Foto:Rosane Santana (Do Centro de Inprensa na Copa, em Salvador)

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Da jornalista Rosane Santana, no Facebook:

Marcha laranja toma as ruas do Centro Histórico de Salvador. Espetáculo impagável. Alegria espontânea!

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BP comenta:A cidade de Salvador, seu povo e todos os que amam a alegria e o bom futebol, serão eternamente gratos aos holandeses pelo inesqucível espetáculo de sexta-feira, 13 de junho e de Santo Antonio , na Fonte Nova.

BRAVISSIMO!!!

(Vitor Hugo Soares)

jun
14
Posted on 14-06-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-06-2014


Amorim, hoje, no site de humor, AmorimCartoon


A presidente em dia de Dilmaquinista em Salvador

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ARTIGO DA SEMANA

Metrô de Salvador: Zorra Total ao vivo

Vitor Hugo Soares

Esta semana, na Bahia, a realidade mais uma vez superou a farsa (no sentido estrito que a expressão tem no teatro e na TV). Para comprovar, basta ver as fotos oficiais distribuídas pela Secretaria de Comunicação do Governo Jaques Wagner sobre o “comício” que marcou, quarta-feira, 11, a entrada do Metrô de Salvador na fase inaugural de “operação assistida”, com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff.

As imagens foram produzidas um dia depois do “palanque” gratuito de propaganda em rede nacional de rádio e televisão. A título de pronunciamento presidencial sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil (evento planetário aberto quinta-feira em São Paulo sem um “boa tarde” de Dilma sequer, inútil tentativa de escapar de vaias).

Na mais mostrada fotografia em Salvador, vê-se uma sorridente Dilma na cabine de maquinista, no aparente comando do metrô que ela entregou aos soteropolitanos em meio aos improvisos de praxe que tem marcado sua gestão. Apenas sete quilômetros de trilhos (dos 14 previstos na primeira etapa) e quatro estações em funcionamento, depois de 14 anos de obras e mais de R$ 1 bilhão enterrados em vários governos e campanhas eleitorais.

Dilma aparenta estar tranqüila e feliz na Bahia. Sem os tiques e toques denunciadores de tensão, medo e raiva que ela exibiu alternadamente nos diferentes momentos em que foi flagrada por câmeras inclemente de TV na tarde incandescente e histórica do Itaquerão. Uma data de nunca esquecer. Para o bem ou para mal.

O governador Jaques Wagner está ao lado da presidente, na cabine do metrô “enfeitado” inesperadamente com tinta vermelha – como pedia a festa petista – sobre seu original tom “azul cobalto”.

Em outra imagem, feita minutos antes de sentar na cadeira de comando da locomotiva, a presidente aparece abraçada ao companheiro de partido, governador do Estado, que não se candidatou a nada, em 2014, para dedicar-se inteiramente à tarefa de coordenador, no Nordeste, da campanha de reeleição da atual ocupante do Palácio do Planalto.

Diante das fotografias da Secom-BA, estampadas nos jornais e blogs locais, é praticamente impossível não lembrar do programa Zorra Total, o humorístico semanal da TV Globo, sucesso nacional há tempos. Principalmente da personagem “Dilmaquinista”, um dos quadros de maior apelo popular da engraçada atração dos sábados à noite na TV.

Na festa política quase particular – com a área cercada de seguranças por todos os lados – proibida a participação popular, mas aberta aos maiorais do PT e aliados governista de todas as plumagens, boa parte ex-carlistas -, o próprio Wagner se encarregou de fazer a associação. Afinal, fora dele próprio a idéia e sugestão de fazer a companheira sentar na cadeira de comando do trem, como uma Dilmaquinista da vida real.

“Tem um programa de televisão que colocaram uma figura muito simpática conduzindo o trem Brasil. Aí eu perguntei: presidenta, posso lhe pedir uma coisa, a senhora pode sentar na cabine do metrô? Ela sentou e estava uma graça conduzindo o metrô de Salvador”, disse governador em seu discurso.

Risos, palmas. De aliados e claque presentes.

Estava formado então o cenário de Zorra Total político-eleitoral encenado no começo desta semana em Salvador. “No clima da pré campanha, com direito a “baianas”, Olodum e Ilê Aiyê. E a presidente caprichou na interpretação. Em sua fala, fez graça até com o apelido de “calça curta”, dado pela população ao metrô em fase experimental.

