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DEU NO G1

O ex-médico Roger Abdelmassih, de 70 anos, foi preso nesta terça-feira (19) em Assunção, capital do Paraguai, de acordo com a Polícia Federal (PF). Ele foi preso por agentes ligados à Secretaria Nacional Antidrogas do governo paraguaio com apoio da Polícia Federal brasileira. (Veja acima vídeo da prisão)

Segundo a PF, após o procedimento de deportação sumária, Abdelmassih dará entrada no Brasil por Foz do Iguaçu (PR), cidade na fronteira com o Paraguai, e depois será transferido para São Paulo.

O ex-médico era considerado um dos principais especialista em reprodução humana no Brasil. Após sua condenação e fuga, passou a ser um dos criminosos mais procurados pela Polícia Civil do estado de São Paulo. A recompensa por informações sobre seu paradeiro era de R$ 10 mil.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo afirmou que a prisão do ex-médico ”somente foi possível por informações obtidas em investigações do Ministério Público do Estado (MPE) que contaram com a colaboração da Polícia Civil do Estado de São Paulo”.

“As apurações incluíram o cumprimento de mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça numa fazenda de propriedade do médico em Avaré, em maio. Dos trabalhos, participaram promotores e policiais civis”, acrescenta o comunicado.

Denúncias e condenação
Roger Abdelmassih foi acusado por 35 pacientes que disseram ter sido atacadas dentro da clínica que ele mantinha na Avenida Brasil, na região dos Jardins, área nobre da cidade de São Paulo. Ao todo, as vítimas acusaram o médico de ter cometido 56 estupros.

As denúncias contra o médico começaram em 2008. Abdelmassih foi indiciado em junho de 2009 por estupro e atentado violento ao pudor.

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DEU NO BLOG DO NOBLAT

Quem conspira contra Marina, por Ricardo Noblat

Está em curso a segunda tentativa, da última quarta-feira para cá, de inviabilizar a indicação de Marina Silva pelo PSB para substituir Eduardo Campos como candidata a presidente da República. E como a anterior, o responsável pela tentativa é Roberto Amaral, presidente em exercício do PSB, estreitamente ligado a Lula, a Dilma e ao PT, e favorável a que o partido se mantenha formalmente neutro na eleição presidencial.

– Esse Amaral, homem, só me cria problemas – disse-me Eduardo Campos em Brasília no segundo semestre do ano passado, antes mesmo de Marina ingressar no PSB.

– E por que o senhor dá tanta força a ele? – insisti.

– Não dou. Mas ele está no partido há muito tempo. É líder da facção mais antiga do partido. Meu avô, Arraes, gostava dele – desculpou-se Eduardo.

Foi na quarta-feira que caiu perto de Santos, em São Paulo, o jatinho que conduzia Eduardo, quatro assessores e dois pilotos. Naquele mesmo dia, Amaral, que foi ministro do governo Lula e uma vez se disse favorável a que o Brasil construísse sua bomba atômica, partiu para cima da candidatura natural de Marina, vice de Eduardo. Plantou onde pôde a notícia de que haveria dificuldade para emplacar o nome de Marina. E que o partido nada decidiria por enquanto.

A família de Campos, antes mesmo do enterro do corpo dele, entrou em cena para socorrer Marina. Primeiro foi o único irmão de Eduardo que distribuiu nota dizendo que a família apoiava a o nome de Marina para candidata a presidente. Em seguida, foi a própria viúva, Renata Campos, que acolheu Marina no Recife e fez questão de mantê-la ao seu lado durante o velório do marido. Nem por isso, Amaral desistiu do seu intento.

Aproveitou o protagonismo conquistado por Renata nos últimos dias para vender por aí a ideia de que o PSB quer vê-la na chapa de Marina como candidata a vice. De resto, Marina estaria obrigada a desfilar nos Estados ao lado de políticos dos quais prefere manter distância. E a dar um jeito de pagar as despesas de campanha de pequenos partidos que apoiavam a eleição de Eduardo. Amaral assumiu a presidência do PSB para ajudar ao PT – essa é que é a verdade.

Renata não quer ser candidata a vice de Marina. Foi convidada por Marina para ser. Disse não. Está pronta para ajudar Marina, assim como Paulo Câmara, candidato do PSB ao governo de Pernambuco. Mas se dedicará daqui para frente, e durante o tempo necessário, a criar seus cinco filhos, um deles bebê de sete meses. No mais, Marina precisa de um vice com perfil político, capaz de compensar suas deficiências nessa área. Não seria o caso de Renata.

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DEU NO UOL/FOLHA

O técnico Dunga abriu oficialmente seu novo ciclo na seleção brasileira com a convocação de 10 remanescentes que disputaram a Copa do Mundo. O cruzeirense Ricardo Goulart, artilheiro do Brasileirão, foi uma das novidades na lista divulgada na coletiva de imprensa nesta terça-feira (19) no Rio de Janeiro.

