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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA

No clássico Ba-Vi, na Arena Fonte Nova, o Vitória saiu vencedor do confronto ao derrotar o Bahia por 2 a 1, neste domingo. Kieza marcou primeiro para o Tricolor, mas o Leão virou com gols de Kadu e, no segundo tempo, de Luiz Gustavo.

O Vitória chegou aos 24 pontos no Brasileirão e subiu para a 14ª colocação. Na próxima rodada, a equipe enfrenta o Palmeiras. O volante Luiz Gustavo recebeu o terceiro cartão amarelo e vai cumprir suspensão – ele já não enfrentaria o time paulista, que detém seus direitos. Por sua vez, o Bahia caiu duas posições e segue com 23 pontos. Na quarta-feira, o time encara o Sport, em casa.

O JOGO

A partida iniciou extremamente movimentada. As duas equipes mexeram no marcador antes dos dez minutos de jogo. Aos 5, na primeira subida do Bahia ao ataque, Pará recebeu de Léo Gago e cruzou na cabeça de Kieza. Kadu e Roger Carvalho ficaram perdidos no lance e o atacante subiu sozinho na grande área do Vitória. Três minutos depois, também pelo alto, o Rubro-negro empatou. O zagueiro Kadu subiu mais que a defesa do Bahia para escorar o cruzamento de Richarlyson. A partir de então o Vitória passou a ser ligeiramente melhor que o adversário. A intensa movimentação dos jogadores do Leão, principalmente Richarlyson e Cáceres, confundiu a marcação do Bahia.

Em jogada de Cáceres, aos 18, Nino recebeu a bola e procurou Dinei na área. O atacante, entretanto, não conseguiu desviar para o gol. Na sequência, Marcinho recebeu com liberdade, de fora da área, mas falhou em surpreender Marcelo Lomba, visto que a finalização saiu por cima do gol. O Vitória teve a chance de virar aos 28, mas Dinei, sozinho na área, cabeceou pra fora o cruzamento de Nino.

O Bahia começou a verticalizar as jogadas e respondeu apenas aos 38 minutos. Léo Gago chutou com força, porém, a bola passou por cima da meta defendida por Fernández. No minuto seguinte, Roger Carvalho desviou uma cobrança de escanteio na trave do gol do Bahia.

O Tricolor voltou para o segundo tempo com Maxi Biancucchi no lugar de Léo Gago. Contudo, o Vitória permaneceu melhor e virou a partida aos 7: Richarlyson assistiu Luiz Gustavo, que acertou uma finalização no canto do gol. A torcida do Bahia tentou empurrar a equipe na Fonte Nova, porém, o Vitória quase chegou ao terceiro tento com Juan. O lateral apareceu na grande área para desviar o cruzamento e a bola acertou o travessão.

Branquinho, que entrou no lugar de Marcos Aurélio, fez um ótimo cruzamento para Kieza, aos 29. O autor do gol do Tricolor, contudo, cabeceou por cima do alvo. O Bahia, logo na sequência, teve mais uma chance. Rafinha finalizou com força de fora da área, mas jogou para fora.

Até o apito final, o Leão se defendeu bem. Richarlyson saiu para a entrada de Mansur e o Vitória se fechou para não sofrer um gol de empate. Branquinho tentou em duas cobranças de falta, porém, acertou a barreira e, na outra chance, Fernández defendeu. O Bahia se lançou tanto ao ataque que quase sofreu mais um: William Henrique fez linda jogada, aos 48, porém, parou em grande defesa de Marcelo Lomba.

set
21
Posted on 21-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-09-2014


BOA TARDE!!!

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, prometeu acionar judicialmente a revista Veja pela publicação, na edição distribuída neste fim de semana, de uma denúncia sobre desvios de recursos públicos federais e estaduais destinados à construção de habitações populares para financiar as candidaturas do partido.

A denúncia, segundo a revista, partiu da presidente da ONG Instituto Brasil, Dalva Sele Paiva, que foi contratada pelo governo baiano para gerenciar as construções. Ela acusa o partido de ter desviado cerca de R$ 6 milhões dos repasses públicos para financiar campanhas eleitorais.

De acordo com a reportagem, alguns dos principais dirigentes petistas no Estado, entre eles Costa, foram beneficiados. “É uma iniciativa suja e leviana da revista que, às vésperas da eleição, está nitidamente a serviço dos partidos de oposição”, disse o candidato à sucessão de Jaques Wagner (PT).

