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DEU NO UOL/FOLHA

O discurso permanece otimista, a crença na conquista do título segue forte, mas existe sim o risco de uma eliminação precoce nas oitavas de final. Este foi o discurso adotado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, que fez questão de ressaltar que todo o trabalho realizado pela seleção brasileira até agora não afasta o risco de uma queda diante do Chile.

“Se eles forem melhores do que nós, não podemos ficar de cabeça baixa, encerrarmos nossa vida e nos jogarmos num poço porque não adianta nada. Segue a vida. Se a gente faz o trabalho normal, equilibrado, também temos que valorizar o adversário se perdemos. Não queremos perder, queremos seguir em frente, mas respeitamos todos os adversário que temos pela frente”, afirmou Felipão.

“É um jogo de 90 minutos e pode te dar a chance de seguir ou não. Para nós, não ficaremos nada orgulhosos ou satisfeitos de não seguir em frente, nós estamos fazendo nosso trabalho com dedicação, trabalho e amor, mas do outro lado também tem um oponente que faz esse trabalho com qualidade. Temos que respeitar o oponente”, completou o treinador.

Desde que assumiu a seleção brasileira, Felipão sempre reforçou o discurso de que os anfitriões entravam na Copa do Mundo com a obrigação de conquistar o título. Responsabilidade que, com o início do mata-mata, estará em risco a cada partida.

O treinador revelou que a comissão técnica tem trabalhado o psicológico dos atletas para suportarem a pressão na reta final do Mundial, com a possibilidade de uma eliminação precoce a cada jogo.

“Nós jogamos contra Camarões sem estarmos classificados. Se a gente perde poderíamos ter encerrado ali. Para nós, claro que passa essa ideia de que não ganhando, não seguimos em frente. Mas este é o regulamento da competição. Desde que começamos, nós sabíamos. Vamos correr risco até a final, se chegarmos até lá. É do regulamento. Trabalhamos muito com isso a cabeça dos jogadores”, disse o treinador.

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O discurso permanece otimista, a crença na conquista do título segue forte, mas existe sim o risco de uma eliminação precoce nas oitavas de final. Este foi o discurso adotado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, que fez questão de ressaltar que todo o trabalho realizado pela seleção brasileira até agora não afasta o risco de uma queda diante do Chile.

“Se eles forem melhores do que nós, não podemos ficar de cabeça baixa, encerrarmos nossa vida e nos jogarmos num poço porque não adianta nada. Segue a vida. Se a gente faz o trabalho normal, equilibrado, também temos que valorizar o adversário se perdemos. Não queremos perder, queremos seguir em frente, mas respeitamos todos os adversário que temos pela frente”, afirmou Felipão.

“É um jogo de 90 minutos e pode te dar a chance de seguir ou não. Para nós, não ficaremos nada orgulhosos ou satisfeitos de não seguir em frente, nós estamos fazendo nosso trabalho com dedicação, trabalho e amor, mas do outro lado também tem um oponente que faz esse trabalho com qualidade. Temos que respeitar o oponente”, completou o treinador.

Desde que assumiu a seleção brasileira, Felipão sempre reforçou o discurso de que os anfitriões entravam na Copa do Mundo com a obrigação de conquistar o título. Responsabilidade que, com o início do mata-mata, estará em risco a cada partida.

O treinador revelou que a comissão técnica tem trabalhado o psicológico dos atletas para suportarem a pressão na reta final do Mundial, com a possibilidade de uma eliminação precoce a cada jogo.

“Nós jogamos contra Camarões sem estarmos classificados. Se a gente perde poderíamos ter encerrado ali. Para nós, claro que passa essa ideia de que não ganhando, não seguimos em frente. Mas este é o regulamento da competição. Desde que começamos, nós sabíamos. Vamos correr risco até a final, se chegarmos até lá. É do regulamento. Trabalhamos muito com isso a cabeça dos jogadores”, disse o treinador.

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