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NO CORREIO DA BAHIA

ADEU repórter Vanessa Hadi, do programa “Okay pessoal”, apresentado por Otávio Mesquita, foi baleada na noite desta terça-feira (15) durante uma tentativa de assalto, no bairro Morumbi, em São Paulo.

De acordo com o Jornal “SBT Manhã”, a moça tinha acabado de entrar em casa quando três homens armados a surpreenderam ainda no portão e anunciaram o assalto.

Um policial, que passava no momento, teria atirado contra os bandidos, que reagiram também atirando. No momento da confusão, a repórter acabou sendo atingida no pé.

Os criminosos conseguiram sair da residência em um carro, mas acabaram sendo surpreendidos pela polícia. Um dos suspeitos morreu no local e os outros fugiram.

Vanessa foi socorrida para um hospital da região. O estado de saúde dela não foi divulgado. Ao jornal, Otávio falou de sua revolta sobre o ocorrido. “A vontade que eu tenho é ir embora deste país.Não porque eu não ame meu país, eu amo, mas a gente tem que tomar uma decisão”, disse o apresentador.
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DEU NA TRIBUNA DA BAIA

Maira Côrtes

Uma coletânea de biografias que marcaram o Brasil está reunida no livro “(As) 51 personalidades (mais) marcantes do Brasil”, do político, empresário e membro da Academia Baiana de Letras, Joaci Góes.

A obra, de 877 páginas, reúne histórias de vida de pessoas como o Padre Antônio Vieira, Lula, Dorival Caymmi, Chico Xavier, Ayrton Senna, entre outras figuras brasileiras, está sendo lançada hoje durante sessão literária, que ocorre das 16h às 21h, na Livraria Cultura do Salvador Shopping.

A seleção feita pelo autor trata de vidas que fizeram ou fazem história no Brasil, de acordo com uma seleção de ordem pessoal. De forma heterogênea, a coletânea traz histórias de gente que deixou marcas na poesia, na política, na música, no esporte, na educação e em outros segmentos sociais. “Eu fui refletindo sobre quem seriam essas 51 personalidades e cheguei a esta lista, que no limite das minhas fraquezas, busquei observar a relevância e os impactos dessa pessoa na vida da sociedade brasileira”, explicou Góes.

O empresário, que começou a ler biografias aos dez anos, não consegue mensurar a quantidade de obras desse tipo de literatura ele já leu ao longo da vida, mas confessa que esta o fascínio ajudou a escrever esta obra. “Sempre tive interesse em conhecer a vida de grandes personalidades do Brasil e do mundo. Então posso dizer que este é um trabalho de toda a vida”, resumiu o autor, que dedicou três anos para completar as biografias e mais dois para escrever o livro.

Em relação aos políticos escolhidos, Joaci Góes disse que procurou fazer um retrato expressivo das personalidades sem julgamentos. Uma das figuras retratadas é o ex-presidente do Congresso Nacional, José Sarney.

Para ele, a personalidade perante a história é o que interessa. “Sarney é um sujeito decano que ficou 60 anos na política brasileira. Foi líder da ditadura, fez alianças e destruiu a ditadura, assumiu a presidência entre outras importantes participações na conjuntura do país. Ou seja, aos 84 anos completados, ele precisa descansar”, disse o literário.

A obra é indicada para quem quiser saber um pouco mais sobre pessoas que Góes considera extraordinárias, “que são pessoas comuns, mas que fizeram algo fantástico para capazde deixar marcas na sociedade”, ressaltou.

Em breve, Joaci Góes pretende lança seu próximo livro, “As Sete pragas que assolam o Brasil”, que já está quase pronto, segundo ele. A obra fala dos problemas que para o autor, são responsáveis pela situação do país como educação, saúde, segurança pública, impunidade, corrupção, infraestrutura e partidos políticos.

Dá-lhe, Mariene, que no entanto é preciso cantar, mais que nunca é preciso cantar…

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO PORTAL A TARDE

A presidente Dilma Rousseff aproveitou uma entrevista internacional para pedir um novo mandato ao povo brasileiro. Dilma afirmou à emissora de TV Al Jazeera (Qatar) que deveria ser reeleita porque faz parte de um projeto que promoveu uma revolução social no país, respeitando a democracia.

“Eu acredito que o povo brasileiro deve me dar oportunidade de um novo período de governo pelo fato de que nós fazemos parte de um projeto que transformou o Brasil”, disse.

“O Brasil tinha 54% de sua população entre pobres e miseráveis em 2002. Hoje, todos aqueles que vivem na classe C para cima representam 75%, três em cada quatro brasileiros. Nós transformamos a vida dessas pessoas. O Brasil mudou de perfil e foi feito isso com a democracia vigente”, completou.

Segundo Dilma, um indicativo da evolução social da sociedade foi a realização da Copa do Mundo no país, encerrada no domingo.

Sem citar nomes, ela aproveitou para alfinetar o ex-jogador Ronaldo que, antes do evento, declarou se sentir “envergonhado” com o atraso das obras do Mundial. Ele integrava o comitê organizador.

“Tinha gente que dizia que estava envergonhado do país porque não teria condição de receber o evento”, disse.

Reforçando o mote de sua campanha de reeleição, Dilma afirmou que dois projetos estão em disputa. “Nós oferecemos o seguinte: quem fez, sabe continuar fazendo, enquanto quem quando pode não fez, não sabe fazer. É simples a opção”, disparou.

