DEU NA COLUNA DE MONICA BERGAMO/ UOL-FOLHA

O governador Geraldo Alckmin está agora internado no Incor (Instituto do Coração) para tratar de uma infecção intestinal bacteriana aguda.

Depois de apresentar um quadro de febre e vômito, ele foi ao hospital e realizou exames de sangue.

Deve permanecer um tempo no instituto para a realização de exames complementares. Alckmin já está tomando antibióticos por via intravenosa.


Perfeitas. Saudades, muitas saudades, Cybele. A mais baiana das meninas famosas de Ibirataia.

(Vitor Hugo Soares)


Sonya, Cynara, Cybele (de óculos) e Cyva

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DEU NO UOL/FOLHA

A cantora Cybele de Sá Leite, a voz grave do Quarteto em Cy durante anos, morreu nesta quinta-feira (21), após uma isquemia pulmonar. Ela tinha 74 anos.

Segundo sua irmã, Cynara, a cantora estava com pneumonia. O velório começa às 12h na capela do cemitério São João, em Botafogo, zona sul do Rio, e o sepultamento será às 14h.

Cybele deixou o quarteto no ano passado, em meio a turnê do grupo em homenagem a um centenário do Vinícius.

“É tristeza, muito tristeza, a morte de uma pessoa assim tão querida, e tão importante”, disse o maestro Luiz Claudio Ramos, que foi arranjador do quarteto até 1983. Ele lembrou da participação da cantora, ao lado da irmã Cynara, no Festival Internacional da Canção em 1968, quando interpretaram “Sabiá”, de Chico Buarque e Tom Jobim. As duas conquistaram o prêmio Galo de Ouro na ocasião.

“A Cybele era a mais baiana de todas. no jeito, na malemolência”, comentou Inahiá Castro, biógrafa do grupo. “Ela tinha voz grossa e falava assim: ‘Inaiá, nunca inventaram coisa melhor do que um dia após o outro’. No palco ela era muito expressiva, fazia caras e bocas. Era um doce de pessoa.”

O grupo vocal Quarteto em Cy foi formado inicialmente pelas irmãs baianas Cyva, Cybele, Cynara e Cylene nos anos 1960. As irmãs nasceram em Ibirataia (BA) e se aproximaram da música graças a um projeto sociocultural na Bahia. Receberam apoio de Vinicius de Moraes e Carlos Lyra para formar o Quarteto em Cy, nome que se refere à primeira sílaba dos nomes das integrantes.

Batizado com o nome do grupo, o primeiro disco foi gravado em 1964 com composições de Edu Lobo, Ruy Guerra, Baden Powell, Moacyr Santos, Vinicius, entre outros. Este último se encantou com o grupo durante as gravações da trilha sonora para o filme “Sol sobre a Lama”, de Alex Vianny, em 1963.

Ao longo de 40 anos, o grupo teve diversas formações. Em 1967, Cynara e Cybele se desligam do Quarteto em Cy porque não queriam tentar a sorte no mercado fonográfico americano e passam a formar uma dupla. Naquele mesmo ano elas defenderam a música “Carolina”, de Chico Buarque, no Festival Internacional da Canção, da Globo —ficaram em terceiro lugar, atrás de “Margarida” (Gutemberg Guarabyra) e “Travessia” (Milton Nascimento). A formação do quarteto voltaria posteriormente.

No livro “As Meninas do Cy” (Imprensa Oficial), Inahiá Castro descreve as investidas amorosas de Chico Buarque em Cybele, mas elas não tiveram sucesso: ela acabou se casando em 1969 com o jornalista, radialista e dublador Marcílio Freire (eles tiveram um filho). Freire morreu em 2003, aos 66 anos.

O amor platônico de Chico, no entanto, rendeu pelo menos uma história hilária, relatada por ele no livro. O compositor achou que namoraria Cybele porque ela estaria correspondendo aos carinhos que ele fazia com o pé debaixo da mesa durante uma reunião há mais de 40 anos.

