Canção de Dorival Caymmi, composta em 1939 sobre motivo popular.

Este vídeo faz parte do blog Sobre a Canção, de análise musical, em http://tuliovillaca.wordpress.com/201… CONFIRA!!!

SALVE DORIVAL!!!

BOA TARDE

(Vitor Hugo Soares)

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BOB FERNANDES

Esquenta ainda mais a guerra eleitoral.

Lá de Portugal, Lula diz que o chamado “mensalão” foi um “massacre que visava destruir o PT”. E que “80% do julgamento foi político”.

Por alguns motivos, Lula disse o que disse lá em Portugal, e não no Brasil.

Disse lá por saber da repercussão que teria dentro e fora do Brasil. E para deixar claro o que ele, Lula, já não esconde e vem repetindo em todo canto:

-A chamada “grande mídia” do Brasil tem lado. E o jogo é e será pesado, como nunca antes.

A CPI da Petrobras, cobrada pelas oposições, vem aí. Ou não vem? Com seus milhões nas manchetes, cada dia mais milhões.

O governismo anuncia contra-ataque. Com CPI dos milhões do metrô do PSDB em São Paulo e do porto de Suape, na Pernambuco do PSB.

Anuncia enquanto convoca as redes sociais para a batalha, como têm feito Lula e Dilma nas últimas semanas.

Jogo pesado e difícil, inclusive por conta da brigalhada interna.

Em meio a um embate salarial entre setores da Polícia Federal e o governo Dilma, informações estariam sendo vazadas.

Informações sobre investigação de personagens, tipo André Vargas, e de empresas como a Petrobras.

Conversei nesta segunda-feira, 28, com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Ele disse:

-Seja delegado ou agente, quem vazar informação será punido.

Jones Leal, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF), nega que agentes estejam vazando informações. Mas não põe a mão no fogo por delegados que, diz ele, apoiam o PSDB.

Leal conta que agentes e demais categorias da PF apoiaram Lula, e depois Dilma, desde as eleições de 2002.

Ambiente diferente, o da eleição deste 2014. Talvez a mais encarniçada disputa desde a que elegeu Fernando Collor em 1989.

No entender de Lula, a luta na mídia, a “grande mídia”, é e será desigual. Por isso, cada vez mais, o ex-presidente estará na linha de frente. Com tudo que isso possa significar.

Inclusive os recorrentes rumores e ações sobre o “Volta, Lula”.

abr
29
Posted on 29-04-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-04-2014

DEU NO CORREIO DA BAHIA

Da Redação

Passageiros avaliaram os 15 principais aeroportos do país em uma pesquisa de indicadores de desempenho realizada pela Secretaria da Aviação Civil (SAC-PR). Entre eles, o Aeroporto de Salvador teve a quinta pior avaliação.

Em uma escala de 1 a 5, a média da nota dos aeroportos foi de 3,81 (média geral dos indicadores – percepção do passageiro). O Aeroporto de Natal ocupa o topo do ranking, como o melhor avaliado, com nota 4,16. O Aeroporto de Salvador ocupou a 11ª posição, com nota 3,76, abaixo da média e o de Cuiabá teve a pior avaliação, com nota 3,26.

O primeiro levantamento de 2014 ocorreu entre os meses de janeiro e março e ouviu 18.062 pessoas. Ao todo foram avaliados 41 itens, que vão desde o meio de transporte usado para chegar aos terminais até o atendimento recebido na imigração ou aduana.

Entre os 41 indicadores avaliados, o Aeroporto da capital baiana se destaca positivamente em alguns e negativamente em outros em relação aos outros aeroportos contemplados pela pesquisa. O Aeroporto de Salvador teve a terceira melhor avaliação nos itens valor de alimentação, tempo de fila de emigração e estabelecimentos comerciais, e a segunda melhor nota em relação ao tempo de fila da aduana. Por outro lado, ele teve a terceira pior nota nos indicadores disponibilidade de meio-fio e Negócios/Sala VIP.

Entre os seis indicadores que o Aeroporto de Salvador se destacou, os gráficos do tempo de fila da aduana e do tempo de fila de emigração mostram nota de 12 aeroportos e os gráficos dos outros quatro mostram a nota de 15 aeroportos.

