Aécio com ACM Neto no Centro Histórico com ACM Neto
Foto: Max Haak
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DEU NO G1

SALVADOR – Na tarde desta sexta-feira, o presidenciável Aécio Neves (PSDB) condenou os ataques feitos pela campanha da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), recebeu o apoio da ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Eliana Calmon (PSB) e apresentou propostas de segurança e infraestrutura aos nordestinos. Em carreta pela capital baiana – da praça Castro Alves ao Pelourinho, no Centro Histórico – na tarde desta sexta-feira, o tucano convocou os eleitores para a reta final do pleito.

Um dia depois do tenso debate com Dilma, no SBT, Aécio diz que a petista tenta falar de passado. Ele reafirmou o compromisso de buscar um debate propositivo, e que é importante que ele aconteça para que os eleitores possam escolher um dos projetos.

— A minha adversária optou por discutir o passado e focar a campanha em ofensas e denúncias. É triste ver uma campanha em que se busca a desconstrução daqueles que ousem disputar com eles. Só que eu não me abato com isso. A cada infâmia, redobra em mim a disposição de debater o futuro.
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Aécio reiterou o que respondeu nesta quinta a Dilma quando perguntado da suposta relação do ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra com desvios na Petrobras, segundo denunciou o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa. Ele se diz surpreso com a reação de Dilma, pois só agora a candidata deu credibilidade às denúncias, disse, e cobrou providências em relação aos partidos e personagens do esquema já citados por Costa.

— Eu defendo o mesmo tratamento para todos, que as investigações avancem e, se tenha alguém envolvido, deve responder pelos seus atos. Pela primeira vez a presidente agora parece crer nas denúncias do Paulo Roberto Costa, mas não vimos ainda nenhuma atitude dela em relação a pessoas próximas a ela que são citadas.

A ex-corregedora do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), e terceira colocada nas eleições para o Senado pela Bahia, Eliana Calmon (PSB) manifestou apoio público ao tucano, que se disse agradecido, e declarou que Calmon “representa o Brasil que quer justiça e quer reviver seus valores”. Aécio também agradeceu a ACM Neto (DEM), prefeito de Salvador.

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Em um discurso muito voltado ao Nordeste, Aécio disse que a prioridade máxima de seu programa de governo é a educação, e defendeu mais competitividade à região, garantindo a transferência de renda aliada a investimentos de infraestrutura. Aécio Neves também propôs reduzir em 30% a taxa de crimes violentos em oito anos, principalmente os homicídios.

— Eu venho aqui reiterar as minhas propostas para o Nordeste e falar sobre os programas de transferência de renda com foco na infraestrutura, para que tenha o aumento da competitividade aqui na região.

Os nordestinos também receberam agradecimentos de Aécio pelos votos no primeiro turno, e pela compreensão das propostas. O tucano convocou todos para a reta final da campanha, que terá nove dias até as votações, no próximo dia 26.

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DEU NO UOL/FOLHA

O primeiro ato público de Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) foi marcado por trocas de elogios e uma declaração enfática de apoio e voto da ex-senadora para o tucano.

O presidenciável classificou a aliança como um momento histórico para a política e o mais importante de sua “caminhada” até aqui. Aécio disse que Marina teve um gesto de “brasilidade” e “patriotismo” ao apoiar sua candidatura.

Marina, que ficou fora do segundo turno, enalteceu a união em nome da “mudança”. “Algo maior do que nós só pode ser feito por todos nós. Tem que ter a humildade de entender que algo grandioso não se faz por um grupo, um partido ou uma pessoa”, declarou a pessebista.

O tucano ficou visivelmente emocionado ao agradecer o gesto. Disse que o fazia em seu nome e de sua família, momento em que embargou a voz.
Campanha Aécio Neves

A ex-adversária voltou a comparar o tucano com o ex-presidente Lula. Marina disse que a carta emitida por Aécio com compromissos com os programas sociais e a agenda da sustentabilidade representa, neste momento, o mesmo símbolo que a chamada “carta ao povo brasileiro” feita pelo petista em 2002.

Marina também criticou o “vale-tudo” da campanha da presidente Dilma Rousseff (PT). Sem citar a petista, afirmou que Aécio “se Deus quiser e o povo brasileiro, haverá de ganhar ganhando”.

O tucano, por sua vez, usou expressão similar para dizer que “ninguém que disputa uma eleição e destrói alguém vence”.

“Convoquei a presidente Dilma a fazer um debate de propostas. Disputa política não é guerra. Mas estejam certos que reagirei a todas as calúnias, todas as mentiras que transformaram essa eleição na pior dos últimos tempos”, afirmou.

O apoio de Marina a Aécio Neves, no entanto, pode estar mais atrapalhando do que ajudando, sugere pesquisa Datafolha. No primeiro levantamento feito pelo instituto, 13% dos eleitores respondiam que o apoio da ex-ministra do Meio Ambiente os faria “não votar” no candidato indicado. No intervalo de uma semana, essa taxa subiu para 23%.

O encontro de Aécio e Marina foi gravado pela equipe do tucano e será usado no programa de TV.

