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DEU NO UOL

Aliny Gama

De Maceió

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) mostra que Paulo Câmara (PSB) lidera a disputa pelo governo do Estado de Pernambuco.

Segundo o levantamento, encomendado pela “TV Globo Nordeste”, Paulo Câmara (PSB) obteve 42% das intenções de voto e o senador Armando Monteiro Neto (PTB), 34%.

O candidato José Gomes Neto (PSOL) marcou 1% das intenções de voto.

Os candidatos Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB) e Pantaleão (PCO) não pontuaram.

Os votos brancos e os nulos somam 9% e indecisos, 13%.

DEU NO G1

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato, deixou a carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba, no bairro Santa Cândida, às 13h15 desta quarta-feira (1º). Sob escolta policial, ele foi levado em um carro preto descaracterizado da PF até o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense. De lá, Costa seguirá em um avião da PF para o Rio de Janeiro – onde cumprirá pena em regime domiciliar até ser julgado. A PF não informou em qual aeroporto do RJ a aeronave irá pousar e o horário de chegada.

A mudança de regime prisional foi obtida após um acordo de deleção premiada, que foi aprovado e homologado pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o período da prisão domiciliar, Costa será monitorado por uma tornozeleira eletrônica e terá que cumprir regras para não perder os benefícios oferecidos pelo acordo feito com a Justiça. Segundo a PF, o equipamento foi colocado no ex-diretor por volta das 10h.

O ex-diretor é um dos acusados na operação Lava Jato, que foi deflagrada no dia 17 de março deste ano em vários estados brasileiros e no Distrito Federal. A operação investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. Conforme a PF, a organização criminosa era liderada pelo doleiro Alberto Youssef, que está detido na carceragem em Curitiba. Após ser preso, Costa chegou a ser libertado no dia 19 de maio por ordem do ministro Zavascki, mas foi preso novamente no dia 11 de junho a pedido Ministério Público Federal (MPF).

Depois de homologar o acordo de delação premiada na terça, Zavascki transferiu para a Justiça Federal do Paraná a decisão sobre a prisão domiciliar de Costa. O juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo da Operação Lava Jato, concedeu o benefício.

Paulo Roberto terá que pagar fiança de R$ 5 milhões para deixar a carceragem e cumprir com o acordo de delação. Ele também terá que pagar mais R$ 5 milhões de indenização e devolver bens aos cofres públicos. Entre eles estão uma lancha e um terreno em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, ambos com valores acima de R$ 1 milhão.

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http://youtu.be/2X7tsryN7W4

FRIEZA

Poesia:Florbela Espanca

Interpretação: Amelinha e Fagner

Os teus olhos são frios como espadas,
E claros como os trágicos punhais;
Têm brilhos cortantes de metais
E fulgores de lâminas geladas.

Vejo neles imagens retratadas
De abandonos cruéis e desleais,
Fantásticos desejos irreais,
E todo o oiro e o sol das madrugadas!

Mas não te invejo, Amor, essa indiferença,
Que viver neste mundo sem amar
É pior que ser cego de nascença!

Tu invejas a dor que vive em mim!
E quanta vez dirás a soluçar:
“Ah! Quem me dera, Irmã, amar assim!…”

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Posted on 01-10-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-10-2014



Sid, hoje, no portal A Charge Online

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA

Acusações feitas ao candidato Paulo Souto, do DEM, pela candidata do PSB (Lídice da Mata) e do PRTB (Da Luz) deram início ao debate entre os postulantes do governo da Bahia, nesta terça-feira (30/9). O debate dos candidatos baianos foi mediado pelo jornalista William Waack, âncora do Jornal da Globo.

Logo no primeiro bloco, Da Luz acusou Paulo Souto de ser o responsável pelas mortes em assaltos, na Bahia. “São as crianças que em seu governo não tiveram educação, que estão hoje assaltando”, disse o candidato do PRTB.