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CRÔNICA

O MENINO

Gilson Nogueira

O Cristo, a lua e o céu azul! São sete horas e cinco minutos da quarta-feira, 16, sem Brasil hexa campeão de futebol. Antes, iluminado de amarelo e verde, parecendo abraçar a seleção da Alemanha, fito o Cristo, agora, todo branco, da cabeça aos pés, lá, no alto do Morro do Corcovado, abençoando-me, e o mundo inteiro, com um recado: Volte Sempre!

O vento frio, que inibiu-me a vontade de sair para ver a festa argentina escornada na areia de Copacabana, domingo passado, é o mesmo. Parece vir da Argentina, trazendo o tango de Gardel para encontrar o calor da Bossa de Os Cariocas. Dormi e sonhei chorando o Brasil que fez o Brasil sorrir a oportunidade de mudar, para melhor, a gestão do seu futebol. Não pipocam mais as bombas julinas em homenagem ao tetra alemão, conquistado contra a Argentina de um certo ídolo não eterno, como Pelé é.

Não gritos, nem buzinaços, tampouco, vozes altas escapando pelas janelas. A rua não grita Argentina. O Rio de Janeiro é Alemanha, nas cores do Flamengo. E segue aceso, colorido, movimentado e, sobretudo, blasé. Assim, como se não houvesse mundo lá fora. O carioca é festa e trabalho. Voltou à rotina sorrindo a cidade mais bonita do mundo, tanto que o Cristo mora aqui. E sabe-se abençoado aberto 24 horas, por dia.

O Brasil de Neymar ficou para trás. Agora é Vasco, Fluminense, Botafogo…A Copa é jornal velho. O que ficou de lado em verde e amarelo nos tabuleiros da festa servirá para as olimpíadas de 2016. Mas, a corneta de acordar o gato que dormia na marquise da Barata Ribeiro continua sendo ouvida longe. .O menino que a soprou, como milhares deles, no país, pensa, ainda, que Neymar é uma mistura de Herói da TV e Papai Noel.

Na manhã da segunda-feira, 14, quando despertou,o garoto imaginou-se hexa campeão, o Brasil o melhor do mundo do futebol. E chorou. Sua lágrima vai doer até o dia em que meninos como ele chegarem à Seleção.O gol do título, que não veio, irá torturar-lhe o sono. Talvez, a forma de gritar Brasil, até que, no fundo do peito, uma nova batucada, sem as desafinações de uma certa família de chorões sem brio, anuncie sua chegada triunfal, em um desfile de esperanças de novos gritos de é campeão.

Havia, no meio da noite, no domingo do tetra alemão, o latido forte de um cão, impedindo-me sonhar um Brasil melhor. Acho que ele queria, também, comemorar a vitória espetacular do time, no idioma que, de algum modo, considerando o sangue do meu bisavô materno, também é meu. Viva o menino! E o povo alemão!

Gilson Nogueira é jornalista baiano em temporada carioca.

jul
16
Posted on 16-07-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-07-2014


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Sinfrônio, hoje, no Diario do Nordeste (CE)

Os Cariocas, o samba de Donato e a brisa marinha do Rio.

Pura maravilha.

Confira.
BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

jul
16
Posted on 16-07-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-07-2014

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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

A cidade do Rio de Janeiro recebeu uma injeção de 4,4 bilhões de reais (1,46 bilhão de euros) durante o Mundial, superando em muito a expectativa inicial de 1 mil milhão de reais (330 milhões de euros).

Entre os dias 12 de junho e 13 julho, quando se realizou o grande torneio em 12 cidades brasileiras, somente o Rio de Janeiro recebeu 886 mil turistas, dos quais pouco mais da metade – 471 mil – eram estrangeiros.

Os adeptos latino-americanos representaram 37,5 por cento do total de estrangeiros, com destaque para os argentinos (77 mil), seguidos de chilenos (45 mil) e colombianos (31 mil).

Os quase 900 mil turistas que passaram pelo Rio de Janeiro gastaram uma média de 639 reais (212 euros), tendo permanecido, também em média, nove dias na cidade.

A taxa de ocupação dos hotéis situou-se nos 93,8 por cento durante todo o mês que durou o evento, tendo atingido o ápice de 99,75 por cento no final de semana da grande final, disputada entre Alemanha e Argentina no último domingo.

Do total de visitantes, 98,3 por cento afirmaram que recomendaria o Rio de Janeiro para amigos e familiares, segundo uma sondagem de satisfação realizada durante o evento pela empresa GMR – Inteligência de Mercado.

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DEU NO UOL/FOLHA

O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio) mandou soltar, no início da noite desta terça-feira (15) 13 das 19 pessoas presas no último sábado (12) sob a acusação de formação de quadrilha. A decisão foi emitida pelo desembargador Siro Darlan. Seis pessoas continuam presas, entre elas a ativista Elisa Quadros Sanzi, a Sininho, e outras nove estão foragidas.

No último final de semana, o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal do Rio, emitiu 26 mandados de prisão contra pessoas que, segundo a investigação policial, articularam a prática de atos violentos que seriam praticados no dia seguinte, o domingo da final da Copa. A polícia conseguiu cumprir 17 dessas ordens de prisão. Outras duas pessoas foram presas em flagrante –uma por porte de drogas e outra pela posse de uma arma sem autorização.

Darlan alegou que, ao decretar as 26 prisões, o juiz não apresentou elementos que comprovem a necessidade de que essas pessoas permanecessem presas. Por isso ele concedeu os habeas-corpus. “Concedi todos os habeas-corpus que foram apresentados. As outras pessoas (presas) não fizeram o pedido”, afirmou.

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