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DEU NO IG

Por Bruno

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Os jogadores do Chile falaram em fazer história eliminando o Brasil ao longo de toda a semana que antecedeu o encontro entre os dois países pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Conseguiram apenas agregar mais um capítulo à imensa lista de derrotas para seu rival sul-americano, apesar do 1 a 1, gols de David Luiz e Sánchez.

Um capítulo mais doloroso para os chilenos por conta do drama de 120 minutos. Pela primeira vez numa Copa do Mundo o Chile suportou o Brasil sem perder com a bola rolando. E no território rival. Julio Cesar, contestado antes da Copa, colocou o Brasil nas quartas de final da Copa em casa evitando o “MIneirazo”.

David Luiz abriu a série de cobranças e fez o dele. Pinilla, que esteve a centímetros de ser herói, desperdiçou a dele. Julio Cesar defendeu. Mas Willian, na sequência, chutou para fora. Sorte a dele que Julio Cesar estava lá de novo para defender a segunda cobrança chilena, desta vez de Alexis Sánchez. Marcelo deu tranquilidade e marcou o dele: 2 a 0.

Aránguiz fez o primeiro chileno com chute no ângulo de Julio Cesar. Hulk, na sequência, chutou no meio e Bravo defendeu com os pés. Díaz deixou tudo igual na sequência.

Ficou para Neymar a responsabilidade do último pênalti brasileiro. E ele não decepcionou. E Jara, na última cobrança, acertou a trave.

O Brasil enfrenta agora o vencedor de Uruguai e Colômbia, que se enfrentam às 17h no Rio de Janeiro. O jogo nas quartas de final será no dia 4, sexta-feira, em Fortaleza. Alívio para os brasileiros que não estavam no Mineirão do que a maioria dos mais de 57 mil presentes, preocupados antes mais com sorrisos para o telão apesar da tensão do jogo.


Parque de Exposição: Dilma , Lula e Rui na Convenção do PT

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DEU NO VARELA NOTÍCIAS E NA TRIBUNA DA BAHIA

Mesmo sendo eleita no grupo que foi formado para as eleições de 2010, a senadora Lídice da Mata não poupou críticas ao movimento feito pelo PT na convenção que confirmou a candidatura de Rui Costa ao governo do estado.

Em entrevista na Rádio Metrópole, Lídice foi ácida quanto ao formato da convenção: “festa pré-concebida para ser um espetáculo. Um espetáculo que possa mostrar a força de uma candidatura que tem demonstrado pouca força individual”, afirmou.

A senadora, candidata ao governo do estado pelo PSB, também criticou o modelo adotado pelo PT em eventos desse porte, em comparação à convenção realizada pelo partido que a lançou candidata:

“Nós mostramos uma convenção muito rica com participação e espontaneidade, sem ninguém ganhando (dinheiro), recebendo apoio de transporte ou qualquer outro tipo de apoio”, analisou.

Lídice também citou a pesquisa feita pelo Ibope, em que aparece na segunda colocação, superando inclusive o rival do PT, que minimizou a performance da única mulher na briga pelo governo do estado: “Quem está desidratado é o candidato do governo, que precisa trazer a presidente Dilma, trazer Lula e gastar muito dinheiro para encher uma convenção”, criticou.

Lídice afirmou também que não se sente intimidada por qualquer cobrança do PT, principalmente ao fato de ter sido eleita pela chapa montada pelo partido em 2010, e analisou as renúncias que teve de fazer até tomar a decisão de montar uma candidatura:

“Abrimos mão para apoiar Pinheiro, fui vice dele. Depois não concorri para apoiar Nelson Pelegrino e naquela oportunidade disse ao governador por escrito e pessoalmente que não era possível que os outros partidos estivessem compondo apenas para enfeitar a aliança.”

A senadora também criticou a falta de projetos do candidato de Wagner e a ausência de marcas que representem o governo petista na Bahia. “O governo de Wagner teve poucas metas, dispersou muito os serviços e tem poucas marcas. Basta verificar a propaganda do governo”.

jun
28
Posted on 28-06-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-06-2014


Mario Alberto, hoje, no portal LanceNet

jun
28
Posted on 28-06-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-06-2014

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

Uma falha nos cabos de alta tensão da Venezuela provocou hoje um apagão em pelo menos 10 dos 23 Estados do país.

A falha, segundo fontes não oficiais, teve origem nos cabos elétricos situados entre San Gerônimo e La Arenosa, na região central do país, afetando, além do Distrito Capital, os Estados de Maracaibo, Miranda, Mérida, Portuguesa, Barinas, Lara, Carabobo, Trujillo e Guárico.

A falha ocorreu pelas 15:00 horas locais (20:30 horas em Lisboa) e vários usuários declararam que persiste (às 21:30 de Lisboa), em alguns casos, de maneira intermitente, em localidades como Caracas e Valência.


Dilma e Borges em Salvador : depois do afago, a queda.

