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O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa deu o nome de 12 senadores, 49 deputados federais e um governador na parte de sua delação premiada que trata de políticos, segundo a Folha apurou. Os envolvidos seriam de três partidos, ainda de acordo com a apuração da reportagem: PT, PMDB e PP.

Costa dizia na cela em que está preso na Polícia Federal em Curitiba (PR) que não teria eleições neste ano se ele revelasse tudo o que sabe.

Os políticos receberiam, segundo Costa, 3% do valor dos contratos da Petrobras na época em que ele era diretor de distribuição da estatal, entre 2004 e 2012.

O depoimento chegou no começo desta semana ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que o ministro Teori Zavascki homologue o acordo.

Delação premiada ou colaboração com a Justiça é a figura jurídica que prevê a redução de pena quando um réu fornece informações que possam esclarecer outros crimes.
Pedro Ladeira – 10.jun.2014/Folhapress
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto da Costa durante depoimento na CPI da Petrobras no Senado
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto da Costa durante depoimento na CPI da Petrobras no Senado

Costa decidiu fazer uma delação premiada no último dia 22, depois que a Polícia Federal fez buscas em empresas de suas filhas, de seus genros e de um amigo dele, todas no Rio de Janeiro. Em uma das empresas, a Polícia Federal encontrou indícios de que Costa tem mais contas no exterior.

Em junho, a Suíça comunicou as autoridades brasileiras de que Costa e seus familiares tinham US$ 23 milhões em contas secretas naquele país. O ex-diretor havia negado à polícia que tinha recursos no exterior.
A existência das contas na Suíça foi o motivo alegado pelo juiz federal Sergio Moro para decretar a prisão de Costa pela segunda vez, em 11 de junho.

Costa também estava em pânico com a perspectiva de ser condenado a mais de 30 anos de prisão.

A delação do ex-diretor da Petrobras é sigilosa e o teor de todos s depoimentos não foi revelado até agora.

A Folha revelou que a prioridade dos procuradores da Operação Lava Jato era descobrir como o esquema de desvio na Petrobras alimentava políticos e como as empreiteiras operavam para fazer os recursos chegaram até os parlamentares.

Costa foi responsável pela obra mais cara da Petrobras, a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cujo preço final pode ultrapassar R$ 40 bilhões. Segundo a Polícia Federal, os contratos eram superfaturados e o sobrepreço era repassado pelas empreiteiras ao doleiro Alberto Youssef. O doleiro, por sua vez, cuidaria da distribuição do suborno aos políticos.

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DEU NO UOL/FOLHA

MARINA DIAS
DE SÃO PAULO

A candidata do PSB ao Palácio do Planalto, Marina Silva, afirmou nesta sexta-feira (5) que “talvez seja tarde” para a sinalização da presidente Dilma Rousseff (PT) em relação à troca do ministro da Fazenda, Guido Mantega, caso a petista vença as eleições de outubro.

De acordo com a ex-senadora, a sociedade brasileira vai “mudar” Dilma e, assim, sua equipe econômica.

“Hoje a presidente Dilma sinaliza que vai mudar sua equipe econômica, mas talvez seja tarde para o movimento que ela está fazendo. A sociedade brasileira vai mudá-la e, mudando-a, a equipe econômica será outra”, afirmou Marina após a inauguração de um comitê voluntário de sua campanha, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Durante entrevista em Fortaleza, nesta quinta-feira (4), Dilma foi questionada especificamente sobre o futuro de Mantega. “Eleição nova, governo novo, equipe nova”, respondeu a presidente.

Diante das críticas que vem recebendo dos adversários desde que despontou nas pesquisas, Marina disse que se sente “injustiçada” e convocou os eleitores para ajudá-la a fazer “uma campanha de limpeza na campanha”.

“Enquanto nossos adversários fazem uma campanha de difamação e destruição do processo político legítimo, nós respondemos pedindo apoio e solidariedade de toda a população”, declarou a candidata.

Marina disse que tem sido vítima de uma “indústria de boatos e mentiras que estão sendo lançados na internet pelos partidos da polarização, PT e PSDB”.

A ex-senadora usou de exemplo a caminhada que foi convocada pelo PT no Rio em defesa do pré-sal e do modelo de distribuição dos royalties de petróleo, da qual a Dilma deve participar.

A iniciativa petista acontece após reportagem publicada nesta sexta pelo jornal “O Dia” afirmar que Marina é favorável a projeto de lei que tira recursos de Estados produtores de petróleo, como Rio e Espírito Santo. A campanha da candidata desmente e entrou com pedido de direito de resposta.

O programa de governo da candidata do PSB virou foco de crítica dos petistas porque dá prioridade a fontes de energia limpa e renovável para ampliar a matriz energética do país.

“O que está sendo dito no Rio de Janeiro é uma onda de boatos e mentiras pelo medo que os nossos adversários têm da nossa campanha”, disse Marina.

