http://youtu.be/Y-lnTabslZM

Música vencedora do Festival da Canção de Juiz de Fora em 1971, “Casa no Campo” foi composta por dois integrantes do grupo Som Imaginário: Zé Rodrix e Tavito. Gravada por Elis Regina no seu disco de 1972 para a gravadora Philips, virou sucesso nacional.

Vai para Gabriella Vallejos, na California, a amada afilhada Gabee, na data de seu aniversario. A mensagem se insere na letra da canção, tão bela e tão parecida com a aniversariante.

O mais são Parabéns, votos de felicidade plena ao lado de seu Robert, muitos abraços e beijos de afeto e admiração .

(Hugo e Margarida)

jun
05
Posted on 05-06-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-06-2014

Bem devagar, e sentindo
a terra toda a rodar
E bom passar uma tarde em Itapoã.

Experimente!Ou pergunte a Glauvania Jansen (Glau), na Caminhada da Lua, que ela sabe explicar.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Souto na ABI:”Tenos outras prioridades, acima da ponte”

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA

A percepção do desejo de mudança da população diante da perda de posições da Bahia no cenário nacional e o sentimento de confiança em seu nome por grande parte do eleitorado, atestado pelas últimas pesquisas, motivaram a pré-candidatura de Paulo Souto (Democratas) ao governo do estado. Assim ele justificou a participação dele na disputa eleitoral deste ano em encontro na Associação Baiana de Imprensa (ABI), na manhã desta quarta-feira (4/6).

“Depois da definição de uma chapa competitiva com Joaci Góes (PSDB) para vice e Geddel Vieira Lima (PMDB) para senador, temos agora a importante missão de encontrar um novo caminho para a Bahia, no qual priorizamos uma gestão independente e livre, sem vinculação partidária, com os interesses de nosso estado sempre acima dos interesses dos partidos. A Bahia em primeiro lugar!”, afirmou Souto.

Segundo ele, a situação financeira do estado preocupa, mas o pré-candidato da oposição destacou que a melhoria dos serviços públicos essenciais, como segurança pública, saúde e educação, é uma meta a ser alcançada no caso de eleito. “Vamos precisar ajustar as finanças, porque as contas estão desequilibradas. O estado se tornou um devedor crônico nos últimos anos. Mas escutamos o recado das manifestações de 2013 e sabemos da necessidade urgente de oferecer mais qualidade nesses serviços ligados à vida das pessoas”.

Ao ouvir da mesa, composta pelo presidente da ABI, Walter Pinheiro, e o diretor, Aloísio da Franca Rocha Filho, que o adversário petista dissera ser melhor candidato e mais preparado, quando participara de encontro anterior, Paulo Souto observou que cabe ao eleitorado dizer qual o melhor, no mais seria cabotinismo. “Espero que todos os candidatos estejam preparados para um debate em alto nível. A campanha precisa estar à altura do povo da Bahia”.

A ponte Salvador/Itaparica esteve na pauta do encontro. Perguntado se daria continuidade ao projeto do atual governo, Paulo Souto lembrou que a proposta inicialmente seria viabilizada com recursos privados e, agora, dos R$ 7 bilhões previstos para as obras, R$ 5,5 bilhões a R$ 6 bilhões seriam públicos. “De onde virão essas verbas públicas? Serão federais? O estado não têm condições de arcar.”.

Na avaliação de Souto, se há disponibilidade desses recursos públicos, eles poderiam ser destinados a projetos mais prioritários, porque existem alternativas mais viáveis economicamente para fazer a ligação de Salvador com a Ilha de Itaparica e ainda integrar o Recôncavo. “Além do mais, o governo já gastou R$ 120 milhões neste projeto, mas não há muita clareza nele”.

Paulo Souto destacou que, em suas gestões governamentais, sempre foi capaz de inovar e não será diferente, no caso de eleito. “Implantamos o SAC, que se tornou uma referência mundial de atendimento público ao cidadão. Instituímos as leis de licitação e de organização social. Criamos o Planserv e o Plano Habitacional do Servidor Público, atualmente suspenso pelo atual governo”.