Entre os jogadores que defenderam o Brasil na Copa do Mundo estão os até então titulares David Luiz, Luis Gustavo, Oscar e Neymar. O capitão do time no Mundial Thiago Silva, machucado, ficou fora.

Ignorado por Luiz Felipe Scolari na relação da Copa, o Cruzeiro, último campeão brasileiro e atual líder da Série A, conta com dois nomes convocados. Além de Goulart, Dunga também dá uma chance ao meia Everton Ribeiro. Outro estreante da seleção é o zagueiro Gil, do Corinthians.

“O mais importante é salientar que quem não foi chamado vai ter oportunidade. Outros também terão oportunidade. É apenas início de trabalho. Jogador que não estiver aqui, não quer dizer que não vai voltar, e quem estiver na lista não quer dizer que vai ter vaga garantida para as próximas convocações”, justificou o treinador após divulgar a lista.

O novo ciclo da seleção brasileira começa com amistoso diante da Colômbia em Miami, em 5 de setembro. Quatro dias mais tarde a equipe de Dunga enfrenta o Equador, em Nova Jersey. Ainda neste ano o time enfrenta Argentina, Japão e Turquia.

Dunga divulgou a lista ao lado do presidente da CBF, José Maria Marin, e do coordenador Gilmar Rinaldi. Entre as novidades, o treinador manteve o goleiro Jefferson, reserva de Julio Cesar na Copa, mas adiciona ao grupo o novato Rafael, atual jogador do Napoli.

Do futebol brasileiro, Dunga oferece uma chance aos corintianos Gil e Elias, além do atacante do Atlético Diego Tardelli. Do exterior, o meia do Liverpool Philippe Coutinho volta a integrar a equipe nacional.

As partidas nos Estados Unidos contra colombianos e equatorianos marcam a reaparição da seleção brasileira após a quarta colocação na última Copa do Mundo. Ainda com Luiz Felipe Scolari, o último jogo do time nacional aconteceu em Brasília, na derrota por 3 a 0 para a Holanda.

ago
19

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Três familiares do Papa Francisco, dois sobrinhos-netos e a mãe destes, morreram hoje , 19, em acidente de automóvel na província de Cordoba, no centro da Argentina.

«Os mortos são dois bebês, de oito meses e dois anos, e a mãe deles. O marido, e pai das crianças, Horacio Bergoglio, sobrinho do Papa está hospitalizado em estado grave», disse à France Press a delegada Carina Ferreyra, da polícia de Cordoba.

Um porta-voz do Vaticano revelou que o Papa Francisco está «profundamente entristecido» com a morte dos familiares.

«O papa foi informado do trágico acidente que aconteceu na Argentina e que envolveu vários membros da sua família e está profundamente entristecido», disse.

BOA TARDE!!!

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OPINIÃO/OUTRO LADO

DEU NO UOL/FOLHA

RICARDO MENDONÇA
DE SÃO PAULO

A tragédia com Eduardo Campos monopolizou o noticiário político. A brutalidade do evento, a dor dos familiares, a comoção, a entrada de Marina na disputa, o enterro, o PSB, o Datafolha… Depois de tudo isso, alguém ainda lembra o que Aécio Neves disse no “Jornal Nacional”?

Esta foi a primeira vantagem da presidente Dilma Rousseff na entrevista para William Bonner e Patrícia Poeta. Ao falar após a avalanche, sua mensagem fica mais fixada. Um ganho circunstancial.

A segunda vantagem foi ter feito a conversa no Palácio da Alvorada, não na intimidadora bancada do programa. Ela não precisou jogar fora de casa por ser candidata à reeleição, explicou o apresentador.

A diferença mostrou-se importante. O ambiente sóbrio, institucional, é bem mais condizente para um diálogo importante sobre a Presidência do país. Um ganho tático.

Mas a principal vantagem de Dilma não foi pelo momento nem pelo local da entrevista, mas pelo comportamento.

Fora de seu habitat, Bonner parecia excessivamente preocupado em não deixar Dilma tomar as rédeas da conversa. Correto, mas seria melhor não deixar transparecer.

E, ao contrário do que foi visto nos “JNs” anteriores, quem parecia aflito com o cronômetro eram os apresentadores, não a entrevistada.

No início, a guerra de nervos foi parelha. Bonner fracassou na primeira tentativa de interromper Dilma, mas conseguiu logo em seguida.

A presidente ouviu muda e voltou mais Dilma do que nunca: “Então, continuando o que eu estava dizendo, Bonner (…)”, retomando o raciocínio de antes da interrupção.

O que vale mais: um presidente que tenta parecer simpático ou um que demonstra saber usar a autoridade? Aí, Dilma ganhou na estratégia.

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DEU NO TERRA MAGAZINE E JORNAL DA TV GAZETA(SP)

POR BOB FERNANDES

O Datafolha mostra Dilma Roussef (PT) com 36% das intenções de voto e aprovação ao governo com crescimento de 6 pontos. Marina Silva (PSB) com 21% e Aécio Neves (PSDB) com 20% têm situação de empate técnico.