“Com os dados coletados dos usuários, nós passamos a exigir de cada aeroporto que apresente um plano de gestão para melhorar o desempenho exatamente naquilo que o cliente está reclamando”, explicou, em nota, o ministro-chefe da SAC, Moreira Franco.

abr
29
Posted on 29-04-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-04-2014


Waldez, hoje, no jornal Amazônia

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DEU NO ESTADÃO

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, repudiou as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao julgamento do mensalão. “Lamento profundamente que um ex-presidente da República tenha escolhido um órgão da imprensa estrangeira para questionar a lisura do trabalho realizado pelos membros da mais alta Corte de Justiça do País”, disse.

Para o ministro, “a desqualificação do Supremo Tribunal Federal, pilar essencial da democracia brasileira, é um fato grave que merece o mais veemente repúdio. Essa iniciativa emite um sinal de desesperança para o cidadão comum, já indignado com a corrupção e a impunidade, e acuado pela violência. Os cidadãos brasileiros clamam por justiça”.

Relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa disse que a tramitação do processo foi “absolutamente transparente”. “Pela primeira vez na história do tribunal, todas as partes de um processo criminal puderam ter acesso simultaneamente aos autos, a partir de qualquer ponto do território nacional uma vez que toda a documentação fora digitalizada e estava disponível na rede.”

O ministro acrescentou que as cerca de 60 sessões consumidas com o julgamento foram públicas, com transmissão ao vivo pela TV Justiça. “Os advogados dos réus acompanharam, desde o primeiro dia, todos os passos do andamento do processo e puderam requerer todas as diligências e provas indispensáveis ao exercício do direito de defesa.”

Joaquim Barbosa disse ainda que todos os réus e o Ministério Público puderam indicar testemunhas. “Foram indicadas, no total, cerca de 600.” O presidente do STF afirmou que a acusação e a defesa tiveram mais de quatro anos para trazer ao STF as provas de seus interesses. “Além da prova testemunhal, foram feitas inúmeras perícias, muitas delas realizadas por órgãos e entidades situadas na esfera de mando e influência do presidente da República, tais como Banco Central do Brasil, Banco do Brasil, Polícia Federal, Coaf.”

“Portanto, o juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade de compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome.”

?


Letra: Charles Trenet e Raoul Breton. Musica:Johnny Hess and Paul Misraki.?

Bonita demais!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NO UOL/FOLHA

Após a grande repercussão do caso de racismo durante o jogo contra o Villarreal, Daniel Alves voltou a falar nesta segunda-feira, 28, sobre o fato de ter comido a banana atirada no gramado do El Madrigal. Ciente de que o torcedor que jogou o objeto no campo já foi identificado e banido do estádio da equipe amarela para sempre, o lateral do Barcelona e da seleção brasileira não se demonstrou satisfeito com a solução adotada.

Em entrevista para a Rádio Globo, o jogador afirmou que banir o torcedor do futebol não resolve a situação. O ideal seria educar as pessoas.

“O Puyol falou que tinha sido identificado, mas não falou sobre a punição e o que faria. Pudesse pegaria a foto e colocaria publica só para envergonhar, banir não é solução. Estaria pagando mal com mal, tem de educar as pessoas e não tentar banir ele do futebol”, afirmou.

Daniel Alves também se disse surpreso com o grande apoio demostrado por atletas e artistas nas redes sociais. No entanto, o lateral espera que todo esse “bafafá” na internet tenha algum resultado.

“Não pensava no positivo que podia ser, na luta contra o racismo. Tem de evoluir, o mundo evoluiu, a gente tem de evoluir com ele. Não pode ficar atrás não, senão fica com mentalidade que não soma. Contribuir sempre em prol de melhorar e não piorar. Várias postagens companheiros outros personagens públicos, e gerou todo bafafá, espero que todo esse bafafá sirva para alguma coisa”, disse.

