DEU NO UOL/FOLHA

Foi preso na tarde desta sexta-feira, 18, o líder do movimento grevista da Polícia Militar (PM), Marco Prisco, que também é vereador e presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado (Aspra). A prisão foi realizada a pedido do Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA).

Em nota, a Polícia Federal informou que Prisco já está sendo transferido para o Presídio Federal de Brasília (Complexo da Papuda).

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Posted on 18-04-2014
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-04-2014


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Frank, hoje, no jornal Notícia (SC)

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Posted on 18-04-2014
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DEU NO UOL/FOLHA

A presidente Dilma Rousseff (PT) manteve a liderança corrida pela reeleição, de acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (17). As intenções de voto na presidente, no entanto, apresentaram uma queda de 40% em março para 37% em abril. Mesmo assim, a petista venceria a eleição no primeiro turno por ter mais que a soma dos outros candidatos.

O Ibope mostrou que o senador Aécio Neves (PSDB) oscilou de 13% para 14% entre março e abril. O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) se manteve com 6%.

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DEU NO PÚBLICO, DE LISBOA

O romancista colombiano Gabriel García Márquez, autor de Cem Anos de Solidão , morreu esta quinta-feira na Cidade do México, aos 87 anos. A causa da morte de Gabo, como os amigos lhe chamavam, não foi divulgada, mas o escritor tinha estado internado há poucos dias, com infecções nos pulmões e no tracto urinário.

Com a sua morte, anunciada à imprensa por uma fonte próxima da família, desaparece um dos maiores ficcionistas contemporâneos, autor de um romance — Cem Anos de Solidão (1967) — que vendeu mais de 30 milhões de exemplares, está traduzido em dezenas de línguas, e cuja popularidade provavelmente só é ultrapassada, na literatura de língua espanhola, pelo Dom Quixote, de Cervantes.

Nobel da Literatura em 1982, García Márquez assumia-se, sobretudo, como um contador de histórias, vocação que herdou da sua avó Tranquilina, que na infância o fascinava e aterrorizava com histórias de almas penadas e premonições, ao mesmo tempo que o avô coronel Nicolás Márquez, um espírito nada fantasioso, lhe narrava episódios da sangrenta guerra civil, na qual participara ao lado dos liberais.

É provável que essa influência cruzada — a de um avô militar, que carregava o remorso de ter matado um homem em duelo, e a de uma avó supersticiosa e com jeito para contar histórias, tenha influenciado o modo como virá depois a misturar de forma tão natural, nos seus livros, o real e o maravilhoso. Uma arte a que se chamou realismo mágico, expressão que a crítica literária já cunhara antes de García Márquez publicar os primeiros livros, mas que teve de esperar por Cem Anos de Solidão para encontrar o seu verdadeiro objecto. O próprio autor tinha consciência de que a expressão era potencialmente equívoca e fazia questão de avisar: “Não há nos meus romances uma só linha que não se baseie na realidade”. Por muito longe que a deixasse ir, a imaginação era sempre, para García Márquez, um modo de mostrar a realidade.

Nascido a 6 de Março de 1927 em Aracataca, na Colômbia, era filho de Gabriel Eligio García e de Luisa Santiaga Márquez Iguarán, filha do já referido coronel Márquez, que começou por se opor veementemente ao enlace, quer por causa da reputação de mulherengo do genro, quer pelas suas convicções políticas conservadoras. Mas a persistência de Gabriel Eligio, que era então telegrafista e que veio a tornar-se farmacêutico, acabou por demover o velho militar. O escritor aproveitaria muito mais tarde a história simultaneamente épica e cómica do atribulado namoro dos pais para escrever Amor nos Tempos de Cólera (1985).

O pequeno Gabriel, o mais velho de 11 irmãos, ficou a cargo dos avós em Aracataca, mas em 1936 acompanha os país na mudança para Sincé, na região colombiana de Sucre, onde o seu pai prosperará como farmacêutico. Não voltará a ver o avô, que morre em 1937.

Tinha já 22 anos, e acabara de abandonar os estudos de Direito, quando regressa à Aracataca da sua infância. Conta na sua autobiografia, Viver para Contar (2002, ed. D. Quixote), que a mãe lhe apareceu um dia em Barranquilla, no litoral caribenho, onde então levava uma vida boémia suportada com o pouco que ganhava num jornal local, e que por momentos não a reconheceu. Luisa vinha pedir-lhe que a acompanhasse a Aracataca para vender a casa dos avós. Referir-se-á muitas vezes a esta viagem como um momento determinante da sua vida, já que percebeu, nesse reencontro com a terra natal e com as memórias de infância, o extraordinário manancial que ali estava à espera de um escritor de talento.

E García Márquez não tinha apenas talento, mas também determinação. Garantirá em várias entrevistas que nunca concebeu outro modo de vida que não passasse por escrever, e que esteve sempre disposto a passar fome, se necessário fosse, para cumprir a sua vocação. Leitor compulsivo desde muito novo, começou por publicar poemas em revistas, ainda enquanto estudante liceal. Mas é já enquanto estudante universitário, em Bogotá, que descobre um autor que o influenciará decisivamente: Franz Kafka. Uma afinidade inesperada, já que nada parece aproximar o angustiado judeu checo do energético e bem humorado colombiano. Mas García Márquez conta que quando pegou em A Metamorfose e leu a passagem inicial, na qual Gregor Samsa, ao acordar, vê que se transformara num monstruoso insecto, disse a si próprio “Então isto pode fazer-se?”. Para quem já sonhava traduzir em literatura o modo como os relatos orais da sua avó integravam episódios extraordinários e implausíveis como se estes fizessem naturalmente parte do quotidiano, a leitura de Kafka foi sentida como um encorajamento.

http://youtu.be/MRij4pZGXlA

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Há canções e há momentos
Eu não sei como explicar
Em que a voz é um instrumento
Que eu não posso controlar
Ela vai ao infinito
Ela amarra todos nós
E é um só sentimento
Na platéia e na voz
Há canções e há momentos
Em que a voz vem da raiz
Eu não sei se quando triste
Ou se quando sou feliz
Eu só sei que há momentos
Que se casa com canção
De fazer tal casamento
Vive a minha profissão

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BOA SEXTA-FEIRA SANTA!!!

FELIZ PASCOA!!

Vitor Hugo Soares, a caminho de São Paulo, onde a turma do BP vai descansar e se divertir uns dias e de onde mandará notícias quando possível)

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