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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Eudes Benício (esportes@portalibahia.com.br)

O Tricolor segue abrindo caminho e confirmando a boa fase. Desta vez sobrou para o Botafogo, que não foi páreo para o Esquadrão e saiu derrotado por 1 a 0 na tarde desse domingo (4), na Arena Fonte Nova. Superior ao Alvinegro carioca em quase todo o jogo, o Bahia garantiu a primeira vitória como mandante e a segunda consecutiva no Brasileirão 2014, com um gol de Maxi Biancucchi, que voltou a marcar com a camisa tricolor na partida da quarta rodada.

Com seis pontos depois de três jogos, o Bahia saiu de campo ocupando a quarta posição, dentro do G-4, mas ainda aguardando a finalização da rodada com o jogos da noite de domingo. A situação do Botafogo se agravou ainda mais na tabela e o time perdeu uma posição, caindo para o penúltimo lugar, com apenas um ponto.

Antes de pensar no próximo compromisso pelo Brasileirão, o Bahia volta as atenções para a Copa do Brasil. Na quarta-feira (7) o time faz o primeiro jogo no confronto da segunda fase, diante do América Mineiro. A partida será no estádio Independência, com começo previsto para as 22h. Na quarta rodada do Campeonato Brasileiro o Tricolor recebe o arquirrival Vitória para o clássico BaVi que acontece no domingo (11), a partir das 18h30. No sábado (10) o Fogão recebe o Criciúma, no Maracanã.

O próximo adversário tricolor no Brasileirão será o arquirrival Vitória

Bola rolando
Começo de jogo nervoso na Arena Fonte Nova, com muito mais faltas, cartões amarelos e desentendimentos que jogadas com objetividade no ataque. Até que o ânimos se acalmassem, Bahia e Botafogo inverteram posse de bola reduzindo as investidas aos lançamentos de longa distância ou nas bolas paradas próximo da área. Com a bola rolando, o primeiro susto foi protagonizado pelo Botafogo. Emerson descolou bom passe para Gabriel, ele chutou da entrada da área e mandou perto, mas pelo lado do gol de Marcelo Lomba, aos 22′.

O jogo seguiu truncado, com o Tricolor tomando a iniciativa, mas reduzido às descidas pelas laterais, por conta da marcação alvinegra que congestionava o meio. Aos 26, Anderson Talisca arranjou ótimo lançamento para Uelliton, deixou o parceiro de cara com o gol, mas ele preferiu tocar para Lincoln e deu tempo para a zaga do Botafogo chegar e fazer o corte. O Bahia continuou mais presente no ataque, finalizando mais vezes que o rival, mas o empate persistiu até o intervalo.

O Bahia voltou bem para o segundo tempo, marcando forte, conseguindo roubar bola ainda no campo do Botafogo, e seguia insistindo com as laterais como principal caminho para chegar no ataque. Demorou, mas foi por lá que os donos da casa encontraram o rumo para abrir o placar da partida. Aos 14, Pará desceu na esquerda, cruzou consciente para Maxi e ele completou no meio da área. E mesmo depois do gol, o Botafogo não conseguiu arrumar seu esquema e seguia sem conseguir levar as jogadas até a área tricolor, oferecendo pouco perigo.

Em vantagem, o Esquadrão se fechou e passou a atrair o Botafogo enquanto esperava o espaço para dar o contra-ataque. O Alvinegro só conseguiu a primeira boa chance aos 28 minutos do segundo tempo. Wallison recebeu na área, mandou o chute depois do quique, buscando o ângulo, e acertou a trave no gol de Marcelo Lomba. No final, o Fogão ainda tentou apertar a pressão, mas não conseguiu passar pela defesa do Bahia e teve que levar a derrota para casa.


Kalil: sem transferir responsabilidades
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Artigo
Galo: Exemplo de Campeão

Marinaldo Mira

A eliminação do Atlético Mineiro da Copa Libertadores diante do xará colombiano causou trauma na torcida mineira. Muito sofrimento para os campeões da temporada de 2013, aceitar o empate por 1 x 1 diante do Atlético Nacional-COL em plena Belo Horizonte. O duelo valia vaga nas quartas de final da Copa Libertadores. Os atleticanos precisavam vencer por dois gols de diferença e chegaram a abrir o placar no primeiro tempo. No entanto, quase no fim do segundo tempo, o Atlético Nacional chegou ao empate e eliminou os mineiros.

