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VARA CRIMINAL

Moreira da Silva

Fui intimado a comparecer a vara criminal
Mas isto agora é que foi mal
Não sei a razão desta intimação
Se não matei, nem sou ladrão
Acho que o Senhor Juiz está enganado
Deram-lhe o nome trocado
Acabei de crer que sou mesmo pesado
Não posso viver sossegado
No dia marcado eu compareci, falei com um doutor
Devia ser o promotor
“Rapaz, o seu caso está um pouco encrencado
Quem é o seu advogado?”
Eu respondi, “Nem sequer sei o motivo da minha presença neste conselho de sentença.
Pois eu sou, ora se sou, pobre mas trabalhador.
Pode crer nisso, seu Doutor?”
“Mas é que seu processo está difícil de se resolver
Enfim, vou ver se pode ser anulado.
Logo depois deve ser arquivado.”
“Pra eu ficar mais conformado”
“Logo após reunir o conselho di-lho a ordem do dia
José Cordeiro de Faria, condenado a dez anos de prisão
Porque voltou a orgia
Trabalhador mas de que é que tem valia”

BOA TARDE!!!

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DEU NO IG

A candidata à Presidência pelo PSB Marina Silva disse em entrevista ao Bom Dia Brasil, da TV Globo, que não vai cometer aventuras na condução da economia do País e que trabalha com uma meta de inflação de 4,5% ao ano e não de 3,5%, meta sinalizada por Eduardo Campos (PSB) e por economistas que colaboram com seu programa.

A candidata socialista chegou a filosofar dizendo que “uma boa parte do capital que o Brasil precisa não é tangível, é intangível” e, a seguir, destacou que criar um novo ambiente para atrair investimentos exigirá “um governo que tenha legitimidade e que, de antemão, estabeleça o seguinte: nós não vamos nos aventurar em política econômica, não vamos inventar a roda”.

Marina esclarece que quando Campos e colaboradores da plataforma de governo fizeram menção à meta de inflação de 3,5% ao ano, o documento ainda estava em fase de discussão. “O nosso compromisso é em manter o tripé da da estabilidade econômica, com a ideia da responsabilidade fiscal, com a manutenção de um câmbio flutuante e a nossa proposta é de 4,5%. É isso que vamos manter e estamos perseguindo isso”, comentou.

A candidata neosocialista apelou que o eleitor escolha um presidente da República que resgate a creedibilidade, para que esse País volte a ter investimento, para que este País possa assegurar a autonomia do Banco Central, para que esse País possa ter controle do gasto público”.

A seguir, a ex-senadora pelo PT manifestou a promessa de criar um Conselho de Responsabilidade Fiscal para combater o gasto ineficiente. Ela considerou inaceitável que uma obra tenha um orçamento inicial e, ao final, custe 10, 20, 30 vezes mais.

Marina Silva também posicionou-se sobre os financiamentos de bancos públicos e defendeu que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve ampliar o leque de empresários que conseguem contratar financiamentos com a instituição.

“O que enfraquece os bancos é pegar o dinheiro do BNDES e dar para meia dúzia de empresários; uma parte deles falida, alguns que deram, enfim, um sumiço em bilhões de reais do nosso dinheiro. Nós vamos parar com o mau uso”, assegurou prometendo ainda que nenhum partido terá assento no BNDES, na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil.

Desonerações e financiamentos

Marina Silva também voltou sua atenção à crise da indústria e pregou que a política de incentivos fiscais e de desonerações não será interrompida, mas que exigirá contrapartidas das empresas.

“Nós sabemos que há a necessidade de incentivos para a indústria e o emprego possam ser protegidos. Isso aconteceu a partir de 2008 naquele momento de fragilidade [crise mundial]. O problema é que a continuação do remédio, mesmo quando o paciente já deveria estar se preparando para ter autonomia, cria uma situaçção de dependência. A atitude do governo em não exigir uma contrapartida, principalmente da indústria automobilística, faz com que no Brasil os benefícios aconteçam, sem que a indústria automobilística se preocupe em melhorar a qualidade de seus equipamentos, de diminuir a poluição. Nos Estados Unidos isso [as desonerações] foi feito também, só que foi feito com contrapartida. O que nós falamos é que queríamos qualificar melhor esses incentivos”, explicou Marina Silva.