“Mas estamos inaugurando aqui o “metrô calça comprida”, porque a linha vai ter continuidade. Nós já temos recursos inteiramente reservados para continuidade da linha 1”, registra a Tribuna da Bahia sobre a fala da presidente na festa baiana.

Ainda bem, respiram mais aliviados os soteropolitanos atravancados em uma das capitais brasileiras mais caóticas em termos de mobilidade urbana do Brasil. Já imaginaram o que seria a presidente dizer agora – já com a sua campanha de reeleição a pleno vapor, apesar das vaias e insultos de quinta – feira em São Paulo – que vai faltar dinheiro para concluir a primeira etapa de uma obra que se arrasta há quase uma década e meia?

Para completar, Dilma, batizada pelo ex-presidente Lula de “mãe do PAC”, quando comandava a Casa Civil do governo petista, chamou o ex-secretario Rui Costa, que Wagner empurrou como candidato à sua sucessão, “Pai do PAC na Bahia” na festa do metrô.

Costa carrega a lanterna nas pesquisas de intenção de voto entre os três principais candidatos ao Palácio de Ondina. Com 9% de aceitação popular, segundo o IBOPE, perde para Paulo Souto, do DEM, com 40%, e a socialista Lídice da Mata, com 11%.

Zorra Total é pouco . Ou não?

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

Show de Marlene na sala Funarte, no Rio de Janeiro.

SAUDADES!!!

(Vitor Hugo Soares)


Valdívia faz e festeja segundo gol do Chile

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DEU NO IG

Se não fosse o abafado calor de 29 graus que fazia na Arena Pantanal às 18 horas de Cuiabá (19h de Brasília), qualquer desavisado poderia dizer que o Chile estava entrando em campo em pleno Estádio Nacional de Santiago. Afinal, os 40 mil lugares eram ocupados praticamente apenas por torcedores chilenos. E a equipe sul-americana começou empolgando, fazendo 2 a 0 na Austrália, na estreia das duas equipes pelo Grupo B da Copa do Mundo, em somente 14 minutos.

O que os chilenos não contavam é que os australianos não estivessem dispostos a fazer o papel de meros coadjuvantes. Com disposição e bravura, a Austrália descontou ainda no primeiro tempo e passou a etapa final pressionado em busca do empate. Um gol nos acréscimos decretou a vitória do Chile por 3 a 1

Força das arquibancadas

O hino cantado à capela, a exemplo do que ocorrera na abertura da Copa do Mundo pela torcida brasileira na parece ter dado um ânimo extra aos chilenos. Após 10 minutos de algum equilíbrio, com os australianos conseguindo travar as ações ofensivas dos chilenos, os comandados de Jorge Sampaoli começaram seu show, apostando no talento de seus astros. Foi assim que aos 12 minutos Alexis aproveitou uma ótima jogada individual de Aránguiz, e após um toque de cabeça, fez o primeiro gol chileno com Alexis Sanchez.

Dois minutos depois, um gol que teve um sabor especial para a torcida do Palmeiras: após deixar para trás a marcação da zaga australiana, o meia Valdivia fez um belo arremate de fora da área e fez 2 a 0, para delírio de Sampaoli, que saiu comemorando como se fosse ele o autor do gol.

Relaxamento perigoso

O calor de 29° graus em plana noite de Cuiabá cobrou seu preço pelo ritmo intenso que os chilenos empregavam. O time sul-americano começou a tocar mais a bola, terntando poupar energia, e procurando sempre dar um passe a mais ao invés de bater diretamente para o gol.

A Austrália, que foi a primeira seleção a chegar ao Brasil, fazendo sua preparação na igualmente quente Vitória (ES), não se desesperava com a desvantagem no placar. Conforme havia prometido antes de chegar ao Brasil, o técnico Ange Postercoglu prometia uma seleção que faria os australianos voltarem a se orgulhar de sua seleção. E aos 35 minutos, após uma bola recuperada e cruzada para a área, Cahil ganhou no alto de Medel e fez de cabeça o primeiro gol da Austrália no Mundial.

