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DEU NO UOL//FOLHA

O segundo turno da eleição presidencial começa com uma disputa extremamente acirrada. Pesquisa Datafolha finalizada nesta quinta (9) mostra empate técnico entre o senador Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma Rousseff (PT). Mas, pela primeira vez, com o tucano numericamente à frente. Ele tem 51% das intenções de voto válido ante 49% da petista.

A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos. Dessa forma, Aécio pode ter entre 49% e 53%. Já Dilma pode ter entre 47% e 51%.

Considerando todas as pesquisas do instituto desde 1989, é a primeira vez que um candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno aparece com mais intenções de voto que o vencedor num estudo de segundo turno. No 1º, Dilma alcançou 41,59% dos votos, ante 33,55% de Aécio; em terceiro, Marina Silva (PSB) teve 21,32%.

Analisando o histórico da polarização PT x PSDB, é a primeira vez também, desde 2002, que um tucano aparece numericamente à frente de um petista em simulação de turno decisivo.

Em votos totais, o placar é 46% para Aécio, 44% para Dilma, 4% dispostos a votar nulo ou em branco, e 6% de indecisos.

AVALIAÇÃO

A avaliação do governo Dilma revela uma situação de estabilidade para a presidente da República. Nesta última pesquisa Datafolha, 39% das pessoas ouvidas julgam que o governo é ótimo ou bom. Trata-se do mesmo patamar nas duas pesquisas anteriores. Em seguida, 38% avaliam o governo como regular e 22% dizem que o governo é ruim ou péssimo –um ponto a menos que na pesquisa anterior.

O Datafolha ouviu 2.879 eleitores em 178 municípios na quarta e nesta quinta. O nível de confiança da pesquisa é 95% (em 100 levantamentos com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro da pesquisa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-01068/2014


Marina e Feldman:Marina em hora de decisão

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DEU NO G1

O porta-voz da Rede Sustentabilidade, grupo político de Marina Silva, Walter Feldman, informou nesta quinta-feira (9) em Brasília que os conselheiros da ex-senadora se encontrarão nesta sexta (10) com o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, para apresentar propostas ao tucano.

Mais cedo, o candidato a vice na chapa de Marina, Beto Albuquerque (PSB-RS) já havia dito que o apoio da ex-senadora a Aecio depende do tucano acatar propostas que forem levadas a ele.

“Estamos marcando para amanhã [sexta, 10] um encontro com o Aécio para entregar a ele as propostas programáticas que foram decididas e consensuadas na reunião de ontem do elo nacional da Rede e estamos convidando os partidos [que compõem a coligação de Marina] para que nos acompanhem nessa entrega”, disse.

De acordo com Feldman, o encontro ocorrerá no Rio de Janeiro, pela manhã, e Marina Silva não deverá comparecer à reunião com Aécio Neves.

Em São Paulo, a assessoria de Marina reafirmou que ela vai esperar o posicionamento de Aécio para decidir sobre apoio. A assessoria também disse que, mesmo em caso de apoiar o candidato, ela não deve subir no palanque.

Principais pontos que serão apresentados
Entre os compromissos que o grupo considera “fundamentais” que sejam adotados pelo tucano está, segundo relatou o coordenador Pedro Ivo, reforma agrária, manutenção dos direitos dos trabalhadores, demarcações de terras indígenas e de unidades de conservação , adoção de uma política “progressista” em relação ao clima, escola em tempo integral, passe livre para estudantes e revisão do fator previdenciário.

O porta-voz da ex-senadora, Walter Feldman, disse que será uma “boa iniciativa” se Aécio se comprometer publicamente com essas bandeiras em forma de carta ou documento público. “Cartas redigidas que simbolizem contrato de trabalho do futuro governo serão extremamente positivas. O Brasil precisa resgatar a confiança nos políticos”, disse Feldman, um dos fundadores da Rede ao lado de Marina.

Posicionamento da coligação

A reunião na sede do PSB nesta manhã teve o objetivo de discutir com os partidos que compõe a coligação eventual apoio a Aécio Neves no segundo turno. Segundo Feldman, dos seis partidos da chapa (PSB, PPS, PHS, PPL, PRP e PSL), apenas o PPL declarou que não se posicionará no momento.

PPS e PSB já haviam manifestado adesão ao tucano nesta quarta-feira (8) e os demais partidos (PHS, PRP e PSL) “sinalizaram” apoio, o que deverá ser formalizado posteriormente, conforme o porta-voz.

“Nós nos mantemos unidos, embora com alguma diferença programática ou de posição, e achamos muito importante esse esforço de mantermos nossa unidade. Tão logo o candidato Aécio receba da Rede, com nossa presença, um documento, a nossa candidata Marina Silva então adotará sua posição pessoal”, afirmou.

