BOA TARDE!!!


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DEU NO CORREIO DA BAHIA

O candidato do DEM Paulo Souto manteve a liderança na segunda pesquisa de intenção de voto para o Governo do Estado da Bahia. Segundo dados da pesquisa divulgada na tarde desta quarta-feira (27), pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), encomendada pela TV Bahia, Souto aparece em primeiro lugar com 44% das intenções de voto. Rui Costa, candidato do PT, subiu uma posição e agora ocupa o segundo lugar com 15%.

Já a candidata do PSB, Lídice da Mata, que estava em segundo lugar com 11% na pesquisa anterior caiu para a terceira posição, agora com 9% dos votos. Da Luz (PRTB), que antes possuía 2%, agora segue na pesquisa com 1%. A candidata Renata Mallet (PSTU) manteve 1% das intenções de voto. O candidato Marcos Mendes (Psol) não pontuou.

Com o avanço das campanhas políticas, as intenções de votos brancos e nulos diminuíram para 16%. Na pesquisa anterior, representavam 18%. Indecisos agora têm 14%. Antes eram 17%. Segundo a TV Bahia, o Ibope ouviu 1.008 pessoas entre os dias 23 e 25 de agosto, em 59 cidades.

Avaliação regular para Jaques Wagner
O governador Jaques Wagner teve o governo classificado como regular por 38% dos entrevistados na pesquisa Ibope desta quarta-feira (27). Para 12%, o governo é considerado ruim, para 26% é bom, enquanto para 15%, é péssimo. Quatro por cento não quiseram ou não souberam opinar.

Em comparação, com pesquisa Ibope divulgada no dia 23 de julho, também encomendada pela TV Bahia, 39% dos eleitores considerava a gestão de Jaques Wagner “regular”. Para 23%, o governo pode ser considerado bom e para outros 17% é péssimo. Para 10% a gestão atual é ruim e 6% a consideram ótima. Não souberam ou não opinaram 4%.

Pesquisa anterior
Na pesquisa divulgada no dia 23 de julho, o ex-governador Paulo Souto seria eleito para o governo da Bahia no primeiro turno com 42%. Lídice (PSB) aparecia em segundo lugar, com 11% das intenções de voto. O candidato do PT, Rui Costa, tem 8% das intenções de voto. Da Luz (PRTB), com 2%, Marcos Mendes (PSOL), com 1%, e Renata Malet (PSTU), com 1%, aparecem em seguida.

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DICA DA JORNALISTA MARIA OLíVIA SOARES AOS LEITORES DO BP

GETÚLIO – Da volta pela consagração popular ao suicídio (1945-1954)

Pela segunda semana consecutiva, o volume final da biografia de Getúlio Vargas aparece em primeiro lugar na lista de não-ficção da Revista Veja.

Na terceira e última parte da consagrada série biográfica sobre Getúlio Vargas, Lira Neto reconstitui os acontecimentos políticos e pessoais mais importantes dos anos finais do ex-presidente. Entre a deposição por um golpe militar, em outubro de 1945, e o suicídio, em agosto de 1954, o livro revela como a história do Brasil se entrançou com a vida de Getúlio, inclusive enquanto afastado do poder. Leia mais

( Com informações do site da Companhia das Letras)

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Posted on 27-08-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-08-2014


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Jota, hoje, no jornal O DIA (PI)

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DEU NO JORNAL ESPANHOL EL PAÍS (EDIÇÃO DO BRASIL)

No dia em que uma pesquisa eleitoral apontou que Marina Silva venceria as eleições presidenciais no segundo turno, a candidata do PSB mirou os ataques ao Governo Dilma Rousseff (PT) durante o primeiro debate entre os concorrentes, na noite desta segunda-feira, na Rede Bandeirantes, em São Paulo. A socialista disse que o Brasil apresentado por Rousseff é “quase cinematográfico, não é o Brasil que existe”.

A mesma linha foi seguida pelo outro oposicionista, Aécio Neves (PSDB): “Temos agora uma extraordinária oportunidade de confrontar o mundo real com o mundo imaginário. O sonho dos brasileiros hoje é morar em uma propaganda do PT”.

A petista, por sua vez, não entrou no embate contra Marina, só com Aécio. Ela se contentou em defender sua gestão de críticas econômicas e das acusações contra a administração da Petrobras. Rousseff quis vincular Aécio ao governo de seu correligionário Fernando Henrique Cardoso dizendo que em oito anos, ele quebrou financeiramente o Brasil três vezes. “O seu partido [PSDB] cortou salários e deu tarifaços”, disse a petista ao tucano a quem acusou que tomaria medidas impopulares como o corte de empregos.

Tão presente na propaganda eleitoral da presidenta Dilma Rousseff, seu mentor e antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, foi pouco citado por ela no debate desta segunda-feira. Ao invés de se ligar a ele, Rousseff tentou demonstrar uma certa liberdade e o citou apenas uma vez, quando afirmou que sua gestão e a de Lula valorizaram a Petrobras e que ela foi eleita para continuar o trabalho dele. A afirmação foi feita após o tucano Aécio questioná-la se não era o momento de pedir desculpas ao povo brasileiro pelos erros cometidos na empresa, que enfrenta uma crise política e enfrenta uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Congresso Nacional.
Polarização

Uma das poucas críticas diretas a Marina foi feita por Aécio, que disse não ver coerência no discurso dela sobre a nova política, já que não subirá no palanque de Geraldo Alckmin (PSDB) para o governo de São Paulo, mas que gostaria de governar ao lado de José Serra (PSDB), a quem recusou apoiar no segundo turno das eleições de 2010. Marina respondeu afirmando que seu objetivo é combater “a velha polarização [entre PT e PSDB] que há 20 anos constitui um atraso para o nosso país” e governar ao lado dos bons quadros de qualquer partido. Para exemplificar essa sua postura, Marina elogiou dois ex-presidentes, Cardoso e Lula. “O Lula não foi gerente, foi um homem de visão estratégica. O FHC não é um gerente, é um acadêmico com visão estratégica”

Durante o debate, Aécio voltou a defender um mandato de cinco anos com o fim da reeleição para qualquer cargo eletivo. Além disso, anunciou que caso eleito presidente, indicará o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, para o cargo de ministro da Fazenda. A estratégia visa agradar o mercado econômico, já que Fraga foi um dos idealizadores do Plano Real.

