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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

O presidente do El Corte Inglés, Isidoro Álvarez, de 79 anos, faleceu este domingo. O empresário havia sido internado na quarta-feira passada no Hospital Universitário Puerta de Hierro de Majadahonda em Madri. Álvarez deu entrada no hospital com urgência às 4h da madrugada no horário local, em consequência de um quadro de insuficiência respiratória, segundo informou uma porta-voz da companhia.

A última aparição pública do máximo dirigente da gigante no ramo de distribuição aconteceu em 31 de agosto, durante uma reunião geral de acionistas do grupo.

Isidoro Álvarez, também presidente do conselho de curadores da Fundação Ramón Areces, era considerado um dos grandes especialistas espanhóis em distribuição comercial. Nascido em Borondes, Astúrias (Espanha), em 1935, era formado em Ciências Econômicas e Empresariais pela Universidade Complutense desde 1957.
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O executivo iniciou sua carreira na rede espanhola de lojas de departamento aos 18 anos e, em 1959, foi nomeado conselheiro da sociedade e da Induyco, uma empresa filiada dedicada ao setor têxtil. Depois do falecimento de Ramón Areces, em 2 de agosto de 1989, Álvarez foi nomeado presidente do El Corte Inglés.

Em 5 de julho, o El Corte Inglés contratou o empresário Manuel Pizarro como presidente adjunto do grupo, um cargo novo na companhia e com o qual se pretendia reforçar a equipe financeira da holding. No ano passado, o presidente Álvarez nomeou como diretor-geral da companhia seu sobrinho Dimas Gimeno, que desenvolveu sua carreira na gigante do setor de distribuição espanhol.

Perto da hora do almoço, ouvindo o samba portentoso de Chico Anysio, na interpretação única da Marrom, bateu uma saudade danada de comer um bife lá no Lamas.

Se estivesse no Rio de Janeiro, ia agora mesmo – a pé,de taxi, ônibus ou metrô- saborear aquela delícia naquele recanto de Botafogo da minha preferência gastronômica desde a primeira visita à Cidade Maravilhosa, há décadas.

Não vou ao Rio sem ir ao Lamas.

Dos lugares do mundo por onde andei (salvo talvez alguns restaurantes de Buenos Aires) jamais encontrei um bife melhor. De dar água na boca.

Se alguém souber de outro melhor, que diga.

Bom apetite. Boa Tarde.

(Vitor Hugo Soares)

set
14
Posted on 14-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-09-2014


Aroeira, hoje, no jornal O DIA(RJ)


Assessor Nilson Oliveira segura a mão da candidata
durante turbulência leve no voo.

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MARINA DIAS
MOACYR LOPES JUNIOR

DEU NO UOL/FOLHA

A conversa serena do piloto que comandaria o jato particular até Vitória da Conquista (BA) não foi suficiente para tranquilizar Marina Silva.

Na ensolarada manhã de sábado (6), em São Paulo, a candidata do PSB à Presidência da República entrava pela primeira vez em um avião de oito lugares desde o acidente que há um mês matou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.

“O piloto me falou sobre o bom tempo, mas não adiantou. Continuo pedindo a Deus que nos proteja e rezando muito. Mas, na hora que o avião balança, perco a compostura”, disse a candidata.

Lembrar do acidente que matou o ex-companheiro de chapa ainda faz Marina pedir alguns instantes antes de falar com a voz embargada.

“Não foi fácil assumir o lugar do Eduardo. A gente tinha planejado que ia caminhar junto até começar o programa eleitoral, depois a gente ia se dividir, cada um para um lado [do Brasil], e ele ia crescer nas pesquisas, participar dos debates. Ele estava preparado. Aí você, em 45 dias, tem que fazer tudo isso… não é sozinha, mas é um lugar que eu já tinha entregado a ele”, afirmou Marina à Folha.

Faltavam três dias para completar um mês da morte de Campos quando ela viajou ao Rio, cidade de onde partiu o avião que levava o ex-governador e mais seis pessoas a Santos (SP), local da tragédia.

Sentada na última cadeira de um voo comercial —”estatísticas de acidentes aéreos mostram que quem se senta no fundo tem mais chances de sobreviver”— Marina olhava inquieta pela janela. O coordenador de comunicação da campanha, Nilson Oliveira, ia ao lado. “Ele é mais valente”, brincou a candidata.

Pouco antes do pouso, houve uma pequena turbulência. Durou vinte segundos. Marina descruzou as pernas, abaixou o encosto da poltrona, onde segurou firme, de olhos fechados. Foi Nilson quem a socorreu. Segurou sua mão até que o chacoalhão cessasse totalmente.
Moacyr Lopes Junior/Folhapress
O chefe da equipe de comunicação da candidata Marina Silva, Nilson Camargo, segura a mão da candidata durante turbulência leve no voo
Nilson Oliveira segura a mão da candidata durante turbulência leve no voo

O sofrimento a cada viagem vem desde 1994, quando uma turbulência “muito, mas muito forte” atingiu o monomotor em que viajava de Rio Branco a Brasileia, no Acre. Desde 13 de agosto, porém, o medo piorou e Marina precisa ser acalmada diariamente por amigos e assessores. Um deles, inclusive, comprou um livro com cálculos para lhe dizer que “é quase impossível um avião cair”.

