos banqueiros, ótimo, porque a Dilma é a candidata do povo brasileiro”, disse ele.

Já no campo dos tucanos, o próprio Neves tem sido o autor das duras críticas ao PT. No último dia 16, por exemplo, ele já havia trazido o tema “nazismo” para a eleição, mas em uma alusão aos petistas. Ele comparou o marqueteiro do PT, João Santana, a Joseph Gobbels, o ministro da propaganda de Adolf Hitler. “A presidente pode fazer todo esforço que quiser. Ela pode seguir seu marqueteiro, que na verdade me parece discípulo de Gobbels, que dizia que uma mentira repetida mil vezes se transforma numa verdade. Mas aqui eu não vou deixar que isso aconteça”, afirmou ele, se referindo as acusações petistas contra o governo dele em Minas. Ele também chamou a presidenta de “leviana” e “mentirosa”.

A estratégia petista parece estar dando resultados. Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta aponta que para 36% dos eleitores entrevistados Aécio Neves tem se mostrado mais agressivo, enquanto Rousseff é a mais agressiva para 24%. Em meio a uma campanha acirrada e dividida, os ataques verbais ganharam destaque nesta reta final, o que tem gerado críticas entre os eleitores. A mesma pesquisa aponta que 71% dos eleitores não concordam com a agressividade que foi vista neste segundo turno.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem vetado propagandas consideradas mais belicosas dos dois candidatos. Em entrevista ao jornal “O Globo” nesta quarta-feira, o ministro Dias Toffoli, presidente do órgão, criticou o baixo nível das campanhas e disse que isso já está provocando episódios de intolerância entre os eleitores. “Isso traz um acirramento também dentro da base da sociedade (…) Se até eles que querem presidir a República estão num nível tão baixo, a pessoa se sente mais a vontade para agredir quem pensa diferente dela.”

As agressões verbais entre os eleitores têm se acirrado não apenas nas redes sociais, onde os votantes do PT do nordeste são ofendidos com injúrias racistas, mas também presencialmente. O blogueiro Ênio Barroso, cadeirante, afirmou ter sido agredido por eleitores de Aécio por estar usando um adesivo de Dilma. E o humorista Gregório Duvivier, que assumiu em uma coluna do jornal “Folha de S. Paulo” que votará em Rousseff, também foi abordado por um homem, em um restaurante no Rio, que disse que sairia do lugar porque acabaria “dando porrada nele”. Também circula na internet um vídeo que mostra um grupo de jovens que fazia campanha pró-Aécio levar cusparadas e ser xingado por uma mulher com adesivo de Rousseff.

http://youtu.be/KP_Cvn4VkQo

Nélson, a voz de um tempo inesquecível!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)


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DEU NO J0RNAL A TARDE

Biaggio Talento

Reflexos da campanha eleitoral continuam produzindo mal-estar entre lideranças do PT e do DEM que disputaram a eleição estadual e agora lutam em favor dos seus candidatos à presidência da república.

Uma entrevista do governador eleito Rui Costa (PT) ao Broadcast Político, serviço da Agência Estado (São Paulo), alimentou a troca de acusações e ameaças de processos por calúnia.

Costa repetiu a acusação feita na campanha de governador segundo a qual o prefeito ACM Neto (DEM) vem “desviando” uma “fortuna” em verbas de publicidade para jornal, rádio e televisão afiliada da Globo que pertencem a seus familiares. Em resposta Neto disse que vai processar o governador eleito por “calúnia e difamação”.

Ética

A frase mais pesada de Costa foi a seguinte: “É, na verdade, um duto que sai da prefeitura e vai direto para rádio, jornais e a TV, que é de sua propriedade. Nós sempre perguntamos se eticamente isso é correto”. O prefeito, que ontem estava no interior em campanha para Aécio Neves (PSDB), disse por meio de nota que “o governador eleito está cometendo um crime e para tanto será chamado à Justiça para que prove as suas declarações”.

Segundo ele, a prefeitura segue critérios objetivos em seu planejamento de mídia e anuncia nos principais veículos da cidade. Especialmente na TV Bahia, os valores estariam bem abaixo da mídia técnica.

Disse ainda “que Rui Costa deveria era ter a coragem de apresentar os gastos do estado em publicidade, principalmente na TV Bahia e não agir com má-fé. O governo do estado é que é um campeão de anúncios”.

A tréplica do petista veio também em forma de nota de sua assessoria de imprensa, que “estranha a reação do prefeito, ele que tanto atacou a honra do então candidato Rui Costa durante a campanha tanto nos programas eleitorais como nos seus meios de comunicação”.

Esses ataques – que usaram o caso do Instituto Brasil e sua ex-presidente Dalva Sele Paiva -, diz ainda a assessoria, estão sendo estudados pelos advogados do governador eleito, que pretende processar o prefeito e o candidato derrotado ao governo pelo DEM, Paulo Souto, após a eleição presidencial.

No momento, conforme a assessoria, Costa está empenhado em trabalhar para a vitória da candidata Dilma Rousseff.

out
23
Posted on 23-10-2014
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Policiais e paramédicos socorrem homem ferido no tiroteio.
/ MICHEL COMTE (AFP)

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAÍS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Silvia Ayuso / Yolanda Monge Washington 22

O Canadá perdia a inocência esta manhã depois das dez, quando pelo menos um homem armado atacava a tiros o Parlamento de Ottawa pouco depois de abater um soldado que guardava o National War Memorial, monumento próximo ao legislativo canadense. O centro da cidade, em outras circunstâncias um lugar calmo e onde reina a ordem, foi fechado pela polícia e tomado por forças de segurança fortemente armadas que, a princípio, procuravam mais de um autor já que aconteceram vários incidentes.