Coube aos candidatos nanicos a trazerem temas polêmicos que vão e voltam a cada eleição. Eduardo Jorge, do PV falou sobre a legalização de drogas e aborto, dizendo que é a favor de criar leis para os dois assuntos, enquanto Luciana Genro, do PSOL, tratou de homofobia. O evangélico Pastor Everaldo (PSC) disse ser a favor da redução da maioridade penal.

Nas considerações finais, Marina lembrou da dificuldade em registrar sua candidatura pela Rede Solidariedade e do trauma de perder seu companheiro de chapa do PSB, Eduardo Campos, de quem era vice. Rousseff afirmou quer se manter no poder para continuar o trabalho de Lula. Aécio falou que as candidaturas de suas duas principais adversárias são parecidas. Enquanto Genro incluiu o tucano neste mesmo pacote: “em essência, defendem os interesses do grande capital financeiro. Com essa agenda, não vão atender às vozes do povo”.

Até o dia 5 de outubro, data do primeiro turno das eleições, deverão ocorrer ao menos outros três debates entre os principais candidatos à presidência.

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DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES NO BLOG POR ESCRITO, QUE ELE EDITA E BP RECOMENDA:

TSUNAMI

Aécio acha que bom desempenho de Marina é uma “onda”.

Se for daquelas que a filha de Gabeira pega, saia de baixo.

E por falar em debate: Quem se saiu melhor? E quem foi pior no debate presidencial da Band, que começou na noite de ontem e entrou pela madrugada desta quarta, 27?

Responda quem souber. E quem quiser.

BOM DIA!

(Vitor Hugo Soares)


Força de Renata Campos na subida de Paulo Câmara

DEU NO UOL/FOLHA

Candidato do PSB ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara subiu 18 pontos e tem 29% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope divulgada na noite desta terça-feira (26).

Armando Monteiro (PTB-PE) caiu cinco pontos em relação à pesquisa Ibope anterior, divulgada em 30 de julho, mas segue na dianteira com 38%.

O candidato José Gomes (PSOL) tem 1%, mesmo percentual de Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB) e Pantaleão (PCO).

A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa, ou seja, a probabilidade de o resultado estar certo, é de 95%.

Foi a primeira pesquisa apurada e divulgada após o enterro do ex-governador Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo no último dia 13, e com a propaganda eleitoral gratuita de rádio e TV no ar.

A morte de Campos foi explorada no primeiro dia de propaganda tanto por Monteiro como por Câmara, mas continua dominando a publicidade do candidato pessebista.

Na última pesquisa Ibope, divulgada em 30 de julho, Monteiro tinha 43% e Câmara, 11%. José Gomes tinha 2%, enquanto Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB) e Pantaleão (PCO) tinham 1% cada um.

Votos brancos e nulos caíram de 19% para 13%. Os entrevistados que não sabem ou não souberam responder passaram de 22% para 16%.

Encomendada pela Rede Globo, a pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de agosto. Foram ouvidos 1.512 eleitores em 69 municípios do Estado.

A pesquisa está registrada no TRE-PE (Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco) sob o número 00019/2014 e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR00424/2014.

REJEIÇÃO

A pesquisa encomendada pela Rede Globo mediu também a rejeição aos candidatos.

De acordo com o Ibope, 33% não votariam em Zé Gomes (antes eram 24%), 32% não votariam em Pantaleão (antes, 26%), 24% não votariam em Jair Pedro (antes, 21%) e 23% não votariam em Miguel Anacleto (antes, 19%).

A rejeição a Paulo Câmara oscilou de 20% em julho para 19% agora. A rejeição a Armando Monteiro Neto oscilou de 14% para 17%.

Os que disseram poder votar em todos são 12%, ante 15% da última pesquisa. Não souberam ou não responderam passou de 35% para 27%.

SENADO

A disputa pelo Senado permanece liderada por João Paulo (PT). Ele tinha 37% das intenções de voto em julho e agora tem 35%.

Fernando Bezerra (PSB), que no último levantamento feito pelo Ibope tinha 16%, agora tem 22%.

Simone Fontana (PSTU) tem 2% (na anterior, tinha 3%), enquanto Albanise Pires (PSOL) e Oxis (PCB) têm 1%, cada. Brancos e nulos são 15%. Não sabe ou não respondeu, 24%.

JOÃO LYRA NETO

A pesquisa também avaliou o desempenho do governador João Lyra Neto (PSB), que assumiu o governo de Pernambuco no dia 4 de abril, com a renúncia de Eduardo Campos para disputar a Presidência da República.

Segundo o levantamento, o percentual de entrevistados que consideram a administração de Lyra Neto ótima oscilou de 3% para 5%.

Os que avaliam como boa foram de 19% para 26%. Para 34% dos entrevistados, a gestão do pessebista é regular. Antes eram 40%.

Os que disseram que a gestão é ruim somam 4% (ante 7% na pesquisa anterior), e os que avaliam como péssima, 6% (ante 9%). O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam é de 25%. Antes eram 22%.

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