Souto respondeu que nos últimos 4 anos de governo Jaques Wagner foram registrados 170 assaltos a bancos, na Bahia, e 38 mil mortes violentas. “5 dos 10 municípios mais violentos do País estão na Bahia”, disse.

Lídice da Mata, por sua vez, igualou os governos de Paulo Souto e de Wagner. “Em nenhum dos dois a educação foi prioridade.”.

Segundo ela, o PT e o DEM pensam da mesma forma no que diz respeito à segurança pública. “Preferem investir em armamentos do que construir uma rede de proteção social”.

No governo Souto, disse Lídice, a Polícia Militar tinha os piores salários do país.

Segundo bloco

As propostas dos candidatos começaram a aparecer com mais intensidade no segundo bloco, de temas livres, embora o debate continuasse marcado pelas acusações feitas pelos candidatos ao candidato do DEM.

Mais uma vez Da Luz acusou o candidato do DEM de ter falhado no combate à violência, e de ter desvalorizado o trabalho da Polícia Militar, fato rejeitado, na réplica, pelo ex-governador. Ele disse ter criado o grupamento aéreo da PM e prometeu valorizar a corporação, “mas com um diálogo franco, sem enganá-los”.

Lídice da Mata ressaltou o que considera um descontrole das contas públicas, durante o governo do PT, e denunciou atraso no pagamento de fornecedores.

E Marcos Mendes, candidato do PSOL, criticou a privatização da Coelba e do Baneb, que segundo ele causou “um rombo nas finanças do Estado”.

Rui Costa (PT), prometeu criar programas “Saúde para Todos” e “Educação para Todos” e acusou o adversário do DEM de ser “medalha de ouro em violência”, pois segundo ele no governo Souto “20 mil jovens morreram vítimas da violência”.

Ao responder a pergunta de Marcos Mendes sobre o combate à estiagem, Rui Costa disse que o abastecimento de água chegou a 4 milhões de baianos durante o governo do PT na Bahia e prometeu água para todo o Norte da Bahia. “Ao final de 4 anos, todo baiano terá água potável para consumir”, garantiu.

“Perfuramos mais de 5 mil poços e construímos mais de 200 mil cisternas”, disse o candidato do PT.

Terceiro bloco

Coube ao candidato Marcos Mendes levantar o tema “corrupção”. O candidato do PSOL acusou o ex-governador de beneficiar empresas ligadas ao partido, o que foi rejeitado por Souto, que disse preferir utilizar o debate para discutir ideias, mas em seguida passou a reclamar da segurança pública durante o governo do PT. E ao fazer uma pergunta a Lídice da Mata, manteve as críticas.

Lídice da Mata defendeu a construção de maternidades em regiões-chave do Estado e anunciou o programa “Mãe Coruja”, de apoio às parturientes.

“ENTARDECENDO”, TEMA DE MARCOS VALLE E JOÃO DONATO, COM OS BOSSA NOVA.BOM PROVEITO!

ÓTIMA QUARTA-FEIRA!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Único recurso de Aécio é bater em Marina

Corre no meio político a lenda de que Aécio Neves comete um erro ao atacar, como vem fazendo há um mês, a candidatura de Marina Silva, com base no princípio de que, se são ambos de oposição, o alvo único deveria ser a presidente Dilma Rousseff, além do fato de que ele teria de preservar as relações para um possível acordo no segundo turno.

Mas a realidade, neste caso, é de simples interpretação: se, na visão da campanha de Aécio, Dilma está garantida na etapa final da disputa, a adversária direta de Aécio é Marina, e é ela que ele tem de ultrapassar se quiser manter vivo o sonho de vencer a eleição. Ficando em terceiro, pouco importará se ele continuará ou não amigo de Marina.

É uma situação mais ou menos semelhante à experimentada por Dilma quando, logo após a morte de Eduardo Campos, Marina deu um salto expressivo nas pesquisas de intenção de votos. Como Aécio seria, àquela altura, carta fora do baralho, à presidente nada restava senão atacar Marina para barrar seu crescimento e superá-la num eventual segundo turno.