Confira abaixo quais são os pontos que serão apresentados pela Rede ao candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves:

– Fim da reeleição, com mandato de cinco anos;
– Adoção de uma visão mais abrangente do desenvolvimento;
– Educação de qualidade;
– Introdução da sustentabilidade nas decisões sobre políticas públicas;
– Descarbonização da economia;
– Prioridade à economia sustentável;
– A sustentabilidade precisa estar presente no campo e na cidade;
– Fortalecimento da agricultura familiar;
– Proteger os nossos territórios, seus recursos naturais e suas populações;
– Garantia inegociável de todos os direitos humanos e expansão dos direitos sociais e dos trabalhadores, aumentando e qualificando os empregos;
– Movimentos sociais precisam ser ouvidos;
– Melhores serviços públicos;

– Mais recursos para a saúde;
– Garantir a segurança de todos.


Dilma no Bonfim:para agradecer e pedir mais votos

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DEU NO UOL/FOLHA

JOÃO PEDRO PITOMBO

DE SALVADOR

Em campanha nesta quinta-feira em Salvador, na Bahia, a presidente Dilma Rousseff (PT) se declarou “pardinha” e pediu uma vaga no Olodum, um dos mais tradicionais blocos afros da capital baiana.

“Eu inclusive já falei que, quando deixar de ser presidente, eu vou ver se eu consigo ali um espaçozinho pra mim [sic] tocar lá no Olodum”, disse a presidente. “Eu sou meio pardinha, então eu acho que eu passo lá.”

A declaração ocorreu pela manhã em entrevista a rádios baianas. Na mesma entrevista, de 36 minutos, a candidata petista à reeleição acusou os adversários do PSDB de criarem uma “oposição ridícula” entre o Sudeste e o Nordeste.

A presidente se referia à declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Em entrevista a blogueiros do UOL, empresa do Grupo Folha, que edita a Folha, FHC disse: “O PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados.”

Dilma respondeu a rádios baianas: “É uma visão preconceituosa e elitista. [Estão] dizendo que meus votos são os dos ignorantes e dos letrados são os deles. Eles não andam no meio do povo, não dão importância ao povo. Querem desqualificar, destilar um ódio mal resolvido”, afirmou.

Campanha Dilma Rousseff

Mais tarde, procurado pela reportagem, o presidente do Olodum, João Jorge, disse, em tom de brincadeira, que vai montar uma banda só de mulheres para a presidente aprender a tocar percussão.

“As mulheres do Olodum vão se decidir se a presidente ganhará uma vaga”, disse Jorge, aos risos.

Ele ainda explicou que o Olodum é um bloco “plurirracial” e aberto a pessoas de todas as cores.

Neste quesito, explica, a presidente seria aceita: “Quase todos os brasileiros são ‘meio pardinhos’. O importante é afirmar-se como descendente de africano”.

CORO NO RÁDIO

A entrevista às rádios de manhã, que alcançou todo o interior do Estado, foi conduzida pelo radialista e ex-prefeito de Salvador, Mário Kértesz, que fez coro com Dilma quando ela atacou a visão dos tucanos sobre programas sociais.

Ele também concordou com a resposta de Dilma a FHC. “Ave Maria”, “Pelo amor de Deus”, “Isso é um absurdo” e “É verdade”, disse, durante a declaração da presidente.

Kértesz entrou na política pelas mãos do senador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007), sendo nomeado secretário de planejamento da Bahia na primeiro gestão de ACM no governo da Bahia.

Foi prefeito de Salvador por duas vezes (1979-1980 e 1986-1988), sendo uma vez nomeado e outra pelo voto popular.

Em 1992, tentou volta à prefeitura, mas perdeu as eleições para Lídice da Mata (PSDB, hoje no PSB). Desde 2001, é radialista da rádio Metrópole.

http://youtu.be/IIPeJVLL8VI

Hampton Hawes Trio, All The Things You Are, para brindar em lua cheia!

Bom fim de tarde e Boa noite

(Gilson Nogueira)

out
09
Posted on 09-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-10-2014


Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

out
09


Aécio anuncia apoios importantes ao lado de Alckmin e Serra em Brasília.
Foto/ EVARISTO SA (AFP)

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS ( EDIÇÃO DO BRASIL)

A propaganda de televisão do segundo turno começa nesta quinta-feira com a maré a favor do senador Aécio Neves (PSDB). Nesta quarta-feira, a candidatura do tucano recebeu o apoio de três partidos – PV, PSC e PSB, pelo qual se candidatou a ex-senadora Marina Silva – e de dois presidenciáveis que ficaram pelo caminho no primeiro turno. Além disso, pesquisa do instituto Paraná Pesquisas indica que Aécio lidera a disputa com a presidenta Dilma Rousseff pelo Palácio do Planalto. O surpreendente crescimento do tucano na reta final da campanha presidencial foi confirmado pelo levantamento encomendado pela revista Época, que indica que o senador teria 49% dos votos se a votação do próximo dia 26 ocorresse hoje. Já a presidenta Dilma Rousseff aparece com 41%. Outros 10% disseram não saber em quem votar ou não responderam à pesquisa. Considerando apenas os votos válidos, Aécio teria 54%, e Dilma, 46%.

