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Posted on 13-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-10-2014


RobertAmaral com Erundina:insatisfeitos

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DEU NO UOL/FOLHA

O PSB oficializou na tarde desta segunda-feira (13) a troca de seu comando, confirmando a saída do ex-ministro da Ciência e Tecnologia do governo Lula Roberto Amaral da presidência da sigla.

Contrário ao apoio ao tucano Aécio Neves no 2º turno das eleições –decisão tomada pela Executiva da sigla na última quinta-feira (16) por 21 votos a 7–, Amaral será substituído pelo então primeiro-secretário do PSB, Carlos Siqueira.

A troca de comando foi tomada por aclamação em reunião realizada no Hotel Nacional, na região central de Brasília. Amaral não compareceu. A ex-prefeita Luiza Erundina, outra das insatisfeitas com a decisão do PSB, também se ausentou.

O PSB entrou na disputa eleitoral deste ano com a candidatura de Eduardo Campos. Após a morte do ex-governador de Pernambuco em um acidente aéreo em 13 de agosto, a sua então vice, Marina Silva, assumiu a cabeça de chapa, mas chegou em terceiro lugar.

Tanto ela quanto o PSB aderiram então a Aécio, mas houve críticas de integrantes da legenda, que até 2013 era uma das principais aliadas do PT.

Amaral pretendia permanecer no comando da legenda, mas perdeu poder após ser derrotado na definição sobre qual rumo a sigla deveria tomar no segundo turno. Próximo ao PT, ele defendia a neutralidade.

Após constatar que não seria reeleito para o cargo, divulgou um duro texto em que acusa seus correligionários de terem traído os ideais do PSB, além de afirmar que a legenda está migrando para Aécio de olho na participação em eventual governo.

Entre os que lideraram o apoio a Aécio estão o vice-governador eleito de São Paulo, Márcio França, o então vice de Marina, Beto Albuquerque (RS), e a seção pernambucana da sigla. Assumirá a primeira-vice presidência o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara, cuja candidatura no Estado foi escolha pessoal de Campos.

Carlos Siqueira era bem próximo de Eduardo Campos, mas se recusou a continuar na coordenação da campanha presidencial após a morte do amigo. Ele se desentendeu com Marina na ocasião, mas, segundo aliados, se reconciliou com ela na semana passada.

A permanência de Marina no PSB segue indefinida. Muito possivelmente ela deverá deixar a sigla quando conseguir montar o seu próprio partido, a Rede Sustentabilidade.


Jean Tirole em foto de arquivo

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

A Academia Real das Ciências da Suécia premiou o professor Jean Tirole com o Nobel de Economia por seus estudos sobre o poder dos mercados e sua regulação. O economista francês, diretor da Fundação Jean-Jacuqes Laffont na Escola de Economia de Toulouse, “trouxe novos ares à investigação das quebras dos mercados de meados de 1980 e até hoje”, destaca o comitê.

A Academia também destaca o trabalho de Tirole “para entender e regular setores dominados por algumas poucas empresas poderosas”. “Seus estudos resultaram em uma teoria unificada com grande influência nas políticas econômicas: como os governos deveriam lidar com as fusões ou cartéis e como regular os monopólios”, acrescenta.
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Além disso, é um dos teóricos mais relevantes do mundo na aplicação teórica e prática da Teoria dos Jogos e da Teoria da Informação. Nesse aspecto, Tirole se destaca por sua análise das ineficiências associadas à informação privilegiada dos agentes econômicos e, consequentemente, pelo desenho dos contratos e das políticas públicas que podem remediar essas falhas.

Jean Tirole também dirigiu suas pesquisas ao estudo de fenômenos como os crashes financeiros e o estouro de bolhas econômicas. É autor de mais de 150 artigos e de vários livros de referência internacional, tanto no âmbito acadêmico como no da Administração.

O economista francês, que receberá 866.000 euros pelo Nobel (2,67 milhões de reais), ganhou em 2008 o Prêmio Fundação BBVA Fronteiras do Conhecimento em Economia, Finanças e Gestão de Empresas.

No ano passado, o Nobel premiou duas teorias contraditórias sobre os mercados financeiros e os preços.

DEU NO UOL/FOLHA

Tido no PT como bom estrategista, o governador da Bahia, Jaques Wagner, diz que a oposição erra ao alçar a corrupção como principal tema da campanha.

Para Wagner, que saiu fortalecido das urnas ao eleger o sucessor, o eleitor rejeita candidatos que se ancoram no combate à corrupção por saber que “não há partido dos santos, nem dos diabos”.

O petista acusa Aécio Neves (PSDB) de promover o ódio ao PT, com ajuda da “elite conservadora paulista”.

Diz que o PT paulista precisa “saber por que não colheu” votos e pede renovação no partido, mas vê Lula como opção para 2018.

