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Pesquisa Datafolha para Presidente da República finalizada nesta quarta-feira (10) mostra duplo empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva.

Na simulação de primeiro turno, Dilma tem 36% das intenções de voto contra 33% de Marina. O senador Aécio Neves (PSDB) alcança 15%, outros candidatos somam 4%.

A vantagem numérica de Dilma sobre Marina no primeiro turno é ligeiramente maior que a da pesquisa anterior (35% a 34%). O quadro, porém, continua sendo de empate técnico, já que a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.

Na simulação de segundo turno, a combinação de oscilação negativa de Marina (recuo de 2 pontos) com oscilação positiva de Dilma ( avanço de 2 pontos) gera uma nova situação de empate técnico.

Agora, no entanto, com vantagem numérica para a ex-ministra do Meio Ambiente: 47% para Marina contra 43% de Dilma.

Na simulação de embate final entre Dilma e Aécio, a candidata petista vence por 49% a 38%. Num eventual segundo turno Marina contra o tucano, a vitória é da pessebista por 54% a 30%.

O Datafolha também investigou a avaliação do governo Dilma. Em relação ao levantamento da semana passada, não houve alteração.

Os eleitores que avaliam o governo como bom ou ótimo são 36%. Outros 38% julgam a gestão como regular. E para 24%, é ruim ou péssimo.

As 10.568 entrevistas da pesquisa foram feitas na terça (9) e nesta quarta (10). O levantamento foi realizado por encomenda da Folha em parceria com a Globo Comunicações. O registro no (TSE) Tribunal Superior Eleitoral é BR-00584/2014.

set
10
Posted on 10-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-09-2014

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DEU NO G1

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (10) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo da Bahia:

Paulo Souto (DEM): 46%

Rui Costa (PT): 24%

Lídice da Mata (PSB): 6%

Da Luz (PRTB): 1%

Renata Mallet (PSTU): 0%

Marcos Mendes (PSOL): 1%

Brancos e nulos: 11%

Indecisos: 11%

No levantamento anterior, realizado pelo instituto nos dias 23 de agosto e 25 de agosto, Paulo Souto tinha 44%, seguido por Rui Costa (15%) e Lídice da Mata (9%). A pesquisa foi encomendada pela TV Bahia.

Tarde em Itapoã” vai dedicada a Glauvânia e Wellington Jansen, amigos queridos dos que pensam e fazem o BP, e moradores amados do famoso bairro da Caminhada da Lua comandada por Glau.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Marina e Neca:socióloga era tratada como ‘educadora’
pelos petistas na eleição de 2012 em SP

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DEU NO G1

Amanda Previdelli

Alvo de críticas do PT em razão de ter a herdeira de um banco como uma das coordenadoras de sua campanha, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, ironizou nesta quarta-feira (10) as declarações de petistas em torno da socióloga Neca Setubal. Durante agenda eleitoral em São Paulo, a ex-senadora afirmou que o partido da presidente Dilma Rousseff não satanizava sua assessora na época em que ela atuou na campanha do prefeito paulistano Fernando Haddad. Segundo Marina, em meio às eleições de 2012, Neca, acionista do banco Itaú, era tratada pelo PT como “educadora”, e não como “banqueira”.

“Há uma visão autoritária de um setor da esquerda que se estiver a serviço deles, então, você está ungido pelo manto da sua proteção. E se você tem uma outra escolha, aí você passa a ser satanizado. É só verificar que a Neca [Setubal], como educadora, ajudou o programa do Haddad”, disse Marina Silva durante visita à Casa de Isabel, entidade filantrópica da capital paulista que disponibiliza atendimento jurídico e terapia para cidadãos de baixa renda que foram vítimas de violência doméstica e familiar.

“Naquele momento [eleição de 2012], ela [Neca] era tratada como educadora. Agora, ela está sendo tratada como banqueira. Ela é uma pessoa que tem o direito de se colocar no mundo como qualquer outra”, complementou a ex-senadora.


