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Deu no blog de Josias de Souza/ Folha de S. Paulo

Os ataques da campanha de Dilma Rousseff renderam a Marina Silva uma manchete —‘Não é discurso. É uma vida’— e alguns centímetros de notícia na britânica ‘The Economist’. A mais prestigiosa revista econômica do planeta destacou o embate das duas candidatas em torno do Bolsa Família.

A revista informa que Dilma alardeia que só a vitória dela pode assegurar a continuidade do principal programa social do governo. O texto realça que, num universo de 140 milhões de votos, o Bolsa Família beneficia direta ou indiretamente 30 milhões de eleitores —uma arma poderosa.

“The Economist” conta aos seus leitores que Marina veiculou uma resposta a Dilma em sua propaganda eleitoral de 16 de setembro. Escrita para inglês entender, a notícia explica que, para sentir a força das palavras de Marina, era necessário saber que ela nasceu no Seringal Bagaço, nos fundões pobres do Acre.

“Diferentemente de quase todos os políticos brasileiros, ela sabe o que é sentir fome”, anotou a ‘Economist’, antes de transcrever o discurso de Marina, filmado num comício em Fortaleza. Diz a candidata, a certa altura:

“…Nós vamos manter o Bolsa Família. E sabe por quê? Porque eu nasci no Seringal Bagaço. Eu sei o que é passar fome. Tudo o que minha mãe tinha para oito filhos era um ovo e um pouco de farinha e sal, com umas palhinhas de cebola picada. Eu me lembro de ter olhado pro meu pai e minha mãe e perguntado: vocês não vão comer? E minha mãe respondeu: ‘nós não estamos com fome.’ E uma criança acreditou naquilo. Mas eu depois entendi que eles há mais de um dia não comiam. Quem viveu essa experiência jamais acabará com o Bolsa Família. Não é um discurso! É uma vida!”.

Para azar de Marina, a ‘The Economist’ não circula nas áreas pobres do Norte, do Nordeste e nas periferias das grandes cidades brasileiras.

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BOA NOITE!!!

http://youtu.be/GJIz0aEKR-c

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“Glub!”

Gilson Nogueira

Escorre a lágrima inevitável. Há, sempre, uma tristeza líquida disposta a molhar a face. Piazzolla, agora, é o responsável por isso. Desperta-me a saudade que dormia. A de meu velho, por exemplo, acorda e bate forte, provocando-me enxurrada de lembranças. Com a força das águas que desciam alegria na ladeira da seca de Serrinha, rumo ao riacho, que não existe mais, na Baixa da Bela Vista, em direção ao Açude da Bomba.

Deixo a tristeza de lado para registrar, com alegria, a recuperação do meu Esquadrão de Aço rumo ao pelotão dos times que não devem cair no fosso da Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol. Contra o Botafogo do Rio, ontem à noite, na Cidade Maravilhosa, a rapaziada do primeiro campeão nacional conquistou mais uma vitória diante do clube que revelou para o mundo da bola dois dos maiores craques de todos os tempos, Didi e Garrincha!

Por conta do brilho intenso que nunca perderam como verdadeiros astros de primeira grandeza do esporte das multidões, Didi e Garrincha provocam, até hoje, ciúme em estrelas de verdade. Brilham tanto, tanto, em um cantinho do Céu que, de vez em quando, Deus pinta, lá, a fim de Conversar com eles sobre futebol. O Brasil que iluminou o Planeta Bola é o assunto principal da resenha celeste, incluindo outros monstros sagrados do Bota e de outros times do Rio e São Paulo, principalmente.

Na mesa colocada na Entrada do Bar Eternidade, imagino alguém perguntando aos imortais cariocas o que foi que houve com o Brasil na Copa conquistada pela Alemanha. A resposta, feito uma folha-seca, é dada por um torcedor da geral do antigo Maracanã, testemunha do vexame do mundial de 1950, há anos morando no Céu:” Pai, o que houve foi o seguinte, faltou vergonha na cara do time inteiro!”

E ELE: “BEM, NESTE CASO, MESMO QUE O FUTEBOL BRASILEIRO VOLTE A REVELAR NOVOS DIDIS E GARRINCHAS, NÃO HÁ SALVAÇÃO. TOMEM VERGONHA!!!”

“Glub!”