“A denúncia mostra o desespero dos partidos de oposição com o crescimento da nossa candidatura. Desafio qualquer um a provar minha relação com o caso.” Segundo sua assessoria, os advogados da campanha vão interpelar judicialmente a revista e a acusadora “já na próxima semana”. O governo baiano ainda não se pronunciou sobre as denúncia

LEIA REPORTAGEM COMPLETA SOBRE O CASO NA EDIÇÃO DESTA SEMANA DA REVISTA VEJA. JÁ NAS BANCAS.

s.


Vera Brant, pioneira de Brasília, com Juscelino
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DEU NA FOLHA DE S. PAULO

MURILO ZARDO
DA EDITORIA DE TREINAMENTO

Em 1973, ao receber Juscelino Kubitschek para um jantar em seu apartamento em Brasília, Vera Brant ouviu a seguinte frase do conterrâneo de Diamantina (MG): “Você não imagina o quanto me está fazendo feliz!”.

Era a primeira vez em nove anos que o ex-presidente retornava à cidade que fundou e na qual estava proibido de pisar desde o golpe de 1964.

O risco da visita não intimidou Vera. Corajosa, jamais mediu esforços para ajudar os amigos em dificuldades por se oporem à ditadura.

Entre eles estavam Oscar Niemeyer, Fernando Henrique Cardoso e Darcy Ribeiro, cuja amizade cultivava desde a infância em Minas Gerais.

Mudou-se do Rio para Brasília em 1960. Como inspetora de ensino do Ministério da Educação, colaborou com Darcy na fundação da UnB (Universidade de Brasília).

Mais tarde, demitida por sua oposição ao golpe militar, passou a atuar como corretora de imóveis, tornando-se uma empresária de sucesso do ramo na capital federal.

Vera também foi escritora. O primeiro livro, “A Ciclotímica” (1975), recebeu elogios dos amigos e poetas Cora Coralina e Carlos Drummond de Andrade. A troca de correspondências com Drummond deu origem a outra obra: “Carlos, Meu Amigo Querido” (1990).

Independente, nunca se casou nem teve filhos.

“Os homens que eu mais amei, eu não namorei”, dizia ela sobre os amigos. Não deixou, porém, de ser mãe, criando três sobrinhos, nem avó dos seis sobrinhos-netos.

Morreu em casa no domingo (14), aos 87 anos, devido a complicações causadas por um câncer na laringe.

set
21
Posted on 21-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-09-2014

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DEU NO BLOG POR ESCRITO (EDITADO PELO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Foi impactante aos olhos e mentes, em todas as emissoras, a divulgação dos índices da mais recente pesquisa presidencial do instituto Datafolha, tido em geral como o mais confiável no setor, por só prestar seus serviços ao jornal Folha de S. Paulo e à TV Globo.

São números fugidios, que oscilam dentro ou pouco além da “margem de erro”, mas todos mostrando em seus gráficos coloridos “tendências” que fazem dos eleitores seres absolutamente inseguros, que conduzem os resultados para lá e para cá sem que se saiba exatamente o que os terá movido.

Dilma Rousseff (PT) em vermelho, Aécio Neves (PSDB) em azul, com suas curvas ascendentes, enquanto a linha amarela de Marina Silva (PSB) sempre em queda, produzindo-se na tela um efeito visual altamente convincente, embora entre o primeiro e o último ponto tenham transcorrido apenas 20 dias.

Mesmo os levantamentos relativos ao segundo turno, em que Marina é apresentada na liderança, transmitem a sensação de perda contínua, ainda mais que, da frente inicial de dez pontos percentuais em relação a Dilma, as duas candidatas agora estão em “empate técnico”.

A simulação Marina x Aécio é ainda mais disparatada. Os 14 pontos de vantagem que a candidata do PSB tinha no dia 29 de agosto, depois de ter superado espetacularmente o adversário do PSDB, reduziram-se a seis, sugerindo que mais um pouco e as posições, também neste caso, se inverterão.

Não é a realidade que se sente nas ruas, mesmo na Bahia, onde, dizem, a posição da candidata do PT é a mais forte em todo o país. Nota-se um esforço muito grande na manipulação de dados, mas é difícil que venha a ser suficiente para tirar Marina da disputa final.
l

Rocío Dúrcal, a Diva musical de Espanha e México, em mais uma notável interpretação do Passodoble.

