jun
12

http://youtu.be/g8poKXF2xzg

============================================================

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

Duas jornalistas da CNN foram atingidas por estilhaços de bombas atiradas pela Polícia Militar, em São Paulo. Pelo menos mais duas pessoas ficaram feridas.

As jornalistas foram retiradas do local, onde onde se realizava mais um protesto contra o Mundial de Futebol, para receberem cuidados médicos.

Os ferimentos foram superficiais.

Os manifestantes pretendiam marchar até à chamada “barreira da FIFA”, mas a Polícia Militar bloqueou os locais com dois cordões de isolamento.

A Polícia Militar utilizou bombas de gás lacrimogénio e alguns manifestantes ficaram feridos.

============================================================

“Acalma a bola, rola a bola
Trata a bola, limpa a bola
Que é preciso faturar”

BOA TARDE!!!

==========================================================

————————————————————————

Meu Altar Brasl!
:
Maria Aparecida Torneros da Silva

Resolví manter a tradicão e armar o altar que gosto de organizar a cada momento de comemoração. Día das mães e Natal. Os días de Santos também costumo pegar as imagens e juntar flores e velas. Aprendí com minha avó. Sei que é forma simbólica de homenagear e agtadecer. Hoje é día de pensar o Brasil e torcer. Alias aprendí a torcer com Meu pai. Ha 64 anos eu tinha 9 meses e fiquei com minha mãe enquanto ele foi ao Maracanã da final de 50. Cresci ouvindo a historia do silencio daquele día mas tambem acompanhei com ele muitas vitorias do Brasil nas conquistas de 58, 62, 70, 94 e 2002. Mas agora ele já está do outro lado e o Brasil sedia de novo o campeonato mundial acho que Chegou a hora da volta por cima. Todos merecemos chegar la e ganhar finalmente a taça no Maraca. Folego rapaziada. Força!
Busquei objetos e lembranças que sempre trago das minhas andanças em nossa terra.
As bonequinhas típicas: a mulher rendeira nordestina, a baianinha, as mineiras namoradeiras e a alemãzinha de Sta Catarina. O gaucho laçador e e o monumento a JK em Brasilia. O trío forrozeiro do Ceara e da Paraiba. O bode reí da festa de Cabaceiras. A casa linda de Gramado. A canequinha de Nossa Senhora Aparecida. O peixe de madeira que ganhei em Salvador. O chimarrão de Canela. O tucano do spa María Bonita em Teresopolis. os potinhos artísticos de areias coloridas de Natal e de Fortaleza. A jangada de Morro Branco. Olho a bandeia do Brasil que coloquei no fundó. Tiro fotos e me emociono. As repirtagens sobre nosso povo são de arrepiar. Gente que se reinventa e torce feliz. Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor! Haja coraçao! Ah esqueci de mencionar a velinha do anivrrsario trintão do mru filho. É uma trave com a bola dentro escrito Golaço! Ele torce para o Fluminense. Eu sou América . Más agora e sempre somos todos Brasil! Vamos juntos na fé! Pronto. Entrei no clima!

Cida Torneros é escritora e jornalista, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária


Família faz um selfie antes da abertura da Copa, na Arena Itaquerão (SP)
===============================================================

DEU NO tERRA MAGAZINE

Antonio Prada

Faltam poucas horas para a bola rolar e apesar de tanta hipocrisia e tanto oportunismo, de todos os lados, como frisou bem Luiz Gonzaga Belluzzo a Bob Fernandes (leia no TM a entrevista), a Copa já deixou um legado, que são as demandas por um país melhor. Eu acrescentaria um outro, nascido das tramas maquiavélicas e sujas do futebol, o bairro de Itaquera, que nunca mais será o mesmo, assim como a região que o cerca.

Na véspera de abertura da Copa, enquanto Felipão e Neymar sorriam e brincavam na concorrida entrevista coletiva, centenas de trabalhadores maquiavam o ainda inacabado estádio e vários serviços funcionavam precariamente, como a conexão de internet e o restaurante do centro de mídia habitado por mais de 1000 jornalistas, o bairro fervia.

