Joaquim Barbosa em Buenos Aires: por acaso no
encerramento da conferência mundial de Esperanto

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DEU NA COLUNA DE MÔNICA BERGAMO

NO ÔNIBUS

Joaquim Barbosa retornou ao Brasil disposto a não declarar em quem votaria nas eleições. Abordado por brasileiros que se surpreenderam ao encontrá-lo andando de ônibus em Buenos Aires, na Argentina, onde passou o mês de agosto, o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) repetiu a todos que estará “fora do Brasil” em outubro, mês das eleições.

PELO PAÍS
Barbosa tem agendadas cinco palestras remuneradas neste mês no país. A primeira delas, no dia 16, será em SP, para associação que representa shopping centers. As demais são em Santa Catarina e na Bahia.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 10 setembro, 2014 at 14:23 #

Um homem sem preocupações, Renan Calheiros, o próprio, renascido em escandalo, já garantiu que fará tudo no Senado para aprovar o aumento dos proventos dos nobres Ministros do STF, Barbosa incluso, é claro. Mesmo que a nação definhe em pibinho.


luiz alfredo motta fontana on 10 setembro, 2014 at 14:28 #

O país é generoso com alguns, pena que poucos e não votados.


luiz alfredo motta fontana on 10 setembro, 2014 at 14:30 #

E o povo continua emanando, graciosamente, o poder eo deleite dos que o detém, mesmo que em passado, mesmo que precocemente posto ao lado.

Um viva ao nada, afinal louvar é hábito.


luiz alfredo motta fontana on 10 setembro, 2014 at 16:41 #

Caro VHS

Esse teu admirador ousa fazer um convite à reflexão.

Conhecedor de sua sensibilidade, em especial o seu amor às frágeis expressões com que a democracia se faz presente nos diversos salões da República, acredito que lhe será natural acompanhar a estranheza autoritária que certos gestos exalam.

Hoje, na posse anunciada de Lewandowski, rito solene e histórico desta instituição, que está além das pessoas, além das biografias, além das vicissitudes de ocasião que atormentam o cotidiano, fez-se presente a ausência de quem, por dever de ofício deveria transmitir o cargo, alguns até louvarão esse deslize, certamente não esse poeta distraído que ainda acredita na civilidade como instrumento para aplacar certos instintos, que a dura vida, em cavernas, nos premiou.

Fato inédito na nossa frágil democracia?

Por certo que não.

Todos lembram de ato semelhante, do então General Presidente, o tal Figueiredo, que também recusou transmitir, o que não era seu, pois pertencente ao povo, em tudo semelhante ao que sucede hoje no STF, ao Sarney, que a morte de Tancredo aliada ao excesso de prudência de Ulisses, nos submeteu.

Aquele preferia o cheiro dos currais, este o aroma dos caminhos parisienses, sendo certo que tanto um quanto o outro são estranhos e diversos de nossas ruas.

Triste e reveladora coincidência, marca registrada de duas biografias, que tiveram seu cume alcançado não por vitórias nas urnas, frutos da liderança e convívio com o povo, mas de meras e isoladas decisões em petit comité, seja em reunião de militares como em Figueiredo, seja em corredores escuros do planalto, como em Lula.

Fica aqui, meu caro VHS, esse tímido convite à reflexão.

Tim Tim!


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