Decepção e muitas reclamações contra o time e o treinador, mas, tudo isso foi encerrado rapidamente. Logo após o jogo, o presidente do clube, Alexandre Kalil, assumiu toda a culpa pelo mau resultado: “A responsabilidade pela tragédia é só minha. O presidente é o responsável pelo clube. Podem dizer: ‘Alexandre Kalil é uma besta quadrada’. Não quero que acusem mais ninguém” disse ele, em entrevista ao canal FOX Sports.

“Eu sou o ícone da estupidez do ano. Não adianta culpar Paulo Autuori, Levir, Ronaldinho, Tardelli… pelo amor de Deus, deixem meus rapazes em paz” disse o dirigente, sem explicar quais teriam sido seus erros. “A torcida merece ouvir isso do mandatário do clube. Eu sei, sou atleticano, sei a dor que estão sentindo. A torcida confia em mim. Estou triste e vou até o final do meu mandato, em dezembro, lutando para dar outro título ao Galo”, completou.

A atitude do dirigente deve ser encarada como um exemplo para os outros presidentes de clubes. É bem melhor reconhecer e assumir os erros a deixar o clube mergulhar em crise, sempre muito bem alimentada e prolongada pela mídia especializada.

Kalil enxerga adiante e com sua atitude não só afasta qualquer hipótese de ‘crise’, como também poupa jogadores e comissão técnica de serem apontados como ‘culpados’ ou responsabilizadas pelo revés. Pode até parecer demagogia, mas que funciona, funciona.

A postura do presidente foi profissional e exemplar. O dirigente agora vai colocar a casa em ordem e começar tudo de novo. Se Kalil fosse seguido pelos presidentes, com certeza, não existiria crise nos clubes que têm mais visibilidade na mídia e que são mais cobrados pelos torcedores para conquistas de vitórias e títulos.

Kalil não só fez um afago nos torcedores do Galo quando destacou que quem mais sofre é ele, como, de uma tacada, jogou qualquer possibilidade de crise para fora dos muros da Cidade do Galo. Um autêntico golpe de mestre, no bom sentido!

Quem vai pedir a cabeça do presidente? Ninguém !

Marinaldo Mira – Jornalista (Ufba/1980, cronista esportivo e professor de Ética. (marinaldomira@gmail.com)

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Posted on 04-05-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-05-2014


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Sid, hoje, no portal de humor A Charge Online

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BOM DIA!!!

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Prisco: infarto na prisão do DF

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DEU NO PORTAL A TARDE

O vereador Marco Prisco (PSDB) foi internado no início da noite deste sábado, 3, por volta das 18h, após sofrer um suposto infarto dentro do Presídio Federal de Papuda, em Brasília, onde está preso, a pedido da Justiça Federal, por ter liderado a greve da Polícia Militar da Bahia em 2012.

Segundo as informações de Vivaldo Amaral, advogado de Prisco, ele foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Sebastião e seria encaminhado para o Hospital Base ainda na noite deste sábado. Até as 23h25, a transferência ainda não tinha ocorrido.

Amaral, que está em Salvador e viajará para Brasília na manhã deste domingo, 4, afirma que ele deve passar por uma cirurgia. O outro advogado Leonardo Mascarenhas, da equipe de Amaral, acompanha Prisco em Brasília.


Marquinhos festeja gol do Vitória no Maracanã

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DEU NO IG

Marquinhos fez os dois gols da equipe baiana, que venceu pela primeira vez no Campeonato Brasileiro, chegou aos quatro pontos e ficou no meio da tabela. Estacionado nos seis, o Fluminense perdeu a liderança para o Cruzeiro.

Melhor em todo o primeiro tempo, o Fluminense chegou a acertar a trave, mas não marcou e acabou castigado no início da etapa final, em chute de Marquinhos desviado por Fred. O mesmo Marquinhos puxou contra-ataque e ampliou.