O pré-candidato oposicionista considerou exagerado o atual número de 32 secretarias estaduais. Ele, no entanto, disse que ainda não se debruçara sobre a questão, embora tenha destacado a impossibilidade de um gerenciamento eficaz diante de tantos órgãos governamentais. Em seu último mandato (2003/2006), eram 18 secretarias de estado.

No âmbito da cultura, Souto lembrou que, durante sua gestão, foram criados o Fundo de Cultura e o Fazcultura, mas novas ações serão desenvolvidas para estimular a produção cultural no estado. “A Bahia é um estado, cujas raízes, diversidade e história devem ser fatores determinantes, inclusive em programas de desenvolvimento. A nossa cultura tem força para alavancar o desenvolvimento e vai merecer de nós toda atenção”. Ele ainda descartou qualquer possibilidade de indicações partidárias para o Conselho Estadual de Cultura. “Precisa ter representatividade setorial e qualificação”.

A mobilidade urbana foi tratada pelo pré-candidato democrata ao garantir que respeitará e continuará desenvolvendo, no caso de eleito, os projetos em andamento na capital baiana. “Também, em parceria com a prefeitura, vamos buscar melhoria e novas alternativas de eixos viários”. Ele lembrou ainda das diversas realizações dele em Salvador. “Fizemos o Bahia Azul, que saneou 70% da cidade, o Viver Melhor, que recuperou 80 áreas de risco, além do Parque Costa Azul e da implantação da Avenida Gal Costa, que agora está sendo ampliada”.

jun
05
Posted on 05-06-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-06-2014


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Frank, hoje, no jornal A Noticia (SC)

jun
05

Salvador: caoticamente engarrafada

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DEU NA AGENCIA ESTADO

Uma análise comparativa das nove maiores capitais brasileiras mostra que as cidades do Nordeste e a capital fluminense têm uma densidade de tráfego maior do que São Paulo.

Enquanto a capital paulista chega a ter 46% de suas vias congestionadas nos horários de pico, Salvador chega a ter 59%. A capital mais congestionada, na comparação com o total de vias, é Recife, com lentidão em 60% de suas vias nos horários de pico.

A pesquisa com os dados está sendo divulgada nesta quarta-feira, 4, pela empresa de tráfego TomTom. Os dados são coletados dos aparelhos GPS da empresa, espalhados pelas frotas, e de aplicativos de celulares que usam a tecnologia da empresa.

Segundo a TomTom, a medição do tráfego não leva em conta o tamanho dos congestionamentos – como faz, por exemplo a Companhia de Engenharia de Tráfego. “O que medimos é a densidade do congestionamento”, diz o gerente de vendas da empresa, Julio Quintela. É uma comparação entre a quantidade de ruas existentes na cidade e quantas delas estão congestionadas. “Também fazemos a comparação da densidade nos horários de pico e fora deles, o que é um indicativo da infraestrutura”, diz Quintela.

Quintela afirma que os dados mostram uma menor infraestrutura dessas cidades para absorver os congestionamentos. “Notamos que as cidades do nordeste tiveram aumento dos congestionamentos no último ano. Uma hipótese para isso é a grande quantidade de obras públicas nas vias, para a Copa, que podem ter aumentado o trânsito”, diz.

Mundo. A TomTom também comparou a densidade do trânsito nas 120 maiores cidades do mundo. Nesse quesito, Brasil tem duas cidades entre os top 5 (São Paulo e Rio).

A cidade com mais vias congestionadas da Terra, segundo a empresa, é Moscou, na Rússia, onde 74% das vias ficam saturadas nos horários de pico. Em segundo lugar, Istambul, na Turquia, com 62% das vias saturadas.

