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Postado em 23-09-2014
Arquivado em (Artigos) por vitor em 23-09-2014 11:48

DEU NA COLUNA DE MÔNICA BERGAMO/ FOLHA

Marina Silva autorizou que os “santinhos” da campanha dela que serão distribuídos pelo PSB em São Paulo na reta final do primeiro turno incluam o nome do tucano Geraldo Alckmin como candidato ao governo do Estado.

DE VOLTA

O primeiro lote do material não trazia o nome do governador. E foi rejeitado por Márcio França, do PSB. Uma das principais lideranças do partido de Marina no Estado, ele é ao mesmo tempo coordenador do comitê financeiro da campanha dela à Presidência e candidato a vice na chapa de Alckmin.

DE VOLTA 2
Depois da reclamação, os santinhos foram refeitos.

CAUSA

Marina tem sido pressionada por coordenadores de sua campanha a fazer sinais positivos em direção a Alckmin. Eles temem que atritos com o candidato, que tem grande popularidade em SP, façam ela perder pontos preciosos no estado. A candidata mantinha dianteira folgada, mas na semana passada apresentou viés de baixa nas intenções de voto no Estado.

EFEITO

Um dia depois do incidente em que placas com o nome de Marina e Alckmin foram retiradas das ruas em São Bernardo na visita dela à cidade, na sexta, a candidata foi a Campinas. Lá, deu declarações consideradas amenas sobre o governador tucano se comparadas às que fazia há alguns meses, quando tentou vetar a aliança do PSB com os tucanos em São Paulo.

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Comentários

jader on 23 setembro, 2014 at 12:25 #

Esta é a verdadeira Marina !!! A da nova política . Ao sabor do vento !!! Será que mudou de idéia através de twitter com aconteceu com o puxão de orelhas que o Malafaia fez ??????


Carlos Volney on 23 setembro, 2014 at 18:52 #

Ou, Jáder, com todo respeito a tuas opiniões e comentários, Marina realmente parece meio perdida dentro do tiroteio a que está sendo submetida.
Agora, e Dilma, que posou de gerente austera que não transigia com os “malfeitos” – expressão preferida por ela – e recrutou novamente vários que havia defenestrado do governo como malfeitores para tão somente ampliar seus minutos no horário eleitoral??
Rapaz, em matéria de desmentir em pé o que acabara de afirmar sentado, ninguém nesse Brasil, em época alguma, sequer se igualou a Lula e o PT.
Aliás, o PT é aquele típico caso da fábula, a vida inteira pregou castidade para depois se tornar o dono do prostíbulo.
Mas, é só a minha opinião.


jader on 23 setembro, 2014 at 19:51 #

Carlos , Por acaso voce se refere aos oito anos que ela ( a Marina) passou dentro deste prostíbulo e nunca denunciou coisa alguma !!! Ela deve ser uma pessoa muito pura ou muito ingênua . Vai ser oportunista lá longe!!!!!!!!!!!


jader on 23 setembro, 2014 at 20:00 #

Complementando:
Ela deve ser canonizada , pois ficou 8 anos em um prostíbulo e saiu virgem !!!!!!!!!!!!!!!


Graça Azevedo on 23 setembro, 2014 at 20:27 #

Hoje não acredito em nada. Em ninguém. Quem quer que ganhe vai ter que negociar com um congresso corrupto e sem noção do que é legislar.


luiz alfredo motta fontana on 23 setembro, 2014 at 21:01 #

Cara Graça, a única certeza é a mesmice.

“Governabilidade” ou “Sustentabilidade”?

Por qual destes motes garantiremos a impunidade e a corrupção?

Façam suas escolhas, ou se preferirem aguardem a última pesquisa, a urna confirmará, sem direito a choro ou recontagem.

Caro Volney, o pior deste prostíbulo é o preço, agravado pela falta de imaginação dos que o frequentam. A trilha, no entanto, é até boa, dividida entre Chico e Gil, cada vez mais habitués.


Carlos Volney on 24 setembro, 2014 at 14:26 #

Caro Jáder, em nenhum momento eu defendi Marina. Só uma coisa é incontestável: ela, do ponto de vista da moral, da ética e da seriedade na vida pública e privada, é absolutamente imaculada, diferentemente da esmagadora maioria dos políticos, todos incluídos.
Quanto à distância que vai disso a achar que ela é a solução para o Brasil, creio ser intransponível.
Para mim, como bem diz o poeta Fontana, qualquer que seja o resultado da eleição, todos perderemos.
Agora, o que não consigo “digerir” é a farsa que se mostrou ser o PT, Lula e companhia.
Esses não conseguem enganar a mais ninguém. Na minha ótica só os defendem os que perderam o senso crítico e a capacidade de análise ou estão com eles comprometidos.
De novo ressalto, é a minha opinião.
Vida que segue!…


jader on 24 setembro, 2014 at 14:33 #

Gostei do absolutamente imaculada.!!! Fez a vida política no PT ( oito anos senadora entre anos outros mais)!
…só os defendem os que perderam o senso crítico e a capacidade de análise ou estão com eles comprometidos.
Quem tem senso crítico mesmo ????


