============================================================

DEU NO UOL/FOLHA (COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL)

Luciana Genro, candidata pelo PSOL à Presidência, sofreu um acidente de trânsito nesta segunda-feira (25), em Porto Alegre (RS), mas não se machucou. Pouco tempo depois, ela publicou que estava bem, no perfil do Twitter.

“Antes que a informação saia e gere preocupações: ‘tive um pequeno acidente de carro, mas não me machuquei’”, disse na mensagem. Luciana Genro ainda fez um desabafo sobre seu “pavor” de trânsito.

Segundo assessores, a presidenciável passava por um cruzamento da capital gaúcha quando um veículo ultrapassou o sinal vermelho e colidiu com o carro que era conduzido por ela. Ainda na rede social, a candidata lamentou a imprudência e disse que o resultado poderia ter sido mais grave.

“O carro do meu marido ficou destruído na frente. Graças ao cinto de segurança não me machuquei. Estou com pena do senhor que bateu [no meu carro]. Ele estava sem habilitação”, postou.A assessoria da candidata garantiu que todos os compromissos de campanha estão mantidos. Na agenda, há apenas previsão de um almoço com o professor da USP Vladimir Safatle e com o candidato a governador do Rio Grande do Sul, Roberto Robaina, no centro da capital gaúcha.Luciana passou o final de semana em Porto Alegre, onde mora, preparando-se para o debate com os presidenciáveis, marcado para esta semana na TV Band.

Saiba Mais
Marina diz que Nordeste brasileiro não é problema, é solução
“Marina é uma extraordinária esperança para o Brasil”, diz Lídice em entrevista
Candidato do PSDB propõe ‘kit Macho’ e ‘Kit Fêmea’ em escolas
‘Eu sempre fui um governador de inovação’, diz Paulo Souto em entrevista à Rádio CBN Salvador

DEU NO UOL/FOLHA

ANDRÉ UZÊDA

DE FORTALEZA

Após ser considerado morto oficialmente no sábado (23), o paciente Valdelúcio Gonçalves, 54, foi encontrado com vida no domingo (24) dentro de um saco para embalar cadáveres em um hospital estadual de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador.

A Secretaria da Saúde da Bahia abriu sindicância para apurar o caso.

Valdelúcio sofre de um tipo raro de câncer de língua que impede a fala e o obriga a se alimentar por meio de uma sonda.

Na manhã de sábado, por volta de 10h, ele foi internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Geral Menandro de Farias após sentir falta de ar.

Às 23h07, foi declarado morto pela equipe médica do hospital. No atestado de óbito, constava insuficiência respiratória e falência múltipla dos órgãos como causas da morte.

Duas horas depois, um de seus irmãos foi autorizado a ir até a sala onde o corpo estava coberto por um saco fúnebre. Ele estava incumbido de vestir o paciente para o enterro. Ao chegar ao local, o irmão percebeu que o corpo se mexia dentro do saco e chamou a equipe médica.

“Já tinham até colocado algodão em seus ouvidos e nariz. Mas ele estava se mexendo dentro do saco com bastante intensidade”, diz Aurea Gonçalves, 76, tia do paciente.

Segundo ela, não houve erro médico, mas sim um milagre.

“O hospital fez todos os exames possíveis e ele estava morto. Cheguei a ver o corpo dele lá estático. De uma hora para outra, ressuscitou”, diz Aurea.

A tia conta que, em uma conversa com Valdelúcio –como ele não fala, escreveu tudo em uma folha de caderno–, ele lhe disse que foi um milagre de Irmã Dulce, de quem é devoto.

“Ele disse que viu a mãe dele, morta há 18 anos, pedindo para ele ter fé em Irmã Dulce que iria sair dessa. E foi o que aconteceu”, conta Aurea.

Valdelúcio recebeu alta da UTI nesta segunda-feira (25) e foi levado ao Hospital Irmã Dulce, em Salvador. A doença dele ainda é tratada como de alto risco, e ele é considerado um paciente em fase terminal.

Segundo Aurea, a família chegou a gastar R$ 3.000 com o enterro, e agora vai doar o caixão. A tia também informou que não pretende processar o hospital e que vai procurar a igreja para registrar o “milagre”.

“Ainda não sabemos direito como fazer isso. Mas queremos atribuir a ressurreição de Valdelúcio a um dos milagres de Irmã Dulce”, diz Aurea.

O Vaticano iniciou no ano 2000 o processo de canonização de Irmã Dulce, freira baiana que morreu em 1992. Em 2009, o então papa Bento 16 autorizou a beatificação da religiosa, no último passo antes de consagrá-la santa. Para finalizar o processo, a Igreja Católica precisa reconhecer milagres praticados pela beata.

SINDICÂNCIA

A Secretaria da Saúde emitiu uma nota afirmando que vai abrir uma sindicância interna para ouvir toda a equipe que atendeu Valdelúcio Gonçalves e “esclarecer o ocorrido”.

A pasta também afirmou que ninguém do hospital vai se pronunciar até que seja encerrada a sindicância.