“Fizemos essa análise levando em conta uma lista prévias das maiores cidades. Por isso que Recife ficou de fora”, explica Quintela

VEJA LISTA DAS CAPITAIS BRASILEIRAS COM PIOR CONGESTIONAMENTO:

1. Recife: 60%

2. Salvador: 59%

3. Rio de Janeiro: 55%

4. Fortaleza: 48%

5. São Paulo: 46%

6. Belo Horizonte: 42%

7. Porto Alegre: 38%

8. Curitiba: 34%

9. Brasília: 27%

VEJA RANKING MUNDIAL DAS CIDADES COM PIOR CONGESTIONAMENTO:

1. Moscou: 74%

2. Istambul: 62%

3. Rio de Janeiro: 55%

4. Cidade do México: 54%

5. São Paulo: 46%

6. Palermo: 39%

7. Varsóvia: 39%

8. Roma: 37%

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Após retornar a Salvador no início da tarde desta quarta-feira (4), Marco Prisco esteve na Câmara Municipal para reassumir o mandato de vereador. Preso por liderar as últimas duas greves da Polícia Militar na Bahia em 2014 e 2012, o parlamentar foi solto do presídio da Papuda, em Brasília, durante a madrugada.

O diretor jurídico da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), Fábio Brito, informou ao Correio24horas que apesar de Prisco ter retomado o mandato, ele deve ficar licenciado durante 15 dias. “Prisco está magro, perdeu 20 quilos e não condições alguma de frequentar as sessões neste momento. Ele esta muito abalado fisicamente e psicologicamente. Ele reassumiu o mandato por compromisso com a sociedade baiana”, conta.

Segundo Brito, o vereador deve se apresentar à Justiça e cumprirá recolhimento domiciliar nos fins de semana e feriados. “A Justiça determinou que ele cumpra horário comercial, das 8h ás 19h. Durante esse horário, ele pode trabalhar, sair, frequentar qualquer lugar, mas depois tem que se recolher e não ficar perto de pessoas ligadas às associações de PMs, frequentar quartéis e participar de manifestações”, explica.

Por meio de nota, a Câmara Municipal de Salvador confirmou que Prisco reassumiu o mandato e que ele optou por não dar entrevistas. O parlamentar formalizou o pedido junto à Diretoria Legislativa e se reuniu rapidamente com alguns vereadores de forma reservada.

Fiança
Prisco foi solto após os advogados do vereador pagaram a fiança do parlamentar no valor de R$ 21.720. preso no dia 18 de abril, um dia após o fim da greve da Polícia Militar no estado.

“Prisco está sem receber salário, pois pediu licença da Câmara Municipal. As contas das entidades de classe também foram bloqueadas pelo governador. Por conta disso, os advogados decidiram dividir igualmente o valor cobrado e fazer um empréstimo para pagar a fiança”, explica Fábio Brito.

Confira a nota na íntegra

“O vereador Soldado Prisco (PSDB), que passou dois meses detido na Polícia Federal por liderar duas greves de policiais militares na Bahia, retornou à Câmara Municipal de Salvador, na tarde desta quarta-feira (4), para pedir a suspensão da licença e reassumir o mandato. Ele formalizou o pedido junto à Diretoria Legislativa e se reuniu rapidamente com alguns vereadores, de forma reservada. Prisco optou por não se pronunciar nem dar entrevistas, para não correr o risco de infringir alguma das restrições impostas pela Justiça para revogar a prisão. O vereador, segundo sua assessoria, ainda está debilitado devido a sérios problemas gástricos”


Irving Berlin, nas vozes de craques da canção americana e nos passos de feras, de lá,Fred Astaire…

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

jun
05

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DEU NO JORNAL PÚBLICO, DE LISBOA

OPINIÃO

Maria Amélia Martins-Loução

O dia 5 de Junho é, desde 1972, o Dia Mundial do Ambiente. Foi criado a partir de uma resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, em resultado da Conferência de Estocolmo organizada pela ONU, de 5 a 7 de Junho desse ano, onde se discutiram as consequências para o planeta de um “desenvolvimento humano a qualquer custo”.

Para as Nações Unidas, este dia é um convite à reflexão e ao desenvolvimento de atividades que levem a população a ponderar sobre o impacto do homem no ambiente. Mas, mais do que iniciativas, é urgente colocar em prática ações concretas e transversais que levem os problemas reais ao conhecimento dos cidadãos. Lembro três iniciativas que contemplam a formação, cidadania e associativismo, que podem vir a constituir verdadeiros agentes de mudança.