A seguir, a entrevista.

Folha – Um ex-diretor da Petrobras reconheceu à Justiça uma série de crimes. A presidente fala em “golpe” e o PT, em calúnia. O senhor concorda com eles?
Jaques Wagner – Estamos em campanha e tenta-se fazer palanque sobre um tema rejeitado pela população, que é a corrupção. Se [denúncias] tem objetividade, saberemos no final. Há muita hipocrisia. Não reconheço em Aécio Neves alguém que possa dar aula de ética. O povo sabe que tem santo e diabo em todos os partidos. No meu e nos outros. Ninguém ganha eleição dizendo “sou honesto”. Até porque ninguém acredita.

Uma reforma política é suficiente para mudar?
Essa palhaçada só acaba quando houver financiamento público de campanha. O grande erro do PT foi não ter tido mais pulso para fazer a reforma política, porque ou destrói a máquina eleitoral do jeito que está hoje ou todo mundo vai para o ralo.
Mudar essa máquina passa por coincidência de eleição, fim da reeleição, fim da barganha do tempo de TV.
E não vejo o Aécio propor [sobre reforma política], a única coisa que fala é sobre fim da reeleição, para atender a pedido do [governador de SP, Geraldo] Alckmin. No fundo, não é um interesse nobre.

O senhor disse ter “medo” do preconceito contra nordestinos por causa da votação de Dilma na região. Acha que a oposição incita a intolerância?
Acho. Uma parte é, outra parte é um segmento da imprensa, mais firmado em São Paulo, que cria um caldo de cultura antipetista. É uma destilaria de ódio. Querer qualificar a votação é um outro besteirol, dizer que só gente mal informada vota no PT.
Um título verdadeiro ao ex-presidente Lula é o de grande conciliador nacional. Ao contrário do que Aécio mente na TV, quem sempre dividiu o Brasil entre ricos e pobres foi o PSDB, que nunca trabalhou na permeabilidade social. Pobre não tem raiva de rico, pobre tem raiva da exclusão. E nós incluímos 40 milhões.

Dilma também foi capaz de ser essa conciliadora?
Não é esse o elemento em discussão, o jeito do Aécio e da Dilma. Dizem que o Aécio bebe, que a Dilma é zangada, não se trata disso. Cada um tem seu jeito e tem que ser respeitado.
Considero Dilma muito mais qualificada, trabalhadora e determinada do que Aécio. Mas não é só isso. São projetos políticos diferentes. Falam do PT, mas se esquecem que FHC ganhou a reeleição mentindo para o país.

Dilma venceu o primeiro turno com a menor margem desde Collor. O que não deu certo nos últimos anos?
Não quer dizer necessariamente que o governo errou. Há razões conjunturais que explicam. A economia não tem crescido o necessário por culpa da conjuntura. Também tivemos uma candidatura que saiu do próprio projeto, com o Eduardo [Campos], que depois virou a candidatura de Marina [Silva, PSB]. Isso também contribui. Teve o movimento de junho de 2013, quando todo mundo no poder apanhou mais do que quem não estava. Ela continua para mim favorita.

Como o senhor viu o apoio do PSB à candidatura de Aécio Neves?
Não foi generalizado. Pessoalmente, acho que está muito ainda no emocional. E acho que Pernambuco, como era berço de Eduardo, fez esse movimento.
Como governador nordestino, acho um equívoco. Não me consta que nos oito anos do PSDB Pernambuco tenha dado um grande salto. O PSDB trabalhou contra a ida da Fiat para lá. As questões regionais pesam. Por isso, pode não ser bom ter um governo conduzido por uma matriz paulista e mineira.

O PT atacou fortemente Marina no primeiro turno. Foi um erro?
Marina é uma mulher do bem, que se move na política por ideais, não por mesquinharia. Acho que o tom não devia ser esse. Critico o tom porque não é por aí que você ganha uma eleição. O povo não gosta disso.

Considera que Aécio também se move por ideais?
A trajetória de Marina é diferente da de Aécio. Ele é herdeiro, não construiu uma caminhada. Tudo o que faz é esse antipetismo. Além disso, mente muito sobre Minas. Admiro muito o senador [eleito e ex-governador Antonio] Anastasia [PSDB]. Esse sim governou Minas, governou por 12 anos.
Se você olhar para a eleição mineira, você desnuda Aécio. O povo mineiro não é bobo. Elegeu disparado Anastasia pelo que é, um homem direito e trabalhador. Ao não reconhecer isso em Aécio, o povo não acompanhou sua indicação para o governo.
Quem pensou em choque de gestão não foi Aécio. Estava no Rio passeando. Para sentar na cadeira de presidente tem que trabalhar muito. E ele não tem muito apreço pelo trabalho.