Canguru ousado

Os “Socceroos”, como os jogadores australianos são chamados em seu país, voltaram animados para a etapa final. E sem medo começaram a ameaçar nos contra-ataques. Em um deles, Cahil chegou a marcar o gol, anulado corretamente por causa de um impedimento. No outro, aos 11 minutos, o volante Bresciano entrou livre na área e só não marcou por causa de uma defesa monstruosa de Bravo.

Enquanto os chilenos buscavam uma forma de ampliar a vantagem e espantar a zebra, os ousados australianos continuavam pressioando, esbarrando na falta de maior habilidade de seus atacantes e no bom posicionamento dos zagueiros chilenos. Quando o jogo caminhava para o final, já nos acréscimos, o meia Beausejour aproveitou um rebote do goleiro australiano Ryan e num chute forte decretou o placar final da vitória chilena por 3 a 1.

jun
14

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DEU NO G1

A cantora Marlene morreu nesta sexta-feira (13), no Rio de Janeiro, por volta das 15h. A grande estrela da era do rádio no Brasil se chamava Victória Delfino dos Santos e tinha 92 anos. O velório será no Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, neste sábado (14), a partir das 8h. Às 9h, os portões serão abertos para que os fãs possam se despedir da cantora.

Por volta das 15h30, o corpo vai ser levado para o Memorial do Carmo, no Caju, na Zona Norte do Rio, onde será cremado. Veja no vídeo ao lado a reportagem sobre seus 90 anos.

De acordo com o músico e compositor Hermínio Bello de Carvalho, Marlene foi hospitalizada há pelo menos três dias e estava internada na Casa de Portugal, no Rio Comprido, Zona Norte do Rio. Ela morreu de falência múltipla dos órgãos.

O sobrinho da cantora, Darcio Miranda, informou ao G1 que ela foi hospitalizada com hemorragia nasal neste domingo (8), mas o quadro evoluiu para uma pneumonia. Marlene chegou a ser internada, mas veio a ter falência múltipla dos órgãos nesta sexta.

Diana Aragão, autora da biografia sobre Marlene, também lamentou sua morte.

“Eu fico tristíssima com tudo isso. Marlene foi tema de musical e tem um apelo muito forte. Quando comecei o livro, ela ainda estava muito bem. Ela ficou doente mais ou menos na mesma época da minha mãe, no ano passado. É uma pena”, disse a autora da biografia “Marlene – A incomparável”.

O jornalista Artur Xexéo falou sobre a cantora.

“Ela foi pioneira. Figura forte dos anos 50. A Marlene já era assim. Ela levava o que sabia como atriz para a interpretação dela na música”, disse.

Tendo gravado mais de quatro mil canções em sua carreira, Marlene foi um dos maiores mitos do rádio brasileiro em sua época de ouro. Sua popularidade nacional também resultou em convites para o cinema e para o teatro. Suas atividades internacionais incluíram turnês por Uruguai, Argentina, Estados Unidos e França. Também compositora, teve seu samba-canção “A grande verdade” (parceria com Luís Bittencourt) gravado por Dalva de Oliveira, em 1951.

Rivalidade

De acordo com Hermínio Bello de Carvalho, Marlene e cantora Emilinha Borba trabalhavam na Rádio Nacional e eram concorrentes. Uma empresa decidiu bancar Marlene e a rivalidade entre as duas foi acirrada. A rivalidade afetou também a amizade com a atriz, cantora e acordeonista Adelaide Chiozzo.

“Eu gostava muito dela como artista. Mas infelizmente ela dizia que eu tinha a cara escarrada da Emilinha. Ela tinha ódio da Emilinha. Eu fiquei triste. Ela dizia que não queria amizade comigo, tentei me aproximar, mas ela não quis”, disse a também cantora da era do rádio, Adelaide Chiozzo, ao G1.

Na televisão
Marlene participou de novelas como “Chiquinha Gonzaga” (1999), “Viver a vida” (1984), “O amor é nosso …. Mayra” (1981), “Bandeira 2” (1971). Também foi convidada para uma participação especial na telenovela “Helena” (Rede Manchete, 1987), mas o trabalho acabou não se concretizando.

No cinema
Participou de filmes como “Profissão mulher” (1982), “A volta do filho pródigo” (1978), “Balança, mas não cai” (1953), “Pif-Paf …. Maria” (1945) e “Corações sem piloto” (1944).

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