E não foi só o pavor de Marina que cresceu. Sua campanha também tomou outras proporções há um mês. A candidata decidiu que só viaja de jatinho em último caso. De resto, circula nos aeroportos em meio ao assédio dos eleitores e a um esquema de segurança bem reforçado.

Chega ao aeroporto geralmente uma hora antes da decolagem, em uma van escoltada por ao menos quatro carros. Os candidatos ao Palácio do Planalto têm direito à segurança da Polícia Federal.

Marina aguarda a chamada dos voos nas salas VIP reservadas para autoridades.

No avião e nos corredores, muitas fotos e pedidos de autógrafo —motivo que fez Marina ganhar de integrantes da própria equipe o apelido de “Beyoncé da Amazônia”, em referência à popstar americana e à origem da candidata. Ao saber da alcunha, Marina se divertiu: “O pessoal está excessivamente generoso. Não tenho tantos atributos”.


Imóvel em ruínas na Rua Barão de Desterro foi onde começou a formação de militante de Carlos Marighella, que depois se tornou o inimigo número um da Ditadura Militar brasileira (Foto: Arquivo CORREIO)
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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Foi negado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) o processo de tombamento da casa que foi do guerrilheiro Carlos Marighella, baiano que ganhou projeção internacional por causa do combate aos regimes ditatoriais brasileiros. Na decisão, do dia 1º deste mês, o Ipac justifica a medida afirmando que a residência, na Rua Barão do Desterro, na Baixa dos Sapateiros, não atende aos critérios para o tombamento.

“Este instrumento de proteção não seria o mais adequado aos referidos imóveis, haja vista o número de intervenções que as edificações sofreram ao longo dos anos, perdendo sua autenticidade e seus elementos compositivos”, diz trecho do documento.

O pedido do tombamento foi feito pelo arquiteto Marcelo Ferraz. “Foi uma visão mesquinha do patrimônio. Uma coisa é você ter uma ruína e outra coisa é ter um centro de estudos, por exemplo”, comentou Ferraz.

O arquiteto não pretende buscar um novo recurso, mas a família deve procurar o governador Jaques Wagner, para pedir revisão da decisão. “Marighella não pode ser um herói ‘alternativo’. Tem que ser um herói lembrado. Ele era deslumbrado com a Bahia, ele foi uma pessoa que se projetou como baiano”, afirmou Carlos Marighella Filho. Procurado, o Ipac informou que a direção do órgão não estava disponível para entrevista.

BOM DIA!!!

set
14

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

O Estado Islâmico (EI) difundiu na Internet neste sábado um vídeo com a suposta decapitação do colaborador britânico David Haines, sequestrado pela organização em março de 2013. O ministro de Relações Exteriores britânico fez uma declaração minutos depois que trabalhava “com urgência para verificar” o vídeo, no qual Haines aparece ajoelhado diante de seu executor. Segundo informa a página norte-americana SITE, que monitora os fóruns e ameaças jihadistas na web, o homem mascarado poderia ser o mesmo que assassinou os jornalistas estadunidenses James Foley, em meados de agosto, e Steven Sotloff, no começo de setembro.

No vídeo, que dura dois minutos e 30 segundos, Haines se dirige ao primeiro ministro britânico, David Cameron, e lhe adverte que sua aliança com os Estados Unidos contra o Estado Islâmico levará ao seu país “a uma sangrenta e interminável guerra”. O grupo jihadista ameaçou executar outro britânico, Alan Henning. Cameron qualificou a suposta decapitação de Haines como “um ato de pura maldade”.
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David Haines, de 44 anos, é natural de Perthshire (Escócia) e tem duas filhas. Foi sequestrado na Síria em março passado junto com o italiano Federico Motka somente duas semanas depois de ter chegado ao país pela organização humanitária francesa Acted. Trabalhavam em um campo de refugiados na província de Idlib, perto da fronteira com a Turquia. Motka foi liberado em maio.

Antes de ir à Síria, tinha realizado tarefas humanitárias nos Balcãs, Líbia e Sudão do Sul. Justo nesta sexta-feira, sua família tinha pedido ao Estado Islâmico que entrasse em contato com eles. Na semana passada, Londres garantiu que estudava “todas as opções possíveis” para proteger Haines.

O sinistro anúncio do Estado Islâmico coincide com o fim da visita ao Egito do secretário de Estado norte-americano, John Kerry. Apesar de ser um dos aliados mais sólidos no Oriente Médio, o Governo do Cairo não quis se implicar de maneira firma na aliança internacional contra os jihadistas. Kerry agradeceu o presidente Abdelfatá Al Sisi que tenha se unido na quinta-feira passada – junto com outras nove nações árabes e a Turquia – à coligação contra o EI, impulsionada por Barack Obama. No entanto, como acontece com a maioria dos países que assinaram o compromisso, não houve ainda ações concretas.

O Governo de Al Sisi considera “ilógico destinar recursos contra o EI que são necessários para o Egito em sua batalha interna”. E ainda que não tenha detalhado seu grau de cooperação dentro da aliança, os meios locais asseguram que não haverá envio de tropas, nem ajuda militar.

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos concentrou seus esforços, como tentou fazer com os países do Golfo, para que a cooperação pelo menos consiga frear a expansão de ideias extremistas.

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