Milhares de pessoas orbitavam ao redor da arena, como que embriagadas pela materialização da Copa. Cores e sotaques entrelaçados. Turistas-torcedores, de várias nacionalidades. E a população local, que já adotou a área como ponto de encontro e de celebração. Ao redor, e pela artéria Radial Leste que une a região ao centro, pontos comerciais e residenciais não hesitam em gritar pela Copa, com bandeiras nas janelas, enormes pinturas em fachadas e um clima de festa.

A euforia pela Copa e pelas transformações no bairro não é unânime, claro. Há milhares de desalojados, que ainda tentam brigar pelos seus direitos. Aluguéis em geral já estão em média 25% mais caros, pressionados pela inevitável especulação imobiliária.

Mas entre lados, prós e contras, há um inevitável orgulho no ar. Não há como negar. No metrô lotado que liga o centro da cidade ao bairro, que recebeu o primeiro trem em 1875 e em 1920 passou a ser um distrito autônomo de São Paulo, uma senhora com o filho no colo, com brilho nos olhos e o estádio enquadrado na janela do trem, celebra para um passageiro ao lado: “estou muito contente. Nunca esperava que isso acontece algum dia. O bairro andava triste e cansado. Agora está diferente. Não sei se vai durar. Algo muito importante vai acontecer do lado de casa. Queria que meu pai estivesse vivo para poder ver isso. Quando ele chegou aqui era uma região rural, sem esperança”.

Itaquera, da perifa e das chácaras, encontra o mundo. E o mundo encontra Itaquera. Do outro lado do mundo. Seria muito mas fácil, mas prático, mais confortável, mais razoável e muito mais econômico escolher o Morumbi. No lado rico da cidade. Mas as mazelas do futebol elegeram Itaquera. Da classe C. Do vai Corinthians.

Qual o legado da Copa? Itaquera, que em tupi significa “pedra que dorme”, pode ter a resposta. E acordar.

jun
12
Posted on 12-06-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-06-2014


Sponholz, hoje, no Jornal da Manhã (PR)


BOM DIA DOS NAMORADOS!!!


Max Nune e Jô: criador e criatura
=======================================================

DEU NO G1

O humorista, roteirista, escritor e diretor Max Nunes morreu no início na madrugada desta quarta-feira (11) no Rio, aos 92 anos. Um dos redatores do programa “Balança mas não cai”, sucesso de público nas décadas de 1960 e 1970. O Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul, divulgou nota informando que ele estava internado desde o dia 20 de maio e a causa da morte foi infecção generalizada.

Max Newton Figueiredo Pereira Nunes teve complicações de saúde após sofrer uma queda e fraturar a tíbia. Ao lado do apresentador Jô Soares, ele produzia textos para o “Programa do Jô”, da TV Globo, desde 2000.

O velório será realizado a partir das 8h desta quinta-feira (12), no Cemitério São João Batista, também em Botafogo. O enterro está marcado para as 12h.

‘Um gênio’, diz Jô
Jô Soares – que trabalhou por décadas com o humorista – disse estar “profundamente sensibilizado” (leia a entrevista de Jô ao G1).

“Meu padrinho tão querido. Um gênio, um criador, um amigo querido, uma pessoa de uma doçura inacreditável, de uma força criativa inesgotável. Sempre com um humor na ponta de língua. Uma vez eu estava entrevistando um paraquedista e ele falou para mim: ‘É o único meio de transporte que, quando enguiça, você chega mais depressa’. Era sempre muito afiado. Só fica uma saudade imensa e o consolo de que ele teve uma vida vitoriosa, fazendo o que sempre quis fazer e fazendo sucesso”, disse Jô, por telefone, ao programa Estúdio I, da GloboNews (veja no vídeo acima).

Vida e obra
Formado em Medicina, Max escreveu pela primeira vez para a televisão em 1962, quando criou os programas “My fair show” e “Times Square” para a TV Excelsior. Em 1964, foi para a Globo, onde passou a roteirizar e dirigir, ao lado de Haroldo Barbosa, o humorístico “Bairro feliz” (1965), pelo qual passaram figuras como Paulo Monte, Grande Otelo e Berta Loran. O comediante Mussum, com seu conjunto Originais do Samba, também participou do programa, segundo o Memória Globo.

