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DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

O processo constitucional para a sucessão do rei de Espanha, Juan Carlos, pelo seu filho Felipe, começa nesta terça-feira, 3, com uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros.

Fontes parlamentares admitem que, apesar de o calendário não ser conhecido, todo o processo poderá estar concluído dentro de uma semana.

Fontes do Governo espanhol confirmaram à agência Lusa que a reunião extraordinária do Conselho de Ministros terá como único ponto na agenda a aprovação da lei orgânica que fixará o procedimento a seguir para a sucessão, na sequência do anúncio, esta segunda-feira,2, da abdicação de Juan Carlos.

A lei será remetida ao Congresso de Deputados cuja Mesa – órgão de governo da câmara baixa – se reunirá, previsivelmente durante a tarde de terça-feira, para debater a lei orgânica, abrindo depois prazos para que os grupos parlamentares apresentem emendas, após o que a lei subirá ao plenário do parlamento onde terá de ser aprovada por maioria absoluta dos deputados.

A lei passará depois para o Senado, a câmara alta do parlamento, onde se seguirá o mesmo procedimento.

Depois de aprovada de forma definitiva nas Cortes, a lei será publicada no Boletim Oficial de Estado, momento em que se torna efetiva a abdicação e no mesmo dia deverá realizar-se a sessão solene das Cortes Gerais em que o príncipe das Astúrias será proclamado rei Felipe VI.

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“Entre o Torresmo e a Moela”, Aldir Blanc e Maurício Tapajós, enquanto a Copa não começa!

BOA TARDE

(Gilson Nogueira)


Felipe e Letízia, novos soberanos de Espanha

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

Letizia Ortiz, uma ex-apresentadora de televisão proveniente de origens modestas, irá quebrar o molde tradicional de rainhas de Espanha assim que for coroada ao lado do marido, o príncipe Felipe de Bourbón.

Letizia Ortiz Rocasolano nasceu a 15 de setembro de 1972 em Oviedo, Astúrias e estudou Comunicação Social na Universidade Complutense de Madrid antes de ir para o México fazer um mestrado que não terminou, tendo acabado por trabalhar num jornal local.

Antes de se juntar à família real, Letizia Ortiz já era um rosto conhecido dos espanhóis como jornalista da TVE. Anteriormente tinha trabalhado para a agência de notícias EFE e para o jornal ABC, com passagem pela agência Bloomberg e pela CNN+, até chegar à televisão estatal.

Ortiz casou-se a 22 de maio de 2004 com o príncipe herdeiro ao trono, Felipe de Borbón, que irá agora tornar-se rei de Espanha depois da abdicação do seu pai, Juan Carlos.

Felipe é cinco anos mais velho que a mulher, que já tinha sido casada anteriormente.

Letizia Ortiz será a primeira rainha espanhola depois de Maria das Mercedes de Orleães e Bourbon, a primeira mulher do bisavô de Felipe, Alfonso XIII, que morreu em 1904. A rainha Sofia, mulher de Juan Carlos, é grega de nascimento.

jun
02
Posted on 02-06-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-06-2014


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Myrria, hoje, no jornal A Crítica (AM)

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DEU NA EDIÇÃO BRASILEIRA DO JORNAL ESPANHOL EL PAÍS

OPINIÃO

O FENÔMENO JOAQUIM BARBOSA

Alberto Dines

Se já era espantosa a capacidade do presidente da Suprema Corte de ocupar o centro das atenções, o anúncio na última quinta-feira da sua aposentadoria imediata reforçou substancialmente o seu poder e a sua magia.

O mistério em torno dos reais motivos que o levaram a interromper uma fulgurante carreira, as versões logo divulgadas – inclusive supostas ameaças de morte – tudo contribui para alimentar a magistral perícia deste magistrado para surpreender e empolgar.

A opção pela renúncia é, em si, uma formidável alavanca para produzir admirações. Num ambiente marcado pela ambição desmedida, cobiça exorbitante e sofreguidão pelo poder, o simples gesto de abdicar e abrir mão contrasta vivamente com a legião de mãos sorrateiras, prontas para apoderar-se de tudo.