O atacante, cuja identidade ainda é desconhecida, foi abatido no interior do Parlamento do Canadá, segundo informou a polícia, que também confirmou que investigava se tinham acontecido dois ou três incidentes (o do Parlamento; o do do monumento e outro mais em um shopping center, que no final foi descartado), por isso procuravam mais suspeitos. Pelo menos duas pessoas estavam feridas, uma delas poderia ser um guarda do Parlamento.

O desta manhã é o segundo ataque que acontece no Canadá em uma semana. Na segunda-feira, um jovem de 25 anos, descrito pela polícia como alguém “claramente vinculado a uma ideologia terrorista” e investigado por seus laços com o jihadismo, matou um soldado e deixou outro ferido depois de atropelá-los deliberadamente com seu carro em uma cidade de Quebec. O incidente de Quebec coincidia com a partida de seis aviões de combate canadenses ao Kuwait para participar nos bombardeios que a coalizão internacional está realizando contra o autonomeado Estado Islâmico no Iraque. No começo do mês, a Câmara dos Comuns aprovava a participação nos ataques aéreos contra o EI. Ainda não se sabe se o incidente do atropelamento dos militares está relacionado ou não com o ataque ao Parlamento.

Perto das dez da manhã, um homem que chegou ao lugar de carro escondendo um rifle debaixo de uma manta abatia a tiros um soldado que fazia guarda no monumento à guerra em frente ao parlamento canadense, segundo relatavam os meios de comunicação locais. A partir daí houve uma escalada dos fatos que levaram à evacuação de urgência do primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, que se encontrava reunido com legisladores de seu partido – o conservador – quando um homem armado entrou no edifício e passou correndo ao lado da porta em que se encontrava o mandatário.

“O primeiro-ministro estava reunido quando aconteceu uma forte explosão seguida de vários disparos”, disse Tony Clement, membro do Gabinete de Harper. Toda a área, conhecida como Parliament Hill e onde é habitual ver crianças jogando futebol nas áreas verdes, ficou fechada por forças policiais fortemente armadas.

No interior do edifício do Parlamento era possível escutar disparos e um repórter do jornal The Globe and Mail subiu um vídeo ao YouTube no qual era possível ouvir tiros e vários agentes da polícia disparando. Com informações frenéticas sendo divulgadas no Twitter, o porta-voz de Harper, Jason MacDonald, confirmou que o mandatário estava a salvo. Muitos jornalistas que cobriam a jornada parlamentária de hoje encontravam-se presos dentro do Parlamento, que estava sendo registrado minuciosamente pela polícia.

Citada pelo Globe and Mail, Carol Devine, a dona de uma joalheria de um hotel próximo ao Parlamento relatava que ninguém podia entrar ou sair do edifício. “É uma sensação muito estranha”, disse a mulher. “Sinto-me como no 11 de setembro, esse dia também estava trabalhando aqui e havia no hotel uma delegação dos EUA. Sinto a mesma sensação estranha daquele dia.”

O Canadá tinha elevado seu nível de alerta terrorista na terça-feira depois do incidente do jovem jihadista apesar de que não existia “uma ameaça específica”, segundo insistiram fontes oficiais, que atribuíram a precaução “ao aumento do burburinho online” de grupos radicais, incluindo o Estado Islâmico e a Al Qaeda.

No vizinho Estados Unidos, o presidente Barack Obama falou com o primeiro-ministro Harper, segundo confirmou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest. “Tiveram oportunidade de conversar”, disse Earnest sem dar mais detalhes durante sua habitual entrevista coletiva. O FBI mandou que fosse elevado o nível de alerta em todas suas sedes e o Comando de Defesa Aeroespacial Norte-Americano (NORAD, por sua sigla em inglês), fazia o mesmo depois do ataque em Ottawa. “O NORAD está dando todos os passos apropriados e prudentes para estar em condições adequadas para responder rapidamente a qualquer incidente que afete a aviação no Canadá”, afirmou o Comando em sua conta oficial da rede social Twitter.

O Canadá não é totalmente estranho ao terrorismo e nos anos setenta sofreu com sequestros políticos por parte da Frente de Liberação de Quebec durante o que se conhece como a Crise de Outubro. O país tranquilo também viveu vários tiroteios, ambos em centros educativos, um na Escola Politécnica em 1989 e outro no Dawson College em 2006.

O prefeito de Ottawa, Jim Watson, assegurou em uma entrevista coletiva que era “um dia triste e trágico para nossa cidade e nosso país”. A seu lado, porta-vozes da polícia afirmavam que a situação continuava “fluída” e que a investigação continuava. “Todos queremos respostas” e as autoridades trabalham para proporcioná-las, confirmou o prefeito. Foi pouca a informação que a polícia pôde proporcionar durante a entrevista coletiva, a não ser admitir que o ataque pegou a todos “de surpresa”, segundo reconheceu Gilles Michaud, da Polícia Montada do Canadá.

Em um comunicado, o primeiro-ministro Harper, sublinhou “a importância de que o Governo e o Parlamento continuem funcionando” apesar do violento incidente. Mas Ottawa estava em estado de choque e o coração do Governo canadense havia sido tocado para sempre.

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