Max Nunes do Programa do Jô, com Agildo Ribeiro e Paulo Silvino (Foto: Zé Paulo Cardeal/TV Globo)Max Nunes do Programa do Jô, com Agildo Ribeiro e Paulo Silvino (Foto: Zé Paulo Cardeal/TV Globo)

No ano seguinte, dando sequência à parceria com Haroldo Barbosa, estreou “Riso sinal aberto” e “Canal 0”, que a partir de 1967 se transformou no “TV0-TV1”. Apresentado por Paulo Silvino e Agildo Ribeiro nas noites de quinta-feira, o programa explorava a paródia da produção televisiva, recurso que influenciaria, muitos anos depois, humorísticos como “TV pirata” (1983) e “Casseta & Planeta, urgente!” (1992).

“Balança mas não cai” foi adaptado para a televisão pela primeira vez na Globo, em 1968. Em 1972, também teve uma versão produzida pela TV Tupi. Dez anos depois, voltou à grade de programação da Globo, com novos personagens e cenários. Foi um grande sucesso de audiência no Rio, em parte por trazer do rádio personagens conhecidos do grande público, como o Primo Pobre (Brandão Filho) e o Primo Rico (Paulo Gracindo). O programa também eternizou expressões populares, como a do personagem Peladinho – “Mengo, tu é o maior!” –, que deu origem ao apelido do Clube de Regatas Flamengo.


DEU NO UOL/FOLHA

RAUL JUSTE LORES
DE WASHINGTON

Às vésperas da Copa do Mundo, o Brasil tem imagem majoritariamente positiva em 24 dos 37 países pesquisados pelo Pew Research Center, um centro de pesquisas de Washington.

Entre os pesquisados, o Chile é onde o Brasil tem a melhor imagem (74% dos entrevistados dizem ter visão favorável do país). A Jordânia é o de visão mais desfavorável sobre o Brasil (70%).

Na América Latina, a visão favorável prevalece. Na Argentina, 59% dizem ter visão positiva, contra apenas 19% negativa. O Brasil caiu 17 pontos entre os mexicanos (hoje 41% dos mexicanos dizem ter visão favorável, contra 58% em 2002).

Nos Estados Unidos, 51% têm visão favorável, contra 26% desfavorável. Na China, há quase empate: 43% favorável contra 41% desfavorável. Na Índia, mais gente respondeu não ter opinião sobre o país (52%) do que favorável (24%) e desfavorável (24%).

O Pew fez entrevistas com 41 mil pessoas em 37 países, entre 17 de março e 23 de maio deste ano. Na maioria deles, foram mil entrevistas foram ao vivo, com adultos. Na França, foram feitas por telefone. Na China, foram 3.190 entrevistados.

Na Europa, o país é mais popular na França (66%), Polônia (62%) e Grécia (58%) —o índice é bem menor no Reino Unido (51%). E está abaixo dos 50% na Alemanha (49%) e Espanha (47%). Nestes dois, 35% e 40% dos entrevistados respectivamente têm imagem desfavorável do país.

Entre todas as regiões pesquisadas, foi no Oriente Médio que as opiniões sobre o país ficaram mais divididas. O Brasil é mais popular em Israel (59%) e Líbano (54%), e bem menos no Egito, Jordânia e Turquia (35%, 30% e 20%, respectivamente).

Na Ásia, a imagem favorável prevalece na Coreia do Sul (63%) e Japão (61%).

A média de toda a pesquisa é de que 54% dos ouvidos têm visão favorável.

Em 22 dos 37 países pesquisados, jovens entre 18 e 29 anos têm uma visão muito mais positiva do Brasil do que aqueles com mais de 50 anos. A distância é maior no Reino Unido (71% de favorável entre os mais jovens, 38% entre os mais velhos), no México (49% a 27%) e na Coreia do Sul (75% a 54%).

Na semana passada, o Pew divulgou uma pesquisa feita no Brasil que também questionava a imagem internacional do país. 76% dos entrevistados disseram que o Brasil deveria ser mais respeitado internacionalmente.

Sobre o impacto da Copa do Mundo na imagem internacional do Brasil, 39% disseram que vai “causar danos”; 35% que ajudava; e 23% que não iria causar nenhum impacto.

  • Arquivos