“Nosso compromisso é com a exploração do pré-sal sem prejuízo dos Estados produtores em relação aos royalties”, concluiu.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

set
05
Posted on 05-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-09-2014

charge
Amarildo, hoje, no Gazeta Online


Sexta-feira de fogo e ventania no CAB

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

O prédio da Secretaria da Justiça Cidadania e Direitos Humanos Bahia (SJCDH) foi atingido por um incêndio na manhã desta sexta-feira (5). Segundo a Central de Polícia, as chamas começaram em uma sala que fica no andar térreo do prédio, por volta das 9h.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram encaminhadas ao edifício, que fica na 4ª Avenida do Centro Administrativo da Bahia (CAB), para controlar as chamas. Dois caminhões-pipa foram acionados para dar reforço.

As chamas começaram no ar-condicionado da sala, se alastraram rapidamente pelos móveis que são de madeira. Em nota, o Governo do Estado informou que ninguém ficou ferido na situação. Por conta da ventania, as chamas acabaram atingindo parte da vegetação que fica próximo ao prédio da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab).

O prédio, onde também funciona a Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), precisou ser evacuado antes das chamas aumentarem de proporção. Por medida de segurança, o prédio da Sesab também foi evacuado.

Segundo a Superintendência de Trânsito e Transportes (Transalvador), o trânsito não foi prejudicado.

( Com informações do repórter Victor Lahiri.)

set
05
Posted on 05-09-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-09-2014


Foto: portal A Tarde

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DEU NO PORTAL A TARDE

O ex-presidente Lula caiu do palanque na noite de quarta-feira,3, no Subúrbio, onde participou de um comício em favor da chapa encabeçada pelo candidato do PT ao governo, Rui Costa. Lula aproximara-se da borda do palanque para falar com populares quando foi puxado para baixo por um homem. Ao subir de volta, depois do susto que pregou, inclusive, no governador Jaques Wagner, o petista contou que o homem queria lhe agradecer pelo fato de sua filha estar cursando a Universidade. Em seu discurso, Lula disse basicamente que o candidato do DEM, Paulo Souto, principal adversário de Rui Costa, é um candidato das elites que representa um retrocesso e a volta do coronelismo ao comando do Estado, além de ter elogiado o postulante petista.

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Deu no site Bahia 247

Pesquisa do instituto Sensus divulgada na noite desta quinta aponta Paulo Souto (DEM) com 43% da preferência do eleitorado, contra Rui Costa (PT), com 16%, e Lídice da Mata (PSB), que pontuou 10%; os números apontam vitória de Paulo Souto no primeiro turno; Da Luz (PRTB), Marcos Mendes (PSOL) e Renata Mallet (PSTU) somam 3% das intenções de voto. Votos em branco, nulos e indecisos somam 28% do eleitorado

Mais uma pesquisa de intenção de voto aponta o candidato do DEM, Paulo Souto, em liderança absoluta diante dos adversários. Pesquisa do instituto Sensus divulgada na noite de quinta-feira (4) dá o democrata com 43% da preferência dos baianos, contra Rui Costa (PT), com 16%, e Lídice da Mata (PSB), que pontuou 10%. Os números apontam vitória de Paulo Souto no primeiro turno.

Da Luz (PRTB), Marcos Mendes (PSOL) e Renata Mallet (PSTU) somam 3% das intenções de voto. Votos em branco, nulos e indecisos somam 28% do eleitorado.

Encomendada pelo grupo Vota Bahia (TV Aratu, rádio Metrópole e jornal A Tarde), a pesquisa ouviu mil pessoas no período de 27 de agosto a 1º de setembro. A margem de erro é de 3,1% para mais ou para menos e a margem de confiança é de 95%. Os dados foram registrados no Tribunal Regional Eleitoral sob o número BA-00014/2014.


Luciana Genro e Eduardo Jorge:mais abertos aos temas “malditos”
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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAIS ( EDIÇÃO DO BRASIL)

Marina Rossi

São Paulo

DEU NO EL PAIS (EDIÇÃO DO BRASIL DO JORNAL ESPANHOL)

Em qualquer padaria ou posto de gasolina no Brasil é possível encontrar e comprar um pacotinho de seda, dessas usadas para enrolar um cigarro de maconha. Isso não é novidade para quase ninguém, e não há quem critique. Paradoxalmente, uma pesquisa realizada pelo Instituto Ibope e divulgada nesta quinta-feira, revelou que 79% dos brasileiros são contra a descriminalização da maconha.

Outro dado revelado pela pesquisa é a posição dos brasileiros em relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. E mais da metade, 53%, disseram ser contra. A maioria é contra também a descriminalização do aborto: 79%.

O país do contra, porém, não reflete exatamente o que é feito na prática. No Brasil, calcula-se que um milhão de mulheres realizem um aborto ao ano. Ou seja, uma em cada cinco já fez esse procedimento clandestinamente. E a cada dois dias, uma brasileira morre em decorrência de um aborto inseguro.

Para Valter Silverio, docente do departamento de sociologia e da pós-graduação da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos), esse paradoxo entre a prática e o que é dito nas pesquisas ocorre porque omitimos nossas opiniões em busca do politicamente correto. “É muito provável que você encontre entre esses 80% que são contra o aborto um grande percentual de pessoas que já tenham feito aborto”, diz. “O mesmo vale para os que são contra o casamento gay; muitos deles já tiveram relações homoafetivas”.