Mas começou a ficar desconfiado de que algo estava errado porque “a cara era séria e o pé era brincalhão”. “Eu achei que rolava uma paquera, mas a paquera era unilateral (risos).[…] virei para o Toquinho, que estava à minha esquerda, e falei: disfarçadamente, daqui a pouco, você olha por debaixo da mesa e vê se é o pé da Cybele que está namorando o meu pé’. E fiquei assim, porque eu não podia olhar. Ficaria muito ostensivo. Passaram-se uns dois minutos, dali a pouco eu vejo o Toquinho se abaixar, levantar e dar uma gargalhada. Não era o pé da Cybele, era o do empresário (risos). Aí, ficou por isso mesmo.”

ago
22
Posted on 22-08-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-08-2014


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Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

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DEU NO GLOBO.COM

BRASÍLIA e RIO – Um dia depois de lançar Marina Silva como candidata à Presidência no lugar de Eduardo Campos, morto tragicamente na semana passada, o PSB teve seu primeiro problema com a nova configuração da nova chapa, que tem o deputado socialista Beto Albuquerque como vice de Marina. O coordenador geral da campanha, Carlos Siqueira, primeiro-secretário do PSB, resolveu deixar o posto por divergências com a Rede, de Marina. À noite, o PSB divulgou nota oficial informando que Luiza Erundina assumirá seu lugar.

“O Presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro, Roberto Amaral, designou a deputada Luiza Erundina (SP) para coordenar a campanha da Coligação “Unidos Pelo Brasil”. Luiza Erundina substitui Carlos Siqueira na coordenação geral da campanha”, diz o cumunicado.

A escolha de Erundina foi acertada durante uma reunião entre Amaral, Siqueira e Marcio França, presidente do PSB paulista, na noite desta quinta-feira, no comitê central da campanha presidencial em São Paulo. Erundina é um dos integrantes do PSB mais próximos de Marina.

A saída de Siqueira teria sido provocada pela nomeação de Walter Feldman (PSB), aliado de Marina na Rede, como coordenador adjunto da campanha. O coordenador de mobilização e articulação, Milton Coelho, também informou à legenda que deixará o posto na campanha e voltará para Pernambuco.

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DEU NO UOL/FOLHA

ANDRÉIA SADI
VALDO CRUZ
GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA

A cúpula da campanha de Dilma Rousseff avalia que a ex-senadora Marina Silva (PSB) já está consolidada na segunda colocação na disputa pelo Palácio do Planalto e que o tucano Aécio Neves, se quiser reverter o quadro atual, terá de bater na nova adversária da disputa.

Em reunião realizada na noite de quarta-feira, com a presença de Dilma e do ex-presidente Lula no Palácio da Alvorada, os coordenadores da campanha analisaram levantamentos que mostrariam a petista perto dos 40%, Marina acima de 20% e Aécio na faixa dos 15%.

Segundo um dos participantes da reunião, estes levantamentos mostram ainda que, num cenário de segundo turno, Marina já aparece na frente de Dilma, fora da margem de erro.

Na última pesquisa Datafolha, divulgada no dia 18, Dilma apareceu com 36%, Marina com 21% e Aécio 20%. Nas simulações de segundo turno, Marina apareceu com 47%, empatada tecnicamente com Dilma, com 43%. Na simulação de segundo turno entre Dilma e o tucano, a petista venceria por 47% a 39%. O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto.

“É um cenário que, se for mantido nos próximos quinze dias, indica que teremos um segundo turno entre Dilma e Marina”, relatou reservadamente à Folha.

A cúpula petista está dividida, porém, sobre quem seria o melhor adversário num segundo turno. Um grupo prefere Aécio, por considerar mais fácil fazer o contraponto do nós contra eles e porque, nos últimos levantamentos de segundo turno feitos pelo partido, Dilma aparece na frente do tucano.

Além disso, Marina é vista como imprevisível e cativa um eleitorado que já votou no PT e está indeciso.

Outra ala, no entanto, acredita que seria mais fácil derrotar Marina Silva, porque o voto da direita e de boa parte do empresariado, que iria para o tucano, deve voltar para a presidente Dilma.

Aliado da presidente Dilma e amigo pessoal de Marina, o senador Jorge Viana (PT-AC) disse nesta quinta preferir o embate com Aécio, em um eventual segundo turno. Na quarta, o líder do PT na Câmara, o deputado Vicentinho (SP), já havia afirmado o mesmo.

“Se pudéssemos escolher o adversário, ele seria o PSDB. Poderíamos comparar facilmente os oito anos de governo do PSDB com os anos do governo do PT. A Marina fez parte desse governo do PT, mas traz novidades nas teses que defende e nas práticas que ela aposta”, afirmou o senador Jorge Viana.

Para os tucanos, esse discurso petista faz parte de um jogo de cena. A cúpula do PSDB avalia que o PT quer inflar a candidata Marina porque teme a disputa com Aécio no segundo turno. A campanha tucana, contudo, reconhece que o cenário atual, com a entrada de Marina, ficou desfavorável para Aécio.

Petistas e tucanos concordam num ponto. Será preciso aguardar duas semanas para avaliar se o potencial de votos atual da candidata que substituiu Eduardo Campos é “sustentável”.