Além de já contar com o apoio de Eduardo Jorge, do PV, e de Pastor Everaldo, do PSC, Aécio aguarda para esta quinta-feira a decisão da ex-senadora Marina Silva, que, apesar de seu partido, o PSB, já ter se manifestado a favor de Aécio, ainda não definiu se apoiará algum candidato no primeiro turno. Dos presidenciáveis fora do páreo que já se manifestaram sobre a sequência da disputa, apenas Luciana Genro, do PSOL, recomendou à militância do partido que não vote em Aécio, mas a socialista também não aderiu à campanha de Dilma.

A segunda pesquisa acerca do segundo turno, que está sendo produzida pelo instituto Ibope, deve ser divulgada na noite desta quinta-feira, deixando mais claro o cenário em que as campanhas petista e tucana se encontram no início da nova empreitada. No último domingo, o resultado de muitos levantamentos feitos ao longo do primeiro turno, entre eles os da disputa presidencial, conflitaram com os números apurados pelas urnas, pondo em xeque a capacidade das pesquisas de indicar o resultado eleitoral. A pesquisa divulgada nesta quarta-feira, confirma, contudo, o movimento de ascensão da candidatura presidencial do PSDB.

Segundo o instituto Paraná Pesquisas, o senador tucano também aparece na frente na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apontados. Nesta categoria, 45% dos 2.080 eleitores entrevistados desde a última segunda-feira até esta quarta-feira votariam em Aécio, e 39% estariam com Dilma. As entrevistas foram feitas em 19 Estados e 152 municípios e a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01065/2014. O nível de confiança do levantamento é de 95%, com margem de erro de 2,2 pontos para mais ou para menos.

Pelo corte de escolaridade, o levantamento registra um empate técnico dos dois candidatos entre os eleitores apenas com ensino fundamental, com leve vantagem para a presidenta Dilma: 46% a 45%. Já entre os entrevistados com ensino superior completo, o senador tucano lidera com 55% das intenções de voto, contra 34% da candidata à reeleição. Entre as mulheres, Aécio também aparece na frente, com 50% da preferência, enquanto Dilma tem 40%. A diferença é menor quando são considerados apenas os homens: 47% para o tucano e 43% para a petista.

BOM DIA!!!

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DEU NO UOL/FOLHA

MARIO CESAR CARVALHO
SAMANTHA LIMA
ENVIADOS ESPECIAIS A CURITIBA

Em seu primeiro depoimento à Justiça após ter feito um acordo de delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que o esquema de corrupção na estatal irrigou campanhas de três partidos nas eleições de 2010: PT, PMDB e PP, segundo apurou a Folha. Naquele ano, foram disputadas eleições para presidente, governadores e deputados.

Deflagrada em março pela Polícia Federal, a Operação Lava Jato descobriu um esquema de desvio de dinheiro da Petrobras que envolveu Costa, doleiros e fornecedores da estatal. Segundo a PF, uma “organização criminosa” atuava dentro da empresa. O esquema teria movimentado R$ 10 bilhões.

No depoimento, ele disse que o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, ligado ao PMDB, também teria participado das irregularidades. Paulo Roberto disse ter recebido R$ 500 mil do presidente da Transpetro.

Segundo Paulo Roberto, três ex-diretores da Petrobras fizeram parte do esquema: Nestor Cerveró, Jorge Zelada e Renato Duque.

No depoimento, ele reconheceu ter recebido dinheiro da Odebrecht, citou o nome do executivo Márcio Farias como sendo seu contato, mas não citou valores, segundo informou o advogado Haroldo Nater, que defende Leonardo Meirelles, apontado como laranja do doleiro Alberto Youssef no laboratório Labogen, usado para lavar dinheiro.

Segundo a Folha apurou, Paulo Roberto disse que a propina correspondia a 3% do valor líquidos de contratos da Petrobras, que eram divididos entre ele e partidos políticos. Afirmou também que o CNCC, consórcio liderado pela Camargo Corrêa pagou propina para ganhar obras da Petrobras, segundo seu advogado, Antonio Augusto Figueiredo Basto. Basto disse que políticos lideravam o esquema, e não o doleiro Alberto Yousseff, como acusa a Polícia Federal.