Barbosa conhece a dinâmica do sebastianismo, o magnetismo exercido pelos encobertos, o fascínio dos sumidos. Escolheu o ostracismo como proteção e reforço. Espontaneamente, encaminha-se ao banco dos reservas num momento em que todos se engalfinham pela camisa de titular. Numa paisagem marcada pelo desgaste das lideranças e a evaporação das idéias-força, Barbosa prefere recolher-se para lustrar o capital acumulado.

O horizonte sombrio sugere incertezas, trepidações, fissuras e até rupturas. Não apenas aqui ou no nosso entorno, mas também nos laboratórios do hemisfério norte e nos acervos do Velho Mundo. Os indícios fornecidos no último domingo pelo pleito europeu se avolumam e ganham relevância na medida em que a galeria de lideranças — independente das colorações partidárias – converte-se em mostruário de nulidades e insignificâncias. As exceções vão por conta de Angela Merkel (interessante mix de pragmatismo, moderação e racionalidade) e Vladimir Putin (com apetite, treino e instinto para audácias), o restante do time de chefes de governo é deplorável: David Cameron, François Hollande e Mariano Rajoy são medíocres, canhestros, o recém-chegado Matteo Renzi ainda não rodou o suficiente para mostrar atributos.

O quase ex-presidente do STF sabe que o nível dos competidores dá dimensão aos torneios, por isso deve aguardar desafios mais qualificados. Na arena do STF seria compelido a desgastar-se com embates menores. Prefere preservar-se. E, periodicamente, fazer intervenções surpreendentes. Tem calibre, saber e senso de oportunidade para cultivar esperanças e expectativas.

Joaquim Barbosa entrou em cena por vontade alheia, o presidente Lula queria um negro na corte suprema. Em apenas onze anos, o ilustre desconhecido tornou-se o mais visível e respeitado chefe do Judiciário de todos os tempos. Diz o que pensa, faz o que lhe dita a consciência e o dever cívico e, como se não bastasse, consegue irradiar sua imagem e mensagens para grande parte da população, sem dispor de qualquer máquina partidária, midiática ou empresarial.

É um fenômeno.

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Y qué hiciste del amor que me juraste
y qué has hecho de los besos que te di
y qué excusa puedes darme si faltaste
y mataste la esperanza que hubo en mí.

Y qué ingrato es el destino que me hiere
y qué absurda es la razón de mi pasión
y qué necio es este amor que no se muere
y prefiere perdonarte tu traición.

Y pensar que en mi vida fuiste flama
y el caudal de mi gloria fuiste tú,
y llegué a quererte con el alma
y hoy me mata de tristeza tu actitud.

Y a qué debo dime entonces tu abandono,
y en qué ruta tu promesa se perdió,
y si dices la verdad yo te perdono
y te llevo en mi recuerdo junto a Dios

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO PORTAL BAHIA 247

Com experiência própria em resultado de eleição inverso ao de pesquisas, o governador Jaques Wagner (PT) também minimizou levantamento feito pelo Ibope, divulgado no início da semana, o qual apontou o ex-governador Paulo Souto, do DEM, com 41% das intenções de voto contra 11% da senadora Lídice da Mata e 9% do petista Rui Costa.

“O jogo só começará a ser jogado no final de julho, início de agosto. Hoje estamos todos concentrados, esquentando as turbinas”, disse Wagner em entrevista ao jornal em entrevista ao jornal A Tarde na edição deste domingo (1º). O petista lembra que “86% da população ainda não sabe em quem votar”.

Em 2006, às vésperas das eleições, o então governador Paulo Souto tinha 61% das intenções de voto contra 5,5% de Jaques Wagner. Em disputa histórica, porém, o petista foi eleito com 62% dos votos no primeiro turno e pôs fim a quase 30 anos de carlismo.

Wagner também falou na entrevista sobre os “legados” deixados pela Copa do Mundo no Brasil e na Bahia. “O legado que deixa, na verdade, é a exposição do país lá fora, é o turista que vem aqui e o evento que será assistido por um bilhão e meio de pessoas nas redes de TV”.

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