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ARTIGO DA SEMANA

Queda do Ministro e a dentada de Suárez

Vitor Hugo Soares

A pancada pelas costas que recebeu, esta semana, da presidente Dilma Rousseff, deve ter doído mais na pele e na alma de Cesar Borges – ex-governador da Bahia e ex-senador da República, retirado abruptamente do Ministério dos Tranportes do governo petista -, que a dentada do atacante da seleção uruguaia, Luis Suárez, no ombro do jogador italiano Chiellini.

No primeiro caso, uma manobra política do pesado jogo nacional de poder em curso no país, com vistas às eleições presidenciais deste ano. No segundo, um fato de repercussão mundial, registrado pela câmera de um cinegrafista da TV Globo, na partida que mandou a seleção da Itália de volta para casa, ainda na primeira fase desta tão espetacular quanto polêmica e desconcertante Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil.

Ainda no meio da intensa fumaça dos festejos juninos no Nordeste, junto com as mega-celebrações dos jogos do Mundial, Borges foi apeado quarta-feira, 25, do comando dos Transportes. Crucial e sempre problemática pasta do governo petista, onde até então ele só havia recebido elogios rasgados. A ponto de ser chamado de “o melhor ministro dos Transportes” pela sisuda mandatária do Palácio do Planalto, em suas mais recentes e frequentes passagens pela Bahia.

Borges, um ex-carlista (seguidor de carteirinha do falecido todo poderoso Antonio Carlos Magalhães) foi trocado no cargo, a pedido do comando de seu atual partido, o PR, pelo antecessor no posto, o também baiano e perrepista Paulo Sérgio Passos. Ato polítitico, eleitoral e cirúrgico, aparentemente executado sem uso de anestesia, depois de uma conversa de pé de ouvido e um aperto de mão palaciano da presidente. O médico ACM não teria feito melhor.

“Isso dói, e dói mais que uma mordida”, lamentam desde quinta-feira pelos cantos, amigos e aliados do ex-senador Cesar Borges. Dói, ainda mais cruelmente, quando alguns deles recordam das duas mais recentes visitas da presidente Dilma a Salvador, para participar de comícios eleitorais mal disfarçados em “agendas administrativas”: A inauguração da Via Expressa e a entrega, em fase de testes monitorados, dos primeiros sete quilômetros de trilhos do “metrô calça curta!” (a expressão é do próprio governador petista Jaques Wagner, em discurso no dia da festa de entrega).

Nas duas ocasiões, causaram inveja e provocaram ciúmes em históricos companheiros petistas, os abraços e sorrisos agradecidos de Dilma, as imagens e expressões afetuosas de simpatia mútua. Somados aos renovados aplausos e elogios explícitos em pronunciamentos públicos e entrevistas, ao seu então ministro dos Transportes, descartado esta semana, e arrumado às pressas em um cargo de consolação na área de administração dos Portos no País.

Em abril, por exemplo, quando esteve no estado para inaugurar a Via Expressa da capital, a presidente deu uma entrevista exclusiva na Radio Metrópole, em um dos programas de maior audiência em todas as classes no estado, comandado pelo radialista Mário Kertész, ex-prefeito de Salvador.

Na conversa com Kertézs, depois do programa que teve forte repercussão local e nacional no terreno da sucessão, a figura de Cesar Borges, político e gestor, foi elevada às alturas pela presidente. “O melhor ministro dos Transportes”, assinalou Dilma, sem rodeios. Em seguida, fez rasgados elogios à lealdade pessoal e ao profissionalismo de Borges.

Na época, vale lembrar, o PR já estava publicamente rachado, e uma parte da agremiação não fazia a mínima questão de esconder o desconforto e descontentamento com o governo federal. A turma escancarava para gregos e baianos, que Borges, embora filiado ao partido, não era nome de agrado do comando do PR para os Transportes.

Dilma fez questão de deixar claro, então, que o ex-governador gozava da sua inteira confiança, demonstrando a cada momento que a situação do partido de Borges não teria nenhuma interferência na continuidade da presença dele em seu governo. Na festa do Metrô de Salvador, as imagens e demonstrações de mútua confiança e lealdade entre Dilma e Borges foram ainda maiores e repetidas. A ponto de provocar ciumeiras gerais nas hostes petistas e aliadas, a começar pelo ex-secretário Rui Costa, claudicante candidato do PT à sucessão do governador Jaques Wagner.

Vale lembrar ainda: o notório ex-deputado Waldemar da Costa Neto, recolhido na Papuda entre os presos condenados do Mensalão, ainda demonstra preservar voz ativa e muita força no comando do PR e das barganhas do partido para garantir apoio à reeleição da atual ocupante do Palácio do Planalto.

Na terra de Cesar Borges, quase ninguém duvida de que a boca e os dentes de Waldemar estão por trás da mordida no pescoço de Borges, que determinou esta semana a sua queda do ministério do governo petista.