OLÉ!!!

BOM DOMINGO!!!

(Vitor Hugo Soares)

Ay mi Rocío

Con sombrero negro, y chaqueta corta,
en las brujas horas del anocher
por mi calle abajo pasaba un mocito
del que sin saberlo yo me enamoré.
Un domingo claro que abril sonreía
se paró en mi reja gallardo y juncal
y me dijo alegre “Con usted, mi vida,
unas palabritas tengo yo que hablar”.

Y hablamos de muchas cosas
que el viento se las llevó,
tan solamente una copla
en mi alma se quedó.
Rocío, ay, mi Rocío,
manojito de claveles
capullito florecío;
de pensar en tus quereres
voy a perder sentío.
Porque te quiero, mi vía,
como naidie te ha querío.
Rocío, ay, mi Rocío.

Se alejo el mocito de la vera mía,
fue mentira todo lo que me juró
y mis ojos lloran tras la celosía
por aquel cariño que se marchitó.
Ayer por la tarde hablando en su oído
con otra del brazo le he visto pasar;
me ha vuelto la cara, no se ha conmovido,
pero estoy segura que me vio llorar.

Y a pesar de sus desprecios
yo no lo puedo olvidar,
me acuerdo de aquella copla
que un día le oí cantar.

Rocío, ay, mi Rocío,
manojito de claveles,
capullito florecío;
de pensar en tus quereres
voy a peder el sentío.
Porque te quiero mi vía,
como naidie te ha querío,
Rocío, ay, mi Rocío.


João Campos no palanque do PSB em Caetés
Foto: João Tavares/Especial para o Blog de Josélia
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DEU NO UOL / FOLHA (COM INFORMAÇÕES DO BLOG DA JOSÉLIA – PERNAMBUCO )

Pouco mais de um mês depois da morte do pai, o filho de Eduardo Campos (PSB), João Campos (PSB), se engajou na campanha socialista em Pernambuco. Em discurso em Caetés, no Agreste, nessa sexta-feira (19), o filho do líder socialista reforçou, em tom emocionado, o trabalho de Eduardo e pediu votos para Paulo Câmara (PSB), candidato a governador.

“Meu pai, que sempre lutou pelas causas do povo, pela vontade e pelo desejo dos que mais precisam, estava na mais dura batalha que ele já tinha enfrentado. Era uma briga contra duas forças que há mais de 20 anos estão no poder e hoje vêm tirando a oportunidade do povo sonhar com um futuro melhor. E nós estamos aqui para continuar essa luta”, disse, referindo-se à candidatura de Eduardo à presidência. O socialista se apresentava como uma ‘terceira via’, em oposição, nacionalmente, aos petistas e aos tucanos.

Retomando a frase dita pelo pai na última entrevista ao vivo para a televisão antes da sua morte, afirmou: “Eu digo: meu pai, pode ficar tranquilo. Porque, enquanto eu e todo este grupo estiver unido, nós não desistiremos de Caetés, não desistiremos de Pernambuco e jamais desistiremos do Brasil.”
Foto: João Tavares/Especial para o Blog de Josélia

João Campos foi cotado para se candidatar a deputado federal e foi alvo de uma polêmica com a prima Marília Arraes (PSB) envolvendo a Juventude Socialista Brasileira (JSB), cargo para o qual teria sido indicado pelo pai.

Em Caetés, o jovem esteve com o candidato a vice na chapa encabeçada por Paulo Câmara, Raul Henry (PMDB). Pedindo votos para eles, disse que essa é a maior homenagem que pode ser prestada a Eduardo. Henry ressaltou que Câmara era um nome de confiança no governo do socialista. “Toda bronca pesada que tinha no governo, Eduardo chamava ele pra resolver”, afirmou. Paulo Câmara assumiu as secretarias de Turismo e Administração para resolver problemas na gestão e também ocupou a pasta da Fazenda.

Esta semana, João Campos participou da inauguração do Calçadão de Confecções Miguel Arraes de Alencar, em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, onde também discursou, ao lado do governador João Lyra (PSB). “Foi graças à capacidade do meu pai colocar a máquina do estado para moer para o lado dos que mais precisavam, que no dia de hoje, vemos a concretização de um sonho que não foi só de Edson, nem de meu pai, mas de todos os confeccionistas”, disse, emocionado, nessa sexta (19).

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