Antes das eleições, o PT canalizou forças para eleger governadores em SP, no RJ e no PR. Mas as urnas deram vitórias em MG, BA e PI. O senhor vê uma mudança na correlação interna de forças do PT?
Não. O partido tem que ser pensado nacionalmente. Quando a gente está frágil em São Paulo, é ruim para nós. Não dá para ficar dependente de um único Estado ou região. Aqui [Bahia], colhemos o que plantamos e, em São Paulo, eles precisam saber porque não colheram.
São Paulo continua tendo sua importância, mas é óbvio que onde a gente teve desempenho eleitoral melhor, as pessoas olham para mim e para [o governador eleito de Minas Gerais Fernando] Pimentel como vitoriosos no PT. Acho que cada eleição dessas serve para o PT se repensar nacionalmente.

Independentemente do resultado das urnas, a pré-campanha de Lula para 2018 já começa em janeiro de 2015. Acha que o ex-presidente deve encarar uma nova eleição?
Lula terá 72 anos em 2018 e terá bala na agulha para se apresentar tranquilamente. Sempre fui contra o “volta, Lula” por apreço à regra do jogo da democracia. Não acho bom para o partido e para o país dizer que só uma pessoa pode garantir o futuro. Sou pela naturalidade na política e o natural era ela [Dilma] ser candidata.
Sempre acho melhor renovar. Mas o patrimônio político de Lula não é algo que você dispense. Temos que esperar o resultado de 2014 e, em qualquer dos casos, Lula continua sendo uma figura importante. É uma carta no jogo para 2018. Até lá vamos ver o outro nome que pinta.

RAIO-X JAQUES WAGNER

IDADE 63 anos
FORMAÇÃO Começou a cursar engenharia, mas nunca se formou
HISTÓRICO Deputado federal (1990-2002), ministro do Trabalho (2003-2005), ministro das Relações Institucionais (2005), governador da Bahia (2006 até 2014)

http://youtu.be/mBy4BqytEu0

BASTA DE CLAMARES INOCÊNCIA

Letra:Cartola

Voz: Ney Matrogrosso

Basta de clamares inocência
Eu sei todo o mal que a mim você fez
Você desconhece consciência
Só deseja o mal a quel o bem te fez
Basta, não ajoelhes, vá embora
Se estás arrependida, vê se chora

Quando você partiu, me disse: “Chora!”, não chorei
Caprichosamente fui esquecendo que te amei
Hoje me encontras tão alegre e diferente
Jesus não castiga o filho que está inocente

Link: http://www.vagalume.com.br/cartola/basta-de-clamares-inocencia.html#ixzz3G24Y2IGf

BOA TARDE!!!

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Ricardo Noblat

Cuidado! Nada de acreditar no que disseram à Polícia Federal e à Justiça Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e Alberto Youssef, doleiro, sobre o esquema de desvio de R$ 10 bilhões da empresa para beneficiar políticos em geral e alguns partidos em particular – PT, PMDB e PP.

Os dois podem estar mentindo.

Quando comprovada de fato, a verdade deverá ser muito pior. Duvida?

Gaba-se a presidente Dilma Rousseff – e Lula também – da liberdade com que atua a Polícia Federal.

Sempre que se descobre um novo escândalo envolvendo o PT e seus aliados mais fiéis, Dilma corre a exaltar as virtudes republicanas do seu governo e dá a entender que a Polícia Federal só procede assim porque ela deixa. Como se a Polícia Federal fosse um órgão de governo e não de Estado.

Aqui cabem pelo menos duas perguntas.

Se é marca da Era PT o empenho dos governos em colaborar nas investigações de malfeitos por que há sete meses a Polícia Federal tenta ouvir Lula em um processo sobre restos do mensalão e simplesmente não consegue?

Lula está para ser interrogado na condição de eventual testemunha – jamais de réu. Como ex-presidente, escolherá hora e local para depor. Não o faz.

A segunda pergunta: se Dilma repele com veemência a insinuação de que possa não se interessar pelo combate à roubalheira por que então barra qualquer iniciativa das duas CPIs da Petrobras de apurar o que se passou na empresa nos últimos 12 anos?

Só a Polícia Federal pode ser livre? “Eu sou a favor de, doa a quem doer, as pessoas têm que responder pelo que fazem, seja de que partido for”, prega Dilma. Não convence.

Arrisco-me a ser impiedoso com a presidente por entender que o jornalismo não cobra piedade de quem o exerce, mas senso de justiça.

Dilma posa de incorruptível, e deve ser. Nada se conhece que indique o contrário. Quanto a ser conivente com a corrupção…

Ela o é, assim como a maioria dos governantes por toda parte.

Paulo Roberto roubou desde que foi nomeado por Lula diretor da Petrobras. Lula ignorava o que Paulo Roberto fazia por lá a serviço do PP?

O que fazia meia dúzia de diretores nomeados também por ele a pedido do PP, PT e PMDB?