1. Formação. Durante o mês de Maio/Junho terminam diferentes iniciativas financiadas pelo Ciência Viva, direcionadas a jovens estudantes do ensino básico e secundário. Dois destes projetos tiveram o apoio de investigadores do Museu Nacional de História Natural e da Ciência e docentes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Um teve como público-alvo o ensino secundário e o outro, o primeiro ciclo do ensino básico. A importância destes projetos reside na ligação entre diferentes níveis hierárquicos de ensino, um dos objectivos dos programas educativos da União Europeia. Estas interacções oferecem aos jovens estudantes novas oportunidades de aprendizagem sobre problemas reais, ao mesmo tempo que facilitam a integração e compreensão dos problemas científicos, a sua abordagem metodológica e o conhecimento responsável sobre ações a desenvolver em prol de uma sociedade inclusiva.

2. Cidadania. Teve início este ano o estudo de opinião sobre sustentabilidade e uso eficiente dos recursos e que pretende dar voz aos cidadãos portugueses sobre temáticas como a reindustrialização, desenvolvimento sustentável, “economia verde”, sustentabilidade energética. Para além do estudo de opinião, baseado nos resultados de um inquérito que cobriu setores distintos da sociedade portuguesa, o projecto liderado pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa tem vindo a promover debates de norte a sul do país. O objetivo é estimular a cidadania ativa com base na divulgação científica. Financiada pela União Europeia e promovida pelo Centro de Informação Europeia Jacques Delors, esta iniciativa pode diagnosticar a percepção dos portugueses sobre os problemas ambientais e as suas propostas de ação e, simultaneamente, levar o conhecimento científico ao debate público.

3. Associativismo. A recém-criada Associação Portuguesa de Lixo Marinho, APLM, procura apoiar uma das grandes preocupações das Nações Unidas sobre o impacto dos lixos marinhos nos ecossistemas. Estima-se que existam 100 milhões de toneladas de plástico flutuando nos mares e oceanos que afetam os ecossistemas e a sua sustentabilidade. Este movimento associativo nasceu no seio da academia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, em resultado da investigação desenvolvida no âmbito de dois projectos europeus, que permitiram avaliar e testar, cientificamente, o impacto dos lixos marinhos nos habitats marinho, costeiro, estuarino e águas interiores. A APLM pretende contribuir de forma ativa para a sensibilização, consciencialização e co-responsabilização da sociedade para valores de consumo sustentável. Através da divulgação científica, debates e acções formativas, pretende fomentar a cidadania com práticas de solidariedade e preservação ambiental.

Como estas três, muitas outras iniciativas abundam por todo o país. Tal como as Nações Unidas preconizam, devíamos clamar bem alto a necessidade de olhar o planeta como se tratasse de uma ilha ameaçada pela subida da água do mar. Cabe ao Governo legislar sobre matéria de ambiente, fiscalizar e exigir o seu cumprimento e aos media a divulgação e publicitação de iniciativas que possam constituir verdadeiros agentes de mudança. Mas a sociedade terá de saber responder e apoiar estes desafios de forma consciente e responsável. Para isso, cabe às universidades divulgar e disseminar o conhecimento científico para permitir “agir glocal”, ou seja, levar os cidadãos a compreender que, ao desenvolverem acções locais, estão a promover repercussões globais. A grande maioria dos problemas ambientais reais podem ser minimizados com posturas individuais. No entanto, desconhece que, ao optar por uma selecção de produtos alimentares locais e da época, está a diminuir o impacto dos transportes e, consequentemente, as emissões de carbono e as necessidades de energia. O mesmo se passa com a apatia do público perante a necessidade, compulsiva, de comprar tudo embalado, em nome da segurança alimentar. Nem tudo seria necessário, e ao “permitir” essa prática estamos a colocar mais plástico em casa e no ambiente. Será importante que, ao longo deste dia e de muitos outros, cada um de nós pense em ações concretas de como minimizar o nosso impacto no ambiente. Este é o convite das Nações Unidas para este Dia do Ambiente.

Professora catedrática da Universidade de Lisboa

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