http://youtu.be/f1FV5IVD1AA


“Não Vamos desistir do Brasil” (Eduardo Campos).

R.I.P.

(Vitor Hugo Soares)

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Renata Campos no velório do marido

DEU NO UOL/FOLHA

DANIEL CARVALHO
DO RECIFE
JOÃO PEDRO PITOMBO
ENVIADO ESPECIAL AO RECIFE

Um dos coordenadores do programa de governo da candidatura de Eduardo Campos ao Planalto, o ex-deputado Maurício Rands diz ver um clamor nacional pelo nome de Renata Campos como candidata a vice-presidente na chapa de Marina Silva (PSB).

“Há um clamor não só em Pernambuco, mas no Brasil, para que Renata venha a integrar a chapa de Marina como vice”, disse Rands neste domingo (17) na chegada do velório do ex-governador.

Rands ainda destacou a atuação da viúva de Campos como gestora e militante do PSB. “Ela tem todas as qualidades para representar o PSB nesta chapa”.

O ex-deputado, contudo, ressalta que Renata poderá contribuir com o projeto presidencial de outras formas, caso não queira assumir a candidatura.”É uma decisão que cabe à ela e o Brasil saberá a decisão que ela a venha tomar”.

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Posted on 17-08-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-08-2014


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Mário, hoje, na Tribuna de Minas

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Marco Aurélio e Inaldo trabalham no Cemitério de Santo Amaro, no Recife, há 27 anos, votaram em Arraes e Campos .

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DEU NO DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Mesma veia política, mesmo dia de morte e mesmos sepultadores. Os profissionais que viram um jovem Eduardo Campos, ainda político em ascensão, chorando a perda do avô, o ex-governador Miguel Arraes, num corredor do Cemitério de Santo Amaro, no Recife, serão aqueles que, agora o enterrarão. Inaldo José da Silva, 59, e Marco Aurélio dos Santos, 51, têm muito em comum: trabalham há 27 anos no local, votaram tanto no avô quanto no neto para os cargos majoritários que ocuparam e não almoçaram na quarta-feira (13), quando receberam a notícia do falecimento do presidenciável.

Com o rosto cansado, Inaldo desvia o olhar, fita o céu e diz que o serviço da vez é ruim porque é do “homem que seria presidente”. É “doído”, como diz. “A gente sente também, sabe? Não gosto de enterrar ninguém. Faço porque tenho que fazer e pronto”, conta. A fatídica semana de agosto de 2005, os dois lembram em detalhes. “Um caixão que a gente chama ‘tipo champagne’, de gente ‘importante’. Gente que não acabava mais. Trinta mil pessoas, diziam…”, lembra o mais novo. A mais marcante imagem foi a de um chapéu de palha deixado em cima do caixão, antes de o cobrirem. “Era gente do interior. Gente humilde. Cheios de chapéus, como naquele programa do avô desse de agora”, completa Inaldo.

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Posted on 17-08-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-08-2014


João e Pedro, filhos de Eduardo Campos, carregam o caixão do pai junto a personalidades, como o prefeito Geraldo Julio e o governador João Lyra na chegada do corpo em Recife. Imagens: Reprodução da Globo News


Eduardo Campos com Aninha Franco (e Eliana Calmon) na
biblioteca da escritora no Pelourinho. Foto:Rosane Santana

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ARTIGO/OPINIÃO

E AGORA?

Aninha Franco

Apesar das ruas emitirem Pablo, gospel e um mexicano que eu desconheço, mas que me diz, inocente, que os meus problemas são dele, nós estamos Huxley & Orwell. E haja soma para suportar o Big Brother. Os ricos usam a pura, lógico. Os miseráveis ficam com a borra. Mais lógico ainda. E a Vida de toda a relevância esvai-se em irrelevâncias sem fim. Aquela vibração que eu vi, ao vivo, em Eduardo Campos, aquele brilho no olhar, aquela vontade de fazer, explodiram no ar, e os que perguntam se perguntam: e agora? Mais uma vez ninguém sabe o que fazer com o Brasil.

A disputa pelo poder que se abrasileirou, em 1823, com a expulsão oficial dos colonizadores, está no jogo entre os bads boys lulistas e o bom mocismo peessedebista. E, na verdade, ninguém larga o doce porque se largasse nós ouviríamos de todos os discursos, ou de quase todos, apenas a luta desenfreada pelo Poder dos cargos, helicópteros, puxa sacos e desfiles de cantar “beijinhos no ombro”.

Milhares de brasileiros e brasileiras faliram com os projetos de Sarney. Mas ele está ótimo, ele, os filhos, Lobão, os filhos de Lobão, e Madame Lobão com seu jeito de nova rica de Miami. Milhares de brasileiros tiveram seus vidas destruídas e se mataram com os projetos de Collor e Zélia Cardoso de Mello. Mas eles estão bem, Roseana está pastora evangélica, Zélia mora em NY e, eventualmente, passeia no Brasil ou publica um texto na imprensa explicando o inexplicável. Nós elegemos Lula para desmontar o Império, mas assim que ele chegou lá, lá, coroou-se imperador, elegeu Dilma má, má, e seduziu-se à Corte. Os descendentes dos Anões do Orçamento estão ótimos, e os próprios anões aumentaram suas estaturas patrimoniais e curtem a floresta esperando o tempo passar. E o tempo passa. E todos continuam ótimos, exceto Getúlio que se matou e tem a morte sempre usada pelos que jamais se matarão.

