jun
16
Postado em 16-06-2014
Arquivado em (Artigos) por vitor em 16-06-2014 10:51


====================================================
Mariosan, hoje, no portal de humor A Charge Online

Be Sociable, Share!

Comentários

luiz alfredo motta fontana on 16 junho, 2014 at 11:12 #

Incrível o enxame de reações ao ocorrido no estádio.

Tornamo-nos um reino de puros e vestais?

Ledo engano!

Didático o artigo de Augusto Nunes:


Quatro momentos de Lula provam que um grosseirão sem cura agora se fantasia de doutor honoris causa em boas maneiras

Aconselhado pelo medo de vaia a manter distância do estádio bilionário que concebeu em parceria com a Odebrecht, Lula acompanhou pela TV a goleada sonora imposta a Dilma Rousseff, durante o jogo contra a Croácia, por milhares de brasileiros que cantaram o Hino Nacional a capela e festejaram a vitória da Seleção. O padrinho só entrou em combate quando a afilhada já batera em retirada.

“Eu vi uma parte da manifestação contra a presidenta Dilma e eu fiquei pensando que não é nem dinheiro nem escola nem títulos de doutor que dão educação para as pessoas”, começou a aula de farisaísmo eleitoreiro. “Educação se recebe dentro de casa. Eu nunca tive coragem de faltar com respeito a um presidente da República”.

Conversa de 171. Em 1987, por exemplo, num comício em Aracaju, Lula qualificou o então presidente José Sarney de “o maior ladrão da Nova República”. Não esperou que Fernando Collor deixasse o Planalto para acusá-lo de “assaltante”. E seu vocabulário não passaria de 300 palavras se fossem suprimidos os termos que usa de meio em meio minuto quando está longe do microfone.

No ótimo Viagens com o Presidente, os jornalistas Eduardo Scolese e Leonencio Nossa relatam episódios que testemunharam e histórias que colheram durante os quatro anos em que, a serviço da Folha e do Estadão, seguiram os passos do chefe de governo. Confira quatro momentos pescados no oceano de patifarias verbais. Diferentemente do livro, que expõe com crueza o estilo do grosseirão sem cura, asteriscos fazem o papel de vogais e consoantes nos palavrões cuja publicação é vetada pelas normas do site de VEJA:

INSULTANDO VIZINHOS
O fato se dá em Tóquio, no Japão, no final de maio de 2005. Uma dose caprichada de uísque com gelo e, antes mesmo do inicio do jantar, Lula manda servir o segundo, o terceiro e o quarto copos. Visivelmente alterado:

— Tem horas, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a p*** que o pariu. É verdade. Eu tenho mesmo – afirma, aos gritos. — A verdade é que nós temos que ter saco para aturar a Argentina. E o Jorge Battle, do Uruguai? Aquele lá não é uruguaio po*** nenhuma. Foi criado nos Estados Unidos. É filhote dos americanos. O Chile é uma m****. O Chile é uma piada. Eles fazem os acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se fo** por aqui. Eles estão cag***do para nós. (págs 270 e 271)

INSULTANDO COMPANHEIRAS
Numa audiência com a ministra do Meio Ambiente Marina Silva, na época em que o governo começa a discutir a transposição de parte das águas do São Francisco, o Presidente ouve opiniões contrárias dela e dos técnicos:

— Marina, essa coisa de Meio Ambiente é igual a um exame de prostata. Não dá para ficar virgem toda a vida. Uma hora eles vão ter que enfiar o dedo no ** da gente. Companheira, se é para enfiar, é melhor enfiar logo. (Pág 71).

INSULTANDO MINISTROS

Antes de uma cerimônia no palácio, Lula se próxima do assessor para assuntos internacionais, o professor Marco Aurelio Garcia, e diz:

— Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no ** hoje?

O professor sorri. (Pág. 71).

INSULTANDO ASSESSORES
Na suíte do hotel, recebe das mãos de assessores discurso sobre combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e dos auxiliares do Planalto e do Itamaraty, folheia rapidamente a papelada e arremessa a metros de distância:

— Enfiem no ** esse discurso, c****ho. Não é isso que eu quero, po***. Eu não vou ler essa m****. Vai todo mundo tomar no** Mudem isso, rápido. (Pág. 249).

Esses exemplos bastam para exibir a nudez do reizinho. Inquieto com as rachaduras no poste que instalou no Planalto, o presidente honorário do grande clube dos cafajestes tenta impedir o desabamento fantasiado de doutor honoris causa em boas maneiras. Haja cinismo.”

Algo mais a dizer?

De resto, as mães dos árbitros, ainda sorriem nas tardes domingueiras.


jader on 16 junho, 2014 at 11:56 #

Fontana, e desde quando este individuo tem moral para falar mal de alguém. Não é jornalista . Um tremendo puxa saco.Quando gostava de falar mal do presidente Chaves, cobrei do mesmo se iria falar mal de um tal arquiteto chamado Niemeyer que resolvera homenagear Chaves. Ele me respondeu : aguarde . Aguardei . Cobrei novamente . Aguarde , respondeu. Estou aguardando até hoje.

https://www.youtube.com/watch?v=avkZkjVEqNA


luiz alfredo motta fontana on 16 junho, 2014 at 12:21 #

Jader, ele apenas relatou o que é sabido.

“Viagens com o Presidente” de Eduardo Scolese e Leonencio Nossa é obra de ficção?

Acalme-se, Lula I, o “antes nunca visto”, tem seu lado pleno de asteriscos, Marisa e Rose que o digam. Ou não?

Quanto ao Niemeyer só resta lembrar que os cofres públicos sempre fizeram bem ao seu ateliê. Tens razão neste detalhe, todos ficaram silentes, cada um em seu rubor cívico.


jader on 16 junho, 2014 at 12:34 #

“Quanto ao Niemeyer só resta lembrar que os cofres públicos sempre fizeram bem ao seu ateliê. Tens razão neste detalhe, todos ficaram silentes, cada um em seu rubor cívico.”

Deve ser um arquitetozinho qualquer , mas muito bem relacionado …


Deixe um comentário
Name:
Email:
Website:
Comments:

  • Arquivos