É provável Marina subindo ainda mais numa próxima pesquisa.

Para um segundo turno Marina tem 47% e Dilma 43%. A preocupação da presidente Dilma é o segundo turno.

Já Aécio vai ter que lutar muito contra Marina para chegar ao segundo turno.

Para Marina a campanha agora é outra. Até o acidente fatal a então candidata a vice presidência podia seguir sendo quem é e dizendo o que pensa; ou deixando que dissessem por ela.

Marina podia dizer, ou deixar que dissessem, ser contra a aliança formal do PSB com o PSDB de Alckmin em São Paulo e a aliança informal com o PSDB de Aécio em Minas.

O mesmo podia dizer, ou deixar que dissessem, em relação a aliança do PSB com o PT no Rio de Janeiro.

Marina podia seguir sem riscos com o discurso de que representa o novo. Ela era apenas a vice. Agora terá que, ela mesma, dizer o que quer e o que não quer.

Marina Silva certamente dirá que vai cumprir os compromissos e acordos de Eduardo Campos. E isso implicará renúncia a porções do discurso novidadeiro.

Os compromissos do PSB de Eduardo com o mundo do agronegócio, por exemplo, não são os mesmos compromissos de Marina e seus sonháticos.

Como não eram as alianças heterodoxas com PSDB e PT. Para se concretizar o que chamam de “terceira via” não bastará a mera negação do PSDB e do PT.

A arquitetura, usos e costumes da política-partidária do Brasil são o que são. Marina terá que conviver com isso, e enfrentar isso no dia-a-dia.

Como Dilma e Aécio, Marina agora está exposta. Virão fatos e verdades em seu favor, virão opiniões e fatos negativos. Virá a atenção total ao que ela diga, faça ou tenha feito.

Virão as investigações jornalísticas, virá a devassa. E, como fazem com Dilma e Aécio, também contra Marina se moverá o esgoto habitual.

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ago
19
Posted on 19-08-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-08-2014


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Sergio Paulo, hoje,no Jornal de Roraima

ago
19

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DEU NO BLOG DO NOBLAT

William Bonner empurrou a presidente Dilma Rousseff para o canto do ringue. E ficou batendo nela até cansar. Até resolver lhe dar algum refresco, quando ofereceu um minuto e meio além dos 15 previstos para que ela fizesse suas considerações finais.

Como Dilma, atarantada, não conseguiu respeitar o tempo que lhe coube, Bonner e Patrícia Poeta decretaram o fim da terceira entrevista do Jornal Nacional com candidatos a presidente. As duas primeiras foram com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

De longe, a entrevista com Dilma foi um desastre. Para ela. Não chamou Bonner e Patrícia de “meus queridos”, como costuma fazer quando se irrita com jornalistas que a acossam com perguntas incômodas. Mas chegou perto.

Passou arrogância. Exibiu uma de suas características marcantes – a de não juntar coisa com coisa, deixando raciocínios pelo meio. Foi interrompida mais de uma vez porque não conseguia parar de falar, e fugia de respostas diretas a perguntas.

Perguntaram-lhe sobre corrupção. Dilma respondeu o de sempre: nenhum governo combateu mais a corrupção do que o dela. Bonner perguntou o que ela achava de o PT tratar como heróis os condenados pelo mensalão. Foi o pior momento de Dilma (terá sido mesmo o pior?).

Dilma escondeu-se na resposta de que como presidente da República não poderia comentar decisões da Justiça. Ora, a resposta nada teve a ver com a pergunta. E Bonner insistiu com a pergunta. E Dilma, nervosa, valeu-se outra vez da mesma resposta. Pegou mal. Muito mal.

Quando foi provocada a examinar o estado geral da economia, perdeu-se falando de “índices antecedentes”. Provocada a dizer algo sobre o estado geral da saúde, limitou-se a defender o programa “Mais Médicos”.

Seguramente, nem em público, muito menos em particular, Dilma se viu confrontada de modo tão direto, seco e sem cerimônia como foi por Bonner e Patrícia. Jamais. Quem ousaria? Surpreendida, por pouco não se descontrolou.

ago
19

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VIESTE

Ivan Lins

Vieste na hora exata
Com ares de festa
E luas de prata
Vieste com encantos
Vieste com beijos silvestres
Colhidos pra mim
Vieste como a natureza
Com mãos camponesas
Plantadas em mim
Vieste com a cara e a coragem
Com malas, viagens pra dentro de mim
Meu amor
Vieste a hora e a tempo
Soltando meus barcos
E velas ao vento
Vieste me dando o alento
Me olhando por dentro
Velando por mim
Vieste de olhos fechados
Num dia marcado
Sagrado pra mim
Vieste com a cara e a coragem
Com malas, viagens
Pra dentro de mim
Meu amor…
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BOM DIA!!!

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