==================================================================

Simbora, meu povo!!!

Gilson Nogueira

A Prefeitura Municipal do Salvador fez rolar a festa na Barra. Foi inaugurada a parte que faltava da Nova Orla. A que vai do Porto da Barra até o Farol. Depois, virá a que contemplará o trecho do Barravento ( destruído pela insensibilidade de gestores públicos e privados ) ao Rio Vermelho.

Com isso, o soteropolitano, que dá a vida por uma muvuca, e visitantes de outras plagas, admiradores do cartão postal, começam o final de semana mais cedo, com direito a show de artistas da Cidade da Bahia e de outros estados, como a patriota Fafá de Belém, para quem, na Rádio Clube de Salvador, na Gamboa, no meio da década de 1970, durante a resenha do saudoso França Teixeira, escrevi um bilhete com os dizeres: “ Fafá, gostaria de ser criança na gangorra de seus cabelos!”

A paraense, de sorriso largo e marcante, leu-o, soltou uma gargalhada daquelas, que chegou ao Amazonas, pelos microfones da hoje extinta emissora de França, balançou os longos cabelos negros, iguais a graúnas em posição de sentido, e enfiou o pedaço de papel entre os seios generosos, para aquecer o elogio do baiano apaixonado por sua voz e por seu jeito de ser.

Plac! Eis o som do corte rápido para o assunto principal da despretensiosa crônica. Sexta-feira, 22, pela manhã, por volta das 11 horas de sol dengoso e céu azul de tontear anjos e deuses da gandaia, por tanta beleza, percorri os caminhos da obra da Prefeitura e dei nota dez, com ressalvas. Importo-me, aqui, em aplaudir o benefício urbanístico, para a qualidade de vida da população da capital e de visitantes, fruto do esforço empreendido pela PMS com a colaboração de operários e profissionais liberais, como engenheiros e arquitetos, entre outros bacharéis, técnicos e peões da construção civil, visando arrumar a casa para a comemoração de todos, como se o lugar onde a Bahia começou abrisse portas e janelas e arrumasse mesas, cadeiras e varandas para abrigar uma só família, a nobre família baiana, aquela que não distingue ricos e pobres e que faz da liberdade de ir e vir Salvador útero da democracia no país.

Mais que isso, mãe generosa de todos os que tiveram o privilégio de nascer na terra dos orixás e de todos os santos.Confesso, a Bahia foi feita para brilhar, cheirosa, faceira, iluminada, deslumbrantemente bela. Por isso, não contive a emoção ao contemplar a faxina geral na minha Barra amada. Admirei a roda gigante do tamanho de um prédio de sete andares, o Forte de Santo Antonio, como se ele estivesse relembrando a foto que embeleza a parede de meu apartamento, onde estou, de calças curtas e sapato branco, tirando onda, aos oito anos de idade, ao lado de meu saudoso pai e dois irmãos. Na moda!

Caminhei, sem pressa, disfarçando as lágrimas que escorregavam, a emoção ao ver a areia da praia limpa, o mar sacudindo alegria, as pessoas perfumando-se com a felicidade do instante, em ter sua cidade mudando para melhor, e o velho Oceania pedindo tinta. Quase um socorro, diante das melhorias ao redor. Por um instante, achei que aquele cidadão de mangueira em punho, de onde saia água com sabão, fosse o dono do lugar. Ele lavava o novo passeio sorrindo seu orgulho em poder ajudar com seu trabalho sua cidade. Um baiano retado!

Alí estava a Bahia de Caribé, de Caymmi, de Gil, de Jorge Amado, de João Ubaldo Ribeiro, de João Gilberto, de Alvinho Guimarães, de Armindo Bião, de Pancho Gomes, de Mãe Menininha do Gantois, de Carlinhos Brown, de Marito. de Batatinha, de Armando Oliveira, de Riachão, de Nego Nízio, de Caetano, de Daniela, de Pelágio, de Raimundo Reis, de André Setaro e de mais de um milhão de gente talentosa participando da festa. Enquanto isso, uma árvore, perto da Avenida Centenário, sustenta um “sanitário público”. Mesmo assim, admitindo que ele está lá por absoluta falta de educação de quem o “construiu” e de nenhuma fiscalização da comuna, ergo meu canto de louvor ao neto do inesquecível Antonio Carlos Magalhães.Simbora, meu povo!

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador do Bahia em Pauta

ago
25
Posted on 25-08-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-08-2014


====================================================================
Luscar, hoje, no portal A Charge Online

===========================================================

DEU NO UOL/FOLHA

MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO

O empresário e presidente de honra do Grupo Votorantim, Antônio Ermírio de Moraes, 86, morreu de insuficiência cardíaca, em casa, em São Paulo, na noite de domingo (24). Ele deixa a mulher com quem teve nove filhos.

O velório de Moraes começa a partir das 9h desta segunda-feira no salão nobre do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. O sepultamento será às 16h no cemitério do Morumbi, zona oeste de São Paulo.