Ana Botin: no lugar do pai no comando do Santander

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Emilio Botin: infarto fulminante em Madri

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

Um dos temas mais delicados para abordar com o falecido Emilio Botín era sua sucessão no banco. Apesar de seus 79 anos (completaria 80 daqui a três semanas), o presidente do Santander sempre evitou o assunto, tanto na imprensa como dentro do banco. A resposta de Botín era que estava em perfeita saúde e com o apoio de todo o conselho, por isso não havia necessidade de discutir a questão. Alguns banqueiros acreditam que essa forma de lidar com a sucessão agora cria incerteza, enquanto outros apontam que sua filha, Ana Patricia Botín (Santander, 1960), sempre foi sua sucessora natural, e por isso ele entendia que não havia razão para esses debates.

Os estatutos do Santander só indicam que, em caso de ausência do presidente, a comissão de nomeações deve se reunir para escolher o sucessor, que é o que vai acontecer esta tarde, na Cidade Financeira de Boadilla del Monte (Madri). O primeiro vice-presidente, de acordo com a cadeia de comando teórica, é Fernando Asúa (Madri, 1932), uma pessoa de confiança de Emilio Botín. Ele presidirá a comissão, juntamente com Guillermo de la Dehesa, Rodrigo Echenique e Isabel Tocino Biscarolasaga. Os dois primeiros também são executivos muito próximos do falecido presidente (e da família Botín) há muitos anos, o que permite supor que conhecem seus planos para esses casos. A comissão proporá um novo presidente e o conselho administrativo, que se reunirá em seguida, deve elegê-lo com dois terços dos votos.
mais informações

Fontes do setor, assim como outras fontes próximas à entidade, consideram que Ana Patricia Botín assumirá o lugar de seu pai. Trazida com urgência de Londres há poucas horas, depois de saber da notícia do falecimento, já está em Madri cuidando dos assuntos mais urgentes. Apesar de ser uma empresa multinacional com presença em mais de 15 países (e o maior banco da zona do euro), o banco da Cantábria sempre foi administrado em um estilo que lembra as empresas familiares, mesmo com os Botín tendo uma participação minoritária no capital.

O Santander se caracteriza por uma gestão rápida e executiva, o que faz com que a maioria das fontes consultadas apostem na chegada de Ana Patricia Botín. O falecido presidente emitiu um sinal claro do caminho de sua sucessão ao nomear Javier Marín como conselheiro, em abril de 2013, em substituição a Alfredo Sáenz. Além de ser uma pessoa de confiança de Emilio Botín, por ter sido seu secretário pessoal por tantos anos, Marín também trabalhou proximamente a Ana Patricia e é considerado uma pessoa de seu círculo de confiança. Essa nomeação foi o primeiro gesto que o patriarca banqueiro deu sobre o futuro do grupo.
Longa trajetória

A trajetória de Ana Patricia no Santander é longa. Foi nomeada pela primeira vez conselheira do banco em 4 de fevereiro de 1989. É diretora-geral desde 1992, e agora também é conselheira da filial do Santander no Reino Unido, que se tornou a principal divisão do grupo neste momento, em termos de lucros. Essa é, sem dúvida, uma boa carta de apresentação para a comunidade financeira internacional, se ela realmente alcançar a presidência. A executiva sabe o que é discutir com os principais investidores do mundo, localizados na City londrina, assim como com os reguladores britânicos, considerados como alguns dos mais exigentes depois da crise financeira internacional. Também trabalhou nos Estados Unidos, onde se incorporou ao Santander após um período no JP Morgan (1981 a 1988). Apesar disso, seu principal papel no mundo financeiro foi a presidência-executiva do Banesto, cargo que ocupou entre 2002 e 2010, antes de ir para Londres. Além disso, é conselheira não executiva na The Coca-Cola Company.

Banqueiros que conhecem o Santander comentam que com o fim da era Botín, abre-se uma renovação de parte do conselho, já que muitos de seus membros estão em idade avançada. Também se espera uma mudança na comissão executiva, com um reforço das pessoas de confiança de Ana Patricia Botín. Mas todos os movimentos deverão esperar os resultados dos testes de resistência bancária, que serão conhecidos no fim de outubro e que antecipam a chegada do novo regulador, o Banco Central Europeu (BCE). A morte de Botín coincidiu com o final do Banco de España como regulador. Por isso, a pessoa que ocupar a presidência do Santander dependerá mais dos gestores de Frankfurt que dos de Madri. Um símbolo da nova fase do Santander e de todo o sistema bancário europeu.