Caso Marina houvesse mantido a grande perspectiva – que se chegou a alimentar – de ser a mais votada no primeiro turno, aí, sim, Aécio teria de concentrar seus ataques exclusivamente em Dilma. Sua postura atual, de “desconstrução” de Marina, é que lhe dá uma chance de avançar. Fazer as pazes com Marina será, então, outra etapa do processo

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Tanto a candidata presidencial do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Marina Silva, como seu rival do conservador Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Aécio Neves, propõem reduzir o Mercosul de seu estado atual de união alfandegária a uma zona de livre comércio, de modo que o Brasil possa negociar sozinho acordos comerciais com outros países ou regiões, sem a Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Por exemplo, com a União Europeia, que mantém conversações paralisadas com o Mercosul. O kirchnerismo e sua fragmentada oposição temem que uma decisão desse tipo isole a Argentina. Mas alguns opositores se iludem imaginando que uma derrota do PT, no poder há 12 anos, suponha o fim da hegemonia da muito diversa esquerda latino-americana.

Os Governos do PT, tanto o de Lula (2003-2011) como o de Dilma, defenderam um conceito qualificado por analistas como sendo de “paciência estratégica” em sua relação com a Argentina dos Kirchner. Ou seja, toleraram as barreiras comerciais que Buenos Aires impôs a produtos de todo o mundo, incluindo os de seus sócios do Mercosul. Analistas como Félix Peña, da Fundação IBC, advertem que, embora seja necessária uma revisão da aliança, tampouco se podem descartar os benefícios que ela proporcionou ao longo de 23 anos em termos econômicos, políticos e de paz, quatro décadas depois de serem aventadas hipóteses de guerra entre Brasil e Argentina. Peña acrescenta que a proposta de Marina e Aécio implicaria em uma reforma do tratado de fundação do Mercosul, o Tratado de Assunção (1991), e adverte que fazer essa proposta na campanha eleitoral não é a mesma coisa que aplicá-la no governo.
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“Existe um medo de que Marina ou Aécio ganhem”, reconhece o kirchnerista Eduardo Sigal, ex-sub-secretário do Governo argentino para o Mercosul. “Mas creio que uma vitória de Dilma também colocaria o desafio de atualizar o Mercosul. É preciso rever o comércio, o financiamento e a integração produtiva”, ele reconhece. De fato, sob pressão do empresariado brasileiro, Dilma vem dando impulso às negociações entre o Mercosul e a UE.

“Se a Argentina refletir sobre a má práxis do Governo nacional, verá que o Brasil teria razão em separar-se”, opinou o deputado e rabino argentino Sergio Bergman, da conservadora Proposta Republicana (PRO). “Soa sensato o que Marina e Aécio propõem, apesar de contrariar os interesses argentinos. Mas em dezembro de 2015 haverá um novo governo na Argentina, e lamentaríamos que o Brasil nos deixasse de fora”, acrescenta o deputado, porta-voz da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados argentina.

Uma vitória da oposição brasileira teria impacto não apenas sobre o Mercosul, mas sobre a política doméstica argentina. “Se o PT perder a eleição, será uma trava importante ao processo político que acontece na região, na Argentina, Uruguai, Bolívia. Seria uma mudança de rumo em um país que é um continente e é uma das principais economias do mundo”, observa Sigal.

“Os partidos de alternativa ao regime de Cristina Kirchner vemos com entusiasmo a possibilidade de mudanças na América Latina, mas não podemos comparar Cristina com Dilma, que, com seus acertos e erros, tem políticas de médio e longo prazo”, diz o deputado, cujo partido deve enfrentar em 2015 o kirchnerismo, o peronismo opositor e a centrista Frente Ampla Unen. “Se vencerem, Marina ou Aécio terão que corrigir erros da pseudo-amizade de Dilma e Cristina”, acrescenta Sigal, embora reconheça que uma vitória da oposição brasileira não necessariamente vá contagiar a oposição argentina.

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