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Ricardo Melo:corpo jogado na cisterna

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

O corpo do advogado Ricardo Andrade Melo, 37 anos, que estava desaparecido há quatro meses, foi encontrado dentro de uma cisterna no bairro de Castelo Branco, em Salvador.

A assessoria da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP) confirmou a informação ao Correio24horas na tarde deste domingo (7). Ainda segundo a assessoria, o corpo da vítima estava em estado de gigantismo.

Na última sexta-feira (5), a Polícia Civil da Bahia em parceria com a polícia paulista, prenderam um dos suspeitos de sequestrar o advogado. Paulo Roberto Gomez Guimarães Filho, conhecido como Paulinho Mega, foi encontrado em São Paulo.

Nesta segunda-feira (8), ele será apresentado na sede da SSP, na praça da Piedade, durante uma coletiva de imprensa.

Caso

O advogado saiu de casa no dia 29 de abril, seu aniversário, em companhia de Paulinho Mega, que era seu vizinho. O caso foi revelado após uma reportagem da TV Bahia, que mostra imagens dos dois deixando o prédio onde moravam, no Corredor da Vitória.

Segundo o chefe da Coordenadoria de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil, delegado Cleandro Pimenta, Paulinho Mega era estelionatário e sabia como se aproximar das vítimas.

O primeiro contato entre ele e Ricardo ocorreu no píer do prédio, numa conversa informal. “Ele sabia que a vítima gostava de carros e lanchas. Contou que tinha os mesmos gostos e isso facilitou a aproximação”, explica o delegado.

Para sensibilizar a vítima e tornar o contato ainda mais próximo, Mega teria dito ainda que tinha um câncer terminal. O apelido de Mega seria uma derivação de megalomaníaco e foi atribuído a ele ainda na infância.

A família de Ricardo chegou a divulgar um cartaz oferecendo recompensa de R$ 20 mil a quem pudesse dar informações sobre o paradeiro do advogado.

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Comentários

rosane Santana on 8 setembro, 2014 at 6:44 #

Mais um caso chocante!


Graça Azevedo on 8 setembro, 2014 at 19:12 #

Mais uma mãe que se angustiou a espera de uma notícia. Conheço essa dor.
Pior é que, mesmo com uma pena de 100 anos, todas as contas são feitas em cima de 30 (máximo permitido pelas bondosas leis brasileiras) e com 6 pode ir para o semi aberto e continuar matando. Até quando?


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