Diante das circunstâncias, mais que a mordida do uruguaio Suárez, o episódio soa com o timbre e os versos de “Fado Tropical”, notável composição de Chico Buarque e Ruy Guerra:

“Quando me encontro no calor da luta/ Ostento a aguda empunhadora à proa,/ Mas meu peito se desabotoa. /E se a sentença se anuncia bruta/ Mais que depressa a mão cega executa,/ Pois que senão o coração perdoa./ Ai essa terra ainda vai cumprir seu ideal/ Ainda vai tornar-se um imenso Portugal”.

Ou não? A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente, o sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão
Me fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado, no meu presente, um Sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assusta o menino me dá a mão

Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de Meia, Bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão
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Vai para o Filho de Xangô, advogado, blogueiro e poeta de Marília(SP), que aniversaria neste 28 de junho. Com os parabéns, admiração e agradecimentos dos que pensam e fazem o Bahia em Pauta.
Salve o poeta de SP que a turma do BP admira.
(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO UOL/FOLHA

O discurso permanece otimista, a crença na conquista do título segue forte, mas existe sim o risco de uma eliminação precoce nas oitavas de final. Este foi o discurso adotado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, que fez questão de ressaltar que todo o trabalho realizado pela seleção brasileira até agora não afasta o risco de uma queda diante do Chile.

“Se eles forem melhores do que nós, não podemos ficar de cabeça baixa, encerrarmos nossa vida e nos jogarmos num poço porque não adianta nada. Segue a vida. Se a gente faz o trabalho normal, equilibrado, também temos que valorizar o adversário se perdemos. Não queremos perder, queremos seguir em frente, mas respeitamos todos os adversário que temos pela frente”, afirmou Felipão.

“É um jogo de 90 minutos e pode te dar a chance de seguir ou não. Para nós, não ficaremos nada orgulhosos ou satisfeitos de não seguir em frente, nós estamos fazendo nosso trabalho com dedicação, trabalho e amor, mas do outro lado também tem um oponente que faz esse trabalho com qualidade. Temos que respeitar o oponente”, completou o treinador.

Desde que assumiu a seleção brasileira, Felipão sempre reforçou o discurso de que os anfitriões entravam na Copa do Mundo com a obrigação de conquistar o título. Responsabilidade que, com o início do mata-mata, estará em risco a cada partida.

O treinador revelou que a comissão técnica tem trabalhado o psicológico dos atletas para suportarem a pressão na reta final do Mundial, com a possibilidade de uma eliminação precoce a cada jogo.

“Nós jogamos contra Camarões sem estarmos classificados. Se a gente perde poderíamos ter encerrado ali. Para nós, claro que passa essa ideia de que não ganhando, não seguimos em frente. Mas este é o regulamento da competição. Desde que começamos, nós sabíamos. Vamos correr risco até a final, se chegarmos até lá. É do regulamento. Trabalhamos muito com isso a cabeça dos jogadores”, disse o treinador.

DEU NO UOL/FOLHA

O discurso permanece otimista, a crença na conquista do título segue forte, mas existe sim o risco de uma eliminação precoce nas oitavas de final. Este foi o discurso adotado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, que fez questão de ressaltar que todo o trabalho realizado pela seleção brasileira até agora não afasta o risco de uma queda diante do Chile.

“Se eles forem melhores do que nós, não podemos ficar de cabeça baixa, encerrarmos nossa vida e nos jogarmos num poço porque não adianta nada. Segue a vida. Se a gente faz o trabalho normal, equilibrado, também temos que valorizar o adversário se perdemos. Não queremos perder, queremos seguir em frente, mas respeitamos todos os adversário que temos pela frente”, afirmou Felipão.

“É um jogo de 90 minutos e pode te dar a chance de seguir ou não. Para nós, não ficaremos nada orgulhosos ou satisfeitos de não seguir em frente, nós estamos fazendo nosso trabalho com dedicação, trabalho e amor, mas do outro lado também tem um oponente que faz esse trabalho com qualidade. Temos que respeitar o oponente”, completou o treinador.

Desde que assumiu a seleção brasileira, Felipão sempre reforçou o discurso de que os anfitriões entravam na Copa do Mundo com a obrigação de conquistar o título. Responsabilidade que, com o início do mata-mata, estará em risco a cada partida.

O treinador revelou que a comissão técnica tem trabalhado o psicológico dos atletas para suportarem a pressão na reta final do Mundial, com a possibilidade de uma eliminação precoce a cada jogo.

“Nós jogamos contra Camarões sem estarmos classificados. Se a gente perde poderíamos ter encerrado ali. Para nós, claro que passa essa ideia de que não ganhando, não seguimos em frente. Mas este é o regulamento da competição. Desde que começamos, nós sabíamos. Vamos correr risco até a final, se chegarmos até lá. É do regulamento. Trabalhamos muito com isso a cabeça dos jogadores”, disse o treinador.

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