Gilson Nogueira é jornalista, tricolor de aço de quatro costados e colaborador da primeira hora do BP

set
18
Posted on 18-09-2014
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Aroeira, hoje, no jornal Brasil Econômico

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DEU NO G1

Num encontro com artistas e representantes do meio cultural ontem (17), no Rio, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, recebeu de Gilberto Gil uma cantiga composta por ele para se tornar o novo jingle da campanha. O cantor sentou-se ao lado da candidata na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, para mostrar a composição para ela.

“Marina vou eu, sonhar que a menina vai chegar. Marina vou eu, votar na Marina, Marina”, cantou Gil.

Ele contou que estava em casa numa noite pensando nas eleições quando foi inspirado pela imagem da candidata. “Eu já votei nela há quatro anos atrás. É uma escolha velha. Eu gosto dela, é a que mais se parece comigo, com quem eu me identifico, é a que mais se parece com o endereçamento que o país precisa ter”, declarou o ex-ministro da Cultura.

Marina se emocionou com a canção, que agitou as cerca de 300 pessoas que lotaram o salão do local. Artistas renomados participaram do evento, comandado pelo ator Marcos Palmeira. Entre os presentes estavam os atores Marco Nanini, Otávio Müller, Maitê Proença, Leandra Leal, Victor Fazzano, Jorge Pontual, Betty Gofman, o escritor Marcelo Rubens Paiva e o músico ex-Titãs Charles Gavin.

“Fizemos um lindo par. Ele no Ministério da Cultura e eu no Meio Ambiente, no mesmo prédio”, lembrou a candidata, de quando ambos eram ministros no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela destacou que os dois se revoltavam quando a verba para suas pastas eram tratadas como “custeio”. “Cultura é Investimento”, afirmou a candidata.

Quem também esteve presente para fazer coro à candidata do PSB foi o compositor Jorge Mautner. “Eu vim aqui porque o Gil me pediu. E se o Gil falou, eu assino embaixo”, disse.

No encontro, Marina ouviu diversas propostas para a área cultural. Representantes do teatro, do cinema, das artes plásticas, da cultura digital, da arte erudita, das culturas tradicionais e outros segmentos culturais enfatizaram a carência do setor em termos de políticas públicas e repasse orçamentário.

Marina fez anotações e ao final, disse que não iria debater todas as reivindicações naquele momento, mas que a cultura já está devidamente contemplada em seu programa de governo. Em discurso, pediu ajuda para desfazer mentiras propagadas por adversários na campanha.

“Vocês estão pedindo para que se eleita, ajude a arte, mas eu estou dizendo ajudem a política. Porque não faz sentido pessoas que conviveram durante 30 anos no mesmo partido, agora vê os mesmos preconceitos que foram usados contra o Lula serem usados contra mim”, disse.

“Não precisa nem votar, os que não querem votar, basta reposicionar aqueles que estão fazendo o marketing selvagem”, completou em seguida.

set
18
Posted on 18-09-2014
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Costa, na CPI, ao lade de um agente federal:
“nada a declarar”. Foto Reuters/El Pais

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

“Me reservo o direito de permanecer calado”. Foi assim que o engenheiro Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobras, se dirigiu aos congressistas quando era questionado durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito Mista que investiga a maior companhia brasileira, nesta quarta-feira. Acusado de participar de um esquema ilegal que desviou até 10 bilhões de reais de recursos públicos, o engenheiro chegou a Brasília em uma aeronave da Polícia Federal que partiu de Curitiba, no Paraná, onde ele está preso desde junho.

A convocação dele foi feita após a revista Veja divulgar que o engenheiro fez um acordo de delação premiada com a Justiça no qual denunciou ao menos 30 políticos que foram beneficiados pelo esquema ilegal do qual ele era um dos líderes. Desde então é considerado um homem-bomba que pode interferir na eleição de diversos políticos brasileiros.

Com o silêncio de Costa, os deputados e senadores aproveitaram os 180 minutos de audiência televisionada para tecer críticas a ele, para atacarem seus adversários políticos e se defenderem de supostas ligações suas e de seus partidos com as irregularidades. Um claro palanque político. A oposição ao governo de Dilma Rousseff (PT) aproveitou para vincular o pagamento de propinas da Petrobras ao escândalo do mensalão petista.

“É o mesmo esquema. Lá atrás o operador do era o Marcos Valério, e agora é o Paulo Roberto Costa”, afirmou o deputado oposicionista Fernando Francischini, do Solidariedade, do Paraná. Valério foi condenado a quase 40 anos de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro, enquanto Costa ainda não foi julgado e pode se beneficiar da redução da pena, caso suas denúncias contra os outros membros da quadrilha ajudem na apuração policial.