Em busca do politicamente correto, um problema de saúde pública como o aborto fica fora também da agenda eleitoral, já que os presidenciáveis evitam esbarrar nesses assuntos polêmicos. Na semana passada, a candidata Marina Silva (PSB) mudou seu programa de governo, alterando o parágrafo que falava sobre a união de pessoas do mesmo sexo. Evangélica, Marina Silva evita falar sobre o tema. Dilma Rousseff e Aécio Neves compartilham da mesma postura, o silêncio, ou, evitar, ao máximo falar desses assuntos polêmicos.

Para Silverio, essa fuga dos candidatos tem a ver com esse paradoxo “e com algo muito pior: a nossa opinião publica”. Segundo o professor, ainda que os jornais de grande circulação no Brasil tratem do assunto, e moldem a opinião pública favorável a esses temas, a quantidade de leitores atingidos é muito restrita. “Ao mesmo tempo, o rádio e a televisão desconstroem qualquer possibilidade de enfrentamento sério desses temas”, diz. “É como se fosse feita uma doutrinação bíblica pelos veículos de comunicação”, explica, citando a quantidade de rádios evangélicas no país como um “fenômeno impressionante”.

Os únicos candidatos que falam mais sobre o assunto – e defendem a descriminalização do aborto e da maconha – são Eduardo Jorge, do PV e Luciana Genro, do PSOL. Cada um deles tem apenas 1% das intenções de voto nas pesquisas. Segundo Silverio porém, embora os presidenciáveis no topo das pesquisas não falem sobre o assunto, essa pesquisa não interfere necessariamente, nas urnas. “Se 80% são contrárias ao aborto, como se explica a recuperação de Dilma Rousseff nas pesquisas, sendo que ela representa, de alguma maneira, 12 anos de um Governo onde essas questões passaram a ganhar espaço em termos de processo decisório positivo?”.

Outros temas polêmicos tratados pelo Ibope são a pena de morte – 46% são a favor e 49% são contra; e o Bolsa Família, programa criado pelo governo do ex-presidente Lula, que tem apoio de 75% dos brasileiros. Entre os que têm renda mensal de até um salário mínimo, o apoio ao Bolsa Família chega a 90%, segundo o levantamento.

Aécio Neves, do PSDB, já afirmou em sua propaganda política na televisão que, se eleito, dará continuidade ao principal programa petista. Quando um tema tem grande aceitação, defendê-lo parece mais fácil.

Segundo a pesquisa, os homens são a maioria entre os que são contra o casamento gay: 58%. Já entre as mulheres, 49% são contra e 44% a favor. A descriminalização da maconha e do aborto não são defendidos nem mesmo pelos mais jovens. Entre aqueles com idade entre 16 e 24 anos, 74% são contra a legalização da maconha e 77% contra o aborto.

BOM DIA!!!

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

A candidata Marina Silva (PSB) reclamou nesta quinta-feira (4) que só é questionada por sua fé por ser evangélica. Dizendo-se alvo de “preconceito”, Marina salientou que não vê perguntas sobre religião para os candidatos católico e os que não têm crença. A fala aconteceu durante sabatina do Grupo RBS, do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

“Essa pergunta é feita a mim porque sou evangélica, nunca vi ninguém fazendo essa pergunta a um líder católico ou a uma pessoa que não tenha crença”, afirmou Marina diante da pergunta da influência das suas crenças na sua tomada de decisão. “A fé de qualquer pessoa faz parte de sua vida e acho que deve ser respeitada tanto quanto quem não tem crença nenhuma. O presidente da República comprometido com o Estado laico tem de defender o Estado laico”, afirmou.

Na terça, durante entrevista no “Jornal da Globo”, ele foi questionada sobre se realmente consulta a Bíblia para tomar decisões, como afirmado pela Folha de S. Paulo. Ela disse então que para qualquer cristão “a Bíblia é sem sombra de dúvida uma fonte de inspiração”. Mesmo assim, ela afirmou que “as decisões são tomadas com base racional”.

Casamento gay

Marina também voltou a comentar as alterações que fez no seu programa de governo retirando trecho de apoio ao casamento gay, embora mantenha pontos de apoio à união civil gay. A candidata afirmou que a mudança não aconteceu por pressão do pastor Silas Malafaia, líder da igreja evangélica Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Malafaia criticou o programa do PSB em redes sociais. “Para ser sincera, eu nem li os tuítes do pastor Silas Malafaia. Não me sinto pressionada por ele e nem por ninguém. Eu me sinto no processo de discussão democrática. O nosso programa é respeito aos direitos da pessoa. Os direitos dos que creem e dos que não creem”, disse Marina.

Ela disse também que a própria equipe de governo foi quem fez as modificações, não ela. “As pessoas podem até não acreditar. Já tem preconceito pelo fato de eu ser evangélica”.

Marina disse ainda que mesmo com as mudanças continua tendo propostas melhores para os homossexuais que as dos candidatos Aécio Neves (PSDB), a presidente Dilma Rousseff (PT) e Luciana Genro (PSOL)

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