Dois anos antes de se eleger presidente, Dilma convidou Paulo Roberto para o casamento de sua filha. Não sabia que ele era ladrão?

Demitiu-o “a pedido” em 2012. Paulo Roberto deixou a Petrobras cercado de elogios. Dilma desconhecia seu prontuário?

Ora, faça-me o favor!

Na semana passada, Dilma cogitou demitir Sérgio Machado, um economista cearense que há mais de 10 anos preside a Transpetro, subsidiária da Petrobras. Paulo Roberto contou à Justiça que recebeu de Sérgio R$ 500 mil em espécie.

O padrinho de Sérgio é Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, citado por Paulo Roberto como envolvido com a corrupção na Petrobras. Além de cogitar, o que mais fez Dilma?

De volta de um comício em Maceió, onde ao lado do senador Fernando Collor segurou no microfone para que discursasse Renan Filho, governador de Alagoas, Dilma esbarrou na oposição de Renan, o pai, à demissão de Sérgio. E deixou de cogitá-la.

Para demitir Sérgio seria preciso que Dilma conseguisse o afastamento de João Vaccari Neto do cargo de tesoureiro do PT, argumentou Renan. Vaccari é outro emporcalhado pela lama da Petrobras.
Lula disse que está de “saco cheio” com denúncias de corrupção contra o PT feitas às vésperas de eleições.

Eu também estou.

E você?

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Posted on 13-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-10-2014


Kacio, hoje, no Correio Braziliense (DF)

http://youtu.be/4KVb9mOwjU0

Veja a maravilha de gol de Dinei
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Com dois gols no primeiro tempo, o Vitória venceu fora de casa o Sport por 2 a 1 neste domingo, na Ilha do Retiro. A partida foi valida pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time baiano chegou aos 31 pontos, subiu duas posições e está na 16ª colocação. Já o clube pernambucano permaneceu com 36 pontos, caiu dois postos e está no 11º lugar.

Mesmo jogando fora de casa contra um time que havia perdido apenas uma partida frente a sua torcida, o Leão baiano não se intimidou e abriu vantagem logo no início da partida. A equipe de Salvador abriu o placar logo no primeiro minuto de partida com um gol contra de Ritchely. O Vitória teve uma falta a favor, Marcinho levantou a bola na área e Rithely desviou contra o próprio patrimônio. Aos 27, foi a vez de Dinei marcar um golaço. O atacante do Vitória recebeu linda bola na área, girou em cima de Wendel e marcou um belo gol.

Ainda no primeiro tempo, o Sport conseguiu diminuir. Diego Souza recebeu lindo cruzamento de Ananias e aos 40 minutos diminuiu para o time de Recife.

O Trinfo do Vitória veio em um momento melhor: além de sair da zona de rebaixamento, o time rubro-negro ainda saiu da degola empurrando o maior rival, o Bahia, para o seu lugar. Já o Sport, está a cinco partidas seguidas sem ganhar no Brasileirão, sendo esta a quarta derrota. O time pernambucano agora está apenas seis pontos acima da degola.

Na próxima rodada, o vitória tem nada menos que o Cruzeiro, líder do Brasileiro, enquanto o Sport visita o Botafogo, que briga para sair da zona do rebaixamento

Ithamara koorax, ” Lígia”, de Tom, toque afinado com você que ouve o BP

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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13
Posted on 13-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-10-2014


Dilma em campanha em São Paulo

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Dilma Rousseff, presidente do Brasil e candidata a um novo mandato, desvalorizou o impacto do apoio de Marina Silva a Aécio Neves, formalizado com uma declaração pública na manhã deste domingo, 13.

A candidata socialista derrotada na primeira volta das presidenciais declarou este domingo que vai estar ao lado do candidato do Partido Social Democracia Brasileira. Em reação a este apoio,Dilma Rousseff diz que não acredita que haja uma transferência automática de votos para ninguém.

Considera ainda que é compreensível o apoio de Marina Silva, por haver uma maior proximidade com o programa econômico de Aécio Neves.

A ex-candidata ambientalista à presidência do Brasil, Marina Silva, terceira classificada no primeiro turno das eleições, declarou hoje o seu apoio a Aécio Neves, na corrida contra a Presidente, Dilma Rousseff.

«Tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves, declaro o meu voto e o meu apoio neste segundo turno. Votarei em Aécio e apoiá-lo-ei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e do seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos», disse hoje Marina Silva (Partido Socialista Brasileiro), em conferência de imprensa.

Este apoio surgiu depois de o social-democrata Aécio Neves se ter comprometido, este sábado, com a maioria das propostas da candidata ecologista, numa tentativa de conseguir o apoio da candidata derrotada para a segunda volta das presidenciais, marcadas para dia 26 de outubro, em que defrontará Dilma Rousseff.

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