Agronegócio e meio ambiente

A candidata do PSB comentou ainda sobre possíveis resistências do agronegócio à sua eleição e opinou que uma minoria do setor ainda tem uma visão política ideológica a seu respeito. Questionada sobre sua posição contrária aos transgênicos, quando defendeu uma moratória de cinco anos para sua adoção no País. Marina Silva disse que até hoje os europeus continuam estudando malefícios dos organismos geneticamente modificados ao meio ambiente e à saúde humana, mas que uma regulamentação por lei está em vigor no Brasil e será respeitada por ela, se eleita.

set
25
Posted on 25-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-09-2014

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

A sonda ‘low-cost’ indiana que chegou ontem à órbita de Marte transmitiu as suas primeiras imagens do Planeta Vermelho, mostrando a sua superfície cheia de crateras. A Índia tornou-se no primeiro país asiático a chegar a Marte.

Uma das imagens transmitidas pela sonda Mangalyaan foi divulgada na página de Facebook da Organização de Pesquisa Espacial Indiana (ISRO, na sigla em inglês) com a indicação de que foi tirada a uma altura de 7300 quilómetros da superfície do planeta.

“A vista é bonita aqui de cima”, escreveu a agência na sua conta de Twitter.

Outras fotos já foram enviadas, indicou um responsável da ISRO à AFP, enquanto um porta-voz revelou que a sonda está a funcionar bem.

A Índia tornou-se no primeiro país asiático a chegar a Marte, depois de a sonda ter entrado em órbita, após uma viagem de dez meses. A missão tinha um orçamento de 74 milhões de dólares, uma fração do dinheiro usado pelos norte-americanos da NASA para colocarem a sua própria sonda na órbita do planeta. A missão dos EUA custou cerca de 671 milhões de dóla

set
25
Posted on 25-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-09-2014


M. Aurélio, hoje, no jornal Zero Hora(RS)


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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Se alguém tinha dúvidas sobre a principal preocupação de Dilma Rousseff atualmente, a presidenta do Brasil se encarregou de esclarecê-las na quarta-feira ao abrir os debates da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York: as eleições em outubro nas quais disputa sua permanência no Governo.

“Inicio este debate geral nas vésperas das eleições que determinarão, no Brasil, o presidente da República”, foi o começo do discurso de Dilma em um cenário como a ONU, que multiplica qualquer mensagem política. Na sequência, veio uma lista detalhada das conquistas do Brasil na última década e meia, na qual o gigante sul-americano esteve nas mãos de seu Partido dos Trabalhadores (PT), primeiro com Luis Inácio Lula da Silva e, desde 2011, com a própria Dilma Rousseff.
mais informações

“Trinta e seis milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema desde 2003, 22 milhões durante meu Governo”, frisou Dilma, que também citou o recente anúncio da FAO que tirou o Brasil do Mapa Mundial da Fome e as conquistas em matéria de acesso à educação, saúde ou integração de minorias. Tudo isso, enfatizou mais uma vez, “sem descuidar da disciplina fiscal e a estabilidade monetária” em meio a uma grande incerteza mundial que contudo, reconheceu, “afetou fortemente” a economia brasileira nos últimos tempos.

É urgente e vital restabelecer o dinamismo da economia global, que deveria se esforçar em impulsionar o investimento, o comércio internacional e a redução de desigualdades entre os países”, pediu Rousseff, que voltou a qualificar de “inaceitável” a demora na reforma da distribuição de votos de acordo com o peso das economias emergentes, como o Brasil, no Fundo Monetário Internacional (FMI).