Segundo aliados, não há outro evento marcado, mas a pessebista tem dito estar à disposição de Aécio.

out
17
Posted on 17-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-10-2014


Mario, hoje, na Tribuna de Minas


Lídice com Wagner e Rui:volta ao ninho

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Eliana com Marina: agora é Aécio

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DEU NA COLUNA POLÍTICA RAIO LASER, DA TRIBUNA DA BAHIA

Apoio

lO apoio da senadora Lídice da Mata (PSB) à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), anunciado ontem com pompa e circunstância na presença do governador Jaques Wagner e do governador eleito, Rui Costa, foi amplamente utilizado pela equipe da petista como mais uma demonstração de que faixas do partido com o qual a ex-senadora Marina Silva concorreu à Presidência da República correm na sua direção.

Antes de Lídice, a candidata ao Senado em sua chapa, Eliana Calmon, anunciou apoio ao presidenciável Aécio Neves, do PSDB, embora não tenha montado um evento para informar o fato, mesmo tendo tido mais votos que a senadora durante a última campanha estadual.

Semblante
Amigos da senadora Lídice da Mata (PSB) avaliavam ontem que ela não estava tão animada no evento em que anunciou apoio a Dilma. Alguns atribuíram sua fisionomia pouco satisfeita ao cansaço decorrente da campanha.

Outros, à frustração normal que qualquer campanha derrotada sofre, principalmente quando os credores começam a bater à porta.

Sem caneta
Ao se referir ao governador Jaques Wagner, ontem, quando presidia a reunião em que anunciou apoio a Dilma Rousseff, a senadora Lídice da Mata brincou com a sua nova condição de governador em vias de ser sucedido.

“A vida é assim. Acaba, é duro, quando a caneta deixa de funcionar”, afirmou, arrancando risadas, e ouvindo de Jaques Wagner de volta: – Já não estou nem usando (a caneta)!


Dilma amparada, ainda grogue, no estúdio do SBT

DEU NO BLOG DO NOBLAT

Dilma foi nocauteada

Ricardo Noblat

Aécio deixou de ser tucano. Na versão política, tucano é uma ave que, apesar do bico grande, bica com delicadeza. É capaz de perder a vida para não perder a elegância. Quem imaginou que Aécio, nesta quinta-feira, no debate do SBT, ofereceria a outra face para apanhar, enganou-se.

Marqueteiros dizem que o eleitor detesta ataques. Lorota. Detesta baixarias. Se alguém se rendeu à baixaria foi Dilma quando perguntou a Aécio o que ele achava da lei que pune motoristas que dirijam bêbados ou drogados.

Uma vez, no Rio, Aécio foi surpreendido por uma blitz da Lei Seca. E se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Se Dilma sabe que ele estava bêbado ou drogado deveria ter dito. É uma grave acusação que não pode apenas ser insinuada. Leviandade. No debate da Band, na última terça-feira, Dilma impôs a Aécio sua agenda de discussão. Aécio não soube assimilar os golpes. Foi derrotado.

No debate do SBT, Aécio impôs sua agenda. E rebateu os ataques de Dilma com calma, lógica e argumentos bem pensados. Dilma voltou a perguntar pelos parentes que Aécio empregou no governo de Minas. Aécio respondeu sobre apenas um deles — sua irmã, Andrea, que trabalhou no governo sem nada ganhar.

Em seguida, perguntou a Dilma pelo irmão dela, “que ganha sem trabalhar” na prefeitura de Belo Horizonte. Dilma acusou o golpe.

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece direito Minas. Dilma passou recibo da acusação.

O debate acabou com Dilma nocauteada. Não é força de expressão. Desorientada, como se não soubesse direito onde estava e o que lhe aconteceu, Dilma perdeu a voz ao responder à pergunta de uma repórter do SBT. Esqueceu que estava ao vivo. E, aparentemente grogue, pediu para recomeçar.

Não conseguiu. Alegou que estava passando mal. Foi socorrida com um copo de água. Quis voltar à responder. Como seu tempo acabara, se irritou com a repórter. Desfecho perfeito para uma luta que ela perdeu.


BOM DIA!!!


Aécio fala com Marina por telefone ainda no SBT
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DEU NO UOL/FOLHA

LÍGIA MESQUITA
DE SÃO PAULO

Candidata derrotada, a ex-ministra Marina Silva (PSB) telefonou para o tucano Aécio Neves logo depois do debate realizado nesta quinta-feira (16) pelo SBT. Na conversa, Marina questionou o grau de truculência da disputa.

“Ela [Dilma] optou por esse caminho”, justificou Aécio, acrescentando:

“Deu o desespero. Viu que ele passou mal no final?”, perguntou Aécio.

Marina citou o fato de Dilma ter explorado no debate o caso do bafômetro: o tucano admitiu ter se recusado a fazer o teste durante uma blitz no Rio de Janeiro.

“Eu erro. Todo mundo erra”, alegou Aécio. “Vou defender minha honra até o final”, completou ele.

Os dois combinaram de se encontrar sexta-feira.

A conversa aconteceu ainda no estúdio, pouco antes de Aécio deixar a emissora. Marina telefonou para o coordenador de sua campanha e deputado Walter Feldman (PSB-SP), que repassou o celular para o presidenciável.

“Viu o que você fez, Feldman? Agora, todo mundo sabe que eu e Marina conversamos”, brincou Aécio.

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