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DEU NO IG

Por Bruno

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Os jogadores do Chile falaram em fazer história eliminando o Brasil ao longo de toda a semana que antecedeu o encontro entre os dois países pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Conseguiram apenas agregar mais um capítulo à imensa lista de derrotas para seu rival sul-americano, apesar do 1 a 1, gols de David Luiz e Sánchez.

Um capítulo mais doloroso para os chilenos por conta do drama de 120 minutos. Pela primeira vez numa Copa do Mundo o Chile suportou o Brasil sem perder com a bola rolando. E no território rival. Julio Cesar, contestado antes da Copa, colocou o Brasil nas quartas de final da Copa em casa evitando o “MIneirazo”.

David Luiz abriu a série de cobranças e fez o dele. Pinilla, que esteve a centímetros de ser herói, desperdiçou a dele. Julio Cesar defendeu. Mas Willian, na sequência, chutou para fora. Sorte a dele que Julio Cesar estava lá de novo para defender a segunda cobrança chilena, desta vez de Alexis Sánchez. Marcelo deu tranquilidade e marcou o dele: 2 a 0.

Aránguiz fez o primeiro chileno com chute no ângulo de Julio Cesar. Hulk, na sequência, chutou no meio e Bravo defendeu com os pés. Díaz deixou tudo igual na sequência.

Ficou para Neymar a responsabilidade do último pênalti brasileiro. E ele não decepcionou. E Jara, na última cobrança, acertou a trave.

O Brasil enfrenta agora o vencedor de Uruguai e Colômbia, que se enfrentam às 17h no Rio de Janeiro. O jogo nas quartas de final será no dia 4, sexta-feira, em Fortaleza. Alívio para os brasileiros que não estavam no Mineirão do que a maioria dos mais de 57 mil presentes, preocupados antes mais com sorrisos para o telão apesar da tensão do jogo.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 28 junho, 2014 at 20:46 #

Futebol padrão Dilma!

Do tamanho do “Pibinho”!!!


vitor on 28 junho, 2014 at 23:33 #

Verdade, poeta.Você bem que merecia um presente melhor da seleção neste 28 de junho.
Ainda assim, brindemos.
TIM TIM!


Cida Torneros on 29 junho, 2014 at 8:26 #

Ave Julio Cesar! Carioca da Gema!Guerreiro! Brasileiro. Futebol na alma pausa para a politica partidaria porque nosso povo è o produto interno cujo valor bruto está acima e alem de qualquer sigla ou mandato è um patrimonio imenso Que tantos tentam manipular mas jamais nossa gente deixarà de ser a grande Patria de Chuteiras!


rosane santana on 29 junho, 2014 at 9:47 #

Vitor, você que entende de futebol, me explique por que o juiz não mandou repetir a cobrança dos pênaltis, quando Julio cesar defendeu, depois de se movimentar antes dos chutes dos chilenos? Só vi o velho Walmir Palma Ferreira registrar isso. Todo mundo fica endeusando a marmelada.


luiz alfredo motta fontana on 29 junho, 2014 at 10:49 #

Caro VHS

Felipão, Pinochet, Dilma, uma receita infalível para dar …

Somos o país do estelionato, amamos o “conto do vigário”, criamos mitos a cada pauta, na falta deles, vertemos lágrimas no altar de Glória Magdan, somos o que somos!

Assim foi na Copa das Confederações, ganhamos da Espanha!

Passamos um ano sorvendo a “estupenda” vitória, Felipão, o que admira Pinochet, era a nossa redenção.

Esquecemos que a Espanha já não era a mesma Espanha de 2010. Qual a razão de estragar a festa e a bajulação?

Dias antes do início da Copa, Felipão revela, em entrevista no Canal Livre que “tinha tudo preparado”, revelando, para um Fernando Mitre circunspecto, que levaria, em sua bagagem para a concentração, uma coleção imbatível de 500 frases motivacionais e uma dezena de filmes do mesmo naipe.

Mitre calou-se, a mídia fingiu não ouvir o tremendo despautério, e todos uniram-se na coleta de fartas verbas publicitárias, o ídolo de Fátima Bernardes voltara.

Era apenas mais um conto do vigário, Felipão tem frases, já meio de campo, tática, leitura de jogo, isso são coisas de técnicos e não do pai da “Família Scolari”, ou do criador do “Padrão Felipão”, tão a gosto de Dilma.

Terá Felipão incluído, entre suas frases, a Lei de Murphy?

Com esta mistura deveria!


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