Cristóvão Borges tentou a sorte com Walter, apostando nos cruzamentos, e chegou a descontar já no finalzinho, aos 42, com um gol irregular de Wagner. Houve uma tentativa de pressão nos minutos derradeiros, bem suportados pelo Vitória.

Domínio tricolor

O Vitória começou a partida assustando o Fluminense, e Diego Cavalieri teve de fazer defesa difícil em chute de Souza após falha de Elivelton. Daí em diante, a equipe tricolor estabeleceu seu domínio na primeira etapa, embora não tenha conseguido balançar a rede de Wilson.

Nelson Perez/FluminenseF.C.
Conca arrisca passe em ataque do Fluminense contra o Vitória

Os comandados de Cristóvão Borges tocavam bem a bola pelo meio, contando com jornada criativa de Darío Conca, e sabiam também usar as beiradas. Com Fred executando o papel de pivô na meia-lua, Rafael Sobis fazia bem o pêndulo, caindo pelos dois lados e criando dificuldades para a marcação.

A primeira grande oportunidade dos donos da casa surgiu em passe de Conca para Carlinhos, que cruzou após a falha de Marquinhos. Sobis chegou batendo após o quique da bola e acertou o poste esquerdo de Wilson. Não funcionava o contra-ataque do Vitória, que se via obrigado a ficar no campo de defesa.

Quando a saída não era boa, o Fluminense aproveitava. Sobis quase marcou depois de roubar uma bola na frente, parando em Wilson. Pouco depois, nova saída errada rubro-negra, e Wagner invadiu a área pela esquerda. Ele tentou devolver o passe recebido de Conca, que só não marcou porque, na pequena área, não teve equilíbrio para finalizar.

Gols rubro-negros

As equipes voltaram para o segundo tempo com as mesmas disposições, mas o Vitória aproveitou um rebote para mudar a feição do jogo, aos oito minutos. Após batida de falta de Ayrton e corte parcial da defesa, Marquinhos dominou na meia direita e bateu forte. O chute era defensável, mas o leve desvio na cabeça de Fred matou Cavalieri.

Atordoado, o Fluminense quase levou outra pancada no minuto seguinte, quando Caio ganhou na velocidade pela direita e cruzou de dentro da área. Cavalieri cortou e impediu que Juan aproveitasse o rebote, bloqueando o chute. Juan ainda pôde rolar para Souza, que chutou à direita.

Empurrada pela torcida, a formação das Laranjeiras criou boa jogada com passes inteligentes de Sobis e Conca, mas Wagner bateu para fora. Minutos mais tarde, aos 26, Cristóvão Borges resolveu apostar em mais um centroavante, Walter, que substituiu Sobis.

A presença desse homem de área a mais fez os cruzamentos se tornarem mais frequentes. Dão assustou o próprio goleiro em um deles, e Fred não errou por muito em outro. Foi em uma falta sofrida por Conca, porém, que a rede foi balançada, já aos 42 – Wagner aproveitou o rebote, em posição de impedimento. Não foi suficiente.

FICHA TÉCNICA – FLUMINENSE 1 X 2 VITÓRIA
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: Data: 3 de maio de 2014, sábado
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Marcos Andre Gomes da Penha (ES)
Assistentes: Ramires Santos Candido (ES) e Leonardo Mendonca (ES)
Cartões amarelos: Fred (Fluminense); Souza (Vitória)

Gols:
Fluminense: Wagner, aos 42 minutos do segundo tempo
Vitória: Marquinhos, aos oito minutos do segundo tempo e aos 37 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Elivelton e Carlinhos; Diguinho, Jean, Wagner e Darío Conca; Rafael Sobis (Walter) e Fred
Técnico: Cristóvão Borges

VITÓRIA: Wilson, Ayrton, Dão, Rodrigo Defendi e Juan; Luiz Gustavo e José Welison; Marquinhos, Hugo e Caio; Souza (Vinícius)
Técnico: Ney Franco

*Com GazetaEntre para a torcida virtual do Fluminense-RJ

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