A tentativa da oposição para que o engenheiro falasse algo que pudesse colaborar com o trabalho da CPI foi a de levar a audiência para uma sessão fechada, na qual nem o público em geral nem a imprensa pudessem acompanhar. Não deu certo. A base aliada do Governo derrubou o pedido de fechamento da audiência por dez votos a oito. Se ele falasse na sessão pública, seu acordo de delação premiada poderia ser invalidado.

Cerca de 30 perguntas foram feitas ao ex-diretor. Em 18 ocasiões, orientado por sua advogada, ele disse que não diria nada. Não respondeu sequer a uma pergunta se ele tinha netos. “Todo bandido que vem a uma CPI usou desse expediente. Estamos diante de um bandido. Não é nem vossa senhoria, nem vossa excelência, é bandido”, atacou o oposicionista Onyx Lorenzoni, do Democratas do Rio Grande do Sul.

O deputado Simplício Araújo, do Solidariedade do Maranhão, afirmou que manter a sessão aberta premiava quem defendia as irregularidades na Petrobras e dificultava a investigação dos parlamentares. “A 20 dias de uma eleição poderia ajudar quem usa de terrorismo para obter mais votos. Está aqui para proteger a sua rabichola. O senhor é uma vergonha para a sua família.”

Membros do PT, como o líder do partido na Câmara, Vicentinho da Silva, rebateram as acusações da oposição e disseram que também gostariam que o delator falasse aos congressistas. “Ao não falar, continua o espetáculo. Continua a campanha enganosa. Ainda bem que isso aqui [a TV Senado] o povo não assiste muito. Nosso povo está feliz porque saiu da miséria. Jovens pobres, negros e índios nas universidades. Emprego pleno, o que é muito bom. Mas, como o depoente não falou, vai continuar terra arrasada com o apoio da grande mídia”.

Um dos inquisidores de Costa foi o deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, vinculado ao suposto esquema ilícito por outra revista semanal, a IstoÉ. Este parlamentar questionou se o engenheiro poderia negar ou confirmar todos os nomes dos políticos citados pela imprensa. A resposta: nada a declarar.

Outros dois petistas deram claro sinal do que pode acontecer nos próximos dias. O senador pernambucano Humberto Costa lembrou que várias das imagens da sessão desta quarta-feira serão aproveitadas pelos candidatos no horário eleitoral. Já a deputada capixaba Iriny Lopes disse que tudo pode acabar em “pizza”. “Nenhuma CPI realizada em ano eleitoral pode produzir aquilo que o país precisa”, resumiu a parlamentar.

Como Paulo Roberto Costa, o homem-bomba da Petrobras, calou-se, os congressistas tentarão novamente obter na Justiça os documentos da investigação que vinculam dezenas de políticos ao escândalo criminoso suspeito de desviar dez bilhões de reais dos cofres públicos. Nos próximos dias, uma comissão de senadores e deputados deverão se reunir com dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para reiterar o pedido de entrega dos documentos da Operação Lava Jato.

Foi nesta ação da Polícia Federal que descobriu-se um suposto esquema criminoso que consistia no pagamento de políticos da base aliada do Governo petista para continuarem apoiando a gestão de Lula da Silva (2003-2010) e de Dilma Rousseff. Os recursos, conforme a revista Veja, provinham de empreiteiras contratadas pela companhia que eram obrigadas a contribuir para um caixa paralelo. As gestões petistas negam a existência do esquema.

Na sessão da CPI desta quarta-feira, os parlamentares também aprovaram a convocação do doleiro Alberto Yousseff, outro suspeito que está preso suspeito de envolvimento no esquema Petrobras, e da contadora dele, Meire Bonfim Poza.

set
18
Posted on 18-09-2014
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Bahia festeja triunfo no Maracanã

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DEU NO IG

Em partida tumultuada, o Bahia derrotou o Botafogo de virada por 3 a 2, na noite desta quarta-feira, no Maracanã. O Alvinegro atuou com nove jogadores a partir dos 15 minutos do segundo tempo, em função das expulsões de Ramirez e Emerson Sheik. Vencia por 2 a 1, mas com a vantagem numérica, os visitantes criaram condições para reverter o resultado.