Joaquim Barbosa em Buenos Aires: por acaso no
encerramento da conferência mundial de Esperanto

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DEU NA COLUNA DE MÔNICA BERGAMO

NO ÔNIBUS

Joaquim Barbosa retornou ao Brasil disposto a não declarar em quem votaria nas eleições. Abordado por brasileiros que se surpreenderam ao encontrá-lo andando de ônibus em Buenos Aires, na Argentina, onde passou o mês de agosto, o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) repetiu a todos que estará “fora do Brasil” em outubro, mês das eleições.

PELO PAÍS
Barbosa tem agendadas cinco palestras remuneradas neste mês no país. A primeira delas, no dia 16, será em SP, para associação que representa shopping centers. As demais são em Santa Catarina e na Bahia.

set
10
Posted on 10-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-09-2014


Duke, hoje, no Super Notícias (MG)


Charge de Clayton , no jornal O Povo (CE)

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL)

A mancha do petróleo

Carlos Pagni

As explosivas confissões de Paulo Roberto Costa vão potencializar a aspiração por mudança que já presidia o processo eleitoral brasileiro. O ex-diretor da Petrobras, que está atrás das grades por uma operação multimilionária de lavagem de dinheiro, envolveu figuras importantes do establishment político em um circuito de financiamento escuso organizado de dentro da empresa. Entre os acusados figuram o ministro de Minas e Energia, os presidentes do Senado e da Câmara, governadores e dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) de Dilma Rousseff e forças aliadas. Paulo Roberto Costa também mencionou o ex-governador de Pernambuco, o falecido Eduardo Campos, símbolo da corrida de Marina Silva, que o substituiu como candidato presidencial do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

O escândalo toca um nervo muito sensível. Há anos a corrupção contamina a vida pública no Brasil. Em 2005, a crise do mensalão teve um custo altíssimo para o Governo Lula, acusado de distribuir subornos ou mensalidades entre os legisladores. Em meados do ano passado, um enorme protesto popular contra o desperdício de recursos do Estado convulsionou principais cidades do país. Esse movimento parece ter chegado às urnas com Marina, uma ambientalista que se oferece como alternativa aos partidos tradicionais e ameaça derrotar a presidenta no segundo turno.

Ao expor as entranhas da Petrobras, Paulo Roberto Costa põe mais lenha na fogueira. Os brasileiros veem nessa empresa a quintessência da nacionalidade. Criada em 1953 pelo pai do Brasil moderno, Getúlio Vargas, a Petrobras é o maior exportador, o maior importador, o maior investidor, o maior anunciante, o maior empregador e a maior empreiteira do país.

Sempre que sentiu um perigo eleitoral, o PT escudou-se na Petrobras. Em 2006, Lula acusou seu adversário do PSDB, Geraldo Alckmin, de querer privatizá-la – é de maioria privada, mas controle estatal – . Dilma usou um argumento semelhante para estigmatizar sua adversária mais perigosa. No sábado, quando as denúncias de Paulo Roberto Costa, publicadas pela revista Veja, eletrizavam as redes sociais, a presidenta usou seu horário eleitoral para acusar Marina de querer interromper, por pudores ambientalistas, a exploração do pré-sal, o gigantesco reservatório de águas profundas da Petrobras. Marina respondeu que “a ameaça ao pré-sal é a corrupção do PT”.

Colocar o foco na Petrobras foi uma decisão equivocada de Dilma. O vendaval desencadeado por Paulo Roberto Costa era esperado há duas semanas. Não há como prever a extensão que essa mancha de petróleo terá sobre o debate eleitoral. Para os candidatos é um pesadelo: ninguém conhece as acusações na íntegra.

A principal vítima é o Governo. Não só porque o ministro de Minas e Energia é um dos acusados. A presidenta Dilma conhece o denunciante. Ela chefiou o conselho administrativo da Petrobras como ministra da Casa Civil de Lula. Uma responsabilidade que também a complicou na polêmica aquisição de uma refinaria em Pasadena em 2006, investigada pela Justiça.

O PSB isolou Marina da acusação contra Eduardo Campos, encarregando da defesa o candidato a vice-presidente, Beto Albuquerque.

Aécio Neves, o candidato do PSDB, recuperará algo do capital perdido? Seu partido não aparece respingado. E Aécio já denunciava a má gestão da empresa desde antes do escândalo. “Precisamos recuperar a Petrobras para os brasileiros libertando-a do PT que a usa em benefício próprio”, repetia ele.