Moraes era engenheiro metalúrgico formado pela pela Colorado School of Mines (EUA) e iniciou a carreira na Votorantim em 1949. Ele foi responsável pela instalação da Companhia Brasileira de Alumínio, em 1955.

Em 1986, o empresário se lançou candidato pelo PTB ao governo do Estado de São Paulo, perdendo para o ex-governador Orestes Quércia (PMDB).

Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, em 2000, o empresário disse que se candidatou ao governo para combater Paulo Maluf. “Não voto em Maluf de jeito nenhum”, disse Ermírio. “Nunca votei e nunca votarei.”

Moraes publicou ao menos cinco livros e escreveu por 17 anos uma coluna dominical na Folha, mas seu principal hobby era o teatro. Ele escreveu e produziu três peças teatrais que focalizavam os problemas brasileiros e foram representadas em várias cidades do país: “Brasil S.A.”, “SOS Brasil” e “Acorda Brasil.

As atividades como escritor lhe garantiram a cadeira 23 da Academia Paulista de Letras.

O empresário também dedicou parte da sua vida a atividades filantrópicas em instituições como a Cruz Vermelha Brasileira e a Sociedade Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Moraes construiu um dos maiores impérios econômicos do país, sendo liderança empresarial ímpar em mais de 50 anos de história brasileira.

Em 2013, o sociólogo José Pastore, que conviveu por mais de 35 anos, escreveu a biografia do empresário : “Antônio Ermírio de Moraes, Memórias de um Diário Confidencial”.

Em nota, a Votorantim informou que “o grupo perde um grande líder, que serviu de exemplo e inspiração para seus valores, como ética, respeito e empreendedorismo, e que defendia o papel social da iniciativa privada para a construção de um país melhor e mais justo, com saúde e educação de qualidade para todos”

=====================================================

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O ator e diretor britânico Richard Attenborough morreu, este domingo, aos 90 anos, noticiou a BBC, citando como fonte o seu filho. Attenborough ganhou o Oscar de melhor realizador e de melhor filme em 1983 com “Gandhi” e foi ator, entre outros filmes, em “Jurassic Park”.

Com uma carreira de cerca de seis décadas, Richard Attenborough ganhou o Oscar de melhor realizador e de melhor filme em 1983 com “Gandhi”, o seu maior sucesso.

Como diretor, Attenborough, que nasceu em 1923 em Cambridge e que era irmão mais velho do naturalista David Attenborough, dirigiu ainda filmes como “Uma ponte longe demais” e “Chaplin”.

Attenborough era também considerado um dos mais importantes atores britânicos, tendo atuado em filmes como “Jurassic Park” e “Elizabeth”, entre muitos outros.

A obra prima musical de Agustin Lara na interpretação única do grande tenor espanhol voa da Bahia para o Paraná e pousa em Ponta Grossa.

Vai dedicada Natascha, a aniversariante mais que especial deste 25 de agosto.

O maior presente e que a torna plena de felicidade (sabemos) ela já embala no ventre da primeira gravidez. Além desta plenitude tão sonhada e querida por ela e o seu Fabrício, somamos os votos do querer bem, do afeto e da admiração que só faz aumentar a cada ano.
Parabéns e toda felicidade do mundo, Nati.

(De Hugo e Ila).

ago
25
Posted on 25-08-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-08-2014


====================================================

Getúlio: um tiro segue no ar

Maria Aparecida Torneros

Desde menina, a figura de VARGAS me marca muito. Eu tinha 4 anos naquele dia 24 de agosto de 1954. Lembro do choro da minha mãe e da minha avó. A comoção na capital carioca. Um Brasil revolto. Confuso. Politicamente intrigante e aquela sensação de que havia morrido um pai da nação ainda que mais tarde fui aprender que fora antes um ditador e um político nacionalista de muita aceitação popular.

Em termos percentuais VARGAS marcou sua passagem pelo poder com muitos feitos. Leis e conquistas para as classes trabalhadoras. Seu suplício pessoal que o levou ao atentado à própria vida rende Teses, livros, filmes, pesquisas e ainda Hoje, sessenta anos depois, dúvidas e especulações.

Getúlio é figura lendária na história da República Brasileira. É Pai do trabalhismo. É homem controverso. Tem um carta testamento que é documento e digno testemunho do seu projeto de Brasil.

Vale lembrar que o retrato do velhinho rendeu música de sucesso no auge da sua popularidade e sua morte gerou um Brasil órfão de lideranças com jeito de paternidade protetora. VARGAS que minha família chorou marcou muitas gerações. O Getúlio ditador se apagou e surgiu o perseguido e injustiçado. Também o benfeitor e articulador intenacional além do dirigente capaz de ser amado por seu povo. Ele deve e pode ser lembrado hoje como um poderoso chefe de estado traído que soube responder com o sacrifício da vida e surpreendeu aliados e adversários na contramão da vida brasileira. Um gaúcho de São Borja que sacudiu o país com um tiro no peito que até hoje atinge a nossa história.

Cida Torneros

  • Arquivos