Dilma dedicou menos da metade do seu tempo de discurso para falar de problemas de caráter global, com um dura crítica ao “uso de força incapaz de eliminar as causas responsáveis pelos conflitos”, em plena campanha internacional liderada pelos Estados Unidos contra o terrorismo extremista islâmico no Oriente Médio.

Tanto o conflito palestino-israelense como o “massacre sistemático do povo sírio”, a “trágica desestruturação nacional” do Iraque, a “grave insegurança” na Líbia, o conflito no Sahel ou a crise da Ucrânia demonstram que “cada vez mais as intervenções militares não trazem paz, mas sim a deterioração desses conflitos”, afirmou Dilma.

Pouco antes de suas palavras, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, inaugurou a rodada de reuniões na sede de sua organização com uma mensagem muito pessimista sobre o rumo que o mundo tomou. “O horizonte de esperança escureceu”, lamentou Ban, que considerou que 2014 está sendo um “ano terrível para a Carta das Nações Unidas”.

A presidenta também incluiu em seu discurso outra antiga demanda do Brasil: a necessidade de uma “reforma genuína” do Conselho de Segurança da ONU para que este órgão possa “superar sua paralisia atual”.

“Um Conselho de Segurança mais representativo e mais legítimo também seria um Conselho mais eficiente”, defendeu Rousseff. O Brasil aspira a um posto permanente neste organismo.

Exatamente um ano depois de subir no mesmo pódio da ONU para denunciar as práticas de espionagem internacional reveladas por Edward Snowden – e das que ela mesma foi vítima, um fato que esfriou suas relações com os EUA –, Rousseff insistiu mais uma vez na importância de que providências sejam tomadas para “garantir que a internet continue se desenvolvendo de forma aberta, democrática e livre”.

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Um grande clássico de Sinatra, em qualquer época e em qualquer Estação. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


Montanhista francês sequetrado
domingo foi decapitado ontem (24)

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DEU NO CORREIO DA BAHIA ( COM INFORMAÇÕES DO ESTADÃO)

Extremistas argelinos aliados ao grupo Estado Islâmico decapitaram um refém francês depois de a França ter ignorado a exigência de interromper os ataques no Iraque, segundo vídeo obtido nesta quarta-feira pelo SITE Intelligence Group, que monitora ações terroristas na internet.

O grupo, que se autointitula Jund al-Khilafah, ou Soldados do Califado, havia afirmado que mataria o montanhista francês Herve Gourdel após tê-lo sequestrado no domingo, a menos que a França encerrasse seus ataques contra combatentes do Estado Islâmico no Iraque em 24 horas. O governo francês afirmou que não cederia.

No vídeo, homens mascarados do grupo recém-formado, que é um ramo que se separou do braço da Al-Qaeda no norte da África, promete fidelidade ao líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, e dizem que seus combatentes lutam contra seus inimigos. Os Soldados do Califado criticaram os ataques franceses no Iraque, assim como sua intervenção contra islamitas radicais no Mali. Segundo o SITE Intelligence Group, o vídeo foi postado no Twitter.

Gourdel, guia de montanha de 55 anos que morava em Nice, foi capturado nas montanhas de Djura Djura, norte da Argélia, no domingo, durante uma caminhada. Seus companheiros argelinos foram libertados. Forças argelinas realizaram uma ampla buscar por ele na região, que é um dos últimos redutos de extremistas islâmicos na Argélia.

O vídeo lembra imagens anteriores que mostraram a decapitação de dois jornalistas norte-americanos e de um trabalhador humanitário britânico nas últimas semanas, mas em vez de começar com imagens de falas do presidente Barack Obama, mostra o presidente francês François Hollande.

A França começou a realizar ataques aéreos no Iraque na sexta-feira e foi o primeiro país a se juntar à campanha militar norte-americana contra os combatentes do Estado Islâmico no país. “Nossos valores estão em jogo”, disse o primeiro-ministro francês Manuel Valls nesta quarta-feira, após saber do vídeo. Ele não fez mais comentários, mas minutos antes afirmou que a França continuaria a combater no Iraque pelo tempo necessário.

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