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Postado em 11-10-2014
Arquivado em (Artigos) por vitor em 11-10-2014 00:15


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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Dois suspeitos de participar da morte do padre Francisco, da Paróquia Nossa Senhora da Esperança, foram presos nesta sexta-feira (10) na cidade de Igrapiúna, a 320 km de Salvador, segundo informações da 33ª Companhia Independente da Polícia Militar (Valença), que fez as prisões. André Ferreira Amaral e Robson Sousa Oliveira estavam em uma pousada da cidade e a PM chegou até eles através de denúncia.

“Na realidade, lá na cidade de Igrapiúna apareceram duas pessoas estranhas. O pessoal do comércio informou logo à PM e foi iniciado processo de investigação que culminou com a prisão”, explica coronel Santiago. “Eles foram presos e confessaram que estavam envolvidos diretamente com a morte do padre”.

A partir da prisão, os suspeitos indicaram onde estava o carro do padre, um Fox, que foi encontrado queimado. “Eles indicaram o local, confessaram o crime… A gente só não sabe ainda a motivação”, diz o coronel.

Os dois suspeitos estão sendo levados para a delegacia de Valença e de lá seguirão para o Departamento de Homicídios e Proteção, em Salvador.

CRime

A polícia recebeu um primeiro chamado sobre o corpo do padre encontrado perto do Centro de Formação de Líderes da Arquidiocese de Salvador às 13h15 de domingo e, por isso, acredita que o crime tenha ocorrido por volta das 13h. O corpo foi localizado pouco depois, com o instrumento usado na morte, uma espécie de vergalhão usado como faca, abandonado ao lado. O padre tinha 18 perfurações pelo corpo. “Acredito que o local tenha sido premeditado pelos criminosos”, disse o delegado Marcelo Sansão.

Testemunhas viram o padre discutindo com dois homens. Segundo Sansão, ele teria sido perseguido pela dupla, até que um deles o alcançou e o outro o atacou. O carro do padre, um Fox, foi levado pelos bandidos, mas o celular do religioso foi encontrado no bolso da roupa.

A Arquidiocese de Salvador informou inicialmente que o padre saiu de casa, em um condomínio no Costa Azul, às 15h30 para seguir para uma missa às 16h. O horário não batia com o divulgado pela polícia. Depois, Irmã Miriam, da Paróquia, afirmou que ao procurar o padre na casa dele, depois que ele não apareceu para missa, foram informados de que ele saíra de casa por volta das 13h30. Sansão acredita que haja uma confusão nesses horários porque as pessoas nem sempre são precisas. “Ninguém está vivendo e olhando pro relógio”.

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