A reunião da cúpula petista no Palácio da Alvorada foi convocada para avaliar o novo cenário com a entrada de Marina Silva na disputa e contou com a volta de Lula, que não estava frequentando os últimos encontros.
O ex-presidente, segundo relatos obtidos pela Folha, vê Marina como uma adversária mais difícil de ser derrotada que o tucano, apesar de alguns assessores avaliarem que ela seria uma candidata mais fácil de ser ”desconstruída” do que o tucano.

A possibilidade de Marina ir para o segundo turno derruba a estratégia montada pelo PT de polarizar a campanha com o PSDB.

A ordem, por enquanto, é evitar bater boca com Marina e apostar que o ”jogo sujo” contra a ex-senadora terá de ser feito pelos tucanos.


Dilma e Lula posam em canteiro de obras
da transposição do Rio São Francisco

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DEU NO G1

FLORESTA (PE) – A presidente Dilma Rousseff saiu em defesa da presidente da Petrobras, Graça Foster, dizendo que o fato dela ter repassado bens a parentes durante a investigação da compra da refinaria de Pasadena já foi explicado. Ela disse ainda considerou defesa do “interesse da União” a pressão feita por ministros do governo junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para evitar que Graça Foster tenha seus bens bloqueados. A petista afirmou também que os casos registrados durante a administração tucana na estatal não foram investigados com o mesmo denodo.

O site do Globo mostrou nesta quarta-feira que Graça Foster e o ex-diretor da área internacional Nestor Cerveró repassaram a propriedade de imóveis a parentes quando o assunto já estava em investigação no TCU. No caso de Graça, o repasse de dois imóveis aconteceu em 20 de março, um dia depois de Dilma ter culpado o parecer de Cerveró por ter votado a favor do negócio. Em nota, a presidente da Petrobras diz que não tentou burlar o TCU e que o processo para o repasse começou em junho de 2013. Nessa data, porém, o caso já era investigado pela corte de contas.

— A presidente Graça Foster respondeu perfeitamente sobre a questão dos seus bens numa nota oficial. Eu repudio completamente a tentativa de fazer com que a Graça Foster se torne uma pessoa que não possa exercer a presidência da Petrobras, sabe por quê? Porque se fizerem isso é pelos méritos dela — disse Dilma, após visitar as obras da Transposição do rio São Francisco no semiárido de Pernambuco.

Dilma listou números para destacar o aumento da produção de petróleo na gestão de Graça e destacou os investimentos feitos para garantir o crescimento até 2020. Ela ainda levantou dois casos envolvendo a companhia no governo Fernando Henrique Cardoso — o afundamento da plataforma P-36 e a troca de ativos com a Repsol. A presidente acusou a oposição de usar a Petrobras como arma eleitoral.

— Eu lamento profundamente a tentativa a cada eleição de se fazer, primeiro, uma CPI da Petrobras, segundo, de criar esse tipo de problema. Eu me pergunto, porque que ninguém investigou com esse denodo o afundamento da maior plataforma de petróleo? Porque, apesar de estar em ação popular, ninguém investiga a troca de ativos feitos com a Repsol — disse — Acho extremamente equivocado colocar a maior empresa de petróleo da América Latina e a maior empresa do Brasil sempre durante a eleição como arma política – complementou.

Questionada sobre a atuação dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Luís Inácio Adams (Advocacia-geral da União) de pressionar o TCU para evitar o bloqueio de bens de Graça Foster, Dilma defendeu a atitude dos auxiliares.

— A Petrobras é controlada pela União, a diretoria representa a União. É de todo o interesse da União defender a Petrobras, a diretoria. Nada tem de estranho esse fato. Pelo contrário, é dever do ministro da Justiça, de qualquer ministro do governo, defender a Petrobras – afirmou – No meu governo, não precisa do ministro da Justiça, precisa da presidente também defender — completou.

A presidente Dilma atribuiu à democracia, a uma curva de aprendizagem e à complexidade do empreendimento o atraso nas obras da Transposição do rio São Francisco. O término da obra estava previsto para 2010, mas o governo trabalha agora com o planejamento de levar a ação até 2015. Dilma voltou a atacar os adversários para justificar o não cumprimento dos cronogramas.

— Só não atrasa obra quem não faz. Aqueles que nunca fizeram obra no Brasil, que nunca deixaram obras planejadas são aqueles que nunca atrasaram — afirmou, completando:

— Vocês lembram que teve gente fazendo greve de fome, houve toda sorte de discussões a respeito, então você tem de encarar no Brasil a discussão, somos um país democrático, as pessoas têm direito de externar sua opinião e nós também tivemos de acatá-las. Tivemos também processo recomposição das licitações e isso explica o resultado — afirmou.