A bomba que Paulo Roberto Costa detonou corrobora a sensação de final de ciclo. Agora, é mais provável que Dilma e Marina se enfrentem no segundo turno. Para a presidenta é um desafio inquietante. Hoje dispõe de 12 minutos de horário eleitoral, contra dois minutos de sua adversária. No segundo turno, os tempos se equiparam. E o pior: Dilma não consegue reduzir a rejeição contra ela.

O plano publicitário do PT, que Paulo Roberto Costa frustrou com suas revelações, era mais ambicioso do que a defesa dos recursos do subsolo. Dilma se apresentou como a defensora dos interesses nacionais identificados com o Estado, para encurralar Marina no discurso pró-mercado do PSDB. A advertência subjacente a essa mensagem ordena toda a campanha do Governo: a mudança ameaça as conquistas alcançadas. Essa tática não resolveu o principal problema de Dilma: o desconforto de uma economia em recessão. O lado oposto do fenômeno está na Bolsa, que subiu cerca de 10% em dólares desde que as pesquisas insinuaram um esgotamento do PT.

O Governo do Brasil está ferido por uma novidade que percorre a região: a bonança internacional, que permitiu a distribuição das receitas extraordinárias, começou a diminuir. Na última década, os que exerciam o poder pareciam imbatíveis. Hoje estão vulneráveis. Também estão em risco a Frente Ampla no Uruguai e o kirchnerismo na Argentina. O declínio vem sempre acompanhado de escândalos de corrupção. Nada surpreendente. Quando os recursos escasseiam, as sociedades se tornam mais sensíveis à ética.

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DEU NO PORTAL A TARDE

Teófilo Henrique

Quando os dois últimos pacientes internados no Hospital Espanhol forem transferidos para outras unidades de saúde, Salvador perde de vez 270 leitos hospitalares. A informação foi confirmada pelo diretor do corpo clínico da unidade, o médico Djean Sampaio. “A cidade vai perder mais um hospital, são 270 leitos, sendo 60 de UTI adulta e 12 UTI Neo-Natal”, disse o diretor.

Ainda segundo Djean, a reunião marcada para esta quarta-feira, 10, com o Ministério Público é para definir a situação dos 75 pacientes que fazem hemodialise na instituição.

O presidente do hospital, Demétrio Garcia, informou por meio de nota que a unidade passava por uma reestrutração financeira que foi interrompida. Ele enfatizou que é do total interesse do Hospital Espanhol a continuidade das suas atividades. (Confira a integra da nota abaixo)

O diretor clínico também confirmou que a paralisação iniciada no dia 15 de agosto, se deu para o bem dos pacientes, pois se o hospital continuasse a fazer novas internações a qualidade do atendimento seria prejudicada. “Paramos para garantir a segurança dos pacientes, se recebêssemos novos pacientes iria faltar insumos e material para atende-los”, falou.

Segundo Djean, o atraso no salário dos funcionários continua há quase três meses, e para ele a situação do hospital chegou a esse ponto por falta de dinheiro. “A situação econômica já era ruim, nesse último mês piorou muito e não sei o que vão fazer para solucionar esse problema”, relatou.

Em nota, a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) lamenta o fechamento da instituição.

Confira na integra a nota:

“Com relação ao encerramento das atividades do Hospital Espanhol, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) lamenta o fechamento desta instituição secular, destacando que fez diversas tentativas no sentido de ajudar esta unidade a sair da crise financeira que se encontrava, inclusive participando Conselho de Administração, com o seu representante ocupando a função de conselheiro executivo. No entanto, o ambiente institucional e administrativo da instituição impediu que o desfecho, agora presenciado, fosse alterado.

Do ponto de vista assistencial, cabe informar que a Sesab não tem mais nenhum paciente sob sua responsabilidade no Hospital Espanhol e que desde o dia 18 de agosto, por solicitação através de ofício, assinado pelo superintendente do Espanhol, Cláudio Imperial, orientou a Central Estadual de Regulação a não encaminhar nenhum paciente para a referida unidade. Vale destacar que os pacientes que fazem hemodiálise na unidade estão sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador e devem ser encaminhados para outras unidades contratadas pelo município para continuarem seus tratamentos.”

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BOM DIA!!!

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