jader on 24 setembro, 2014 at 15:55 #

“O Politólogo brasileiro Luiz Alberto Moniz Bandeira, residente na Alemanha, enviou a seguinte carta ao presidente nacional do PSB, professor Roberto Amaral:
Estimado colega, Prof. Dr. Roberto Amaral
Presidente do PSB,
A Sra. Marina Silva tinha um percentual de intenções de voto bem maior do que o do governador Eduardo Campos, mas não conseguiu registrar seu partido – Rede Sustentabilidade – e sair com sua própria candidatura à presidência da República.
O governador Eduardo Campos permitiu que ela entrasse no PSB e se tornasse candidata a vice na sua chapa. Imaginou que seu percentual de intenções votos lhe seria transferido.
Nada lhe transferiu e ele não saiu de um percentual entre 8% e 10%. Trágico equívoco.
Para mim era evidente que Sra. Marina Silva não entrou no PSB, com maior percentual de intenções de voto que o candidato à presidência, para ser apenas vice.
A cabeça de chapa teria de ser ela própria. Era certamente seu objetivo e dos interesses que representa, como o demonstram as declarações que fez, contrárias às diretrizes ideológicas do PSB e às linhas da soberana política exterior do Brasil.
Agourei que algum revés poderia ocorrer e levá-la à cabeça da chapa, como candidata do PSB à Presidência.
Antes de que ela fosse admitida no PSB e se tornasse a candidata a vice, comentei essa premonição com grande advogado Durval de Noronha Goyos, meu querido amigo, e ele transmitiu ao governador Eduardo Campos minha advertência.
Seria um perigo se a Sra. Marina Silva, com percentual de intenções de voto bem maior do que o dele, fosse candidata a vice. Ela jamais se conformaria, nem os interesses que a produziram e lhe promoveram o nome, através da mídia, com uma posição subalterna, secundária, na chapa de um candidato com menor peso nas pesquisas.
O governador Eduardo Campos não acreditou. Mas infelizmente minha premonição se realizou, sob a forma de um desastre de avião. Pode, por favor, confirmar o que escrevo com o Dr. Durval de Noronha Goyos, que era amigo do governador Eduardo Campos.
Uma vez que há muitos anos estou a pesquisar sobre as “shadow wars” e seus métodos e técnicas de “regime change”, de nada duvido. E o fato foi que conveio um acidente e apagou a vida do governador Eduardo Campos. E assim se abriu o caminho para a Sra. Marina Silva tornar-se a candidata à presidência do Brasil.
Afigura-me bastante estranho que ela se recuse a revelar, como noticiou a Folha de São Paulo, o nome das entidades que pagaram conferências, num total (que foi, declarado) R$1,6 milhão (um milhão e seiscentos mil reais), desde 2011, durante três anos em que não trabalhou. Alegou a exigência de confidencialidade. Por que a confidencialidade? É compreensível porque talvez sejam fontes escusas. O segredo pode significar confirmação.
Fui membro do PSB, antes de 1964, ao tempo do notável jurista João Mangabeira. Porém, agora, é triste assistir que a Sra. Marina Silva joga e afunda na lixeira a tradicional sigla, cuja história escrevi tanto em um prólogo à 8a. edição do meu livro O Governo João Goulart, publicado pela Editora UNESP, quanto em O Ano Vermelho, a ser reeditado (4a edição), pela Civilização Brasileira, no próximo ano.
As declarações da Sra. Marina Silva contra o Mercosul, a favor do subordinação e alinhamento com os Estados Unidos, contra o direito de Cuba à autodeterminação, e outras, feitas em vários lugares e na entrevista ao Latin Post, de 18 de setembro, enxovalham ainda mais a sigla do PSB, um respeitado partido que foi, mas do qual, desastrosamente, agora ela é candidata à presidência do Brasil.
Lamento muitíssimo expressar-lhe, aberta e francamente, o que sinto e penso a respeito da posição do PSB, ao aceitar e manter a Sra. Marina Silva como candidata à Presidência do Brasil.
Aos 78 anos, não estou filiado ao PSB nem a qualquer outro partido. Sou apenas cientista político e historiador, um livre pensador, independente. Mas por ser o senhor um homem digno e honrado, e em função do respeito que lhe tenho, permita-me recomendar-lhe que renuncie à presidência do PSB, antes da reunião da Executiva, convocada para sexta-feira, 27 de setembro. Se não o fizer – mais uma vez, por favor, me perdoe dizer-lhe – estará imolando seu próprio nome juntamente com a sigla.
As declarações da Sra. Marina Silva são radicalmente incompatíveis com as linhas tradicionais do PSB. Revelam, desde já, que ela pretende voltar aos tempos da ditadura do general Humberto Castelo Branco e proclamar a dependência do Brasil, como o general Juracy Magalhães, embaixador em Washington, que declarou: “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil.”
Cordialmente,
Prof. Dr. Dres. h.c. Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira
Reilinger Str. 19
68789 St. Leon-Rot – Deutschland
Tel.: 0049-6227/880533
Fax: 0049-6227/880534

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/154610/Moniz-Bandeira-diz-que-candidatura-de-Marina-desrespeita-hist%C3%B3ria-do-PSB.htm


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