Um dos cartões vermelhos, porém, gerou o momento mais polêmico da partida. Ao deixar o gramado pela expulsão, Sheik chamou um cinegrafista, apontou para a câmera de TV e fez críticas à entidade que comanda o futebol nacional: “CBF, você é uma vergonha!”, reclamou o atacante, autor dos dois gols do Botafogo no Maracanã. “Vergonha! Vergonha! Vergonha! Vergonha!”, repetiu.

Antes da expulsão, ao levar cartão amarelo após uma falta cometida, Sheik também apontou para uma câmera e protestou: “CBF, essa é para você.”

Veja como está a classificação do Campeonato Brasileiro

A derrota fez o Botafogo cair para a 17ª posição, entrando na zona de rebaixamento, com 22 pontos, enquanto o Bahia saiu da zona do rebaixamento e agora ocupa a 16ª colocação, com 23. Na próxima rodada, o time carioca enfrentará o Criciúma, enquanto os baianos terão o Vitória pela frente.

O jogo

Armado com três atacantes, o Botafogo partiu para cima do Bahia em busca da marcação do primeiro gol. Só que o primeiro momento de perigo foi criado pelo Bahia, aos dois minutos. Rafinha invadiu pela direita e cruzou para Kieza na pequena área, mas a zaga alvinegra conseguiu bloquear o chute.

O Botafogo tentou reagir, sempre com atacante Rogério, que caía pelas extremas e levava vantagem sobre os laterais baianos. Aos 12 minutos, Zeballos fez ótima jogada individual, se livrando de vários marcadores, mas foi desarmado na hora em tentou o chute.

Aos 16 minutos, após cruzamento na área, Rogério se chocou com o goleiro Marcelo Lomba. O árbitro marcou falta,mas o goleiro se irritou e empurrou o atacante alvinegro. Pela atitude, Lomba recebeu cartão amarelo. No minuto seguinte, Emerson Sheik deu uma caneta em Emanuel Biancucchi e bateu para boa defesa de Marcelo Lomba.

Veja galeria de fotos da 22ª rodada do Campeonato Brasileiro
Jogadores do Flamengo comemoram gol de Alecsandro no jogo contra o Palmeiras. Foto: Gazeta Press

O Alvinegro carioca mostrava mais disposição ofensiva e pressionava em busca do primeiro gol. Aos 30 minutos, o Botafogo abriu o marcador. Ramirez recebeu na esquerda e cruzou para a entrada de Emerson Sheik que mergulhou e, de cabeça, colocou a bola nas redes. A resposta do Bahia só demorou um minuto. Após cruzamento na área, Kieza cabeceou e Dankler, ao tentar desviar para escanteio, colocou a bola nas redes de Jéfferson.

Os dois times passaram a atacar com mais entusiasmo em busca do desempate. O Botafogo voltou a ter grande chance,aos 35 minutos, quando Zeballos cabeceou com muito perigo.

O time de General Severiano desempatou, aos 42 minutos, em cobrança de pênalti executada por Emerson Sheik. O lance começou com boa jogada de Zeballos, que se livrou da marcação e chutou. O goleiro Marcelo Lomba desviou e a bola bateu na mão de Railan. Os protestos dos jogadores baianos de nada adiantaram e Sheik bateu no canto direito para marcar o seu segundo gol na partida.

O Bahia voltou modificado para o segundo tempo e muito mais agressivo. Aos quatro minutos, Maxi Biancucchi fez ótima jogada e chutou com perigo para o gol de Jéfferson. O time visitante seguiu pressionando e no minuto seguinte foi a vez de Rafinha penetrar e chutar cruzado, mas Jéfferson evitou o gol de empate com grande defesa.

Aos 11 minutos, o meia Ramirez disputou a bola com Uelliton, deu uma cotovelada no jogador baiano e recebeu cartão vermelho. Logo depois, o atacante Emerson Sheik também entrou duro sobre o mesmo Uelliton, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Botafogo com apenas nove jogadores.

Para tentar se aproveitar da vantagem numérica, o técnico Gilson Kleina trocou o volante Rafael Miranda pelo meia Branquinho. Aos 26 minutos, Maxi Bianchucci fez boa jogada pela esquerda e cruzou para a entrada de Railan que cabeceou para fora.

Aos 28 minutos, o Bahia chegou ao empate. Maxi Biancucchi tabelou com Guilherme Santos e bateu sem chances para o goleiro Jéfferson. Aos 31 minutos, o goleiro alvinegro evitou o terceiro gol, ao fazer grande defesa em nova conclusão de Maxi Biancucchi.