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BOM DIA!!!

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DEU NO BLOG DO JOSIAS / FOLHA DE S. PAULO

Josias de Souza

Líder do PSB na Câmara e candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada por Marina Silva, o deputado Beto Albuquerque deve assumir a coordenação-geral da campanha. Planeja permanecer no posto temporariamente, até que seu partido escolha um substituto para Carlos Siqueira, que rompeu com Marina, criticou-a duramente e abandonou a coordenação nesta quinta-feira.

“Estou pretendendo assumir provisoriamente a coordenação da campanha”, disse o próprio Beto ao blog. “Quero me apresentar ao presidente do nosso partido, Roberto Amaral, para ser o coordenador e fazer a travessia nesse período de estresse que estamos vivendo. Serenados os ânimos, faremos a escolha de um coordenador definitivo.”

Beto já consultou Marina, que concordou. Conversou também com o deputado Walter Feldmann, indicado pela candidata para representar a Rede no núcleo de coordenação da campanha. Só falta bater o martelo com Roberto Amaral.

Afinal, a coordenação-geral será exercida pelo PSB ou pela Rede?, quis saber o repórter. E Beto: “Isso está entendido desde ontem. Não tem dúvida. Marina deixou claro que o PSB permaneceria na coordenação. Carlinhos era o coordenador. O Feldmann ficaria como adjunto.”

Carlos Siqueira exagerou ao dizer que Marina foi grosseira com ele? “Respeito muito o Siqueira”, disse Beto. “Ele sempre foi e vai continuar sendo um pilar da estrutura do nosso partido. Mas eu estava na reunião. Posso dizer que não houve grosseria. Não é do feitio da Marina. O que houve foi uma incompreensão do que foi dito. Algo que atribuo ao estresse que todos vivemos nos últimos dias.”

Nas palavras de Beto Albuquerque, o que houve na conversa que resultou no desentendimento foi o seguinte: “A Marina quis dizer que a coordenação deveria permanecer com o PSB. Elogiou o Carlinhos. E disse que, nessa nova fase, caberia ao PSB decidir quem seria o coordenador. O Carlinhos se ofendeu. Achou que ela estava demitindo ele. Não é verdade. Estamos todos estressados, mas não vamos transformar isso numa crise. É desproporcional.”


Polícia de choque sul-africana evacua parlamento
Polícia evacua parlamento após desacatos contra Zuma
Foto:REUTERS/Mike Hutchings
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DEU NO DIÁRIO DE nOTÍCIAS, DE LISBOA

O parlamento sul-africano foi hoje evacuado pela polícia de choque após incidentes desencadeados quando um grupo de deputados, dissidentes do partido no poder, questionou o Presidente Jacob Zuma sobre o custo da renovação da sua residência privada.

Os protestos foram encabeçados por Julius Malema, antigo responsável da organização juvenil do Congresso Nacional Africano (ANC, no poder) e que juntamente com outros correligionários fundou o Economic Freedom Fighters (EFF, sigla em inglês), organização da extrema-esquerda que lidera.

O líder dos EFF exigiu a Jacob Zuma, numa sessão de perguntas e respostas, que devolvesse aos contribuintes sul-africanos os 20 milhões de euros gastos pelo erário público na renovação da sua residência privada.

Como Jacob Zuma insistia em não responder, Malema e cerca de 20 deputados decidiram provocar um tumulto, gritando “devolve o dinheiro, devolve o dinheiro” para Jacob Zuma.

A presidente do parlamento, Baleka Mbete, ordenou aos deputados que gritavam que saíssem da sala, o que estes recusaram, o que levou à chamada da polícia de choque para retirar os deputados do EFF da sala, enquanto os demais membros do parlamento abandonavam o hemiciclo, à semelhança de Jacob Zuma, um dos primeiros a fazê-lo.

A transmissão ao vivo dos trabalhos parlamentares mostrou, durante cerca de 10 minutos, os membros do EFF, sozinhos no salão, cantando em protesto, após o que a transmissão foi cortada.

Com a chegada da polícia de choque, os deputados do EFF abandonaram finalmente a sala de sessões.

Não foi a primeira vez que os gastos de dinheiro público na construção, entre outras infraestruturas, de uma piscina e um anfiteatro na residência privada de Zuma provocaram celeuma.

Após contestação pública, Jacob Zuma nomeou o ministro da Segurança para decidir se o Presidente deveria, ou não, devolver o dinheiro, num caso que os meios de comunicação locais já apelidaram de “Nkandlagate” – numa referência ao caso “Watergate”, que culminou na deposição do presidente norte-americano Nixon.

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