Costa foi levado nesta quarta-feira do Rio, onde está em prisão domiciliar, para Curitiba (PR), em um voo comercial da Azul, com escolta da Polícia Federal.

Costa saiu da prisão no última quarta-feira (1º), como parte do acordo em que decidiu que contaria o que sabe sobre corrupção na Petrobras em troca de uma pena menor —a perspectiva de seus advogados era que ele fosse condenado a 50 anos de prisão.

O executivo foi preso em 20 de março pela PF. O ex-diretor também citou, em outro depoimento, segundo a revista “Veja”, os nomes de 12 parlamentares que recebiam propina do esquema, entre os quais o do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-SP), e do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Todos negam com veemência que tivessem recebido recursos.

OUTRO LADO

Edson Ribeiro, advogado de Nestor Cerveró, diz que não pode considerar qualquer declaração despida de provas e que ainda não sabe do que se tratam as declarações de Paulo Roberto Costa.

O Consórcio CNCC comunicou, por meio de nota, que não teve acesso ao depoimento e que repudia qualquer acusação de atuação irregular.

O presidente da Transpetro, Sergio Machado, por sua vez, diz que a declaração contra ele “trata-se de uma afirmação absurda e falsa”. Por meio de sua assessoria, disse estar “indignado com a divulgação do suposto conteúdo de um depoimento dado a portas fechadas e sobre o qual não se tem nenhuma informação oficial”, além de afirmar que tomará “as providências cabíveis” e processará “quem quer que seja na defesa da Transpetro”.

Também em nota, a Odebrecht negou veementemente as alegações, que chamou de “caluniosas”. “A Odebrecht mantém, há décadas, contratos de prestação de serviços com a Petrobras, todos conquistados de acordo com a lei de licitações públicas. A empresa repudia especialmente menções a nomes de seus integrantes e reitera que tem todo o interesse em que a verdade seja apurada com rigor -e está, como sempre esteve, à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento.”

Procurada pela Folha, a Petrobras não se manifestou. .


Luciana Genro e Executiva do PSOL:”Aécio não”
Dilma talvez
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DEU NO SITE TERRA MAGAZINE

POR RODRIGO RODRIGUES

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) divulgou nesta quarta-feira (08) nota pública anunciando que liberará os partidários para escolherem candidato no segundo turno da eleição presidencial, mas sem assumir compromisso com a candidatura de Dilma Rousseff (PT) e pregando “nenhum voto em Aécio Neves”.

Na nota, o PSOL afirma que Aécio representa as privatizações e a corrupção que se deu no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), quando o mesmo iniciou o processo de venda de empresas estatais no País.

“Entendemos que Aécio Neves, o seu PSDB e aliados são os representantes mais diretos dos interesses da classe dominante e do imperialismo na América Latina. O jeito tucano de governar, baseado na defesa das elites econômicas e nas privatizações, com a corrupção daí decorrente, significa um verdadeiro retrocesso. A criminalização das mobilizações populares e dos pobres empreendida pelos governos tucanos, em especial o de Alckmin, nos coloca em oposição frontal ao projeto do PSDB e aliados de direita. Assim, recomendamos que os eleitores do PSOL não votem em Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais. Não é cabível qualquer apoio de nossos filiados à sua candidatura”, afirma a executiva nacional do PSOL.

Além da crítica a Aécio e o PSDB, o PSOL não livrou a candidata Marina Silva (PSB), que está prestes a anunciar apoio ao tucano no segundo turno.

Para os membros do partido, a aproximação da candidata do PSB com o tucano deslegitima a ambientalista a representar o que chama de “nova política” e “as vozes da rua”:

“A provável capitulação de Marina Silva à candidatura tucana demonstra a sua incapacidade de representar legitimamente o desejo de mudanças expresso nas ruas e comprova que a “nova política” não pode ser um atributo daqueles que aderem tão rapidamente ao retrocesso”, diz o documento.

Apesar de membros do PSOL como o deputado Marcelo Freixo (RJ) e o senador Randolfe Rodrigues (AP) terem anunciado voto em Dilma, a carta do partido também assume postura crítica em relação a Dilma e o PT.

No documento Dilma é nomeada como alguém que “não nos representa”.

“Dilma está distante do desejo de mudanças que tomou as ruas no ano passado. Seu governo atuou contra as bandeiras mais destacadas de nossa campanha(…) Por tudo isso, se Dilma vencer o segundo turno, o PSOL seguirá como oposição de esquerda e lutando pelas bandeiras que sempre defendemos. A partir destas considerações, o PSOL orienta seus militantes a tomarem livremente sua decisão dentro dos marcos desta Resolução, conscientes do significado sobre o voto no segundo turno”, afirma a nota do PSOL.

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