E o gigante pela própria Natureza gasta a Natureza com governos irrelevantes, um após o outro, imperiais assim que assumem o Poder, Dom Sarney, Dom Collor, Dom Lula, descendentes de Dom Pedro, o beócio, comandantes em chefe de um Poder Judiciário vestido pra matar que, como os capitães do mato, só ataca pobres, um Legislativo analfabeto, e um Executivo tomado pela febre da permanência no Poder.

Parece praga de madrinha!

Aninha Franco, escritora.

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NATURALMENTE

De João Donato e Caetano Veloso

Ter nada, nada para ter
Ter cada estrada para andar
Andar em cada para ser
Ter cada nada para dar
Ser gargalhada para rir
Ser a palavra para dar
Ser serenata para ouvir
Ser ser e nada para amar
Saber a calma para ir
Perder a pressa para estar
Perder o verbo para si
Saber o sonho para lá
Ouvir a rima dor
Cantar a nota para o céu
Achar a forma para a flor
Naturalmente para Deus
Ter nada, nada para ter
Ter cada estrada para andar
Andar em cada para ser
Ter cada nada para dar
Ser gargalhada para rir
Ser a palavra para dar
Ser serenata para ouvir
Ser ser e nada para amar
Saber a calma para ir
Perder a pressa para estar
Perder o verbo para si
Saber o sonho para lá
Ouvir a rima dor
Cantar a nota para o céu
Achar a forma para a flor
Naturalmente para Deus
Viva Belém do tucupi
Belém, Belém do tacacá
Belém, Belém do açaí
Belém, Belém do Grão-Pará
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Caetano e Donato, “Naturalmente”, para comemorar a vida (que segue)!

BOM DOMINGO!!!

(Gilson Nogueira)

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DEU NO INFORMATIVO DO STF

O Democratas (DEM) ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5155), com pedido de medida cautelar, contra artigos da Lei Complementar nº 41, de 13 de junho de 2014, do Estado da Bahia, que cria a denominada “Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador”. O relator da ação é o ministro Celso de Mello.

A LC questionada dispõe sobre a estrutura de governança e sobre o sistema de planejamento metropolitano, institui o Fundo de Mobilidade e de Modicidade Tarifária do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Salvador (FMTC-RMS), além de autorizar a instituição do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano da Região Metropolitana de Salvador (FRMS).

Segundo o partido, essa norma viola o modelo federativo constitucional, uma vez que prevê indevida intromissão do Estado da Bahia na administração das municipalidades que compõem a Região Metropolitana de Salvador. Ao reduzir significativamente a autonomia dos municípios baianos que formam a denominada Região Metropolitana de Salvador para organizar e prestar serviços públicos de sua exclusiva titularidade, a LC nº 41/2014 teria violado frontalmente a Constituição Federal de 88.

De acordo com os autos, as regiões metropolitanas consistem em agrupamento de municípios limítrofes, todos pertencentes ao mesmo estado-membro, reunidos em torno de um município principal. O objetivo da criação das regiões metropolitanas é promover, de maneira integrada, a organização, o planejamento e a implementação de funções públicas de interesse comum, conforme o parágrafo 3º, do artigo 25, da Constituição Federal.

Porém, o DEM afirma que a instituição das regiões metropolitanas não pode reduzir a autonomia dos municípios que dela participam, como ocorre no presente caso. “A Lei Complementar baiana 41/2014 instituiu um inconstitucional emparceiramento compulsório entre os municípios conturbados e a autarquia intergovernamental de regime especial denominada Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador”, alega.

De acordo com o partido, a Lei federal nº 11.445/2007 conferiu aos entes federativos a possibilidade de constituição de consórcios públicos destinados à execução de serviços públicos de saneamento básico, mas não estabeleceu o poder de criação de entes intergovernamentais destinados à consecução dos objetivos nela contidos ou de quaisquer outros objetivos que possam ser aventados, como fez a Lei Complementar baiana 41/2014. “Daí decorre que, em não havendo qualquer previsão ou autorização legal para a criação de um ente intergovernamental, afigura-se inconstitucional qualquer ato que o faça, pois tal situação representa ofensa à autonomia municipal estabelecida no artigo 30 da Constituição de 88”, sustenta.

Na ADI, a agremiação também argumenta violação ao princípio da especialidade, uma vez que com a criação da entidade pretende-se a execução de múltiplas competências como, por exemplo, saneamento básico, mobilidade urbana, uso e ocupação do solo e direito à moradia. “Obviamente, esta gama tão alargada de competências não será executada a contento, tendo em vista a complexidade dos objetos inseridos em sua esfera de atribuições”, completa o partido.

Por essas razões, o DEM pede a suspensão da eficácia dos artigos 1º ao 25, da Lei Complementar nº 41/2014, do Estado da Bahia. Ao final, requer a procedência do pedido a fim de declarar a inconstitucionalidade dos dispositivos questionados.

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