O lateral lembrou que o racismo é algo recorrente na Espanha e que já sofreu preconceito diversas vezes nos 11 anos em que atua no país europeu. Além disso, Daniel afirmou que os espanhóis deveriam estar agradecidos pela presença de estrangeiros no futebol local.

“11 anos sofrendo a mesma coisa, primeira vez que jogaram a banana. Sem dúvida nenhuma, eles vendem (a Espanha) como país de primeiro mundo e bastante evoluído, mas evoluídos em um certo tipo de coisa, em outros estão atrasado. Preconceito ou é com estrangeiro ou com cor. Aconteceu com outros companheiros que pensaram em abandonar jogo. Preocupação deles é mais com quem vem de fora do que com uma cor. Acho que não deveria acontecer, até porque o brilho, algo que amam tanto, o futebol quem dá a maioria das vezes são estrangeiros. Deveriam estar agradecidos de nos ter aqui”, analisou.

Por último, o jogador do Barcelona e da seleção brasileira disse que em nenhum momento cogitou que a banana estivesse envenenada, temor demonstrado por seu pai após o ocorrido.

“Envenenar uma banana, levar banana envenenada, é demasiada malícia, demasiada maldade do ser humano, não vejo tanta maldade. Às vezes tenho reações errôneas, reações inadequadas, sempre acredito e devo acreditar que o ser humano é bom”, disse.


Caetano: Abraçaço empolga no Coliseu de Lisboa

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS, DE LISBOA

Por João Moço,

O cantor e compositor brasileiro lotou a sala lisboeta com um espetáculo focado no seu último álbum, ‘Abraçaço’.

Ainda o concerto estava no início quando Caetano Veloso se atirou à canção Um Comunista, um tema longo e lento, retirado do seu último álbum, Abraçaço (2012), no qual faz uma homenagem ao militante comunista Carlos Marighella, assassinado em 1969, cantando versos como: “Calçadões encardidos/ Multidões apodrecem/ Há um abismo entre homens/ E homens, o horror”. Fazer logo na primeira parte de um concerto uma declaração desta índole mostra como Caetano Veloso está longe de ser hoje uma voz conformista ou resignada.

O seu último álbum, Abraçaço, o terceiro de uma trilogia composta ainda por Cê (2006) e Zii e Zie (2009), é também o melhor dos três (e um dos trabalhos de Caetano Veloso mais interessantes da última década), conseguindo que a sonoridade elétrica, devedora da escola rock, assente nas canções sem lhes tirar o seu potencial valor. E isso comprovou-se na noite de segunda-feira, com estes novos temas a viverem harmoniosamente ao lado das pérolas que Caetano Veloso compôs no passado. É disso exemplo a passagem de Escapulário (retirada do álbum Jóia, de 1975) para o Funk Melódico do último disco.

Mesmo que tenham sido as canções de Abraçaço aquelas que dominaram o alinhamento da noite (foram interpretados nove dos onze temas do álbum), isso não impediu que conseguisse conquistar plenamente o Coliseu de Lisboa, lotadissimo, como se comprovou na reta final do espetáculo, quando o público que estava sentado nos lugares laterais e mais atrás na plateia “correu ” para a frente de palco para, assim, viverem mais de perto este espetáculo.

Foram poucas as palavras que o cantor dirigiu ao público. Quando perguntou se alguém na plateia celebrava o seu aniversário, logo se fez ouvir um coro de vozes. Aí Caetano dedicou-lhes o tema que se seguiu, o apropriado Parabéns, mesmo que não tivessem dito a verdade, como brincou. O músico consegue ter uma presença em palco que, mesmo sem grandes discursos, consegue cativar quem o vê, seja pelas danças de guitarra em punho, pela teatralidade com que se deita no chão ou pela provocação, com um boa dose de humor, de quando desabotoa a camisa, ameaçando tirá-la, durante o tema De Noite Na Cama, de 1974.

Aliás, além das canções de Abraçaço e Cê, a outra fase privilegiada por Caetano Veloso foi a da década de 1970. Recuperou, por exemplo, dois temas do álbum Transa (1972), nomeadamente Triste Bahia (num dos momentos mais bonitos da noite) e Nine Out Of Ten (já no primeiro bis).

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