O Botafogo tentava compensar a inferioridade numérica com muito empenho. Apenas Wallyson e Mamute atuavam mais à frente, tentando surpreender a defesa baiana em jogadas de velocidade. O Tricolor baiano trocava passes na entrada da área botafoguense, tentando provocar espaços na defesa alvinegra. Os baianos chegaram a colocar a bola nas redes,mas a arbitragem anulou a jogada, alegando impedimento.

Aos 45 minutos, o Bahia marcou o gol da vitória. Depois de boa troca de passes, Branquinho recebeu,dentro da área, e bateu rasteiro para anotar o terceiro gol, sem qualquer chance de defesa para o goleiro Jéfferson. O lateral Júlio César ainda foi expulso, por reclamação, após o fim da partida

Jackson do Pandeiro, a capoeira na roda do bamba do coco e do samba.

BOM DIA!!!

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

A situação do Vitória no Brasileirão ainda é delicada, mas o time ganhou um ânimo novo para o clássico Ba-Vi de domingo (21). Na noite desta quarta-feira (17), o time do técnico Ney Franco viu o Fluminense saiu na frente, mas teve força para reagir e vencer de virada por 3×1, no Barradão. Cícero abriu o placar para os cariocas. Dinei, William Henrique e Vinícius fizeram os gols da virada. As vaias que vinham da arquibancada se transformaram em aplausos e, consequentemente, em festa da torcida rubro-negra.

Com o resultado, o Vitória chegou aos 21 pontos , mas sem sair da lanterna do Brasileirão. Já o Fluminense, que briga para chegar à zona de classificação para a Taça Libertadores da América, estacionou nos 35 pontos (veja a tabela atualizada do Brasileirão aqui). Na próxima rodada, o Leão pega o arquirrival Bahia, na Arena Fonte Nova. O mando de campo é rubro-negro e a partida começa às 16h de domingo (21). Já o tricolor carioca também tem um clássico pela frente e pega o Flamengo, no mesmo dia e horário, no Maracanã.

Vaias

O Vitória foi o primeiro time a se arriscar no ataque. Marcinho tentou aos nove minutos de jogo com chute de longe, mas a bola passou à direita da meta do goleiro Diego Cavalieri. O Fluminense respondeu aos 18 minutos, e com gol. Conca cruzou da direita e Cícero, como um centroavante, empurrou a bola para o fundo das redes.

Em vantagem no placar, o Fluminense recuou e passou a jogar apenas no contra-ataque. O Vitória passou a ter mais volume de jogo, mas não era eficiente. Aos 25 minutos, Juan entrou na área do Flu e cruzou. A bola bateu no braço de Henrique, que estava colado ao corpo, e a arbitragem marcou escanteio, gerando reclamações.

Aos 36 minutos, Fred finalizou de dentro da área e Gatito Fernández fez uma grande defesa. A resposta do Leão veio com uma boa trama aos 38, quando José Welison chutou forte e Cavalieri defendeu. Nesse momento, a torcida do Vitória vaiava o time, que abusava dos erros e não parecia ter poder de reação.

A virada
Na volta do intervalo, o Rubro-negro mostrou-se mais determinado. Logo aos três minutos, Dinei desviou cruzamento de cabeça e Cavalieri precisou praticar grande defesa. Aos quatro, o Fluminense respondeu com Cícero, que chutou de longe. Fernández defendeu. O Vitória chegou ao gol de empate na bola parada. Marcinho se posicionava para a cobrança de escanteio, a torcida vaiava e Dinei marcou de cabeça. As vaias rapidamente se transformaram no eufórico grito de gol.

Aos 25, William Henrique recebeu cruzamento da direita e estufou as redes de Diego Cavalieri. A virada estava consumada. Gatito Fernández ainda trabalhou aos 27. Cícero chutou, a bola desviou na zaga e sobrou para Rafael Sóbis. O atacante do Fluminense chutou em cima do goleiro do Leão. Aos 29, Dinei tentou de bicicleta, mas mandou a bola para fora. O terceiro gol nasceu aos 30 minutos. Vinícius recebeu lançamento na frente, ganhou dos zagueiros e tirou do goleiro. A vitória estava garantida. A cabeça agora está no Ba-Vi.

set
18
Posted on 18-09-2014
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Com agulha, linha e simplicidade a candidata socialista à presidência da República dá um jeito na saia antes de participar de entrevista na TV.
Foto: Amanda Ferrari

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